Uma pessoa que recebe um órgão por transplante pode adquirir características do doador? Achei interessante a notícia da BBC Brasil sobre esse assunto:
Americano se mata após receber coração de suicida
Terça, 8 de abril de 2008, 06h32
Um americano que havia recebido o coração de um suicida em um transplante, há 13 anos, se matou da mesma forma que seu doador, afirma uma reportagem do jornal americano Beaufort Gazette.
Segundo o jornal, Sonny Graham sofria de insuficiência cardíaca congestiva quando recebeu, em 1995, o coração de Terry Cottle, que havia se matado com um tiro na cabeça.
Depois de um ano com o novo órgão, ele procurou a família de Cottle para agradecer pelo órgão e acabou se envolvendo e casando com a viúva de seu doador, Cheryl Cottle, em 2004.
O jornal cita fontes da polícia e afirma que, na semana passada, Sonny Graham, que morava no Estado americano da Geórgia com a esposa e tinha 69 anos, se matou com um tiro na garganta na garagem da residência do casal.
De acordo com um amigo de Graham, cerca de 300 pesssoas compareceram ao funeral, realizado na sexta-feira na cidade de Viladia, na Geórgia.
Segundo os amigos do casal, Graham não aparentava estar deprimido.
Herança
O fenômeno da herança de traços da personalidade do doador em transplantados já foi estudado por cientistas.
Em 2002, a revista científica Journal of Near-Death Studies publicou uma pesquisa extensiva realizada pelo neuroimunologista Paul Pearsall sobre o assunto.
Pearsall havia entrevistado cerca de 150 receptores que haviam passado por transplantes de coração ou de pulmão e afirmou que as células vivas do tecido do órgão transplantado tinham a capacidade de memória.
A teoria, conhecida como “memória celular“, foi tema de um livro escrito por Pearsall e inspirou ainda outra publicação – ‘A Voz do Coração’, da professora de dança Claire Sylvia.
Ela, que havia sido entrevistada por Pearsall, descreve sua experiência depois que recebeu o coração de um jovem em um transplante. Sylvia, que nunca havia bebido cerveja, acordou da cirurgia pedindo pela bebida – a preferida de seu doador.
Apesar das pesquisas sobre a herança da personalidade dos doadores, vários especialistas em transplantes afirmam que ainda há pouca prova científica sobre esta relação.
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… a expressão “memória celular” deve ser o mais perto que acadêmicos e materialistas conseguem chegar de algo transcendental… e dizem eles, ainda, que o nosso modo de ser, a nossa personalidade, está “embutida” no cérebro, e, que tudo o que sabemos, sentimos e somos, vem dele, pela genética, através das gerações… Em parte, eles estão certos; mas, quanto à cegueira humana em relação ao que pode ser, e é, realmente a nossa Vida, eu me seguro pra não colidir e nem rir, de tais “crônicas ciências”…
Agora, no mundo inteiro, casos como esses, citados no artigo acima, são conhecidos aos milhares e, mesmo transplantados que viveram ou vivem com orgãos ou membros não vitais, como uma mão ou um braço por exemplo, relatam “sensações estranhas” …
Resumindo: O nosso corpo, os nossos orgãos, são apenas um “Hardware” … e a energia e os “programas” que nos fazem viver, são ainda, “coisa de outro mundo”…
Formulazinha básica:
Coração = Alma
Cérebro = Espírito
Mente = Corpo
Personalidade = vida atual + “outras”
…
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O INCONSCIENTE COLETIVO É UMA RESPOSTA NO CAMPO DA PRÉ-COGNIÇÃO UMA SOMATÓRIA DE “INSIGHTS’, QUE RESPONDEM DE FORMA RÁPIDA UMA PERGUNTA FORMULADA HÁ MUITO TEMPO OU RAPIDAMENTE CONSTRUÍDA. SÃO UM TODOS NÃO FALADO, REGISTRADO MAS INTUIDO DE COMPORTAMENTOS E VALORES DE UM GRUPO DE PESSOAS OU OBJETOS.
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[...] 2, 2008 de inconscientecoletivo Já coloquei em outro post, sobre a Memória Celular, a possibilidade de que um transplantado adquira características da personalidade da pessoa de quem [...]
Olá!
Bem, eu particularmente acredito que o assunto só é pouco estudado porque é pouco levado a sério. E as “coincidências” de personalidades entre doador e transplantado, após o transplante, são um pouco bizarras demais para serem só “coincidências”. Quanto a possível relação entre a falta de divulgação do assunto e a diminução do número de doadores, acho improvável. Inclusive, há uma propaganda da Santa Casa em que mostra um cachorrinho muito triste, dia após dia, olhando a rua. Até que um dia passa um homem e o cachorrinho vai até a porta todo feliz e late para ele. O homem estranha, mas continua em frente. Depois, descobrimos que o dono do cachorrinho havia falecido, e que aquele homem passando na rua, havia recebido algum órgão dele… enfim, o cachorrinho “reconhece” o dono no transplantado. Bem, essa idéia foi utilizada numa propaganda visando sensibilizar as pessoas a doarem órgãos! Para assistir clique no link:
http://www.youtube.com/watch?v=RKNgesty3Qc
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Muito interessante, mas como o Márcio sabiamente destacou, é preciso cautela, visto que o assunto ainda é muito pouco estudado, ou pelo menos, muito pouco divulgado na mídia. Especulações têm surgido em forma de filmes e livros sobre o assunto, talvez isso faça com que os pesquisadores enverdedem por esse caminho afim de trazer mais esclarecimentos para a população mundial. Será que existe alguma co-relação entre a falta de divulgação do assunto e o medo de que haja diminuição no número de doadores de órgãos e tecidos?
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Achei bem interessante o assunto da memória celular, porém é preciso ter um pouco de cautela ao se afirmar sobre sua autenticidade por se tratar de um tema ainda pouco estudado pela ciência e com casos bem isolados e excassos visto a quantidade de transplantes que são realizados todos os dias, além do mais, coincidências existem, não é?
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