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Cientistas americanos afirmam que o contato com a natureza aumenta os níveis de concentração e a memória. Apenas uma hora caminhando pelo campo já seria suficiente para melhorar o desempenho do cérebro em 20% - caminhar por ruas movimentadas de uma cidade, por outro lado, não tem nenhum efeito benéfico sobre o cérebro. As informações são do jornal britânico Telegraph.

Os pesquisadores da Universidade de Michigan concluíram que o contato com a natureza é revigorante porque permite que as pessoas “se desliguem”, enquanto o ambiente urbano exige atenção constante dos pedestres.

Marc Berman, um dos cientistas envolvidos no estudo, sugere que o contato com a natureza, seja passando alguns dias no campo ou apenas caminhando em um parque, pode ajudar a curar a fadiga mental. Ele afirma que os resultados da pesquisa não são subjetivos, e que os efeitos sobre a memória e a atenção são reais, de acordo com o Telegraph.

A pesquisa, publicada na revista Psychological Science, também aponta melhoras na memória e atenção de pessoas depois de elas simplesmente olharem fotografias de natureza.

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Tumbas de mais de 4 mil anos foram descobertas no complexo funerário de Saqara

Tumbas de mais de 4 mil anos foram descobertas no complexo funerário de Saqara

As autoridades egípcias anunciaram neste domingo (21/12) a descoberta de duas tumbas de mais de 4 mil anos no complexo funerário de Saqara, que no passado foi a necrópole de Menfis, situada cerca de 30 km ao sul do Cairo.

Em comunicado do Conselho Superior de Antiguidades egípcias, o ministro da Cultura, Farouk Hosni, disse que são duas tumbas pertencentes a uma cantora e a um responsável da Administração do rei Unas, o último da V dinastia.

Os sepulcros, esculpidos na pedra e com hieróglifos no exterior, estão cerca de 400 metros ao sudoeste da famosa pirâmide de Zoser, e foram encontrados por uma equipe de arqueólogos egípcios.

Uma dos túmulos pertence a um homem, identificado como Aia Mat, que ocupou vários postos de responsabilidade durante o reinado do rei Unas, como a supervisão dos clérigos.

A outra é de uma cantora e está decorada com uma pintura da artista, que aparece de pé e com uma flor de lótus.

A nota não especificou se no interior das tumbas foram encontradas as múmias dos falecidos.

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25
Dec

“Natal”…

   Postado por: admin   em História, Religião

Nos últimos dias o Inconsciente Coletivo tem estado um pouco parado, mas não abandonado! Como estou de férias, e resolvi ir para uma praia um tanto “inóspita”, o meu acesso à Internet tem estado um tanto limitado. Mas conforme eu puder vou atualizando o site e, na primeira semana de janeiro, tudo volta ao normal por aqui, com os posts e notícias diários!

Como hoje é “Natal”, não tinha como deixar a data passar em branco. Muitos já sabem que a data 25 de dezembro nada tem a ver com o Jesus histórico, sendo apenas a data do solstício de inverno, no Hemisfério Norte. A data é também associada ao nascimento de diversos deuses solares, da mesma forma que Jesus, Adônis, Mitras e Osíris (ou qualquer outro deus solar de sua preferência), por exemplo, também “nasceram em 25 de dezembro”. Portanto, hoje é um dia mitologicamente importante. Apenas mitologicamente importante. Claro que a parte dos presentes e peru assado tem lá a sua importância também… ;-) Mas, em “comemoração” de tal data festiva, resolvi colocar aqui um texto sobre os critérios que os pesquisadores têm utilizado para identificar, nos escritos bíblicos, o joio do trigo, ou seja, o que pode ser real e atribuído à figura histórica de Jesus, e o que não. Os estudiosos dizem que em todo o Novo Testamento, apenas 6 (ou melhor, no máximo) sentenças foram realmente ditas por Jesus, e o resto, apenas lenda. Devemos levar em conta que não foram apenas “4 evangelistas” que escreveram a história dele, e que os 4 evangelhos que compõem o Novo Testamento foram escritos por diversos autores, cerca de 1 século depois dos eventos que narram… Enfim. O artigo abaixo foi retirado do site Globo.com.

Um “Feliz Natal” para todos os leitores e visitantes do Inconsciente Coletivo.net!

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Entenda critérios usados por estudiosos para decidir o que vem de Jesus

Fatos constrangedores, revolucionários e múltiplas fontes são essenciais.
Pesquisadores tentam ‘filtrar’ lado teológico e fé presente nos Evangelhos.

O que leva um especialista a dizer que um dito ou um ato presente nos Evangelhos realmente foi proferido ou realizado pelo personagem histórico Jesus de Nazaré? Para muita gente, decisões sobre “historicidade” ou “não-historicidade” podem parecer arbitrárias ou simples chutes, mas as últimas décadas têm alcançado um refinamento e uma maior objetividade nos critérios da busca pelo Jesus histórico. Na série de livros “Um Judeu Marginal” (ainda em andamento), o historiador e padre americano John P. Meier enumera as principais ferramentas dessa busca. Conheça-as abaixo.

1) O critério do constrangimento

Também conhecido como “critério da contradição”, ele se refere aos atos e ditos de Jesus potencialmente constrangedores para Jesus e/ou seus discípulos. O raciocínio é simples: a criatividade dos evangelistas, que elaboraram e ampliaram a tradição oral sobre a vida de Cristo, dificilmente dar-se-ia ao trabalho de inventar histórias embaraçosas sobre seu Mestre ressuscitado.

Para Meier, isso mostra que a composição dos Evangelhos não foi um vale-tudo: graças à presença de uma tradição oral oriunda de testemunhas oculares da vida de Jesus, ainda viva no tempo em que o Novo Testamento estava sendo escrito, os autores cristãos não se sentiam à vontade para simplesmente varrer os eventos constrangedores para debaixo do tapete. O máximo que faziam era dar uma interpretação teológica aceitável a essas circunstâncias que poderiam lançar dúvida sobre o papel de Jesus como Messias.

Exemplos de fatos aparentemente confirmados pelo critério do constrangimento são o batismo de Jesus pelas mãos de João Batista (se Cristo não tinha pecado, por que precisaria ser batizado?), a traição de Judas Iscariotes e frases de Jesus afirmando que “somente o Pai” sabia o momento do fim dos tempos (em ambos os casos, cria-se a dúvida sobre a onisciência do profeta galileu).

2) O critério da descontinuidade

Se um ensinamento ou ação de Jesus não casa com o que ensinava o antigo judaísmo nem com a pregação da Igreja primitiva, crescem as chances de que ele venha mesmo do Jesus histórico, argumentam os defensores desse critério.

Uma das mais antigas representações de Jesus como o Bom Pastor, do século 4

Uma das mais antigas representações de Jesus como o 'Bom Pastor', do século 4

Por meio dele, seria possível descobrir o que era “descontínuo” no ministério de Jesus, ou seja, onde ele rompia com seus predecessores judeus ou até entrava em conflito com seus seguidores cristãos. Alguns exemplos citados por Meier são a proibição de qualquer tipo de juramento, a defesa de que, uma vez casados, homem e mulher não podem se divorciar em hipótese nenhuma e a proibição do jejum (Cristo era criticado por judeus mais rigoristas por causa disso, sendo acusado de “comilão e beberrão”).

Meier alerta que esse critério, se mal utilizado, corre o risco de trazer à tona apenas os ensinamentos periféricos de Jesus, e não necessariamente os mais importantes e essenciais.

3) O critério da múltipla confirmação de fontes

Sempre é bom lembrar que Jesus não tinha assessoria de imprensa nem porta-voz oficial. Sua vida e sua pregação foram registradas e relembradas por vários tipos de seguidores, com formação cultural, personalidade e até opiniões teológicas diferentes. Isso explica porque os Evangelhos canônicos (os “oficiais” do Novo Testamento) apresentam diferenças entre si, algumas de detalhe, outras mais marcantes. Se várias dessas fontes diferentes registram o mesmo dito ou ato, isso indica uma probabilidade maior de eles remontarem ao que o próprio Jesus fez e ensinou.

Para Meier, as principais fontes nos Evangelhos são o texto de Marcos (mais antigo e mais importante evangelista, para os especialistas), a tradição Q (fonte hipotética que parece estar por trás de relatos que coincidem em Mateus e Lucas, mas não em Marcos), tradições especiais M e L (exclusivas de Mateus e Lucas) e tradição joanina (do Evangelho de João).

É importante notar que o fato de uma mesma narrativa ocorrer em mais de um Evangelho não é garantia de satisfazer o critério da múltipla confirmação de fontes. As narrativas da paixão de Jesus em Mateus e Lucas, por exemplo, parecem ser basicamente uma expansão e reformulação da mesma fonte original, o Evangelho de Marcos. Um exemplo melhor é a proclamação do “Reino de Deus” por parte de Jesus — presente em Marcos, Q, M, L, João e até nas cartas de São Paulo.

4) O critério da coerência

Trata-se de um critério importante, mas que só pode ser usado depois que uma quantidade razoável de dados sobre o Jesus histórico já foi estabelecida. Nesse caso, novas informações que parecem se adequar de forma coerente com o que se sabe têm alta probabilidade de serem verdadeiras.

5) O critério da Cruz

O Evangelho de Lucas, pela boca do profeta Simeão, chama Jesus de “um sinal que provocará contradição”. Para Meier, o evangelista está certíssimo nesse ponto. “Um Jesus cujos atos e palavras não tivessem provocado antagonismo entre as pessoas, especialmente entre os poderosos, não é o Jesus histórico”, escreve ele.

Segundo o especialista americano, um Jesus completamente inofensivo, que não criticasse o que via de errado na Judéia do século 1 a.C. nem propusesse algum tipo de mudança radical, jamais teria sido crucificado. Por isso, o critério da rejeição e e execução, ou o critério da Cruz, como é chamado, tende a aceitar como autênticos os fatos e ditos de Cristo que o tornariam malquisto pela elite da sociedade judaica e romana de seu tempo. Ao mesmo tempo, Meier alerta para o perigo de retratar o profeta como um revolucionário violento, coisa que ele não era.

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As autoridades egípcias recuperaram nesta sexta-feira um busto do faraó egípcio Amenófis III (1411-1379 a.C.), que tinha sido tirado do país de maneira ilegal durante a segunda metade da década passada com destino ao Reino Unido.

O busto foi entregue por um representante da Polícia britânica à Embaixada egípcia de Londres, segundo a agência de notícias egípcia Mena, que não deu mais detalhes.

A recuperação desta peça aconteceu uma semana depois do anúncio da chegada ao Egito de outras 70 peças que tinham sido roubadas por um oficial do Exército americano.

Amenófis III, que pertencia à XVIII dinastia, foi o antecessor de Akhenaton, que introduziria por um breve período de tempo o monoteísmo no Egito do segundo milênio antes de Cristo.

O reino de Amenófis III se caracterizou por uma estabilidade interna e uma grande colheita de sucessos diplomáticos no exterior.

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Vestígios da antiga fogueira e ferramentas foram descobertos em uma gruta

Vestígios da antiga fogueira e ferramentas foram descobertos em uma gruta

Uma espécie de fogão do Paleolítico - período também conhecido como Pedra Antiga -, foi encontrado em uma região da Cantábria, na Espanha, junto com ferramentas e objetos de cozinha utilizados por caçadores da época há cerca de 18,5 mil anos. Segundo sugerem pesquisadores em um estudo, os homens do período já dominavam diferentes técnicas para cozinhar. As informações são da agência EFE.

Os vestígios da antiga fogueira foram descobertos em uma escavação de 5 m² e 20 cm de espessura na gruta de Mirón, em Ramales de la Victoria. No local, foram identificados restos cozidos de animais, principalmente cabras e cervos, mais de cinco mil fragmentos de pedra, entre elas ferramentas de sílex (rocha sedimentar silicatada, formada por quartzo) e potes de arenito avermelhados e quebrados pela repetida exposição ao fogo.

O estudo, realizado em conjunto por especialistas da Universidade da Cantábria (Espanha) e Universidade do Novo México (Estados Unidos), foi divulgado na revista americana Journal of Archaeological Science.

Um programa experimental desenvolvido pela Universidade do Novo México determinou que a ruptura das peças foi causada por sucessivos ciclos de aquecimento em altas temperaturas, seguidos de esfrimamentos por imersão. De acordo com os pesquisadores, os caçadores normalmente ferviam a água para cozinhar os ossos e extrair a gordura para consumí-la diretamente ou separá-la e guardá-la para mais tarde.

Por meio das referências encontradas, os especialistas conseguiram reconstruir os processos de utilização dos potes onde a água era fervida e seu posterior abandono em torno da fogueira depois de se quebrar. “Agora sabemos que os caçadores paleolíticos controlavam as técnicas de cozinha desde muito cedo”, afirmou González Morales, diretor da equipe do Instituto Internacional de Investigações Pré-Históricas da Cantábria (IIIPC, na sigla em espanhol”.

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