Stress tem a sua função…

Tristeza tem a sua função…

Dor tem a sua função…

Mas, obviamente, tudo dentro de um limite. Até excesso de ar puro ou água potável faz mal… que derá excessos emocionais e/ou sentimentais!

Por isso,  a busca pelo equilíbrio, pela harmonia, continua sendo o mais importante ideal na vida de um ser humano.

Nada, absolutamente nada, no Universo é realmente, essencialmente, ruim. A dualidade está em nós.

Feliz x Triste

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Além disso, pessoas de mau humor se mostraram mais capazes de defender suas ideias por escrito

SYDNEY, Austrália – Mau humor pode ser bom para você, diz um estudo australiano que indica que a tristeza torna as pessoas menos crédulas, melhora a capacidade de avaliar os outros e fortalece a memória.
O estudo, de autoria do professor de psicologia Joseph Forgas, da Universidade de New South Wales, mostra que pessoas com um humor negativo são mais críticas e mais atentas ao ambiente ao redor que pessoas felizes, que correm mais risco de acreditar em qualquer coisa que ouçam.
“Enquanto um humor positivo parece promover a criatividade, flexibilidade, cooperação e a confiança em atalhos mentais, o humor negativo ativa um tipo de pensamento mais cuidadoso e  atento ao mundo exterior”, escreveu Forgas.
“Nossa pesquisa sugere que a tristeza… promove estratégias de processamento de informações mais adequadas para lidar com situações exigentes”.
Para o estudo, Forgas e sua equipe realizaram diversos experimentos que começaram com a indução de bom ou mau humor em voluntários, por meio da apresentação de filmes tristes ou alegres e pela recordação de eventos felizes ou infelizes.
Em uma parte dos experimentos, participantes felizes ou infelizes tiveram de julgar a verdade de lendas urbanas e boatos. Pessoas de mau humor tinham menos chance de acreditar em declarações falsas.
Pessoas mal-humoradas também se mostraram menos propensas a tomar decisões precipitadas com base em preconceito racial ou religioso, e tiveram uma chance menor de errar ao se lembrar de eventos.
O estudo também mostrou que pessoas tristes são mais capazes de defender um argumento por escrito, o que, segundo Forgas, indica que “um humor levemente negativo pode promover um estilo de comunicação mais concreto e bem-sucedido”.
O trabalho está publicado na edição do bimestre novembro/dezembro da revista científica Australian Science.

SYDNEY, Austrália – Mau humor pode ser bom para você, diz um estudo australiano que indica que a tristeza torna as pessoas menos crédulas, melhora a capacidade de avaliar os outros e fortalece a memória.

O estudo, de autoria do professor de psicologia Joseph Forgas, da Universidade de New South Wales, mostra que pessoas com um humor negativo são mais críticas e mais atentas ao ambiente ao redor que pessoas felizes, que correm mais risco de acreditar em qualquer coisa que ouçam.

“Enquanto um humor positivo parece promover a criatividade, flexibilidade, cooperação e a confiança em atalhos mentais, o humor negativo ativa um tipo de pensamento mais cuidadoso e  atento ao mundo exterior”, escreveu Forgas.

“Nossa pesquisa sugere que a tristeza… promove estratégias de processamento de informações mais adequadas para lidar com situações exigentes”.

Para o estudo, Forgas e sua equipe realizaram diversos experimentos que começaram com a indução de bom ou mau humor em voluntários, por meio da apresentação de filmes tristes ou alegres e pela recordação de eventos felizes ou infelizes.

Em uma parte dos experimentos, participantes felizes ou infelizes tiveram de julgar a verdade de lendas urbanas e boatos. Pessoas de mau humor tinham menos chance de acreditar em declarações falsas.

Pessoas mal-humoradas também se mostraram menos propensas a tomar decisões precipitadas com base em preconceito racial ou religioso, e tiveram uma chance menor de errar ao se lembrar de eventos.

O estudo também mostrou que pessoas tristes são mais capazes de defender um argumento por escrito, o que, segundo Forgas, indica que “um humor levemente negativo pode promover um estilo de comunicação mais concreto e bem-sucedido”.

O trabalho está publicado na edição do bimestre novembro/dezembro da revista científica Australian Science.

Fonte: Reuters/Estadão