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	<title> &#187; Psicologia</title>
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		<title>(Pessoas tendem a assumir estereótipos, diz estudo)</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Aug 2010 21:35:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
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Estereótipos negativos causam forte impacto emocional em quem sofreu  com comentários no passado, inclusive em situações não relacionadas à  provocação inicial, diz estudo divulgado recentemente. A pesquisa,  realizada pela Universidade de Toronto, no Canadá, aponta que pessoas  agem de forma pior em situações nas quais se sentem estereotipadas. &#8220;Nós  queríamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Estereótipos negativos causam forte impacto emocional em quem sofreu  com comentários no passado, inclusive em situações não relacionadas à  provocação inicial, diz estudo divulgado recentemente. A pesquisa,  realizada pela Universidade de Toronto, no Canadá, aponta que pessoas  agem de forma pior em situações nas quais se sentem estereotipadas. </strong>&#8220;Nós  queríamos descobrir o que acontece depois da estereotipização. Ser  estereotipado causa problemas além do momento em que a provocação  surge?&#8221;, disse Michael Inzlicht, que comandou o estudo.</p>
<p>Foi observado o impacto das experiências negativas relacionadas à  estereotipização em situações nas quais era necessário controlar  pensamentos e emoções. &#8220;As pessoas acabam tendo problemas em tomar  decisões corretas, racionais. E, também, acabam tendo a tendência de  descontar os sentimentos negativos comendo alimentos nada saudáveis&#8221;,  comentou Inzlicht.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4100" class="wp-caption aligncenter" style="width: 629px"><a href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2010/08/math.jpg"><img class="size-full wp-image-4100 " src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2010/08/math.jpg" alt="Nas instruções da pesquisa, os cientistas deixavam propositalmente no ar dúvidas sobre estereótipos femininos, deixando subentendido que elas teriam mais dificuldades com Matemática" width="619" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">Nas instruções da pesquisa, os cientistas deixavam propositalmente no ar dúvidas sobre estereótipos femininos, deixando subentendido que elas teriam mais dificuldades com Matemática</p></div>
<p>Parte da pesquisa foi realizada com mulheres. As participantes foram  instruídas a realizar um teste de Matemática que diria se elas eram  &#8220;razoáveis ou boas&#8221; na matéria, segundo os cientistas as informavam. As  instruções &#8220;deixavam no ar dúvidas sobre estereótipos femininos, que  teriam dificuldades com Matemática&#8221;, comenta Inzlicht. Outro grupo, de  controle, foi instruído de forma a se sentirem calmas durante a  realização. Ao fim do teste, as mulheres do primeiro grupo demonstravam  fome e irritação.</p>
<p>Após essa parte, foram convidadas a provar e descrever sabores de  sorvete. As mulheres do primeiro grupo comeram mais do que as do grupo  de controle. &#8220;Demonstraram mais agressividade e foram piores nos testes  do que as do grupo de controle&#8221;, disse Inzlicht.</p>
<p>Foi concluído que o ser humano possui um limite de controle de emoções.  Ao ultrapassar esse limite, começam a surgir pensamentos negativos,  lembranças de estereótipos, nervosismo e distração, entre outras  sensações que tendem a prejudicar a realização de toda ação que acontece  sob pressão.</p>
<p>Os pesquisadores esperam que o estudo ajude as pessoas a controlar as  emoções e evitem a aceitar e levar consigo um estereótipo. &#8220;<span style="color: #ff0000;">Se as  pessoas tentarem não levar para o lado pessoal qualquer comentário, não  sentirão os efeitos que a pesquisa demonstra</span>&#8220;, concluiu Inzlicht.</p>
<p><em>Fonte: Terra</em></p>
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		<title>(Não ter amigos é tão perigoso como fumar ou consumir álcool)</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 13:01:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
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Não ter amigos pode ser tão perigoso para a saúde como fumar  ou consumir álcool em excesso, diz um estudo de cientistas americanos  publicado hoje no site da revista PLoS Medicine. Os especialistas  asseguram que o isolamento é ruim para a saúde e, no entanto, esta é  uma tendência cada vez [...]]]></description>
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<p><strong>Não ter amigos pode ser tão perigoso para a saúde como fumar  ou consumir álcool em excesso, diz um estudo de cientistas americanos  publicado hoje no site da revista <em>PLoS Medicine</em>. Os especialistas  asseguram que o isolamento é ruim para a saúde e, no entanto, esta é  uma tendência cada vez maior em um mundo industrializado no qual &#8220;a  quantidade e a qualidade das relações sociais estão diminuindo  enormemente&#8221;.</strong></p>
<p>Estudos prévios demonstraram que as pessoas com menos relações sociais  morrem antes daqueles que se relacionam mais com amigos, conhecidos e  parentes. Por isso, preocupados com o aumento de pessoas que se  relacionam menos com as outras, os cientistas analisaram como um  isolamento excessivo pode afetar a saúde.</p>
<p>Para isso, os pesquisadores recorreram a 148 estudos prévios com dados  sobre a mortalidade de indivíduos em função de suas relações sociais.  Após analisar os dados de 308.849 indivíduos acompanhados durante uma  média de 7,5 anos, os cientistas descobriram que as pessoas com mais  relações sociais têm 50% mais chances de sobrevivência do que quem se  relaciona menos com outras pessoas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2010/07/happy_people_p.jpg"><img class="size-full wp-image-4022 aligncenter" title="amigos!" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2010/07/happy_people_p.jpg" alt="amigos!" width="500" height="344" /></a></p>
<p>Segundo os especialistas da Universidade Brigham Young, do estado do  Utah, e do Departamento de Epidemiologia da Universidade da Carolina do  Norte que participaram do estudo,  a importância de ter uma boa rede de  amigos e boas relações familiares &#8220;é comparável a deixar de fumar e  supera muitos fatores de risco como a obesidade e a inatividade física&#8221;.</p>
<p>Estes resultados também revelam que, analisando a idade, o sexo ou a  condição de saúde do indivíduo, a integração social pode ser outro fator  levado em conta na hora de avaliar o risco de morte do indivíduo.</p>
<p>&#8220;A medicina contemporânea poderia se beneficiar do reconhecimento de que  as relações sociais influem nos resultados de saúde dos adultos&#8221;,  apontam os responsáveis pelo estudo, para quem médicos e educadores  poderiam advertir sobre a importância da relações sociais da mesma forma  que defendem o antitabagismo, uma dieta saudável e a realização de  exercícios.</p>
<p><em>Fonte: EFE/Terra</em></div>
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		<title>(Paciente depressivo enxerga o mundo na cor cinza, diz estudo)</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 16:47:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
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Um novo estudo científico parece indicar que a associação  entre a depressão e a cor cinza é mais do que uma simples metáfora. O  estudo, realizado por uma equipe da universidade alemã de Freiburg  dirigido por Ludger Tebartz van Elst e publicado na Biological  Psychiatry, indica que a depressão dilui o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="SearchKey_Text1">
<p><strong>Um novo estudo científico parece indicar que a associação  entre a depressão e a cor cinza é mais do que uma simples metáfora. O  estudo, realizado por uma equipe da universidade alemã de Freiburg  dirigido por Ludger Tebartz van Elst e publicado na <em>Biological  Psychiatry</em>, indica que a depressão dilui o contraste entre o preto e  o branco, por isso que o mundo torna-se literalmente cinza.</strong></p>
<p>Os analistas alemães mediram as respostas elétricas para determinar a  atividade da retina em 40 pessoas que sofriam de depressão, metade que  recebiam medicamento, e em outras 40 não afetadas por essa condição.</p>
<p>A retina contém células fotorreceptoras que transformam os sinais  luminosos que chegam ao olho em impulsos elétricos que são enviados ao  sistema visual do cérebro.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2010/07/depression.jpg"><img class="size-full wp-image-3981 aligncenter" title="depressão" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2010/07/depression.jpg" alt="depressão" width="440" height="276" /></a></p>
<p>Com a colocação de eletrodos na superfície ocular e na pele circundante,  os cientistas conseguiram registrar a atividade elétrica das células da  retina em resposta aos estímulos.</p>
<p><strong>Os pacientes deprimidos demonstraram ter um menor contraste retinal que o  grupo de voluntários que não sofriam de depressão, independentemente de  estarem recebendo medicação para doença ou não.</strong></p>
<p>Também foi descoberta uma correlação importante entre o nível de  contraste e a gravidade dos sintomas: nos pacientes mais deprimidos, a  resposta da retina foi mais frágil.</p>
<p><em>Fonte: Terra/EFE</em></div>
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		<title>(Linguagem pode fazer &#8220;ver o invisível&#8221;, diz estudo)</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 12:42:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O seu mundo é do tamanho do seu vocabulário&#8230;
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Um estudo da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, indica  que a linguagem pode fazer coisas &#8220;invisíveis&#8221; ficarem mais fáceis de  serem vistas. Segundo a pesquisa, dizer o nome de algo pode ajudar a ver  aquela coisa mais facilmente. As informações são do Live [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-shadow: none;"><em style="text-shadow: none;">O seu mundo é do tamanho do seu vocabulário&#8230;</em></p>
<p style="text-shadow: none;">+++</p>
<p style="text-shadow: none;"><strong style="text-shadow: none;"><span style="color: #ff0000;">Um estudo da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, indica  que a linguagem pode fazer coisas &#8220;invisíveis&#8221; ficarem mais fáceis de  serem vistas. Segundo a pesquisa, dizer o nome de algo pode ajudar a ver  aquela coisa mais facilmente.</span></strong> As informações são do <em style="text-shadow: none;">Live Science</em>.</p>
<p style="text-shadow: none;">A pesquisa reuniu estudantes da universidade aos quais foram mostradas  várias letras, uma de cada vez, por apenas 53 milésimos de segundo &#8211; que  pode ser muito pouco tempo para o cérebro decifrar o que vê. Contudo,  quando os voluntários ouviam qual letra iria ser mostrada antes, a  chance de vê-la aumentava 10%.</p>
<p style="text-shadow: none;">A melhora parece óbvia, mas o resultado foi testado: no meio das imagens  regulares, eram mostradas imagens de outra letra, e não aquela  anunciada &#8211; e a melhora não ocorreu. Além disso, em alguns momentos não  era mostrada letra nenhuma, para testar se os participantes não iriam  &#8220;ver&#8221; a letra anunciada, mesmo ela não tendo sido mostrada.</p>
<p style="text-shadow: none; text-align: center;"><a href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2010/07/typographic_world_map-p.jpg"><img class="size-full wp-image-3969 aligncenter" title="mundo de palavras" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2010/07/typographic_world_map-p.jpg" alt="mundo de palavras" width="600" height="450" /></a></p>
<p style="text-shadow: none;">Segundo os pesquisadores, o resultado positivo curiosamente acontecia  somente quando a letra era anunciada oralmente. Quando os pesquisadores  mostravam a imagem da letra antes de mostrar a &#8220;invisível&#8221;, o efeito não  era o mesmo. Os cientistas chegaram à conclusão de que sugestões  verbais ajudam mais que as visuais porque estimulam uma área maior do  cérebro para quando a imagem &#8220;invisível&#8221; for exibida.</p>
<p style="text-shadow: none;"><span style="color: #ff0000;"><strong style="text-shadow: none;">Os resultados indicam que a linguagem pode literalmente mudar o que  vemos. Além disso, diferentes línguas podem fazer com que as pessoas  vejam o mundo de maneira diferente.</strong></span> &#8220;Um exemplo simples é quando alguém  está procurando por algo &#8211; por exemplo, frutos em uma folhagem. Uma  pessoa que fala uma língua que tem um nome para esse fruto terá uma  vantagem em encontrá-lo do que uma pessoa que fala uma língua que não  tem nome para o fruto&#8221;, diz o pesquisador Gary Lupyan, cientista  cognitivo da universidade, à reportagem. &#8220;Aquela indicação verbal pode  ativar a representação visual do fruto mais efetivamente do que sem usar  o nome.&#8221;</p>
<p style="text-shadow: none;"><em style="text-shadow: none;">Fonte: Terra</em></p>
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		<title>(Atividade em excesso prejudica desenvolvimento da criança)</title>
		<link>http://inconscientecoletivo.net/atividade-em-excesso-prejudica-desenvolvimento-da-crianca/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 23:24:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
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Educar um filho não é tarefa fácil. Pesquisa da Universidade  de Montreal, no Canadá, indica que crianças que passam muito tempo  vendo TV têm dificuldades em Matemática. Outros estudos apontam que  excesso de videogame é prejudicial e há os que garantem que os jogos  eletrônicos auxiliam a visão. O que [...]]]></description>
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<div><strong>Educar um filho não é tarefa fácil. Pesquisa da Universidade  de Montreal, no Canadá, indica que crianças que passam muito tempo  vendo TV têm dificuldades em Matemática. Outros estudos apontam que  excesso de videogame é prejudicial e há os que garantem que os jogos  eletrônicos auxiliam a visão. O que fazer diante de tanta informação?</strong></div>
<p>Especialistas afirmam que o ideal é dosar as atividades, alternando  tarefas que trabalhem os dois hemisférios do cérebro: o esquerdo,  responsável pelo pensamento lógico, e o direito, mais criativo e  sonhador.</p>
<p>&#8220;Para um bom desenvolvimento intelectual e social é importante mesclar  atividades que estimulam os dois lados do cérebro, como jogos de lógica  ou pintura&#8221;, recomenda a coordenadora do curso Daniel Azulay, Vânia  Januário.</p>
<p>Ela lembra que, enquanto desenha, por exemplo, a criança trabalha a  sensibilidade, a percepção e a intuição, características que podem ser  um diferencial no futuro. &#8220;Essas habilidades reforçam a autoestima,  fundamental para a vida toda&#8221;.</p>
<p><a href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2010/06/chideducationp.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3834" title="Educação infantil" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2010/06/chideducationp.jpg" alt="Educação infantil" width="500" height="333" /></a></p>
<p>Neurologista da infância e adolescência, Marco Antônio Arruda afirma que  os pais devem procurar sempre dosar a tecnologia com a criatividade.  &#8220;As crianças da era digital encontram-se talvez mais aptas a se  relacionar através de um teclado do que com a fala, o olhar e o toque. É  importante desenvolver a linguagem não verbal, reconhecer sentimentos  através da face e dos gestos, interagir com diferentes grupos sociais,  aprender a escutar, expressar suas emoções e ser empática. Por outro  lado, estudos indicam que as que lidam com computador têm maior  concentração e melhores habilidades cognitivas&#8221;.</p>
<p>O médico explica ainda que o cérebro é um órgão dinâmico, que deve ser  esculpido. &#8220;O cérebro não nasce pronto. Precisa ser estimulado e  moldado. É como uma cidade com ruas e avenidas. Se você não colocar  carros para andarem nas ruas, elas se fecham. Contar histórias, por  exemplo, pode parecer uma atividade meramente lúdica, mas estimula o  desenvolvimento de atividades de sequenciação e organização&#8221;.</p>
<p><strong>Estresse e ausência dos pais: vilões</strong></p>
<p>O estresse libera o hormônio cortisol, que provoca a morte das células  do hipocampo, área do cérebro responsável pela memória de longo prazo.  Portanto, nada de cobranças excessivas.</p>
<p>&#8220;<span style="color: #ff00ff;">Criança precisa mais dos pais do que de diversas aulas  extracurriculares.</span> Talvez seja melhor jogar bola com ela, cantar,  brincar, do que colocá-la em aulas. Claro que se ela quer tocar  instrumento ou fazer algo específico, fará aula. Mas se for muito  cobrada, pode ter transtorno de ansiedade&#8221;, diz o psiquiatra Fábio  Barbirato.</p>
<p><em>Fonte: O Dia Online.</em></p>
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		<title>(Nome pode influenciar no futuro do bebê, diz estudo)</title>
		<link>http://inconscientecoletivo.net/nome-pode-influenciar-no-futuro-do-bebe-diz-estudo/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 21:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Escolher um nome do bebê é uma tarefa difícil para muitos pais. E,  segundo recente pesquisa publicada nos Estados Unidos, eles têm razão de  pensar assim. De acordo com o estudo, publicado no site Live Sience,  um nome pode ter um impacto profundo sobre a criança e repercutir muito  na idade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-shadow: none;">Escolher um nome do bebê é uma tarefa difícil para muitos pais. E,  segundo recente pesquisa publicada nos Estados Unidos, eles têm razão de  pensar assim. De acordo com o estudo, publicado no site <em style="text-shadow: none;">Live Sience</em>,  um nome pode ter um impacto profundo sobre a criança e repercutir muito  na idade adulta.</p>
<p style="text-shadow: none;">&#8220;Há uma razão pela qual os livros de nome para bebês são extremamente  populares&#8221;, disse o autor do trabalho, o pesquisador David Figlio, da  Northwestern University, em Illinois. &#8220;Nós sempre pensamos a respeito da  primeira parcela da identidade de uma criança e se nós, como sociedade,  prestamos muita atenção aos nomes faz muito sentido que os nomes das  pessoas possam influenciar a forma como elas pensam sobre si mesmas e a  forma como as pessoas pensam sobre elas&#8221;, afirmou.</p>
<p style="text-shadow: none;">Uma abundância de pesquisas sugere que o nome escolhido para um bebê  traz impactos para toda a sua vida. Por exemplo, dar a seu filho menino  recém-nascido um nome que soe feminino pode significar problemas de  comportamento na vida adulta. E os nomes originais e incomuns que apenas  o seu bebê terá pode trazer dificuldades também.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-shadow: none;">
<dl id="attachment_3805" class="wp-caption aligncenter" style="width: 629px; text-shadow: none;">
<dt class="wp-caption-dt" style="text-shadow: none;"><a style="text-shadow: none;" href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2010/06/baby.jpg"><img class="size-full wp-image-3805" title="Pesquisas sugerem que o nome escolhido para um bebê traz impactos para toda a sua vida" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2010/06/baby.jpg" alt="Pesquisas sugerem que o nome escolhido para um bebê traz impactos para toda a sua vida" width="619" height="464" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd" style="text-shadow: none;">Pesquisas sugerem que o nome escolhido para um bebê traz impactos para toda a sua vida</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-shadow: none;">Um estudo britânico realizado com 3 mil pais e publicado em maio afirma  que um em cada cinco pais lamenta o nome que escolheu para o seu filho.  Na pesquisa, os relatos mostravam que muitos deles, inclusive, estavam  angustiados sobre os nomes incomuns ou de grafia estranha que tinham  escolhido. E mesmo aqueles que não lamentaram explicitamente a escolha  do nome, admitiram haver nomes que preferiam ter escolhido. O estudo foi  realizado pelo site <em style="text-shadow: none;">Bounty.com</em>, que apresenta a lista dos nomes  mais populares da história.</p>
<p style="text-shadow: none;"><strong style="text-shadow: none;">Nomes de meninas</strong></p>
<p style="text-shadow: none;">Meninos com nomes tradicionalmente dados às meninas são mais propensos a  portar-se mal que seus colegas com nomes masculinos, mostra a pesquisa  da Northwestern University. Nas primeiras séries da escola primária, os  meninos com nomes como Ashley e Shannon, por exemplo, se comportam como  os seus colegas com nomes mais masculinos, como Brian e John. &#8220;Quando  essas crianças com nomes ligados ao sexo oposto chegam à quarta ou  quinta série, de repente, as taxas de problemas disciplinares sobem como  um foguete. Isso piora muito no caso de ter uma menina na classe com o  mesmo nome&#8221;,  afirmou Figlio.</p>
<p style="text-shadow: none;">Imagine-se, disse Figlio, sendo um garoto e tendo de ficar cara a cara  todos os dias com uma menina na sua sala de aula com o mesmo nome que  você. Você não ficaria confortável. Essa sensação já indica que os  sentimentos de autoconsciência nesse caso, que talvez sejam ampliados  por provocação de terceiros, desempenham um forte papel no  comportamento.</p>
<p style="text-shadow: none;">Nomes de menino em garotas também têm efeitos. Em um estudo de 2005,  Figlio analisou nomes e seus fonemas e descobriu a probabilidade de  pertencerem a uma menina. Por exemplo, os nomes Kayla e Isabella eram  tão femininos fonemicamente que sua probabilidade de pertencerem a uma  menina eram de 100%. No outro extremo do espectro, Taylor, Madison e  Alexis foram foneticamente previstos para ter duas vezes mais  probabilidades de pertencer a meninos do que a meninas. &#8220;Nos  resultados  de análises em turmas universitárias, encontrei mais garotas com nomes  que são mais femininos que haviam escolhido cursos avançados em ciências  humanas. E que garotas com nomes menos femininos são mais propensas a  escolher cursos de matemática e exatas&#8221;, disse Figlio.</p>
<p style="text-shadow: none;">Mas o pesquisador ressalta que são dados estatísticos e que isso não  confirma por si só que um cause o outro. Segundo ele, uma explicação  poderia ser que, na infância, os pais tratassem uma filha chamada Morgan  diferentemente de sua irmã Elizabeth, cujo nome é muito mais feminino.  &#8220;Será que os pais sabem quando escolhem o nome que ele pode até moldar  seu comportamento em relação a sua filha?&#8221; pergunta Figlio.</p>
<p style="text-shadow: none;"><strong style="text-shadow: none;">Status socioeconômico e expectativas</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong style="text-shadow: none;"><a style="text-shadow: none;" href="../wp-content/uploads/2010/06/babybored.jpg"><img class="aligncenter" title="Bebê entediado" src="../wp-content/uploads/2010/06/babybored.jpg" alt="Bebê entediado" width="340" height="377" /></a></strong></p>
<p style="text-shadow: none;"><strong style="text-shadow: none;"><br style="text-shadow: none;" /> </strong></p>
<p style="text-shadow: none;">Assim como o sotaque de uma pessoa ou a roupa podem indicar alguma coisa  sobre o contexto ou caráter individual, o nome também pode carregar  significados. E, assim como qualquer outro indicador externo, os nomes  podem mentir.</p>
<p style="text-shadow: none;">Figlio recolheu nomes de milhões de certidões de nascimento e, em  seguida, quebrou cada nome em mais de mil componentes fonêmicos. Ele  analisou os nomes por combinações de letras, complexidade e outros  fatores e depois utilizou uma análise estatística para descobrir a  probabilidade de que o nome pertencesse a alguém de baixo nível  socioeconômico.</p>
<p style="text-shadow: none;">&#8220;Crianças que têm nomes que &#8211; a partir de uma perspectiva linguística &#8211;  são mais comuns de ser dados por pais com baixa escolaridade acabaram  sendo tratadas de forma diferente&#8221;, disse Figlio. &#8220;Eles,  estatisticamente,  vão pior na escola e são menos propensos a ser  recomendados para classes se superdotados e maior probabilidade de serem  classificados como incapazes de aprender.&#8221;</p>
<p style="text-shadow: none;"><strong style="text-shadow: none;">Reunião de baixas expectativas </strong></p>
<p style="text-shadow: none;">A ligação entre um nome e o sucesso do indivíduo mais tarde na vida  podem ter relação com estas miudezas satisfazendo as expectativas dos  outros sobre eles. Nomes que soam como vindos de uma família de baixo  nível socioeconômico podem ser simplesmente &#8220;lidos&#8221; socialmente como  menos capazes de alcançar sucesso, por exemplo.</p>
<p style="text-shadow: none;">&#8220;As pessoas tiram sugestões do subconsciente o tempo todo sobre as  pessoas. Você conhece uma pessoa, a vê pela primeira vez, e &#8211; sem pensar  em um nível consciente &#8211; você está olhando para a maneira como ela está  andando, como soa o sotaque dela, como ela está vestida, o cheiro &#8230; e  você está desenvolvendo essas reações e conclusões imediatas&#8221;, disse  Figlio. Ele acrescentou: &#8220;Eu penso que há provavelmente uma razão  evolucionária por trás disso. Nós trabalhamos duro para tentar  descobrirem um piscar de olhos se queremos ou não confiar em alguém ou  se queremos fugir de alguém.&#8221;</p>
<p style="text-shadow: none;">Hoje, Figlio disse imaginar um professor no primeiro dia de aula olhando  para os seus alunos e tentando descobrir o que esperar de cada criança.  Muitos professores questionados disseram a Figlio que têm que se  policiar para não tirar conclusões precipitadas sobre os alunos. &#8221; Vejo  esse nome&#8230; eu acho que talvez ele não tem os pais ativos&#8221;, dizem. E  assim a história continua, pois, segundo o pesquisador, os estudos têm  mostrado que as crianças normalmente atendem às expectativas sociais  sobre elas.</p>
<p style="text-shadow: none;"><strong style="text-shadow: none;">Autoestima </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong style="text-shadow: none;"><a style="text-shadow: none;" href="../wp-content/uploads/2010/06/bebea.jpg"><img class="aligncenter" title="Bebê Menina" src="../wp-content/uploads/2010/06/bebea.jpg" alt="Bebê Menina" width="500" height="332" /></a></strong></p>
<p style="text-shadow: none;"><strong style="text-shadow: none;"><br style="text-shadow: none;" /> </strong></p>
<p style="text-shadow: none;">Mas mesmo que seu nome soe como pertencente a classes altas, isso não  vai importar se você não gostar dele. A pesquisa mostrou uma forte  ligação entre uma pessoa gostar ou não gostar de seu nome com alta ou  baixa autoestima, respectivamente.</p>
<p style="text-shadow: none;">&#8220;A relação é tão forte que quando as pessoas querem medir a autoestima  de uma forma mais sutil podem fazê-lo com a tarefa de carta-nome&#8221;, disse  Jean Twenge, pesquisador da San Diego State University, nos Estados  Unidos, referindo-se a um método no qual os sujeitos relatam se gostam  ou não de letras diferentes do alfabeto. Aqueles com alta autoestima  geralmente gostam das letras que estão em seus nomes, especialmente a  primeira letra, disse ela. Faz sentido se você pensar sobre o quanto de  uma pessoa é o seu nome.</p>
<p style="text-shadow: none;">&#8220;Nossos nomes estão realmente envolvidos em nossa identidade&#8221;, afirmou a  pesquisadora. &#8220;As pessoas que não gostam dos seus nomes e também as que  acreditam que outras pessoas pensam que é um nome estranho e  antipático, tendem a não ser bem ajustadas&#8221;, afirma.</p>
<p style="text-shadow: none;"><strong style="text-shadow: none;">Insólitos versus nomes comuns </strong></p>
<p style="text-shadow: none;">Quando é hora de escolher o nome do bebê, existem dois tipos de pais:  aqueles que querem um nome incomum e aqueles que preferem um nome mais  comum usado por muitas crianças.</p>
<p style="text-shadow: none;">A diferença entre escolher um entre cinco nomes comuns relativamente  simpáticos é pequena em termos de qualquer impacto sobre a vida da  criança. &#8220;Se você está escolhendo entre um nome relativamente agradável,  nome comum e que é realmente estranho, essa escolha definitivamente  pode ter um impacto&#8221;, disse Twenge.</p>
<p style="text-shadow: none;">O nome pode ser um reflexo do estilo de vida dos pais. &#8220;O pai que diz:  eu quero meu filho seja único e se destaque¿ e dá à sua criança um nome  incomum, provavelmente terá um estilo parental que enfatiza a  singularidade e o destaque&#8221;. Ela acrescentou: &#8220;O tipo de pai que iria  dar um nome bem incomum é muitas vezes o que tem um comportamento bem  diferente do que diz &#8211; eu quero dar a meu filho um nome que faça ele se  sentir aceito&#8221; , afirma.</p>
<p style="text-shadow: none;">Livros de aconselhamento e blogs sobre nomes de bebês muitas vezes  sugerem mudar a ortografia comum do nome, a fim de acrescentar alguma  diferença nele. Os resultados preliminares do trabalho de Figlio sugerem  que isso pode não ser uma boa ideia. Crianças com nomes comuns com  ortografia desviante tende a ter abrandadas as capacidades de ortografia  e leitura.</p>
<p style="text-shadow: none;">&#8220;Isso sugere muito sobre a interiorização das reações sociais ao nome&#8221;,  disse Figlio. &#8220;Você tem um filho chamado Jennifer escrito com um &#8216;G&#8217; e a  professora diz: &#8216;tem certeza de que seu nome é escrito desta maneira?&#8221;  Isso pode ser extremamente difícil para a confiança de uma pessoa&#8221;.</p>
<p style="text-shadow: none;">Tudo isso os pais acabam por perceber mais tarde, como mostra o estudo  do site <em style="text-shadow: none;">Bounty</em>. Segundo o site, um quinto dos pais britânicos  participantes do estudo desejavam ter escolhido um nome mais fácil de  soletrar e um em cada 10 pensou que o nome escolhido foi inteligente no  momento, mas disse que a novidade tinha se desgastado depois.</p>
<p style="text-shadow: none;"><em style="text-shadow: none;">Fonte: Terra</em></p>
<p style="text-shadow: none;"><em style="text-shadow: none;">Imagens: Google</em></p>
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		<title>(Jovens se sentem mais sós que idosos, diz pesquisa britânica)</title>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 12:55:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Levantamento feito com mais de 2 mil pessoas indica que tecnologia  pode acentuar isolamento.
Uma pesquisa feita na Grã-Bretanha revela que jovens se sentem mais  solitários do que adultos com mais de 55 anos.
O levantamento, intitulado The Lonely Society (em tradução literal, a  sociedade solitária), foi feito com 2.256 participantes.
Quase 60% dos ouvidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Levantamento feito com mais de 2 mil pessoas indica que tecnologia  pode acentuar isolamento.</h3>
<p>Uma pesquisa feita na Grã-Bretanha revela que jovens se sentem mais  solitários do que adultos com mais de 55 anos.</p>
<p>O levantamento, intitulado The Lonely Society (em tradução literal, a  sociedade solitária), foi feito com 2.256 participantes.</p>
<p>Quase 60% dos ouvidos com idades entre 18 e 34 anos disseram que  sentem solidão com frequência ou às vezes. O número cai para 35% entre  entrevistados com 55 anos ou mais.</p>
<p>A pesquisa revela também que a tecnologia pode acentuar o isolamento,  mas também oferece meios de conectar as pessoas sem precedentes na  história.</p>
<p>Quase terço dos jovens entrevistados disseram que passam tempo demais  se comunicando com a família online quando na verdade deveriam  encontrá-los em pessoa.</p>
<p>O impacto biológico dessa ausência de contato pessoal não está claro.</p>
<p><strong>Interpretação de solidão</strong></p>
<p><strong><a href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2010/05/solidaonet.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3763" title="Solidão - Vida Virtual" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2010/05/solidaonet.jpg" alt="Solidão - Vida Virtual" width="600" height="431" /></a><br />
</strong></p>
<p>O estudo destaca o fato de que a proporção de pessoas vivendo  sozinhas na Grã-Bretanha dobrou entre 1972 e 2008.</p>
<p>De acordo com a Mental Health Foundation, entidade britânica que  encomendou a pesquisa, em geral um décimo da população da Grã-Bretanha  sente solidão com frequência.</p>
<p>A organização indica o declínio na vida comunitária e o foco cada vez  maior no trabalho como possíveis explicações para o problema.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">É possível, porém, que pessoas de idades diversas tenham  interpretações distintas do que seja solidão.</span></p>
<p>Além disso, a pesquisa não faz distinções entre depoimentos de  pessoas com 55 anos vivendo vidas ativas e desfrutando da aposentadoria e  os relatos de octogenários que vivem sozinhos e tem saúde frágil.</p>
<p>O relatório também constatou variações de acordo com o sexo do  entrevistado.</p>
<p>Mais mulheres disseram sentir solidão do que homens. As mulheres  também apresentaram maior tendência a sentir-se deprimidas como  resultado disso.</p>
<p><strong>&#8216;Vilas Urbanas&#8217;</strong></p>
<p><span style="color: #ff0000;">&#8220;Os jovens com quem trabalhamos frequentemente nos dizem que falar  com centenas de pessoas em sites de relacionamento não é como ter um  relacionamento real e que quando usam esses sites frequentemente estão  sozinhos em seus quartos&#8221;, disse a diretora da entidade beneficente  britânica YoungMinds, Sarah Brennan, comentando a pesquisa.</span></p>
<p>&#8220;A solidão é um problema grande que precisamos começar a resolver.  Nos últimos anos, nossas comunidades foram se desintegrando.&#8221;</p>
<p>&#8220;Precisamos criar condições para que esses relacionamentos voltem a  existir e investir no bem-estar dos nossos jovens para que tenham algum  lugar para ir ou alguém a quem procurar quando sentirem solidão.&#8221;</p>
<p>O relatório sugere, no entanto, que a solidão pode ser evitada mesmo  quando se vive sozinho na cidade grande.</p>
<p>&#8220;Por exemplo, em Manhattan, Nova York, 50% dos lares são habitados  por uma única pessoa&#8221;, dizem os autores do estudo. &#8220;Ainda assim, o  modelo de &#8216;vila urbana&#8217; permite redes sociais porque as pessoas usam  lugares alternativos para se encontrar, como cafés e espaços públicos.&#8221;</p>
<p><em>Fonte: BBC Brasil/Estadão</em></p>
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		<title>(Estudo: atividade ao ar livre melhora saúde mental em 5 minutos)</title>
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		<pubDate>Mon, 03 May 2010 00:56:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[auto-estima]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>

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		<description><![CDATA[
Pesquisadores da Universidade de Essex examinaram dados de 1.250 pessoas em dez estudos e encontraram rápidas melhoras no humor e  na auto-estima entre aquelas que praticavam atividades físicas ao ar  livre.
Eles analisaram atividades distintas, como caminhada, ciclismo,  pesca, jardinagem, cavalgada e remo, em lugares como parques, jardins,  fazendas e reservas naturais.
Ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="SearchKey_Text1">
<p><strong>Pesquisadores da Universidade de Essex examinaram dados de</strong><strong> 1.250 pessoas em dez estudos e encontraram rápidas melhoras no humor e  na auto-estima entre aquelas que praticavam atividades físicas ao ar  livre.</strong></p>
<p>Eles analisaram atividades distintas, como caminhada, ciclismo,  pesca, jardinagem, cavalgada e remo, em lugares como parques, jardins,  fazendas e reservas naturais.</p>
<p>Ainda segundo a pesquisa, publicada na revista especializada <em>Environmental  Science and Technology</em>, o maior impacto ocorre entre as pessoas  mais jovens.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2010/05/outdooract.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3646" title="outdooract" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2010/05/outdooract.jpg" alt="outdooract" width="578" height="383" /></a></p>
<p><strong>Água</strong><br />
De acordo com os cientistas, o maior efeito sobre o bem-estar mental  surgia em apenas cinco minutos. Com o passar do tempo, os efeitos  positivos continuavam aparentes, mas tinham menor magnitude.</p>
<p>Ainda segundo os pesquisadores, o efeito era ainda maior se o local  do exercício também tivesse água, como um lago ou um rio.</p>
<p><span style="color: #808000;"><strong>Para Jules Pretty, um dos autores do estudo, pessoas geralmente  sedentárias, estressadas, deprimidas ou com problemas de saúde mental  seriam as mais beneficiadas por atividades ao ar livre.</strong></span></p>
<p>&#8220;Empregadores, por exemplo, deveriam incentivar seus funcionários a  fazer uma curta caminhada em um parque próximo na hora do almoço para  melhorar o humor e reduzir o estresse&#8221;, disse.</p>
<p><em>Fonte: BBC Brasil/Terra</em></div>
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		<title>(Estudo: sonho tem papel importante na consolidação da memória)</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 13:44:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Robert Stickgold]]></category>
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Um novo estudo coordenado por pesquisadores do Beth Israel  Deaconess Medical Center, nos Estados Unidos, indica que os sonhos podem  ser a forma que o cérebro adormecido tem de dizer que está ocupado em  pleno trabalho de consolidação da memória. A pesquisa foi publicada na  edição on-line da revista Current Biology.
De [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="SearchKey_Text1">
<p>Um novo estudo coordenado por pesquisadores do Beth Israel  Deaconess Medical Center, nos Estados Unidos, indica que os sonhos podem  ser a forma que o cérebro adormecido tem de dizer que está ocupado em  pleno trabalho de consolidação da memória. A pesquisa foi publicada na  edição on-line da revista <em>Current Biology</em>.</p>
<p>De acordo com Robert Stickgold, um dos autores do estudo, os sonhos são a  maneira de o cérebro processar, integrar e realmente compreender novas  informações. Os cientistas examinaram 99 voluntários que foram  submetidos a atividades em um videogame em três dimensões.</p>
<p><a href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2010/04/lady-dreams.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3628" title="Sonhar..." src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2010/04/lady-dreams.jpg" alt="Sonhar..." width="350" height="315" /></a></p>
<p>Após o treinamento inicial, os participantes foram divididos em dois  grupos: o primeiro tirou um cochilo com média de 90 minutos e o segundo  permaneceu acordado em atividades tranquilas. Em diversos momentos, os  integrantes do segundo grupo eram questionados sobre o que estavam  pensando. Os que tiraram uma soneca diziam depois o que lembravam de  seus sonhos.</p>
<p>Cinco horas depois, os participantes repetiram o procedimento completo,  com o exercício virtual e a sequência com soneca ou atividade tranquila.  Os que se mantiveram acordados não mostraram melhoria no rendimento dos  exercícios feitos posteriormente, ainda que tivessem pensado no mesmo  durante o período de descanso, o que, em teoria, daria mais chances de  se sair melhor.</p>
<p>Dos que dormiram, aqueles que não descreveram sonhos relacionados ao  mundo virtual no qual interagiram também não apresentaram melhoria no  aproveitamento dos exercícios. Mas os que sonharam com os ambientes  tridimensionais tiveram uma melhoria considerada dramática, dez vezes  superior aos que dormiram e não sonharam com o exercício.  Os resultados indicam que não apenas o sono foi necessário para  consolidar as informações, mas que os sonhos se mostraram como uma  espécie de reflexo da atividade cerebral intensa nas tarefas de  consolidação da memória.</p>
<p>&#8220;Mas não estamos dizendo que quando se aprende algo é o sonho o  responsável. Em vez disso, aparentemente, quando temos uma nova  experiência ela dispara uma série de eventos paralelos que faz com que o  cérebro consolide e processe as memórias&#8221;, disse Stickgold.</p>
<p><em> Com informações da agência Fapesp</em></p>
<p><em>Fonte: Terra<br />
</em></div>
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		<title>(Pesquisa diz que ciumentos podem ficar cegos por instantes)</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 19:09:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Steven Most]]></category>

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Um estudo do departamento de psicologia da universidade de  Delaware, nos Estados Unidos, indica que o ciúmes pode distrair tanto  uma pessoa a ponto de ela não perceber o que está a frente de seus  olhos, ou seja, &#8220;cegar&#8221; o ciumento. As informações são do Live  Science.
Durante a pesquisa, casais [...]]]></description>
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</div>
<div>Um estudo do departamento de psicologia da universidade de  Delaware, nos Estados Unidos, indica que o ciúmes pode distrair tanto  uma pessoa a ponto de ela não perceber o que está a frente de seus  olhos, ou seja, &#8220;cegar&#8221; o ciumento. As informações são do <em>Live  Science</em>.</div>
<p>Durante a pesquisa, casais foram colocados em computadores  individualmente, sendo separados por cortinas. As mulheres tinham que  clicar em imagens de paisagens e fotos de arquitetura que eram giradas  em 90° na tela. Durante a sessão, piscavam na tela imagens  &#8220;emocionalmente desagradáveis&#8221; que deveriam ser ignoradas pelos  participantes.</p>
<p>Enquanto as parceiras escolhiam as imagens, os homens deveriam avaliar a  atratividade das paisagens que apareciam em suas telas. Em meio ao  experimento, um pesquisador anuncia que os homens deveriam avaliar a  atratividade de mulheres solteiras.</p>
<p>No final do experimento, as mulheres foram questionadas sobre o quão  desconfortáveis se sentiam no momento da avaliação dos parceiros sobre  outras mulheres.</p>
<p><a href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2010/04/ciumes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3587" title="Ciúmes" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2010/04/ciumes.jpg" alt="Ciúmes" width="300" height="300" /></a></p>
<p>Quanto mais ciumentas eram, mais distraídas elas ficaram no momento em  que apareciam imagens &#8220;emocionalmente desagradáveis&#8221; e diminuía a  capacidade destas de clicar nos objetos solicitados. Mas esta &#8220;cegueira&#8221;  só era verificada quando os parceiros estavam avaliando uma mulher  solteira, não quando os homens estavam vendo paisagens.</p>
<p>Segundo a reportagem, os pesquisadores acreditam que o cérebro  geralmente tende a priorizar informações emotivas, o que explicaria a  utilização de imagens desagradáveis que piscavam na tela para tirar a  atenção do objetivo das mulheres na tarefa. Mesmo estas imagens fortes  não foram percebidas enquanto os parceiros avaliavam outras mulheres.</p>
<p><strong>O pesquisador Steven Most afirma que &#8220;quando um estímulo emocional  aparece, ele chama atenção para si &#8211; e diminui a atenção de outras  coisas que aparecem imediatamente após&#8221;. &#8220;Quando a atenção está  preocupada de tal forma, tendemos a perder algo que aparece na frente de  nossos olhos&#8221;, diz Most.</strong></p>
<p><em>Fonte: Terra</em></p>
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