Apesar de a teoria da Evolução ser considerada por muitos não mais uma teoria, mas uma verdade científica, não é algo que todos os cientistas e estudiosos concordam. E é interessante como isso é pouco falado não só nos meios acadêmicos, como na mídia. Normalmente, quem desacredita ou nega a teoria evolucionista é considerado “criacionista”, “místico”, ou simplesmente um ignorante. Mas, verdade seja dita, a tal evolução como proposta por Darwin e expandida por outros depois dele, continua suscitando mais perguntas do que respondendo. Se duvida, experimente olhar o livro “Forbidden Archaeology” (ou como foi traduzido para o português: “História Secreta da Raça Humana“), de Michael Cremo e Richard L. Thompson. São quase 1.000 páginas de evidências científicas catalogadas ao redor do mundo que PROVAM que a evolução não aconteceu exatamente como é contado nas escolas, faculdades, livros, revistas e documentários… O livro é uma pedrona no sapato dos evolucionistas. Inclusive, a partir dessa obra, foi criado um documentário, pela BBC, chamado “The Origins of Men”. Segundo os autores, “os arqueológos e antropólogos ocultaram tantas provas quanto desenterraram”. Abaixo, um texto que recebi há um tempo, sobre os “10 Maiores Problemas da Evolução”. Um estímulo para questionamentos e reflexões sobre (mais) um dos assuntos que nos empurram como “realidade inquestionável”. Desconheço a autoria.

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Como explicar isso?

Fósseis

Um registro fóssil que não demonstra continuidade ou descendência, nem tendências de qualquer tipo, com fósseis transicionais predominantemente ausentes. Não é possível por meio dos fósseis enxergar a evolução, do o que é possível ver é: súbito aparecimento de novas espécies ou tipos corporais, seguidos de longos períodos sem mudança, variação e extinção.

Mecanismo

A incapacidade de se formular um mecanismo viável e testável para a evolução, baseado puramente em fatores naturais. Esse mecanismo foi procurado por mais de um século e ainda não se chegou nem perto de encontrar. Na verdade, agora ele se parece muito mais obscuro do que em tempos anteriores, quando os evolucionista pensavam que sabiam como ele funcionava.

Anomalias

Freqüentemente, levando em conta o registro fóssil novamente, nos deparamos com coisas que simplesmente não deveriam estar ali se a evolução fosse correta. Evidências da existência de fósseis de plantas vasculares no pré-cambriano é simplesmente incompatível com a visão evolucionista. Michael A. Cremo (que, diga-se de passagem, não é criacionista) e seu colega Richard L. Thompson relataram em uma obra de 950 páginas intitulada “Forbidden Archeology” registro do homem moderno a até dez bilhões de anos atrás, o que é mais antigo do que qualquer fóssil hominídeo dito ancestral do Homo sapiens.

Complexidade Irredutível e Teoria da Informação

A teoria da evolução se mostrou incapaz de responder a essas duas grandes questões. A mutação e a seleção natural associadas se mostraram inúteis na tarefa de adicionar novas informações nos genomas dos organismos e a evolução gradual não pode construir os complexos sistemas bioquímicos presentes a nível celular em todos os organismos.

Matemática

Toda a teoria científica deve passar por um teste matemático. A evolução já teve vários, e falhou repetidas vezes.”Mathematical Chanllegens to the Neo-Darwinian Interpretation of Evolution, P. S. Morrhead, M. M. Kaplan”, “‘Mathematics of Evolution’, Fred Hoyle”, “Not by Chance!, Lee Spetner”, “Darwin Was Wrong; A Study in Probabilities, I. L. Cohen”

Os Limites

A genética e a bioquímica das proteínas impõe fortes limites à evolução. Não se foi capaz ainda de se demonstrar que esses limites possam ser cruzados.

Evolução Molecular

Os evolucionistas se mostraram incapazes de formar filogenias coerentes dos organismos já que as baseada em genética, morfologia ou mesmo na seqüências de proteínas diferentes são contraditórias.

Seleção Natural

A seleção natural parece ser um processo conservador, que inibe grandes mudanças, e não um gerador de transformações como se supõe.

Estabilidade

Um fenômenos biológico bem estabelecido atualmente é o stasis. Mesmo os cientistas evolucionistas vêm admitindo que a estabilidade é a regra, e não a mudança contínua. As espécies se extinguem com a mesma forma com que fizeram sua primeira aparição, não existem tendências, nem modificações graduais. Isso é válido a nível molecular também. Ao se recuperar DNA de fósseis de milhões de anos e se comparar com os de espécimes vivos dessa mesma espécie não há mudança significativas.

Estágios Incipientes e Cenários

A teoria evolucionista repetidas vezes falha em dar histórias plausíveis para as mudanças. Primeiro, não consegue associar o meio com a mudança, a prova disso é que várias tentativas, como as secas do devoniano e entre os períodos mioceno e plioceno (usadas, respectivamente para explicar a saída dos peixes da água e o bipedalismo humano), se revelaram, após investigação aprofundada, falsas. Outro problema é arrumar funcionalidade para os imperfeitos estágios incipientes de estruturas funcionais. Nesse ponto os evolucionistas dão asas para as suas imaginações, mesmo assim não conseguem propor um esquema verificável ou ao menos coerente.