A Força Cósmica do Hábito – Napoleon Hill

Você está onde está e é o que é por causa dos seus hábitos estabelecidos.

(Napoleon Hill)

“A maioria das pessoas vive, seja física, intelectual ou moralmente, em um círculo muito restrito do potencial do seu ser. Em geral, as pessoas fazem uso de uma porção pequena de sua possível consciência e dos recursos da alma, como no caso de um homem que, dentre todas as possibilidades dos movimentos de seu corpo, desenvolveu o hábito de usar e mover somente seu dedinho mínimo da mão.”

(William James)

Chegamos à décima-terceira, a última visita de Hill!

Nesta visita ele nos fala sobre o princípio central, aquele que fundamenta todos os outros princípios do sucesso: A Força Cósmica do Hábito.

Este é um princípio poderoso porque é com ele que definimos e estabelecemos o nosso padrão de atração. E é por isso que a Força Cósmica do Hábito está diretamente ligada a dois outros princípios: A Atitude Mental Positiva e a Autodisciplina. Se pretendemos atrair mais do que realmente desejamos, esses três princípios precisam estar alinhados. Na verdade, um sustenta o outro: a autodisciplina mantém a atitude positiva e estimula o hábito. O hábito reforça a autodisciplina e nutre a atitude positiva. A atitude mental positiva direciona a autodisciplina e impulsiona o hábito.

A força cósmica do hábito, como proposta por Hill, se refere a uma força natural, universal, que fixa e materializa um padrão. E Hill nos dá exemplos de como essa lei opera na natureza, coordenando todas as outras leis naturais a partir de padrões estabelecidos. Mas, ao contrário dos outros animais por exemplo, os seres humanos podem optar por mudar seus padrões e assim utilizarem a lei da força cósmica do hábito de acordo com o que desejarem.

De fato, todos estamos utilizando a força cósmica do hábito, estejamos conscientes disso ou não. A diferença é que quando a utilizamos com consciência (tomando posse de nossas mentes e direcionando-as para os fins que preferimos) podemos materializar o equivalente físico do que desejamos. Mas, como um padrão de atração é criado?

Um padrão é qualquer ideia, crença, comportamento, que é habitual. Um hábito é uma repetição constante de um ato/ideia. Quando se pensa num determinado fato freqüentemente, a força cósmica do hábito age sobre esse padrão de pensamento tornando-o mais ou menos permanente (conforme a intensidade do pensamento) e colocando-o em funcionamento. Se você tem constantemente pensamentos de pobreza, por exemplo, a força cósmica do hábito fará com que isso se torne um padrão estabelecido (fixação), e trará para você mais pobreza (materialização). W. Clement Stone chamava essa lei de “O Segredo”…

Por isso, ao mudar seus hábitos (mentais/físicos) você pode mudar a sua vida. Mas primeiro é preciso definir qual o seu grande propósito de vida. O seu propósito precisa se tornar uma ideia fixa na sua mente, já que é ele que irá nortear a aplicação de todos os outros princípios. A grande chave dessa visita é a Fixação. A fixação em uma ideia, visão, inspiração, é mais um “sintoma” que separa os bem-sucedidos do resto dos seres humanos. Toda pessoa que vive uma vida de realização, que vive sua missão, sua essência; apenas consegue isso porque possui uma ideia do seu propósito fixa em sua mente o tempo inteiro. Não é pensar “quero isso” durante umas horas, uns dias… é pensar o tempo inteiro, durante meses, anos. Se você for pesquisar as biografias de pessoas que tiveram vidas de realizações, que deixaram suas marcas em suas áreas de atuação, por exemplo, você perceberá que nada realmente aconteceu por acaso: a partir do momento que a pessoa se definiu (fixou) em algum empreendimento/missão, tudo passou a acontecer de forma a realizar essa definição. Como se mãos invisíveis aparecessem para ajudar…

MOYERS: Você já teve a sensação, como eu tenho às vezes, ao perseguir a sua bem-aventurança, de estar sendo ajudado por mãos invisíveis?

CAMPBELL: O tempo todo. É milagroso. Tenho até mesmo uma superstição, que se desenvolveu em mim como resultado dessas mãos invisíveis agindo o tempo todo, a superstição, por exemplo, de que, pondo-se no encalço da sua bem-aventurança, você se coloca numa espécie de trilha que esteve aí o tempo todo, à sua espera, e a vida que você tem que viver é essa mesma que você está vivendo. Quando consegue ver isso,você começa a encontrar pessoas que estão no campo da sua bem-aventurança, e elas abrem as portas para você. Eu costumo dizer: Persiga a sua bem-aventurança e não tenha medo, que as portas se abrirão, lá onde você não sabia que havia portas.

(Joseph Campbell e Bill Moyers em “O Poder do Mito“)

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E, para finalizar a maratona Napoleon Hill com chave de ouro, deixo com vocês as sábias palavras de Mark Twain:

“Daqui a alguns anos você estará mais arrependido pelas coisas que não fez do que pelas que fez. Então solte suas amarras. Afaste-se do porto seguro. Agarre o vento em suas velas. Explore. Sonhe. Descubra.”

Saia do ritmo hipnótico!

Pensar com Exatidão – Napoleon Hill

“É da discórdia que nascem todas as grandes coisas.”

(Heráclito)

“Quando todos pensam o mesmo, ninguém está pensando.”

(Walter Lippmann)

Duvidar de tudo ou crer em tudo: são duas soluções igualmente cômodas, que nos dispensam ambas de refletir.

(Henry Poincaré)

“Não acredite no que você ouviu;
Não acredite em tradições porque elas existem há muitas gerações;
Não acredite em algo porque é dito por muitos;
Não acredite meramente em afirmações escritas de sábios antigos;
Não acredite em conjecturas;
Não acredite em algo como verdade por força do hábito;
Não acredite meramente na autoridade de seus mestres e anciãos.
Somente após a observação e análise, e quando for de acordo com a razão
e condutivo para o bem e benefício de todos, somente então aceite e viva para isso.”

(Gautama Buda)

Penúltima visita e uma das mais importantes de Napoleon Hill, e o tema é: Pensar com Exatidão.

Aí está algo pouquííííssimo difundido não só geralmente, mas inclusive academicamente…(lembra? “ensino superior não é sinônimo de educação superior?“) E eu não consigo dimensionar em palavras, a importância que essa forma de pensar pode ter na vida de um ser humano.

O pensar com exatidão nada mais é do que ter um mínimo do bom e velho senso crítico. É parar de acreditar nos outros por esporte e passar a analisar as informações que recebe, independentemente de quem as disse (inclusive eu, inclusive você!!!). Esse é um hábito de vital importância exatamente porque ele previne que você crie/aceite crenças e condicionamentos que, além de não beneficiarem você em nada, simplesmente não são verdadeiros! As pessoas passam para frente todo tipo de opinião infundada, normalmente informações que leram ou ouviram e que não tiveram o trabalho de verificar a fonte. Você já não cansou de receber, por exemplo, emails-corrente de crianças supostamente desaparecidas ou com problemas de saúde exóticos, pedindo “ajuda” e que você passou para todo mundo sem sequer ligar para o número de telefone fornecido ou tentar descobrir o endereço da família em questão? Ou se já fez como eu, e respondeu o email do amigo/colega/familiar que te enviou tal mensagem e perguntou se ele/ela conhecia a criança ou sabia como contatá-la realmente? E então viu o suposto “apelo desesperado” desmoronar e a lenda urbana aparecer? Pois é…

Tal tipo de atitude, por melhor que seja a sua ou a intenção de quem te passa tal mensagem, é uma demonstração bem cotidiana de como muitas vezes não pensamos com exatidão e não questionamos as informações que nos passam. E TODO mundo faz isso (não é a sociedade lá fora ou “as pessoas”; é você também, eu também), com maior ou menor freqüencia, em maior ou menor grau, ainda mais quando o assunto tem algum tipo de apelo emocional para a pessoa (tradições familiares, crenças religiosas ou não-religiosas, costumes, para citar alguns). É sempre bem mais fácil ser crítico ou cético com relação aos outros, mas na hora de aplicar o mesmo método de raciocínio consigo mesmo, a coisa complica. E a ideia principal do uso do Pensar com Exatidão, como proposto por Hill nessa visita, é utilizar essa forma de pensar especialmente quando você faz a sua auto-análise.  Você já aceitou tanto lixo dos outros que deve cuidar principalmente com a sua própria opinião… ela é realmente sua? E eu gosto muito do Hill aqui, porque ele enfatiza o “sentir” e o “intuir”, como formas válidas de análise de informações, mais do que somente o raciocínio intelectual em si. Porque nem tudo que é lógico é necessariamente verdadeiro… Mas, é claro, é preciso treinar a intuição e saber diferencia-la de outras sensações que nada mais são do que reações baseadas em medos, preconceitos e/ou julgamentos seus. E como se aprende a fazer essa diferenciação? Com auto-análise!

Em resumo, a ideia é ser científico. A informação que recebi tem alguma validade prática? Tem algum benefício real? Me faz evoluir, seja financeira/intelectual/física ou espiritualmente? Provoca alguma mudança positiva em algum aspecto da minha vida? Eu me torno melhor ou mais feliz aceitando isso?

Não tenha medo de mudar suas ideias, de rever seus conceitos…(e a sua auto-análise, o seu autoconhecimento, vai te cobrar isso) tenha medo de não ter nem ideias próprias para mudar. Isso sim é horrível! Mas não mude apenas ou porque alguém disse, mude porque você chegou a uma nova consciência sobre o assunto (prefiro evitar a palavra “conclusão” porque ela dá a ideia de um raciocínio que se fechou sobre algum conceito/fato) e o seu crescimento, a sua evolução demandou tal mudança. Afinal, a única e verdadeira mudança é quando você muda por si e para si.

Prefira ser a metamorfose ambulante… ;-)

Vamos a Hill:

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Visão Criativa – Napoleon Hill

Qualquer ideia que é mantida na mente, que seja temida ou reverenciada, começará imediatamente a vestir-se da forma física mais conveniente e adequada disponível.

(Andrew Carnegie)

“Você nunca muda as coisas lutando contra a realidade existente. Para mudar alguma coisa, construa um novo modelo que faça com que o modelo atual se torne obsoleto.”

(R. Buckminster Fuller)

Décima primeira visita de Hill, e o tema é Visão Criativa!

A visão criativa a que Napoleon se refere aqui diz respeito ao uso dirigido da Imaginação visando um determinado propósito. Segundo ele, existem dois tipos de imaginação (falando num sentido prático): a sintética e a criativa. A sintética, que é a mais comum, é a imaginação que rearranja ideias, conceitos, fórmulas, fatos – tudo já conhecido e existente – e a partir disso cria algo novo. A criativa, por sua vez, é o tipo de imaginação que cria algo novo, “do zero”, sem que haja antecedentes para o que foi criado. É mais rara, e normalmente está associada a “gênios” ou a “lampejos de genialidade”. Na verdade, ambos os tipos de imaginação são criativas, cada uma a seu modo, e o desenvolvimento e aplicação de ambas é igualmente importante.

Assim, o uso da imaginação proposto aqui vai muito além do mero fantasiar, que sem ação e sem direcionamento nada mais é do que um escape, uma fuga da realidade; que não leva a lugar algum.  Por isso, a palavra de ordem desse princípio é Ação. O que a imaginação irá fazer nada mais é do que “abastecer” a ação; ela lhe provê a matéria-prima (a ideia, o insight, a visão) sobre a qual você passa a trabalhar. Mas você precisa agir.

Eu vi o anjo no mármore e o esculpi até libertá-lo.

(Michelângelo)

Vamos a Hill:

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Aprender com a Adversidade – Napoleon Hill

Cada adversidade ou fracasso traz consigo a semente de um benefício equivalente ou maior.

(Napoleon Hil)

O fracasso deve ser nosso professor, não nosso coveiro. Fracasso é um atraso, não uma derrota. É um desvio temporário, não um beco sem saída. Fracasso é algo que nós só podemos evitar não dizendo nada, não fazendo nada, e não sendo nada.”

(Denis Waitley)

O fracasso é a oportunidade de começar de novo com mais inteligência.”

(Henry Ford)

É inevitável que alguma derrota entrará mesmo na vida mais vitoriosa. O espírito humano nunca está acabado quando é derrotado … está acabado quando se rende.”

(Ben Stein)

Veja que a qualquer momento que você se sentir triste ou derrotado, é só porque você insiste em se agarrar ao que não funciona. Atreva-se a abandonar isso e você não perderá nada, exceto uma ideia punitiva.”

(Guy Finley)

Nada pode ser chamado de fracasso, até que você aceite-o como tal.

(Napoleon Hill)

Nas palavras do próprio Hill, nessa visita conhecemos um dos princípios mais estranhos da Ciência do Sucesso: o princípio de Aprender com a Adversidade.

Realmente estranho, porque nós tendemos a ver nossos problemas, derrotas e fracassos como eventos ruins que só servem para nos desanimar ou deprimir. Em alguns momentos podemos pensar até que o mundo conspira contra nós. E dizer que a falência financeira, morte de um familiar ou uma grave doença pode esconder um benefício equivalente ou ainda maior, e que basta manter uma atitude mental positiva para descobrir qual é esse benefício, pode ser um tanto complicado de entender… principalmente quando se está vivendo o momento difícil ou a fase ruim.

Mas é exatamente por isso que Aprender com a Adversidade é um Princípio do sucesso. É um hábito que precisa ser aprendido, cultivado, praticado.

Partindo da premissa de que nada acontece por acaso (e como poderia ser diferente? a nossa vida é um reflexo de nossas crenças dominantes!) tudo que nos acontece, seja bom ou ruim, tem uma razão de ser. Talvez no momento que está acontecendo, ou mesmo logo após, não seja possível perceber qual é essa razão. Mas é tudo uma questão de tempo. Pode ser que agora não faça o menor sentido…mas em algum momento fará. Para apreender a verdade por trás desse princípio basta colocá-lo em prática. Tente lembrar-se, por exemplo, de alguma situação desagradável que viveu no passado. Com essa lembrança em mente, tente descobrir qual o benefício, oculto para você na época, que essa situação lhe proporcionou. É surpreendente o que você descobre sobre si mesmo (sobre as suas crenças e condicionamentos dominantes, e consequentemente sobre o seu campo de atração) com esse exercício. Curiosos padrões… estranhas coincidências… eventos que se repetem em relacionamentos…

Talvez conhecer a Lei Universal do Ritmo ajude a esclarecer os altos e baixos da vida. (ah, e prometo um post só sobre as leis universais ;-) ! )

A Lei Universal do Ritmo nos diz que tudo (a vida, a natureza, o Universo) se move em ciclos, estações, ritmos. Assim como a onda vem, a onda vai… Já ouviu aquela frase: “Para tudo tem o seu tempo” ? Grande sabedoria popular. A sacada aqui é aprender a não se desesperar quando chega o “baixo” da vida. É só uma questão de tempo, e logo o “alto” retornará. Seguir em frente quando se está na fase ruim, sabendo que a fase boa estará logo aí é o que diferencia os bem-sucedidos, os extraordinários, do resto das pessoas. Mas, preciso frisar, não confunda “seguir em frente” com lutar contra! Quando você luta contra uma fase ou situação ruim você prolonga ainda mais a fase, porque quando você se preocupa ou se desespera a sua atenção se foca mais ainda no problema e você atrai mais disso.Vá com o fluxo da vida… Aprenda com a Adversidade quando estiver no “baixo” e torne seus “altos” ainda melhores e prolongados!

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Iniciativa Pessoal – Napoleon Hill

“Há dois tipos de homens que nunca irão longe. Aqueles que não conseguem fazer o que se manda e aqueles que conseguem fazer apenas o que se manda.”

(Cyrus H. K. Curtis)

O homem de bem exige tudo de si próprio; o homem medíocre espera tudo dos outros.

(Confúcio)

“Acredita no teu próprio pensamento. (…) Senão amanhã um estranho dirá, com magistral bom senso, exatamente o que pensamos e sentimos desde sempre, e seremos forçados a receber de outrem, envergonhados, a nossa própria opinião.”

(Ralph Waldo Emerson)

Nona visita de Napoleon Hill, e o tema é: Iniciativa Pessoal!

Segundo Hill, a Iniciativa Pessoal é o dínamo (nome dado às máquinas geradoras de corrente elétrica, mas aqui é utilizado como metáfora que se refere a ideia de uma força que impele à ação) que coloca a faculdade da imaginação em ação, com a intenção de transformar o seu propósito de vida em seu equivalente físico ou financeiro.

Em outras palavras, Iniciativa Pessoal se refere à ação dirigida, visando um determinado resultado, ação essa que não depende nem espera pela aprovação, indicação ou ordem de outros para ser manifestada. Ela se fundamenta exclusivamente no seu próprio querer, no seu próprio pensar. É o agir a partir de sua própria decisão.

A palavra-chave dessa visita é Responsabilidade. Ter iniciativa pessoal é ser sempre responsável por tudo o que faz (incluindo as consequências dos seus atos, é claro). Afinal, você está fazendo o que você quer fazer, o tempo todo. Mesmo quando você pensa que não, que os outros (família, cônjuge, sociedade, patrão etc) “comandam” ou “decidem” a sua vida, ou que você “não tem opção”; mesmo nesses casos a escolha de permitir que a sua vida seja ditada por terceiros foi sua. Por isso, mesmo quando você faz algo que não quer, você está fazendo o que quer…

Se você não controla sua mente, alguém o fará.

(John Allston)

E aqui Napoleon Hill é muito sábio em nos lembrar que todas as pessoas de verdadeiro sucesso, são aquelas que agem de acordo com a sua própria inspiração, ideal, intuição; sem depender da opinião dos outros ou de que “alguém faça primeiro” para então segui-lo… Por isso, como ele novamente frisa, o primeiro e mais importante passo do hábito da Iniciativa Pessoal é a definição de um propósito de vida e um plano de como chegar lá. A sua iniciativa pessoal precisa ter uma direção. E essa direção tem que ser fruto de uma decisão sua. Só sua!

E vamos a Hill:

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Entusiasmo – Napoleon Hill

“Sem entusiasmo nunca se realizou nada de grandioso.”

(Ralph Waldo Emerson)

“Nós não sorrimos porque somos felizes, nós somos felizes porque sorrimos.”

(William James, filósofo e psicólogo norte-americano)

Segundo vídeo introduzido por W. Clement Stone, dessa vez em cores, em que ele introduz o tema dessa oitava visita: o Entusiasmo.

O entusiasmo está diretamente ligado ao princípio/tema da visita anterior, a Atitude Mental Positiva. Mas, aqui nós aprendemos um “segredinho”: a melhor maneira para se sentir entusiasmado, é agindo de forma entusiasmada. Como sabiamente afirmou William James, a emoção está mais sujeita à ação do que à razão. Lembra de uma das dicas para manter a atitude mental positiva, proposta na sétima visita, de dar uma boa risada toda vez que está se sentindo mal ou nervoso? O simples ato de rir, – no início forçadamente, é claro – já muda a química do seu cérebro e te coloca num estado mental mais relaxado e animado. Quando se diz que a emoção não está tão sujeita à razão, como nesse exemplo da risada, o que se quer dizer é que você não precisa necessariamente de motivos “reais” ou “concretos” (racionais) para se animar. O simples ato de dar uma boa gargalhada ou fazer alguma coisa de que goste (ações) já é suficiente para alterar o seu estado de espírito (emoção). Então você não precisa esperar que algo externo a você aconteça ou surja para que você tenha razões para se sentir bem. É possível, portanto, provocar o estado mental positivo partindo de onde você se encontra nesse momento, independente de tudo o mais.

Apesar de Hill focar o tema do entusiasmo para vendas e negócios, esse princípio pode ser aplicado a tudo. O entusiasmo tem o poder de energizar seu corpo e mente de tal forma que você se sente sempre criativo e disposto, por mais esforço físico que tenha feito ou pouco tenha descansado ou comido. Se já não bastasse o bem que faz a você, o seu entusiasmo tem ainda o poder de contagiar as pessoas com quem você entra em contato, contribuindo muito para o bem-estar coletivo.

Mas, é preciso frisar, o entusiasmo só é benéfico quando está sob o seu controle!  Entusiasmo associado a , por exemplo, pode transformar derrotas e fracassos em oportunidades e ação dirigida. Porém entusiasmo em demasia pode nublar o seu senso crítico ou seu julgamento, fazendo com que você fale demais, monopolize atenções (de forma negativa), revele mais do que deveria, pareça convencido ou até mesmo falso. Para equilibrar esse princípio, entra aqui a Autodisciplina, onde você se coloca no controle da sua mente, e foca toda a energia do seu entusiasmo no seu propósito de vida… Napoleon Hill não dá ponto sem nó! ;-)

Para onde quer que vá, vá de todo o coração.

(Confúcio)

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Atitude Mental Positiva – Napoleon Hill

Nós vemos o mundo não como ele é, mas como nós somos.

(Ken Keyes)

“Não há felicidade se as coisas que você acredita são diferentes das coisas que você faz.”

(James A. Ray)

“O que é esse poder, eu não sei dizer; tudo o que sei é que ele existe e se torna disponível somente quando o homem está naquele estado de mente em que sabe exatamente o que quer e está totalmente determinado a não desistir até encontrar isso.”

(Alexander Graham Bell)

Qualquer caminho que você decida tomar, existe sempre alguém para te dizer que você está errado. Existem sempre dificuldades surgindo que te tentam a acreditar que as críticas estão corretas. Mapear um caminho de ação e segui-lo até o fim requer… coragem.

(Ralph Waldo Emerson)

“Ceticismo é um suicídio lento.”

(idem)

A essa altura, nós entendemos que a definição de um propósito de vida é essencial,  que devemos nos unir a (ou buscar) pessoas com objetivos semelhantes ou com visões de vida similares a nossa, compreendemos a importância de fazer coisas que superam não apenas a expectativa alheia, mas a nossa própria; aprendemos a utilizar a nossa fé de modo racional e dirigido, observamos que devemos prestar atenção e cuidar do nosso comportamento (eliminando hábitos negativos e desenvolvendo hábitos benéficos), e nos conscientizamos de que enquanto não desenvolvermos a autodisciplina, a nossa vida estará sempre fora do nosso controle e desse modo nenhum princípio, regra ou filosofia conseguirá surtir algum efeito duradouro.

Na visita de hoje, a sétima de Hill, ele volta ao tema da Atitude Mental Positiva (que está direta ou indiretamente presente em todas as outras visitas), nos explicando o que fazer para manter nosso estado mental sempre positivo. Por que não basta apenas recomendar a atitude mental positiva, é preciso mostrar como chegar a esse estado e mais do que isso, mostrar como mantê-lo. Afinal, a constância de tal estado mental é o segredo de qualquer grande realização, grande mudança, grande conquista. Porém, o grande problema da maioria das pessoas é exatamente esse: de vez em quando até é possível se animar, ser otimista. Mas como tornar esse otimismo permanente? Como tornar a atitude mental positiva um estado natural ou habitual da sua mente? Como eliminar (ou ao menos atenuar) as dúvidas, o medo da crítica, o medo de se arriscar e errar?

Por isso, nessa visita Hill nos dá 20 instruções bem práticas e objetivas que devem ser seguidas para que se possa manter a atitude mental sempre positiva.

E assim, como Napoleon mesmo diz, todos os obstáculos que estão entre você e o seu grande propósito de vida desaparecerão.

Tenha medo, mas vá em frente

Vamos a ele?

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Autodisciplina – Napoleon Hill

Você precisa se lembrar que tudo o que você faz por ou para alguém, você faz por ou para si mesmo.

(Napoleon Hill)

“Se as pessoas soubessem como tive de trabalhar duro para conquistar a minha técnica, nada disso pareceria tão maravilhoso.”

(Michelangelo)

O lendário violinista Isaac Stern foi abordado certa vez, depois de um concerto, por uma mulher de meia-idade. Ela estava entusiasmada: “Oh, eu daria a minha vida para tocar como o senhor.” Ao que Stern reagiu, acidamente: “Minha Senhora, foi isso o que eu fiz!

(citado por Jack Canfield)

O segredo de ir em frente está em começar. O segredo de começar está em repartir suas tarefas complexas e esmagadoras em tarefas pequenas e administráveis e, então, começar pela primeira.

(Mark Twain)

Todos os outros princípios que possibilitam descobrir e utilizar a Chave-Mestra do Sucesso, são inúteis sem o princípio de hoje, tema da sexta visita de Napoleon Hill: a Autodisciplina.

A Autodisciplina é de fato mais fundamental do que a própria atitude mental, já que, muitas vezes, para manter uma atitude mental positiva de modo contínuo, é preciso muita autodisciplina. É esse princípio também que não te deixa desviar dos teus propósitos e valores, não permite que você se influencie por críticas negativas e não te deixa desistir ou retroceder mesmo quando tudo o mais (pessoas e/ou circunstâncias) parecem lhe puxar para longe do seu objetivo.

Por isso, mais do que necessária para eliminar hábitos negativos, a autodisciplina é essencial para desenvolver e manter hábitos positivos.

Controle mental é resultado de autodisciplina e hábito. Ou você controla a sua mente, ou ela controla você.

(Napoleon Hill)

Um dia li que “o sucesso deixa pistas“. E se tem uma pista  que é deixada por absolutamente todas as pessoas que foram bem-sucedidas em seus intentos, essa pista é a autodisciplina.

Mas como desenvolver a autodisciplina em primeiro lugar???

É realmente a coisa mais fácil do mundo ser pessimista e desmotivado, você não precisa fazer nada para isso, apenas continuar na mesma e deixar a vida acontecer. Como a maioria das pessoas aparentemente também se contenta com isso, você ainda “se sente em casa”, e é muito confortável saber que “está todo mundo na mesma”. Mas, a vida é engraçada, e eventualmente você se descobre querendo melhorar, querendo levar uma vida diferente, querendo realizar alguma coisa útil ou de valor. Talvez isso aconteça em um lapso de segundo e você dê um jeito de afogar essas ideias assim que elas surgem. Afinal, tudo aquilo que você deseja fica justamente fora da sua zona de conforto. Ou talvez nem nisso você conseguiu ser bem-sucedido (e aqui está um insucesso desejável!), e essas ideias continuam martelando na sua mente e você finalmente resolve que está na hora de tomar o controle de sua própria vida.

Então, o primeiro passo para a Autodisciplina é uma Decisão. Não uma decisão da boca para fora, ou para agradar terceiros, mas uma decisão firme e clara de mudar e crescer, de abraçar a excelência, de nortear a sua vida a partir de padrões mais elevados. Mas para isso você precisa realmente olhar para si mesmo e acordar para o que você verdadeiramente quer. A vida que você leva hoje, é a que você gostaria de estar vivendo? É a partir da resposta dessa pergunta que você toma a sua decisão, e essa decisão deverá ser relembrada toda vez que você se sentir tentado a desistir ou retroceder. Esse constante relembrar da sua decisão e do seu propósito de vida (que você deve definir claramente, como foi explicado na primeira visita de Hill) que constitui a essência da autodisciplina.

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A Personalidade Agradável – Napoleon Hill

“É mais lucrativo ser um bom ouvinte do que ser um bom falante, porque a pessoa sempre poderá aprender algo quando ouve os outros, mas nunca aprende nada ouvindo a si mesma falando.”

(Napoleon Hill)

Nessa quinta visita de Napoleon Hill, ele nos fala do princípio da Personalidade Agradável.

A personalidade agradável nada mais é do que um modo de se comportar e de se expressar que é tão verdadeiro, tão próprio e tão respeitoso que as outras pessoas se sentem irresistivelmente atraídas para si. Como o próprio Hill frisa, não é natural para alguém desgostar de outra pessoa sem motivo algum. Sempre há um porquê. E, verdade seja dita,  é impossível agradar todo mundo. Por mais que você se esforce, que você pense estar sempre se comportando da melhor maneira ou falando as coisas “certas”, eventualmente alguém não irá gostar de você. Mas isso não é um problema. Na verdade, é um ótimo “sintoma”. Quando você é autêntico com os seus valores, com a sua essência, é mais do que previsível que nem todo mundo irá se identificar com a sua “causa”. Mesmo quando todo mundo gosta de você, apesar de aparentemente isso parecer algo desejável, há que se perguntar até que ponto você está sendo verdadeiro consigo e consequentemente com os outros. Normalmente a pessoa “boazinha” demais é aquela que esconde quem realmente é dos outros, e vive uma vida norteada pela opinião de qualquer outra pessoa, menos dela própria. Aquele que mais agrada todo mundo frequentemente desagrada a si mesmo boa parte do tempo.

Agora quando o caso é o contrário… todo mundo evita você… Bem, por mais que você queira dizer para si mesmo que o problema está com os outros, que é inveja, etc etc etc., a atitude mais sábia é parar e fazer um exame de consciência. Todo mundo tem defeitos, mas ninguém é só defeito! Então se a maioria das pessoas “cisma” em não ir com a sua cara, algo está errado.

“Se uma pessoa lhe diz que você é um cavalo, ela é louca. Se três pessoas lhe dizem que você é um cavalo, é uma conspiração. Se dez pessoas lhe dizem que você é um cavalo, compre uma ferradura.”

(Jack Rosenblum)

A ideia aqui também não é fazer com que você se torne o que os outros gostariam que você fosse, de modo algum! Mas sim de prestar atenção ao tipo de crítica (tanto as boas quanto as ruins) espontânea (não aquela que você pergunta a opinião e a pessoa se sente pressionada a te dar uma resposta que acredita que você queira ouvir…) que você recebe, e principalmente a frequência com que você recebe uma crítica específica, e a partir daí fazer uma auto-análise. Isso está mais para um exercício de autoconhecimento, em que ao observar o modo como os outros reagem a você, você descobre o valor que dá para o mundo pelo valor que o mundo lhe devolve… Lembra da lei do retorno crescente? A maneira como as pessoas lhe tratam tem tudo a ver com a maneira como você se trata, e por tabela, trata os outros.

Para lhe ajudar a identificar possíveis características negativas (que repelem mais do que atraem) no seu jeito de ser e de se expressar, Hill cita algumas das mais irritantes para a maioria das pessoas. Das que ele enumera, quero comentar duas, muito parecidas mas que considero as de convivência mais complicada:

- O hábito de lutar contra o mundo e contra as pessoas em geral: nunca nada está bom, na verdade nunca esteve tão ruim… e arrepie-se, a tendência é continuar piorando! Ninguém presta, o mundo é uma droga, todo mundo é safado, e tudo sempre dá errado. Quando algo dá certo é sorte, “felicidade são momentos” (poucos e passam bem rápido), e final feliz é coisa de filme. Eu podia escrever um evangelho de bobagens similares a essas que tem gente que insiste em acreditar e “caotizar” por aí a respeito. É um hábito nefasto, um defeito dos mais repelentes (repelente de companhias construtivas e positivas, é claro… só outros urubus se sentem atraídos por tal hábito), viver reclamando de “como o mundo é” ou “como as pessoas são”. Ficar apontando o problema não resolve o problema. É muito mais interessante e saudável falar do que está bom ou dá certo, discutir ideias, e no caso de problemas, debater soluções do que ficar estimulando conversas deprimentes que não contribuem em nada para melhorar qualquer coisa.

- O hábito de falar de suas dores físicas: tem gente que adoooora falar de suas doenças e dos seus problemas físicos. Mas uma coisa é quando você fala isso para o médico ou outro terapeuta, num contexto de intervenção terapêutica, outra bem diferente é quando você tenta puxar esse tipo de assunto com alguém numa festa ou num curso… Algumas pessoas até têm um pouco mais de paciência em ficar ouvindo as lamentações de “doentinhos”, mas qualquer pessoa com uma atitude mental positiva ou preocupada com as possíveis influências negativas de ouvir tais lamentações, vai fugir de um “sofridinho” da mesma forma que o diabo foge da cruz. O hábito de falar dos males físicos normalmente é uma forma da pessoa não apenas conseguir atenção, mas afeto (ganho secundário). São pessoas extremamente carentes (emocionalmente falando) que escolhem a forma errada, porém mais fácil e conveniente, de conseguir um pouco de atenção. Muitas são assim também para parecerem “humildes” (afinal, “não se pode ter tudo”!), “espirituais”, e para serem poupadas da realidade. Sabe? Quando você pega uma gripe e fica de cama e todo mundo evita falar de problemas com você, ou quando você adoece para ganhar tempo e não ter que encarar uma decisão ou situação que exija uma certa coragem de você? Pois é. É até normal uma vez ou outra (de preferência “de vez em nunca”) você reclamar de uma dor, ou usar uma doença para se dar um tempo. O problema é quando isso vira um hábito ou o tema principal das suas conversas. É um problema quando você prefere se manter doente do que se manter saudável. É um problema quando você acha que essa é uma forma válida de fazer as pessoas olharem para ou gostarem de você. É um hábito horrível, que diz muito sobre uma pessoa. E nada do que diz é positivo.

Enfim. Assim como os outros princípios, a Personalidade Agradável pode ser aprendida. Qualquer traço da sua personalidade, da mesma forma que “entrou” em você, pode sair ou ser trocado por outro que você considerar melhor. E é isso que Hill nos explica nessa quinta visita:

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Fé Aplicada – Napoleon Hill

“Saiba o que você quer, acredite que você pode, e você irá conseguir.”

(Napoleon Hill)

A única diferença entre a verdade e a ficção é que a ficção tem de se prender ao que parece possível. A verdade não.

(Mark Twain)

É uma “mania” passada de geração para geração. Só acreditamos em algo depois de termos visto, experimentado, sentido. Não contentes com isso, ensinamos nossos filhos que é “tudo assim mesmo”. Então saímos por aí dizendo o que achamos que vemos, nos olhamos no espelho e dizemos o que achamos que vemos etc. E ficamos nesse ciclo vicioso. A coisa só muda quando alguém olha para o mundo com olhos diferentes. E é engraçado, essas pessoas que olham diferente se sobressaem, deixam contribuições inestimáveis para a humanidade: a simples evidência de que a vida pode ser diferente quando se acredita diferente é uma dessas contribuições. Mas o restante dos seres humanos continua pensando que isso é sorte ou que essas pessoas nasceram com algum “dom” exclusivo…

“A tarefa não é tanto ver o que ninguém viu ainda, mas pensar o que ninguém pensou sobre algo que todos veem“.

(Arthur Schopenhauer)

Esse “olhar diferente” é uma metáfora, o que quero dizer é que a verdade é aquilo que você quer acreditar que seja. E quando a maioria diz a mesma coisa, a isso chamamos de “realidade”. Por isso que a “realidade” não costuma ser lá grandes coisas… quando você pensa como a maioria, é claro!

Se nesse exato momento você quiser ser pessimista, certamente você encontrará uma enormidade de motivos para sê-lo. Se quiser ser otimista, idem. Se você quiser acreditar que todo homem é cafajeste ou toda mulher é interesseira, por exemplo, vá em frente, o que não vai faltar são motivos para reforçarem a sua crença.

Há apenas duas maneiras de se ver a vida: Uma é pensar que não existem milagres e a outra é acreditar que tudo é um milagre.

(Albert Einstein)

E quer saber quais são as suas crenças? Tenho um exercício bem interessante e simples para propor. Durante uma conversa com alguém, independente do assunto, observe-se. No momento em que você se pegar “concordando” ( dizendo coisas do tipo: “- é, é isso mesmo!”, “- é verdade!” ou “- eu também penso isso” ou simplesmente meneando a cabeça como “sim”) com o que a pessoa diz (concordando mesmo, não só para agradar), aí está uma crença ou o início de uma. E a partir do momento que você reconhece uma crença sua, você consegue prever e identificar o seu campo de atração. Por que você sempre, invariavelmente,  irá atrair mais daquilo que reforça a sua crença. Capisce?

Nesse momento, talvez você esteja relembrando algumas conversas e situações em que concordou veementemente com o que via ou ouvia. E boa parte das vezes que você concordou não foi sobre coisas positivas, edificantes, construtivas ou otimistas. Nesse momento você pode estar tentado a se sentir desesperado(a). Calma. Da mesma forma que aquela crença medíocre que você hoje cultiva entrou na sua mente, uma melhor pode entrar também, e tomar o lugar da primeira. Não que a primeira vá “desaparecer” magicamente da sua mente, ela apenas vai perder força e influência sobre você. Com o tempo (a persistência) ela se tornará tão insignificante que você mal lembrará de algum dia ter acreditado naquilo… E não se preocupe com uma possível “recaída”. Lembre-se: a mente que se abre a uma nova ideia jamais volta ao seu tamanho original.

“O dom da visão nos foi dado para testar se temos ou não temos a sabedoria de nos elevar sobre aquilo que observamos.”

(James A. Ray)

E é aqui que entra o princípio do vídeo de hoje, a Fé Aplicada. É a fé que não apenas transforma um mero pensamento numa crença, mas que torna essa crença “realidade”: independente do que seja, se benéfico ou prejudicial. Por isso a importância de se acreditar positivo, ao invés de pensar positivo. Mas por favor, esqueça as conotações religiosas normalmente atribuídas a palavra. A fé que Napoleon Hill falará aqui é em si mesmo, no seu propósito de vida. É daquela fé que te mantém seguindo em frente mesmo quando tudo está contra você ou quando você não tem motivos “visíveis” (pros outros ou pra si mesmo!) para continuar. Sabe?

Então estamos prontos para a quarta visita de Hill:

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