Lei da Atração

03/12/2008

Não dá para acreditar: eu sou feliz

Texto de Osho, que dispensa apresentações, sobre a arte de ser verdadeiramente feliz: não se desvie daquilo que você é, da sua essência. (em outro post, trouxe um texto relativamente parecido, que vale a pena ser lido também: “A sua felicidade incomoda todo mundo”.) Os grifos são meus…

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“Meu médico insistiu para que eu viesse vê-lo’, disse o paciente ao psiquiatra. ‘Não sei o porquê – pois eu sou feliz no casamento, tenho segurança no meu trabalho, muitos amigos, nenhum problema…’   ‘Hmmmm,’ disse o psiquiatra, procurando por seu caderno de anotações, ‘e há quanto tempo você vem se sentindo assim?’

Felicidade não é algo fácil de se acreditar. Parece que o homem não pode ser feliz. Se você falar sobre sua tristeza, depressão e miséria, todo mundo irá acreditar. Isso parece ser natural. Mas se você falar sobre a sua felicidade, ninguém acreditará em você – isso parece ser não-natural.

Sigmund Freud, depois de quarenta anos de pesquisas a respeito da mente humana, trabalhando com milhares de pessoas, observando milhares de distúrbios mentais, chegou à conclusão de que a felicidade é uma ficção: o homem não pode ser feliz. No máximo, nós podemos fazer coisas um pouco mais confortáveis, e isso é tudo. No máximo, nós podemos tornar a infelicidade um pouco menor, e isso é tudo. Mas, feliz, o homem não pode ser.

Isso parece ser muito pessimista, mas se olharmos para o homem moderno, veremos que é exatamente assim; parece que isso é um fato.

Buda diz que o homem pode ser feliz, tremendamente feliz. Krishna canta canções sobre a felicidade suprema – satchitanand. Jesus fala a respeito do Reino de Deus. Mas como você pode acreditar em tão poucas pessoas, as quais podemos contar nos dedos, contra toda a massa, milhões e milhões de pessoas ao longo dos séculos, que permanecem infelizes, caminhando mais e mais em direção à infelicidade. Toda a vida dessas pessoas é uma história de miséria e nada mais. E depois vem a morte! Como acreditar naquelas poucas pessoas?

Ou elas estão mentindo, ou elas estão enganadas. Ou elas estão mentindo por algum motivo, ou elas são meio malucas, enganadas pelas próprias ilusões. Elas devem estar vivendo para satisfazer um desejo. Elas queriam ser felizes e começaram a acreditar que elas eram felizes. Mais do que um fato, isso parece uma crença, uma crença desesperada, Mas como aconteceu dessas poucas pessoas se tornarem felizes?

Se você deixar o homem de lado, se você não prestar muita atenção ao homem, então Buda, Krishna, Cristo irão parecer que são mais verdadeiros. Se você olhar para as árvores, se você olhar para os pássaros, se você olhar para as estrelas, então verá que tudo está vibrando em tremenda felicidade. Parece que a felicidade é a matéria-prima com a qual a existência é feita. E somente o homem é infeliz.

No fundo, alguma coisa está errada.

Buda não está enganado, nem está mentindo. E eu digo isso a você, não com base na autoridade da tradição; eu digo isso a você com base na minha própria autoridade. O homem pode ser feliz, mais feliz que os pássaros, mais feliz que as árvores, mais feliz que as estrelas, porque o homem tem algo que nenhuma árvore, nenhum pássaro, nenhuma estrela tem. O homem tem consciência.

Mas quando você tem consciência, então duas alternativas são possíveis: ou você pode tornar-se infeliz, ou você pode tornar-se feliz. A escolha é sua. As árvores simplesmente estão felizes porque elas não podem ser infelizes. A felicidade delas não é liberdade; elas têm que ser felizes.  Elas não sabem como ser infelizes, não existe outra alternativa.

Esses pássaros gorjeando nas árvores, eles são felizes. Não porque eles tenham escolhido ser felizes; eles simplesmente são felizes porque eles não conhecem outra maneira de ser. A felicidade deles é inconsciente. Ela é simplesmente natural.

O homem pode ser tremendamente feliz, e tremendamente infeliz. Ele é livre para escolher. Essa liberdade é um risco. Essa liberdade é muito perigosa, porque você se torna responsável. E algo aconteceu com essa liberdade. Alguma coisa está errada. O homem está, de uma certa maneira, de cabeça para baixo.

Você veio até a mim, procurando por meditação. A meditação é necessária somente porque você não escolheu ser feliz. Se você tivesse escolhido ser feliz, não haveria nenhuma necessidade de meditação. A meditação é medicinal: se você está doente, então o medicamento é necessário. Os Budas não precisam de meditação. Uma vez que você começou a escolher a felicidade, uma vez que você decidiu que você tem que ser feliz, então nenhuma meditação é necessária. A meditação começará a acontecer naturalmente, por ela mesma.

A meditação é uma função do estar feliz. A meditação segue o homem feliz como uma sombra: em qualquer lugar que ele for, qualquer coisa que ele estiver fazendo, ele estará meditativo. Ele estará intensamente centrado.

A palavra ‘meditação’ e a palavra ‘medicação’ têm a mesma raiz; e isso é muito significativo. A meditação também é medicinal. Você não carrega vidros de remédios nem receitas médicas se você estiver com saúde. Naturalmente, quando você não está com saúde, você tem que ir ao médico. Ir ao médico não é uma grande coisa para ficar fazendo alarde. A pessoa deve se sentir feliz se o médico não for necessário.

Existem muitas religiões, porque existem muitas pessoas infelizes. Uma pessoa feliz não precisa de religião. Uma pessoa feliz não precisa de templo, nem de igreja, porque para uma pessoa feliz, todo o universo é um templo, toda a existência é uma igreja. Uma pessoa feliz não tem nada parecido com uma atividade religiosa, porque toda a sua vida já é religiosa.

Qualquer coisa que você fizer com felicidade será uma prece; seu trabalho se tornará um culto, a sua própria respiração terá um esplendor, uma graça. Não que você repita constantemente o nome de Deus – somente as pessoas tolas fazem isso – porque Deus não tem nome algum, e por repetir algum suposto nome você simplesmente tornará estúpida a sua mente. Por repetir o Seu nome você não irá a lugar algum. Um homem feliz simplesmente vê Deus em todo lugar. E você precisa de olhos felizes para ver Deus.

Se você quer ser feliz, então comece a fazer escolhas naturais. Há muitas ocasiões em que você terá que ser desobediente – seja!  Haverá muitas ocasiões em que você terá que ser rebelde – seja!  Não há nenhum desrespeito implícito nisso. Seja respeitoso com seus pais. Mas lembre-se de que a sua mais profunda responsabilidade é com o seu próprio ser.

Todo mundo está sendo empurrado e manipulado. Ninguém sabe qual é o seu destino. O que você realmente sempre quis fazer, foi deixado de lado. E como você pode ser feliz? Alguém que poderia ter sido um poeta, tornou-se simplesmente um emprestador de dinheiro. Alguém que poderia ter sido um pintor, tornou-se um médico. Alguém que poderia ter sido um médico, um belo médico, é agora um homem de negócios. Todo mundo está fora do lugar. Todo mundo está fazendo alguma coisa que nunca quis fazer; daí a infelicidade.

A felicidade acontece quando a sua vida se encaixa com o que você é, quando se encaixa tão harmoniosamente que qualquer coisa que você fizer será pura alegria. Então, de repente, você descobrirá que a meditação segue você. Se você ama o trabalho que está fazendo, se você ama a maneira como está vivendo, então você está meditativo. Então nada irá desviar você. Quando você se desvia de certas coisas, isso simplesmente demonstra que você não está realmente interessado naquelas coisas.

Nós temos nos desviado por motivos não naturais: dinheiro, prestígio, poder. Ouvir o pássaro cantar não vai lhe dar dinheiro. Ouvir o pássaro cantar não vai lhe dar poder e prestígio. Observar uma borboleta não irá ajudá-lo economicamente, politicamente, socialmente. Essa coisas não lhe trarão remuneração, mas essas coisas irão fazê-lo feliz.

Uma pessoa verdadeira tem coragem de se voltar para as coisas que a fazem feliz. Se com isso ela permanecer pobre, ela permanecerá pobre; ela não reclamará disso, ela não guardará nenhum rancor. Ela dirá: ‘Eu escolhi o meu caminho, eu escolhi o cantar dos pássaros e as borboletas e as flores. Eu posso não ser rico, tudo bem, mas eu sou rico porque eu sou feliz.’

Esse tipo de homem não necessita de qualquer método para se centrar, por que não é preciso, ele está centrado. Seu centramento está por toda a sua vida. Vinte e quatro horas por dia ele está centrado.
Em qualquer lugar que você vê dinheiro, você já não é mais você mesmo. Em qualquer lugar que você vê poder e prestígio, você já não é mais você mesmo. Em qualquer lugar que você vê respeitabilidade, você já não é mais você mesmo. Imediatamente você esquece tudo – você esquece os valores intrínsecos de sua vida, a sua felicidade, a sua alegria, o seu deleite.

Você sempre escolhe algo do lado de fora, e você barganha com algo do lado de dentro. Você perde o interior e ganha o lado de fora. Mas o que você vai fazer com isso? Mesmo se você tiver todo o mundo aos seus pés, mas se você tiver perdido a si mesmo; mesmo se você tiver conquistado todas as riquezas do mundo, mas se você tiver perdido seu próprio tesouro interior, o que você fará com tudo aquilo? Essa é a miséria.

Se você puder aprender uma coisa comigo, então que essa coisa seja: esteja alerta, consciente a respeito de seus próprios motivos mais internos, a respeito de seu próprio destino mais interno. Nunca perca você mesmo de vista, de outra maneira você será infeliz. E quando você estiver infeliz, as pessoas irão dizer: ‘medite e você se tornará feliz!’ Elas dirão: ‘Esteja centrado e você se tornará feliz; ore e você se tornará feliz; vá ao templo, seja religioso, seja um cristão ou um hindu, e você será feliz’. Tudo isso é tolice.
Seja feliz! e a meditação virá em seguida. Seja feliz, e a religião virá em seguida. Felicidade é a condição básica. As pessoas se tornam religiosas somente quando elas estão infelizes; então a religião delas é falsa. Tente entender porque você está infeliz.

Muitas pessoas vêm a mim e dizem que elas são infelizes, e elas querem que eu lhes dê alguma meditação. Eu digo: primeiro, a coisa básica é compreender porque vocês estão infelizes. E se vocês não removerem todas as causas básicas de sua infelicidade, eu posso lhes dar uma meditação, mas isso não vai ser de grande ajuda, porque as causas básicas permanecem aí.

Um certo homem poderia ter sido um grande e belo dançarino, mas ele está sentado num escritório arquivando fichas. Sem qualquer possibilidade para a dança. O homem poderia ter curtido dançar sob as estrelas, mas ele segue simplesmente acumulando contas bancárias. E ele diz que está infeliz: ‘me dê alguma meditação.’ Eu posso dar a ele, mas o que essa meditação irá fazer? O que se espera que ela possa fazer? Ele vai permanecer o mesmo homem: acumulando dinheiro e sendo competitivo no mercado. A meditação poderá ajudar da seguinte maneira: poderá fazer com que ele fique um pouco mais relaxado para seguir fazendo essas tolices, e de uma maneira ainda melhor.

Então, o meu chamado é somente para aqueles que são realmente ousados, aqueles que desafiam o demônio, aqueles que estão prontos para mudar os seus próprios padrões de vida, aqueles que estão prontos para apostar tudo – porque na verdade você nada tem para apostar: somente a sua infelicidade, a sua miséria. Mas as pessoas se agarram até mesmo a isso.
O que mais você tem para apostar? Só a miséria. E o único prazer que você tem é falar a respeito dela. Observe as pessoas falando a respeito de suas misérias: quão felizes elas se tornam! Elas pagam por isso: elas vão aos psicanalistas para falar a respeito de suas misérias – e elas pagam por isso! Alguém as escuta atentamente, e elas se sentem felizes.

As pessoas seguem falando a respeito de suas misérias, repetidamente. Elas até mesmo exageram, elas enfeitam, elas fazem com que as suas misérias pareçam ainda maiores. Elas fazem com que elas pareçam maiores do que a duração de suas vidas. Por que? Você nada tem para apostar. Mas as pessoas se apegam ao conhecido, ao que é familiar. A miséria é tudo o que elas têm conhecido; isso tem sido a vida delas. Nada têm a perder, mas com tanto medo de perder…

Comigo, a felicidade vem primeiro, a alegria vem primeiro. A atitude celebrativa vem primeiro. Uma filosofia afirmativa de vida vem primeiro. Curta! E se você não puder curtir o seu trabalho, mude. Não espere! Porque todo o tempo que você está esperando, você está esperando por Godot. E Godot nunca vem. A pessoa simplesmente espera, e desperdiça sua própria vida. Por quem e por que você está esperando?
Se você puder ver o ponto, que você está miserável dentro de um certo padrão de vida, e que todas as velhas tradições dizem: Você está errado. Eu gostaria de dizer que o padrão é que está errado. Tente entender a diferença na ênfase: Você não está errado! É só o seu padrão, a maneira de viver que você aprendeu é que está errado. As motivações que você aprendeu e aceitou como suas, não são suas. Elas não irão realizar o seu destino. Elas vão contra a sua essência, elas vão contra o que lhe é elementar.

Lembre-se disso: ninguém mais pode decidir por você. Todos os mandamentos deles, todas as ordens deles, todas as moralidades deles, são simplesmente para matar você. Você tem que decidir ser você mesmo. Você tem que tomar sua vida em suas próprias mãos. De outra maneira a vida vai seguir batendo em sua porta e você nunca estará lá; você estará sempre em algum outro lugar.

Se você tinha que ser um dançarino, a vida virá por aquela porta, porque ela pensa que você é um dançarino. Ela bate na porta, mas você não está lá; você é um bancário. E como a vida vai saber que você se tornou um bancário? Deus vem a você da maneira que ele quer você seja; ele conhece apenas aquele endereço. Mas você nunca é encontrado lá, você está sempre em algum outro lugar, escondendo-se atrás da máscara de alguém que não é você, com os trajes de alguém que não é você e usando o nome de alguém que não é você.
Como você espera que Deus possa encontrá-lo? Ele segue procurando por você. Ele sabe o seu nome, mas você abandonou aquele nome. Ele conhece o seu endereço, mas você nunca morou lá. Você permitiu que o mundo desviasse você.

Por que na cabeça de todo mundo surge essa idéia de que a meditação traz felicidade? De fato, sempre que eles encontram uma pessoa feliz, eles encontram uma mente meditativa, essas duas coisas estão associadas. Sempre que eles encontram uma bela atmosfera meditativa circundando um homem, eles sempre descobrem que ele estava tremendamente feliz; vibrante com a alegria, radiante. Essas coisas se tornaram associadas. E eles pensam que a felicidade vem quando você está meditativo. E é exatamente o oposto: a meditação é que vem quando você está feliz.

Mas ser feliz é difícil e aprender a meditar é fácil. Ser feliz significa uma drástica mudança em sua maneira de viver, uma mudança abrupta, porque não há nenhum tempo a perder. Uma mudança súbita, um repentino estrondo de trovão (a sudden clash of thunder), uma descontinuidade.

Isso é o que eu entendo por sânias: uma descontinuidade com o passado. Um repentino estrondo de trovão, e você morre para o velho e então, revigorado, você recomeça do bê-a-bá. Você nasce de novo. Você começa de novo a sua vida, como você começaria se os padrões não tivessem sido impostos a você pelos seus pais, pela sociedade, pelo Estado; como se ninguém tivesse desviado você. Mas você foi desviado.
Você tem que deixar de lado todos os padrões que foram impostos a você, e você tem que encontrar a sua própria chama interior.

Não se preocupe muito com o dinheiro, porque ele é o maior desvio da felicidade. E a ironia das ironias é que as pessoas pensam que elas serão felizes quando elas tiverem dinheiro. Dinheiro nada tem a ver com felicidade. Se você é feliz e você tem dinheiro, você pode usá-lo para a felicidade. Se você é infeliz e tem dinheiro, você usará aquele dinheiro para mais infelicidades. Porque o dinheiro é simplesmente uma força neutra.

Eu não sou contra o dinheiro, lembre-se. Não me interprete mal. Eu não sou contra o dinheiro, eu não sou contra nada. Dinheiro é um meio. Se você for feliz e você tiver dinheiro, você se tornará mais feliz. Se você for infeliz e tiver dinheiro, você se tornará mais infeliz, por que o que você fará com o seu dinheiro? O dinheiro vai realçar o seu padrão, seja qual ele for. Se você for miserável e tiver poder, o que você fará com o seu poder? Você irá envenenar a si próprio ainda mais com o seu poder, você se tornará mais miserável.

Mas as pessoas seguem atrás do dinheiro como se o dinheiro fosse trazer felicidade. As pessoas seguem procurando por respeitabilidade como se respeitabilidade fosse lhe dar felicidade. As pessoas estão prontas a qualquer momento, para mudar os seus padrões, para mudar os seus caminhos, desde que haja mais dinheiro disponível em algum outro lugar.

Uma vez que o dinheiro esteja ali, então de repente você não é mais você mesmo, você está pronto para mudar.

Esse é o caminho do homem mundano. Eu não digo que pessoas mundanas são aquelas que têm dinheiro. Eu chamo de pessoas mundanas aquelas que mudam os seus motivos por causa do dinheiro. Eu não digo que as pessoas que não tem dinheiro não sejam mundanas. Elas podem ser simplesmente pobres. Eu digo que as pessoas não são mundanas quando elas não mudam seus motivos por causa de dinheiro. Só por ser pobre não equivale a ser espiritual. E só por ser rico não é equivalente a ser um materialista. O padrão materialista de vida é aquele em que o dinheiro predomina acima de tudo. A vida não materialista é aquela em que o dinheiro é simplesmente um meio; a felicidade predomina, a alegria predomina, a sua própria individualidade predomina. Você sabe quem você é, e para onde está indo, e você não está se desviando. Então, de repente, você vê que a sua vida adquiriu uma qualidade meditativa.

Mas em algum ponto do caminho, todo mundo se perdeu. Você foi educado por pessoas que não se realizaram. Você foi educado por pessoas que não tinham saúde. Você pode sentir pena delas. Eu não estou lhe dizendo para ser contra elas. Eu não as estou condenando, lembre-se. Simplesmente sinta compaixão por elas. Os pais, os professores do colégio e da universidade, os chamados líderes da sociedade, eles foram pessoas infelizes. Eles criaram um padrão infeliz em você.

E você ainda não assumiu a sua própria vida. Eles viveram segundo uma interpretação errada, e essa foi a miséria deles. E você também está vivendo segundo uma interpretação errada.

A meditação ocorre naturalmente a uma pessoa feliz. A meditação ocorre naturalmente a uma pessoa alegre. A meditação é muito simples para uma pessoa que pode celebrar, que pode curtir a vida. Mas você tem tentado isso de uma outra maneira, e assim não é possível.



Sobre a Autora

Karina
Olá, Sou a editora do site InconscienteColetivo.net.






 
 

 
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14 Comentários


  1. Paulo Luiz Mendonça.

    EM BUSCA DA FELICIDADE.

    Os seres humanos, em toda sua historia, procuraram incansavelmente, uma maneira de ter mais conforto, mais paz, com isso ter uma vida mais cheia de felicidade. Esta tranqüilidade seria principalmente ter mais horas de descanso, mais tempo para desfrutar das coisas boas do seu lar, curtir mais intensamente sua esposa, conviverem mais com seus filhos, dando a eles mais atenção e principalmente uma melhor educação.
    Toda a luta por estes princípios foi destruída pela mídia. A partir do surgimento deste nefasto sistema de indução das nossas mente, que é feita com técnicas especiais, e nos deixam á mercê deste sistema. Não temos como evitar, todos nos somos atingidos, com mais ou menos intensidade. Alem de nos induzir ao consumismo, a mídia também deturpou nossa moral, nossos costumes os quais eram os nossos maiores e mais importantes bens.
    Hoje, os seres humanos estão todos mergulhados no turbilhão do consumismo desenfreado. Para satisfazer este consumismo, todos estão em uma grande disputa, disputa esta de fazer inveja aos mais renomados gladiadores romano. Com esta nova modalidade de vida, ninguém mais tem tranqüilidade, até as crianças sofreram modificações. Elas deixaram de serem crianças, passaram também a entrar na disputa desenfreada imposta pela mídia. Uma criança hoje, de inicio vai para a escola com dois ou três anos, penso que isso é muito prematuro, o certo seria primeiro ser criança, desfrutar desta fase maravilhosa. Participar de brincadeiras infantis, enfim, ser apenas crianças pelo menos até os sete anos. A partir dos sete anos seria o momento adequado para iniciar seus estudos.
    Com esta desenfreada disputa imposta pela mídia, as crianças iniciam Precocemente seus estudos, alem do estudo chamado hoje de fundamental, há também cursos de inglês, computação, música, balé futebol, judô e muitos outros cursos. As crianças passam a ter uma vida agitadíssima. Os pais gostam muito desta situação porque se livram dos filhos, passando ate três ou quatro dias sem velos. Os pais também por sua vez, mergulham de cabeça na disputa para ganhar mais, e mais dinheiro, para poder adquirir tudo que a mídia os induz a comprar. Este consumismo irracional levou as pessoas a não ter mais paz, a não ter mais tempo para a esposa ou para os filhos. A mentalidade atual é de disputa, se seu vizinho tem uma casa bonita, você tem que ter também, se seu vizinho tem um carro do ano você tem que ter igual, ou de preferência melhor que o dele. Outra coisa importante é que a tecnologia continua criando novas coisas para serem consumidas, há sempre novidade no mercado. Desta maneira, a coisa vai degringolando para uma situação que não podemos prever onde irá parar. Eu pergunto onde esta a felicidade tão almejada, onde esta a paz, onde esta a tranqüilidade? Tudo isto foi jogado no lixo. Á ordem agora é trabalhar igual um burro de carga, só para satisfazer o consumismo imposto pela mídia.
    Façam uma reflexão sobre isso, reflita, faça um exame de consciência, você descobrirá que o verdadeiro caminho não é este. Não pensem que vou dizer que o caminho bom é aquele através das religiões, não é nada disso. O importante na vida é ter paz. Riqueza conseguida através de uma luta desenfreada por toda a vida não da paz a ninguém. No fim da vida você ira notar que foi apenas um joguete nas mãos da mídia.

    Esta crônica foi extraída do livro, Crônicas, indagações e teorias. Autor Paulo Luiz Mendonça.
    http://pauloluizmendonca.judblog.com

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  2. Paulo Luiz Mendonça.

    Minhas duvidas.

    Há um Fato nebuloso para mim, nas explicações, dada pelas religiões que se dizem cristã. Por mais que eu procure, por mais que eu pesquise não consigo encontrar o motivo desta afirmação. Dizem os teólogos que Jesus Cristo veio ao mundo para nos salvar, eu pergunto salvar do que, de quem. Qual o perigo que nos ameaça. Eu não vejo nada que está nos pondo em perigo eminente. Este salvamento seria de ordem física ou espiritual. Se for de ordem física o perigo continua, nós estamos correndo risco de morrer durante toda nossa vida, isso fás parte do jogo da humanidade. Se for de ordem espiritual, não cabe a Jesus nem a qualquer tipo de santo ou qualquer tipo de religião que poderá nos salvar. Este trabalho de salvamento espiritual se realmente for necessário, o encarregado de nos salvar somos nós mesmos, nós temos o livre arbítrio, temos a consciência, temos a inteligência e temos também o nosso raciocínio o qual nos da condição de saber o que e o bom procedimento ou o que é mau procedimento. Portanto nós somos uma célula pensante da humanidade como um todo. Se cada um de nós agir de uma maneira correta, justa sem individualismo, sem hipocrisia, sem maledicência, sem egoísmo e amarmos nossos semelhantes como a nós mesmos não precisamos pensar em salvação pois já estaremos salvos pela nossa conduta irreprochável do bem viver. Religião é para os que não sabem se conduzir por si próprio é para os que não usam seu raciocínio de maneira lógica e coerente, os que usam lógica e coerência durante toda sua vida não precisa de nenhuma religião para os salvar. Esta historia de nos salvar foi criado pelas religiões, isso nos induz a procurar uma delas para nos conduzir pela vida. Quem precisar, se sentir fragilizado que procure uma, mas muito cuidado com a escolha.
    Paulo Luiz Mendonça autor do livro Crônicas, indagações e teorias. Editora Scortecci

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  3. Luddy

    Parabens adorei “ouvir” essas palavras, conheci poucas pessoas ate hoje com tamanha iluminação, e quero acrescentar o quando faria bem para o mundo inteiro se todas as pessoas unissem suas crenças e religiões, para adorar ao criador do universo nesse imenso templo que ele mesmo criou, seria o inicio da paz no mundo.
    E quanto a alto-realização isso é dificil de generalizar, tem um ditado que diz que “o conhecimento traz aborrecimento”. Segundo a minha visão ísso realmente é uma inverdade, pois alguem que não se conhece, não se aceita e não tenta gerir seu proprio mundo, vai continuar como a maioria das pessoas insatisfeito com o que tem e com que é! E isso sim é a principal causa da infelicidade.

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  4. Roberto

    Eu acabei agora mesmo de ler o livro: “Poder do Agora” por Eckhart Tolle .. e sinto-e tremendamente feliz.

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  5. Pips

    Oi Karina! Tudo bem? Vim à procura de imagens no Google que transcrevessem “feliz” e cheguei até aqui. Sou grata! Este é um ótimo blog, que visitarei muitas vezes! Vou imprimir o trecho do livro aqui publicado, para ler e interpretar com calma. Gostaria de te pedir, humildemente, se posso copiar e utilizar a tua foto da “representação da felicidade” – foi a mais singela e pura que encontrei! :)
    Parabéns e obrigada,
    Abraços de Luz e Paz.

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    Karina Reply:

    Oi Pips!

    Muito obrigada pelo seu comentário! :-)

    Quanto à imagem, pode usar sim! Na verdade, ela não é minha, infelizmente não sei quem é o autor da foto. Mas assim que a vi também gostei muito, por isso não pude deixar de colocá-la nesse post!

    Espero te ver mais vezes por aqui! ;-)
    Um abraço!

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  6. [...] Não dá para acreditar: eu sou feliz Texto de Osho, que dispensa apresentações, sobre a arte… [...]


  7. Olá karina,

    Achei o seu blog muito interessante, pincipalmente a area que fala da “Lei da Atração”.

    Sobre o post “Nao dá para acreditar: eu sou feliz! , gostaria de expor a minha experiencia pessoal: antes de conhecer a Lei da Atração, sempre tive mais momentos felizes do que infelizes e eu atribuia isso ao meu otimismo para com a vida.

    Depois que comecei a estudar e colocar em pratica a “Lei da Atração” ensinada por Esther Hicks no livro “Peça e Sera Atendido” e de assistir ao video dela “O Segredo por tras do segredo”, adotei o que ela chama de “criação deliberada”

    Em vez de “criar por omissão”, ou seja, deixar a “vida me levar”, com a “criação deliberada” eu posso substituir a vibração negativa por uma vibração positiva, que tem atraido aquilo que eu desejo.

    Ainda estou no inicio de uma caminhada, que começou a 2 anos, quando assisti ao filme “O Segredo” de Rhonda Byrne, que me despertou para a “Lei da Atração”.

    Sei que o assunto é polemico, mas penso que se alguem utilizar os livros e videos de “Abraham Hicks”, canalizados por Esther Hicks, e aprender, e empregar a “Lei da Atração”, poderá conseguir a felicidade plena.

    Um abraço,

    helio

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  8. [...] de sua vida, a sua felicidade, a sua alegria, o seu deleite. … Veja o post completo clicando aqui. Post indexado de: [...]


  9. Oi Leitão!

    adorei o aforismo!!! Vou colocá-lo aqui no blog, na área de “Pensamentos”. :-)

    um abraço!
    Karina

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  10. Oi Karina!
    Gosto de aforismos, pois dizem muito com muito pouco…..

    veja…

    “Um músico deve compor,
    um artista deve pintar,
    um poeta deve escrever,
    caso pretendam deixar seu coração em paz.
    O que um homem pode ser, ele deve ser.
    A essa necessidade podemos dar o nome de
    auto-realização.”

    (Abraham Harold Maslow – 1908-1970)

    Abraços!
    Leitão
    http://leitaoemacao.com

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