Qualquer ideia que é mantida na mente, que seja temida ou reverenciada, começará imediatamente a vestir-se da forma física mais conveniente e adequada disponível.

(Andrew Carnegie)

“Você nunca muda as coisas lutando contra a realidade existente. Para mudar alguma coisa, construa um novo modelo que faça com que o modelo atual se torne obsoleto.”

(R. Buckminster Fuller)

Décima primeira visita de Hill, e o tema é Visão Criativa!

A visão criativa a que Napoleon se refere aqui diz respeito ao uso dirigido da Imaginação visando um determinado propósito. Segundo ele, existem dois tipos de imaginação (falando num sentido prático): a sintética e a criativa. A sintética, que é a mais comum, é a imaginação que rearranja ideias, conceitos, fórmulas, fatos – tudo já conhecido e existente – e a partir disso cria algo novo. A criativa, por sua vez, é o tipo de imaginação que cria algo novo, “do zero”, sem que haja antecedentes para o que foi criado. É mais rara, e normalmente está associada a “gênios” ou a “lampejos de genialidade”. Na verdade, ambos os tipos de imaginação são criativas, cada uma a seu modo, e o desenvolvimento e aplicação de ambas é igualmente importante.

Assim, o uso da imaginação proposto aqui vai muito além do mero fantasiar, que sem ação e sem direcionamento nada mais é do que um escape, uma fuga da realidade; que não leva a lugar algum.  Por isso, a palavra de ordem desse princípio é Ação. O que a imaginação irá fazer nada mais é do que “abastecer” a ação; ela lhe provê a matéria-prima (a ideia, o insight, a visão) sobre a qual você passa a trabalhar. Mas você precisa agir.

Eu vi o anjo no mármore e o esculpi até libertá-lo.

(Michelângelo)

Vamos a Hill:

http://www.youtube.com/watch?v=fk_TcNvtjJE