Minha nossa!!  Mas é uma descoberta atrás da outra, principalmente no Peru. Nova notícia, nova descoberta, do site Terra:

Os arqueólogos acreditam que a cidade tenha sido construída pelos waris, que dominaram a região durante cinco séculos no final do primeiro milênio

Os arqueólogos acreditam que a cidade tenha sido construída pelos waris, que dominaram a região durante cinco séculos no final do primeiro milênio

Arqueólogos peruanos descobriram as ruínas de uma cidade antiga inteira na costa norte do Peru. Além de artefatos de cerâmica e pedaços de roupa, os pesquisadores disseram ter encontrado restos bem-conservados de uma jovem mulher.

Também foram encontrados indícios de sacrifícios humanos praticados na cidade, que ocupava uma área de 5 quilômetros.

Os arqueólogos acreditam que a cidade tenha sido construída pelos waris, que dominaram a região durante cinco séculos no final do primeiro milênio e criaram um império quase tão grande quanto o dos incas.

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18
Dec

(Louvre descobre desenhos atrás de tela de Da Vinci)

   Postado por: admin   em Notícias

Do Último Segundo:

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PARIS (Reuters) - Um curador do museu do Louvre, em Paris, descobriu desenhos estranhos na parte de trás de um quadro de Leonardo da Vinci que parecem ter sido feitos pelo próprio mestre italiano, informou o museu nesta quinta-feira. A descoberta foi feita por acaso, quando os funcionários do Louvre tiraram “Virgem e Menino com Santa Ana” da parede para um programa de estudo e restauração das pinturas de Da Vinci, incluindo a Mona Lisa.
“Quando o trabalho, que é feito em madeira, foi tirado da parede, um curador percebeu dois desenhos quase imperceptíveis na parte de trás. Eram a cabeça de um cavalo e metade de um crânio”, informou o museu.

A descoberta foi tão surpreendente que um dos funcionários não acreditou, julgando tratar-se de manchas na madeira.

O quadro foi pintado no começo dos anos 1500 e, até agora, ninguém tinha notado os desenhos — pelo menos não que o Louvre saiba.

O museu fez testes para avaliar o desenho. Foram tiradas fotos da parte de trás do quadro com uma câmera de infravermelho, que revelou que não havia dois, mas três desenhos. O terceiro retrata Jesus quando criança, brincando com um cordeiro.

“Esta é uma descoberta excepcional porque os desenhos na parte de trás da tela são muito raros e não há nenhum exemplo conhecido de Leonardo”, disse o Louvre.

O museu afirmou que os desenhos lembram alguns dos trabalhos mais conhecidos do mestre e sugeriu que possam ser um rascunho para a pintura feita na madeira.

“O estilo dos desenhos lembra o de Leonardo, mas estamos fazendo pesquisas para esclarecer a autoria”.

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Do site de notícias Terra, a descoberta de uma nova espécie de raptor, na Patagônia:

Uma cópia em resina de poliéster do esqueleto do "Austroraptor cabazai" foi exibida durante a apresentação

Uma cópia em resina de poliéster do esqueleto do "Austroraptor cabazai" foi exibida durante a apresentação

Uma nova espécie de dinossauro carnívoro descoberto na província de Rio Negro, no norte da Patagônia argentina, em rochas de 70 milhões de anos, foi apresentado nesta quarta-feira no Museu Argentino de Ciências Naturais Bernardino Rivadavia, em Buenos Aires.

O exemplar foi encontrado graças a uma exploração financiada pela prestigiada National Geographic Society, coordenada pelo paleontólogo Fernando Novas, que fez a apresentação do fóssil à imprensa. O anúncio da descoberta coincide com a publicação de um artigo científico na revista Proceedings of the Royal Society of London.

Os restos do dinossauro, batizado “Austroraptor cabazai”, foi descoberto no Baixo de Santa Rosa, onde já haviam sido documentados ossos de grupos de dinossauros herbívoros.

A importância da nova espécie é proporcional a seu tamanho, já que o “Austroraptor cabazai” é um dos maiores raptors já catalogados em todo o mundo. Além disso, a espécie é um dos últimos dinossauros que habitaram a Patagônia, poucos milhões de anos antes da grande extinção do fim do período Cretáceo.

O “Austroraptor cabazai” media cerca de cinco metros de altura, apresentava braços proporcionalmente curtos e possuía um crânio achatado e largo, com uma mandíbula de dentes pontiagudos. Uma cópia em resina de poliéster do esqueleto reconstruído da nova espécie de réptil pré-histórico passará a fazer parte de uma exposição de dinossauros argentinos, que será montada na Europa em 2009, informou a nota oficial.

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18
Dec

(Mais velhos lembram menos de coisas negativas)

   Postado por: admin   em Notícias, Psicologia

Do site de notícias Terra, outro estudo muito interessante que concluiu que pessoas mais velhas tendem a não guardar memórias de eventos negativos, nem se deixam afetar por eles, da mesma maneira que um jovem. Deve ser por isso que normalmente quando uma pessoa vai avançando em idade, ela passa a perder as vergonhas que antes tinha, passa a se preocupar menos com as coisas que estão inevitalvemente fora de seu controle, como por exemplo, a opinião alheia. E talvez isso não esteja tão relacionado assim com a experiência de vida como se poderia pensar…

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Uma pesquisa da Universidade de Alberta, no Canadá, em colaboração com a Universidade de Duke, nos Estados Unidos, indica que pessoas mais velhas tendem a se lembrar menos de acontecimentos negativos, em comparação a pessoas mais jovens.

“Idosos realmente usam seus cérebros de uma forma diferente das pessoas mais jovens quando se trata de armazenar memórias, principalmente se for uma memória negativa”, afirmou o autor do estudo e professor-assistente de psiquiatria e neurociência da universidade canadense, Florin Dolcos.

A pesquisa descobriu mudanças relacionadas à idade na atividade cerebral quando os participantes com média de 70 anos de idade observavam imagens padronizadas de eventos considerados neutros ou muito negativos. A pesquisa foi publicada na edição online da revista americana Psychological Science.

Atividade cerebral

A equipe de pesquisadores pediu que pessoas mais velhas e jovens classificassem o conteúdo emocional de fotos segundo uma escala de prazer que elas causavam. Enquanto isso, a atividade cerebral dos participantes era monitorada com um aparelho que faz imagens do cérebro usando ressonância magnética.

Trinta minutos depois, e de forma inesperada, os pesquisadores pediam aos voluntários que se lembrassem das imagens que viram. Os participantes mais velhos se lembravam de menos imagens negativas do que os mais jovens.

Exames dos cérebros dos participantes mostraram que, apesar de os dois grupos etários terem registrado níveis semelhantes de atividade nos centros emocionais do cérebro, eles eram diferentes na maneira como estes centros interagiam com o resto do cérebro.

Os participantes mais velhos tinham interações reduzidas entre a amígdala, uma região do cérebro que detecta emoções, e o hipocampo, uma região do cérebro envolvida nos processos de aprendizado e memória, quando as imagens negativas eram mostradas.

Pensamento x emoção

Os exames também mostraram que os mais velhos tiveram interações elevadas entre a amígdala e o córtex frontal dorsolateral, uma região do cérebro envolvida nos processos mais complexos de pensamento - como o controle de emoções. Os participantes mais velhos usaram processos de pensamento, ao invés de processos emotivos, para guardar as memórias emocionais.

Em um outro artigo publicado em 2008, a equipe de pesquisadores canadenses e americanos relatou que idosos saudáveis são capazes de controlar as emoções de uma forma melhor que os jovens, sendo menos afetados por eventos negativos.

“O cérebro dos idosos funciona diferente do (cérebro) de indivíduos jovens”, afirmou Florin Dolcos. “De alguma forma, eles treinaram o cérebro para que sejam menos afetados durante e depois de um evento negativo.” Os pesquisadores avaliam que o estudo poderá melhorar a compreensão de problemas relativos à saúde mental como depressão e ansiedade.

A pesquisa também poderá, segundo os especialistas, ajudar a melhorar a memória em adultos mais velhos, que têm problemas de memória, e auxiliar estudos relacionados ao mal de Alzheimer.

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Do site de notícias Terra: (tráfico de antigüidades é o fim!)

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As autoridades iraquianas recuperaram nesta quarta-feira, em Basra, mais de 200 peças arqueológicas que seriam levadas ilegalmente para fora do país, e detiveram sete pessoas acusadas de tráfico de antiguidades.

O chefe das operações de segurança em Basra, Mohammed Jawad, explicou em coletiva de imprensa que os detidos afirmaram que existem várias redes de contrabandistas especializados no tráfico de antiguidades na região.

Jawad informou que as detenções aconteceram na região de Abu al-Huseib, no sudeste de Basra, cidade localizada no sul do Iraque.

Entre as 228 peças expropriadas, que pertencem a diferentes períodos da história do país, se encontram oito estátuas de ouro e quase 100 peças de prata.

Fora isso, algumas das antiguidades têm o selo do Museu Nacional do Iraque.

Esse centro cultural, várias jazidas e grande parte das instituições culturais iraquianas foram vítimas de saqueadores desde a invasão americana ao país, que começou em março de 2003.

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