Um koan zen:
Yamaoka Tesshu, quando um jovem estudante Zen, visitou um mestre após outro. Ele então foi até Dokuon de Shokoku. Desejando mostrar o quanto já sabia, ele disse, vaidoso:
“A mente, Buddha, e os seres sencientes, além de tudo, não existem. A verdadeira natureza dos fenômenos é vazia. Não há realização, nenhuma delusão, nenhum sábio, nenhuma mediocridade. Não há o Dar e tampouco nada a receber!“
Dokuon, que estava fumando pacientemente, nada disse.
Subitamente ele acertou Yamaoka na cabeça com seu longo cachimbo de bambu. Isto fez o jovem ficar muito irritado, gritando xingamentos.
“Se nada existe,” perguntou, calmo, Dokuon, “de onde veio toda esta sua raiva?”
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* Yamaoka Tesshu nasceu em Edo (atual Tóquio) em 1836. Na época de seu nascimento, ele era conhecido como Ono Tetsutaro. Mais tarde, ele adotou o nome de família Yamaoka de seu instrutor de lança, com cuja a irmã se casou. Tesshu nasceu em uma família de samurais e começou seus estudos de esgrima samurai, quando ele tinha nove anos. Ao longo do tempo Tesshu estudou uma série de estilos de esgrima e tornou-se altamente proficiente.
Yamaoka estudou a arte do Kendo minuciosamente até a manhã de 30 de março de 1880, com a idade de 45 anos, quando ele tornou-se iluminado, enquanto em meditação. A partir deste ponto em diante, Yamaoka trabalhou para manter um dojo do seu estilo de combate conhecido como “não-espada” – o ponto em que um samurai percebe que não existe um inimigo e que a pureza do estilo é tudo o que é necessário. Ele é famoso por sua série de obras de arte Zen; durante a sua vida estima-se que ele produziu mais de 1 milhão de obras.









Existir ou não existir depende sobre que aspecto…
o samurai está certo se pensarmos que a realidade que captamos com os sentidos é em última instancia apenas manifestação de uma outra realidade que é substrato desta, nessa perspectiva nada que vivemos de fato existe, mas é apenas manifestação do que realmente existe, mas para nós em nossa perspectiva tudo que vivemos existe.
Acredito que a existência pode ser pensada como:
A essência da realidade.
A aparência da realidade.
O que pensamos sobre a realidade.
a depender do que está “olhando” isso ou aquilo pode existir ou não.
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As coisas continuarão sendo como são…independente de crermos ou não…
Isso já me dá um alívio.
“Nada existe?”
Antes de tudo, o que é o “nada” e o que é “existe”?
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Que delícia de post! Parabéns!
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Acredito que a matéria é energia condensada porque o núcleo do átomo não é matéria é vácuo (Gregg Braden) ou matéria em estado livre radiante, ilusão holográfica da tridimensionalidade, também acredito na energia dispersa, mas tudo e todos estão interligados sob um comando de forças latentes no próprio ser humano, ou seja na sua essência.
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