“O homem mais sábio que já conheci me ensinou uma coisa que jamais esqueci. E embora eu nunca tenha esquecido, nunca a memorizei também. Então, o que me sobrou foi a memória de ter aprendido algo muito sábio a qual não consigo me lembrar.”
Recebi por e-mail este texto, de autoria atribuída ao excelente comediante norte-americano, George Carlin. Entretanto, para quem conhece o comediante, logo de cara se vê que o texto jamais poderia ser dele. O verdadeiro autor de “O Paradoxo de Nosso Tempo” é um tal Dr. Moorehead, autor e pastor de uma igreja nos EUA (segundo o site Truth or Fiction), que teria escrito o texto em 1990. George Carlin é um dos pioneiros e um dos mais famosos comediantes de crítica social, porém, possui uma visão um pouco mais diferente (e um tanto sarcástica!) da vida. Não obstante, este texto resume exatamente o que a nossa “era do conhecimento” verdadeiramente é. Para rir e para pensar!
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Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e oramos raramente, esquecemos até que Deus existe.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho.
Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos. Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na era do ‘fast-food’ e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas ‘mágicas’. Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na despensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar ‘delete’.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer ‘eu te amo’ à sua companheira (o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame… Ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!
Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.
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http://opiniaosa.wordpress.com/2012/01/08/o-valor-que-damos-a-tantas-bobagens/
Bjs
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Esse texto passa bastante na rádio Jovem Pan de SP: http://jovempan.uol.com.br/o-paradoxo-de-nosso-tempo/noticia/o+paradoxo+de+nosso+tempo-150667,,0
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