Os grifos são meus…
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As obras do filósofo grego Platão foram analisadas e debatidas por mais de dois mil anos pelas maiores mentes da história. Mas, segundo um respeitado professor de história da ciência da Universidade de Manchester, o Dr. Jay Kennedy, elas ainda guardam algumas surpresas. Em uma descoberta surpreendente, o Dr. Kennedy afirma ter encontrado uma série de mensagens secretas escondidas em alguns dos mais influentes e celebrados escritos do mundo antigo. As informações são do Daily Mail.
Segundo o cientista, os códigos sugerem que Platão era um seguidor secreto do filósofo Pitágoras e compartilhava com este a crença de que os segredos do universo estão em números e na matemática.
Alegações de que um antigo texto contenha mensagens secretas normalmente não são levadas à sério pela comunidade científica, mas este estudo não só teve grande repercussão no meio como foi aceito para publicação em um respeitado periódico acadêmico, o Apeiron.
Platão, que morreu por volta 347 a.C., é sem dúvida o maior de todos os filósofos gregos. Com Sócrates, seu mentor, e Aristóteles, seu aluno, ele estabeleceu os fundamentos da filosofia e da ciência ocidentais.
Segundo o Dr. Jay Kennedy uma das crenças mais importantes de Platão estava escondida em sua escrita. “Os livros de Platão desempenharam um papel importante na fundação da cultura ocidental, mas eles são misteriosos e terminam em enigmas,” disse o Dr. Kennedy.
“Na antiguidade, muitos de seus seguidores disseram que os livros continham ‘camadas ocultas’ de significados e códigos secretos, mas isto foi rejeitado pelos estudiosos modernos.
“É uma história longa e excitante, mas basicamente eu desvendei o código. Eu tenho mostrado rigorosamente que os livros contêm códigos e símbolos e que desvendá-los revela a filosofia escondida de Platão”, afirmou. “O resultado foi incrível! Foi como abrir um túmulo e encontrar uma nova série de evangelhos escritos por Jesus Cristo”, disse.
Segundo o cientista, a chave para desvendar o código de Platão encontra-se em uma escala musical grega de 12 notas, muito popular entre os seguidores do filósofo Pitágoras.
O Dr. Kennedy descobriu que essas frases-chave, palavras e temas em intervalos regulares ao longo dos escritos de Platão e eles correspondem ao espaçamento das 12 notas da escala musical.
Sua obra mais famosa, ‘A República’, por exemplo, é composta de 12 mil linhas de texto. O Dr. Kennedy descobriu que a cada mil linhas, Platão retorna ao tema da música.
Em outro diálogo, o ‘Simpósio’, palavras descrevendo a harmonia e a unidade aparecem nos mesmos intervalos regulares.
Na escala musical grega algumas das notas são harmônicas, ou agradáveis ao ouvido. Outras são dissonantes e precisam ser seguidas por outras notas para aliviar a tensão musical que elas criam.
No local das notas harmônicas nos escritos de Platão ele escreveu linhas associadas com o amor ou o riso. Mas as notas dissonantes foram marcadas com sons ou gritos de guerra ou de morte.
O Dr. Kennedy acredita que o padrão dos símbolos teria sido óbvio para os seguidores de Pitágoras. “Quando lemos seus livros, as nossas emoções seguem os altos e baixos de uma escala musical. Platão joga com as emoções de seus leitores como se fossem instrumentos musicais”, disse ele.
Um século antes, Pitágoras tinha declarado que os planetas e as estrelas produziam uma música inaudível, ou “harmonia das esferas” e que esses segredos do universo estavam na matemática.
A presença e a natureza dos códigos secretos sugerem que Platão pode ter tido a mesma crença e que 2 mil anos antes do nascimento da ciência moderna, ele foi deixando mensagens nos seus escritos de que padrões matemáticos e lógicos governavam o universo e não os deuses.
Dr. Kennedy afirma que Platão não usava o código para o prazer, mas para sua própria segurança. O cientista lembra que o próprio professor de Platão foi executado por heresia.
Os segredos eram comuns em tempos antigos, especialmente quando se tratava de conhecimentos esotéricos e religiosos, mas os códigos para Platão eram uma questão de vida ou morte.
Platão levou uma vida dramática. Ele escreveu pelo menos 30 livros e fundou a primeira universidade do mundo, chamada de Academia. Ele permitiu às mulheres estudar na Academia, contra as tradições da época, foi um dos primeiros defensores do amor romântico – em oposição aos casamentos arranjados que eram costume – e defendeu a homossexualidade.
“Este é o começo de algo grande. Vai demorar uma geração para elaborar as suas implicações. Todas as 2 mil páginas contêm símbolos escondidos”, o Dr. Kennedy acrescentou.
Fonte: Terra
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Homossexuais eram assassinados na Grécia antiga.
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Gostaria de saber em que referencia se encontra as defesas, conforme sitado, sobre o homosexualismo?
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Incrível!
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