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	<title> &#187; Parapsicologia</title>
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		<title>Memórias Infantis de Vidas Passadas</title>
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		<comments>http://inconscientecoletivo.net/memorias-infantis-de-vidas-passadas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 11:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência Alternativa]]></category>
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		<description><![CDATA[À exemplo do artigo &#8220;O Imperativo Noético e os Mitos da Ciência&#8221; que traduzi há poucos meses aqui para o...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">À exemplo do artigo &#8220;<a title="O Imperativo Noético e os Mitos da Ciência" href="http://inconscientecoletivo.net/o-imperativo-noetico-e-os-mitos-da-ciencia/" target="_blank">O Imperativo Noético e os Mitos da Ciência</a>&#8221; que <strong>traduzi</strong> há poucos meses aqui para o Inconsciente Coletivo, trago novamente outro artigo retirado da sempre interessante newsletter do <strong>IONS</strong> &#8211; Institute of Noetic Sciences, dessa vez a respeito das pesquisas de <strong>Jim B. Tucker</strong> sobre possíveis memórias de vidas passadas apresentadas por crianças. Ele é um dos pesquisadores que mantém vivo o trabalho de Ian Stevenson.</p>
<p style="text-align: justify;">Nem preciso dizer o quanto a pesquisa realizada por Jim é intrigante e academicamente polêmica, tanto que já foi tema de inúmeras reportagens e documentários. Na internet, tem um documentário em que ele explica um pouco da sua pesquisa e mostra alguns dos casos que estuda:</p>
<p style="text-align: justify;"><p><a href="http://inconscientecoletivo.net/memorias-infantis-de-vidas-passadas/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;">O restante do documentário pode ser visto na Videoteca do Inconsciente Coletivo, <a title="Videoteca - Histórias de Vidas Passadas" href="http://inconscientecoletivo.net/videos/search.php?keywords=vidas+passadas&amp;btn=Pesquisar" target="_blank">clicando aqui</a>. Ou também num post anterior que escrevi sobre o assunto, <a title="Lembranças de Vidas Passadas" href="http://inconscientecoletivo.net/lembrancas-de-vidas-passadas/" target="_blank">Lembranças de Vidas Passadas</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Então. O artigo de hoje é na verdade uma entrevista realizada por <strong>Dean Radin</strong>, que é um pesquisador e autor conhecido na área de Parapsicologia, que também foi por diversas vezes presidente da <em>Parapsychological Association</em> (PA). É autor do livro &#8220;<a title="Mentes Interligadas - Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21439964/mentes+interligadas:+evidencias+cientificas+da+telepatia,+da+.../?franq=269293" target="_blank">Mentes Interligadas</a>&#8221; e &#8220;The Conscious Universe&#8221;. Além disso, Dean é um dos cientistas seniores do IONS.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois vamos ao que interessa! Os grifos em rosa no texto são meus. Abaixo, compilei duas mini-biografias de Tucker e Stevenson, e em seguida se inicia a entrevista com Tucker.</p>
<p style="text-align: center;"> +++</p>
<p>&nbsp;</p>
<table width="95%" border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: justify;"><a href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2011/11/Ian_stevenson.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5003" style="border-style: initial; border-color: initial; border-width: 0px;" title="Ian Stevenson" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2011/11/Ian_stevenson-211x300.jpg" alt="" width="211" height="300" /></a></td>
<td style="text-align: justify;" bgcolor="#FFCC66"><strong>Ian Pretyman Stevenson</strong> (Montreal, 31 de Outubro de 1918 — Charlottesville, 8 de Fevereiro de 2007) foi um médico psiquiatra canadense. A sua pesquisa incluía o tema da reencarnação, a experiência de quase-morte (EQM), aparições ou visões no leito de morte, a problemática do relacionamento entre mente e cérebro, e a continuidade da personalidade após a morte. Interessou-se, ainda, pela memória que as crianças possuíam de vidas passadas. O astrofísico e divulgador da Ciência, Carl Sagan, expressou que o trabalho deste psiquiatra era um dos poucos estudos sobre um fenômeno paranormal que merecia ser analisado. Stevenson publicou apenas para as comunidades científica e acadêmica, e seus mais de 200 artigos e vários livros &#8211; trazendo ricos detalhes de pesquisa e argumentos acadêmicos &#8211; podem ser técnicos demais para um público leigo. Sua pesquisa, com <strong>mais de 3.000 estudos de caso</strong>, fornece evidências discutidas por Stevenson, <strong>apoiando a possibilidade de reencarnação</strong>, apesar de ele mesmo ter sido sempre muito cauteloso ao se referir a elas como &#8220;casos sugestivos de reencarnação&#8221; ou &#8220;casos do tipo de reencarnações&#8221;.[WIKIPEDIA]</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table width="95%" border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: justify;" bgcolor="#FFCC66"><strong>Dr. Tucker</strong> é Professor Associado de Psiquiatria e Ciências Neurocomportamentais da Universidade da Virgínia. Ele está continuando o trabalho de Ian Stevenson na<em> UVA Division of Perceptual Studies</em> com crianças que relatam memórias de vidas anteriores. Seus principais interesses de pesquisa são crianças que parecem se lembrar de vidas anteriores, e lembranças pré-natais e de nascimento. Ele é o autor de <em><a title="Vida Antes da Vida - Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21333066/vida+antes+da+vida/?franq=269293" target="_blank">Vida Antes da Vida</a>:. Uma Investigação Científica de Memórias Infantis de vidas Passadas</em>, que apresenta <strong>uma visão geral de mais de 40 anos de pesquisa de reencarnação</strong> na Division of Perceptual Studies. Tucker, psiquiatra infantil credenciado, trabalhou por vários anos nesta pesquisa com Ian Stevenson antes de assumir o lugar deste em virtude da aposentadoria de Stevenson em 2002.</td>
<td bgcolor="#FFFFFF"><a href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2011/11/Jim_Tucker.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5013" style="border-style: initial; border-color: initial; border-width: 0px;" title="Jim Tucker" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2011/11/Jim_Tucker.jpg" alt="" width="250" height="228" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: center;">Memórias Infantis de Vidas Passadas</h2>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><em>Entrevista original IONS &#8211; Tradução livre e adaptada de Karina &#8211; Inconsciente Coletivo.net</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nota do Editor:</strong> No diálogo a seguir, retirado e editado da série de teleseminários “<em>Essentials of Noetic Science</em>” do Instituto de Ciências Noéticas, o cientista sênior do IONS, Dean Radin, conversa com Jim Tucker, professor associado de Psiquiatria e Ciências Neurocomportamentais da Universidade de Virgínia, que também trabalhou no Departamento de <em>Perceptual Studies</em>, fundado por Ian Stevenson em 1967.  Stevenson foi um psiquiatra, melhor conhecido pelos seus estudos de reencarnação com crianças; Tucker tem continuado o trabalho que Stevenson iniciou. O seu mais recente livro é &#8220;<a title="Vida Antes da Vida - Submarino" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21333066/vida+antes+da+vida/?franq=269293" target="_blank">Vida Antes da Vida</a>&#8220;. Nele, Tucker contesta a noção de que a consciência é somente o resultado do funcionamento do cérebro e sugere que a consciência pode ser considerada separada do cérebro, o que fornece os fundamentos para as alegações de reencarnação.</p>
<p style="text-align: center;">_________________________________________________</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;"><strong>Radin</strong>:</span> Jim, você poderia começar nos dizendo como você se envolveu nesta área de pesquisa atraente e incomum ?</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Tucker:</strong></span> Você mencionou que Ian começou sua visão em 1967, mas ele realmente começou este trabalho em 1961, quando realizou sua primeira viagem para estudar estes casos. Ian era um psiquiatra com uma carreira de sucesso acadêmico, ele foi presidente do Departamento de Psiquiatria aqui na Universidade de Virgínia, enquanto ainda no final dos seus trinta anos. Mas Ian sempre teve interesse em parapsicologia e sobre a questão da sobrevivência após a morte. Ao longo dos anos, ele coletou 44 casos de pessoas que relataram memórias de vidas anteriores, de várias fontes, tais como jornais, revistas e periódicos. Quando ele colocou todos juntos, encontrou muitas semelhanças, incluindo o fato de que muitos deles eram crianças relatando essas memórias. Ian se perguntou se os casos atuais de tais crianças ainda poderiam ser encontrados e escreveu sobre tudo isso em um artigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo depois, Ian ouviu falar sobre alguns casos na Índia e fez sua primeira viagem para lá em 1961. Ele ouviu cerca de cinco casos, mas uma vez que chegou à Índia, encontrou 25 casos. Ian descobriu que as memórias de vidas passadas eram muito mais comuns do que ninguém jamais havia conhecido antes. Ele tornou-se cada vez mais interessado e, eventualmente, deixou o cargo de presidente do Departamento de Psiquiatria para formar o Departamento de Estudos da Percepção e trabalhar sobre estes casos em tempo integral. Ian fez isso por várias décadas e publicou numerosos livros e artigos acadêmicos sobre o assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando eu estudava aqui na Universidade de Virgínia, em psiquiatria no final dos anos 80 e início dos 90, eu ouvi sobre o trabalho de Ian, mas naquele momento eu não estava intrigado por ele. Após a minha formação, eu parti para a clínica particular e casei novamente. Minha esposa estava <em>muito</em> intrigada a respeito de reencarnação, médiuns, e as coisas que eu realmente nunca tinha pensado muito, e por causa de seu interesse, eu comecei a realizar muitas leituras. Aconteceu de eu estar lendo um dos livros de Ian quando soube que sua divisão havia recebido uma nova concessão para estudar os efeitos das experiências quase-morte sobre as vidas de quem as havia tido. Procurando por uma espécie de passatempo, além de minha prática médica, eu liguei para ele, e por um par de anos, ajudei entrevistando pacientes. Eventualmente, Ian perguntou se eu estaria interessado em fazer uma viagem para a Ásia com um de nossos colegas para estudar alguns destes casos. Eu estava muito interessado, e depois disso, entrei para o departamento por meio período e em 2000 passei para o período integral. Eu venho fazendo isso desde então.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;"><strong>Radin</strong></span>: Dado o seu envolvimento por tantos anos agora, eu suponho que você continua a encontrar algo interessante nas histórias que ouve. O que você pode dizer tanto sobre a sua primeira viagem para a Ásia ou viagens subsequentes que lhe deu a percepção ao estudar esses casos de que há algo de real acontecendo?</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Tucker: </strong></span>Bem, os fenômenos certamente foram muito impressionantes. Estas crianças fazem declarações sobre alguém que morreu antes de elas nascerem, que acabam por ser notavelmente precisas. Algumas crianças falam sobre serem membros falecidos da família. Outros descrevem se sentirem estranhos em outros locais e compartilham detalhes que as pessoas que vão lá descobrem estar certos &#8211; alguém tinha vivido e morrido ali exatamente como a criança descrevia.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu também estive impressionado com o componente emocional: é claro que para muitas destas crianças este não é um jogo de faz de conta, mas sim muito importante e significativo para elas. Elas falam sobre as pessoas que sentem falta. Algumas das crianças choram diariamente para serem levadas por alguém que eles dizem ser a sua família real. Recentemente, estudei um caso americano interessante em que a mãe tinha ouvido falar sobre esses fenômenos anos antes de ter seu filho, e ela pensou então que seria &#8220;ótimo&#8221; ter um filho com memórias de vidas passadas. Mas quando ela teve um filho que realmente se lembrou da sua vida passada, ela descobriu que não era nem um pouco ótimo, porque <span style="color: #ff00ff;"><strong>é traumático para a criança falar sobre as pessoas e os lugares que ela sente falta. Seu filho chora todas as noites por causa da vida que ele costumava ter. Este caso foi inclusive filmado para um documentário.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;"><strong>Radin:</strong></span> Conte mais sobre esse caso.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Tucker:</strong></span> Há outros casos americanos que são igualmente fortes. Em um deles, a criança falou sobre uma vida em Hollywood, o que obviamente pode soar como uma fantasia. O menino tinha quatro anos de idade na época. Ele deu um monte de detalhes sobre sua vida anterior: dançando no palco, em seguida, se tornando um ator, então, um agente, tendo uma grande piscina, viajando ao redor do mundo em um barco grande, e assim por diante. Sua mãe tentou conseguir memórias mais específicas, então ela arranjou alguns livros de filmes antigos de Hollywood para o menino vasculhar e ver se mais alguma memória seria provocada. Quando se depararam com uma imagem de um velho filme de George Raft, o menino olhou para ele e disse: &#8220;Oh, esse é o filme que eu fiz com o George.&#8221; Ele então apontou para o homem da foto e disse: &#8220;Este sou eu, mãe. Esse é quem eu fui&#8221;. Descobriu-se que o cara que ele apontou foi um extra que não tinha linhas no filme. Foi um processo considerável identificar quem era essa pessoa, mas ele acabou por ser um cara que tinha sido um bailarino no palco antes de ir para Hollywood para se tornar um ator. Ele acabou por ter uma casa grande e uma piscina, ele se tornou um agente, e ele realmente viajou pelo mundo em um barco grande, o Queen Elizabeth &#8211; temos fotos dele no barco. Nem todos os detalhes surgiram neste caso, mas muitos deles sim. Os críticos dizem que é apenas coincidência.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2011/11/reincarnation.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5039" style="border-style: initial; border-color: initial; border-width: 0px;" title="Reencarnação" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2011/11/reincarnation.jpg" alt="" width="493" height="310" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><strong><span style="color: #3366ff;">Radin</span>:</strong></span> O que você faz com ou como você interpreta as coisas que uma criança diz que não fecham com os fatos? Ou será que esses detalhes não podem ser confirmados?</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Tucker:</strong></span> Havia um monte de coisas que não puderam ser confirmadas neste caso, porque um monte de pessoas que conheceram esse cara não estão mais por aí. Fomos capazes de falar com sua filha, que era muito jovem quando ele morreu, mas que ainda sabia o essencial da vida dele. Muitos detalhes permanecem que podem ou não ser verdade, e, <span style="color: #ff00ff;"><strong>como com a maioria dos casos, a criança compartilhou algumas coisas que estavam simplesmente incorretas. Mas então, quando qualquer um de nós fala sobre bem do início da nossa infância desta vida, nós também podemos aparecer com coisas que estão incorretas. Talvez por isso não devemos esperar 100 por cento de precisão com os detalhes de vidas passadas.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Este menino em particular, também parece ter alguma habilidade psíquica. Ele surgiu com algumas previsões específicas sobre as pessoas, como quando ele disse a sua avó que ela iria contrair catapora, e algumas semanas mais tarde ela teve um surto de herpes zóster. Então pode ser que ele consiga acessar o material de uma variedade de lugares para além da vida passada desta pessoa somente. Ele certamente está conectado emocionalmente com aquela vida em específico.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;"><strong>Radin:</strong></span> É lamentável que as habilidades psíquicas e memórias de reencarnação se sobreponham, porque isso torna mais difícil de saber ou interpretar a informação que está surgindo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Tucker:</strong></span> Isso mesmo. Há alguns argumentos contra isto (reencarnação) como sendo puramente material psíquico. Por um lado, certamente não é a experiência das crianças presentes, elas estão relatando não apenas informações, mas experiências passadas do ponto de vista de uma pessoa. Além disso, a maioria das crianças não apresentam quaisquer outras habilidades psíquicas além de todos esses detalhes sobre uma pessoa específica. Isto não desmente que poderia ser psíquico, super-psi, ou o que você quiser chamar essas coisas, mas acho que isso, nesse aspecto, torna mais questionáveis os casos que parecem ser uma criança lembrando de uma vida passada.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;"><strong>Radin:</strong></span> Então, se você, um psiquiatra infantil, fosse pedir a crianças pequenas para inventar a melhor história que pudessem sobre serem reencarnações, é possível dizer, pela resposta emocional delas ou algo do tipo, se a criança está inventando a história?</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Tucker:</strong></span> Os pais costumam dizer que conseguem perceber a diferença &#8211; que não é o mesmo que as histórias de cantilenas ou faz-de-conta que as crianças contam. As histórias são muito mais sérias, objetivas, e, algumas vezes, emocionais. <span style="color: #ff00ff;"><strong>Assim como as experiências de quase-morte, você deve olhar para o efeito que a história tem sobre a pessoa, e certamente estas memórias aparentes podem ter um efeito emocional considerável nas crianças que as possuem.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;"><strong>Radin:</strong></span> Originalmente, esses casos foram relatados na Índia por causa do apoio cultural a reencarnação, mas há casos em todos os países do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Tucker:</strong></span> Sim, em todos os países onde os casos foram procurados, eles foram encontrados &#8211; todos os continentes, exceto na Antártida, onde ninguém olhou. Eles são certamente mais fáceis de encontrar em culturas que acreditam na reencarnação, por isso há muitos casos da Índia, Sri Lanka, Tailândia, Birmânia, e lugares como aqueles. Mas os casos também são encontrados nas culturas que não possuem a crença popular na reencarnação, como os Estados Unidos, e agora com a Internet, as pessoas podem facilmente nos encontrar na universidade. Nós ficamos sabendo o tempo todo de pais cujos filhos estão relatando essas coisas. Alguns dos casos são muito mais fortes do que outros, mais detalhados do que outros, mas certamente esses fenômenos vão além de lugares onde há a crença na reencarnação. A maioria das famílias nos Estados Unidos dizem que não acreditavam em reencarnação antes de as crianças começarem a relatar estas coisas.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;"><strong>Radin:</strong></span> O que já se sabe sobre os dados demográficos de onde a reencarnação veio? Estou pensando especificamente na localização geográfica; por exemplo, eu não sei de casos da Índia em que alguém relatou ter tido uma vida anterior em outro país.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Tucker:</strong></span> Bem, há alguns, mas eles geralmente têm uma conexão com esse país. Por exemplo, na Índia, havia o que Ian chamava &#8220;casos de bombardeiro loiro&#8221;, em que as crianças falaram sobre ter sido, digamos, um piloto britânico que foi morto durante a Segunda Guerra Mundial ou algo assim. Ian também encontrou um par de dúzias de casos na Birmânia, as crianças birmanesas disseram que tinham sido soldados japoneses que haviam sido mortos na Birmânia durante a Segunda Guerra Mundial. Os japoneses eram desprezados na Birmânia, então é difícil imaginar que os pais estariam incitando as crianças a dizer o que elas estavam dizendo. Além disso, as crianças apresentaram inclinações japonesas: por exemplo, queixando-se de um alimento birmanês picante e pedindo para comer peixe cru em seu lugar. Homens birmaneses vestem uma roupa especial, que é essencialmente uma saia, mas essas crianças se recusaram e queriam usar calças ao invés. É um pouco mais fácil de ver as características comportamentais desses casos, quando há uma distinção internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas você está certo: é incomum para uma criança falar sobre uma vida em outro país &#8211; e muitas vezes nós não perseguimos esses casos. Digamos que estamos estudando uma criança na Tailândia que diz: &#8220;Eu costumava viver na África.&#8221; Não há muito o que podemos fazer para pesquisar esses relatos a menos que o caso forneça detalhes muito específicos. Nós recebemos alguns relatos desse tipo de crianças norte-americanas, mas novamente há pouco o que podemos fazer.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff00ff;"><strong>Outra coisa a se ter em mente é que os nossos casos tendem a envolver vidas passadas recentes. O intervalo médio entre a morte da pessoa anterior e o nascimento da criança é de apenas 16 meses. Nestes casos de reencarnação, a pessoa volta rápido e razoavelmente por perto.</strong></span> Sim, existem exceções, como o menino que eu falei anteriormente, havia 50 anos entre as vidas naquele caso. Mas é muito mais comum que eles sejam mais recentes.<span style="color: #ff00ff;"><strong> &#8220;Negócios inacabados&#8221; é um termo subjetivo, no entanto, muitos destes casos realmente parecem envolver negócios inacabados. Cerca de 70 por cento deles envolverá uma morte por meios não naturais, geralmente uma morte violenta. Muitos deles envolvem os jovens, crianças ou adultos muito jovens. Pode ter havido um forte impulso para retornar &#8211; o que nos dá como a reencarnação poderia funcionar. Então, por qualquer razão, eles parecem voltar rapidamente, e eles voltam com memórias intactas.</strong></span> Mas estes casos não podem ser generalizados para o resto da população. Que a grande maioria das crianças fala sobre uma vida no mesmo país não significa necessariamente que outras pessoas teriam as mesmas restrições.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;"><strong>Radin:</strong></span> Mas isso implica que se é verdade para algumas crianças, provavelmente é verdade para todos, quer nos lembremos ou não.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Tucker:</strong></span> Eu vou e volto sobre isso, para dizer a verdade. Estes casos fornecem evidências de que pode haver sobrevivência após a morte, mas eu não acho que estes casos requerem necessariamente, talvez nem sequer implicam, que a sobrevivência após a morte tem que ser neste mesmo mundo em que estamos agora. Esses casos mostram que isso pode acontecer, mas se o nosso mundo é, essencialmente, criado a partir da consciência &#8211; o que eu acredito &#8211; então eu não vejo nenhuma razão porque outros mundos não poderiam ser criados a partir da consciência também. Assim, a consciência que cada um de nós possui iria continuar de alguma forma, mas não necessariamente de volta a este mundo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;"><strong>Radin:</strong></span> Você acredita que o mundo é feito de consciência?</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Tucker:</strong></span> Não necessariamente feito, mas que cresce a partir da consciência.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;"><strong>Radin:</strong></span> Descreva isso com um pouco mais de detalhes.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Tucker:</strong></span> Bem, isso entra na física quântica, que, confesso, não entendo completamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;"><strong>Radin:</strong></span> Ninguém entende.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Tucker:</strong></span> Eu não sei o quanto entrar em detalhes, mas há a idéia de que a observação é necessária para o colapso da função de onda &#8211; basicamente, os eventos não ocorrem até que sejam observados. E isso é verdade no nível quântico não apenas para os eventos atuais, mas para eventos passados também. O passado tem que ser observado antes de entrar em realidade. Eles dizem que existem tantas interpretações da teoria quântica como existem físicos quânticos. Minha interpretação é que se a observação é necessária para eventos físicos existirem, então algo tem que estar fazendo a observação. Eu acho que o argumento pode ser levantado &#8211; e pessoas como o físico Henry Stapp têm mais ou menos feito isso &#8211; de que a consciência é necessária para o colapso da função de onda, ou essencialmente para que os eventos ocorram. A idéia de que eventos do passado não existem até que sejam observados é semelhante ao mundo dos sonhos, onde as pessoas não existem nesse mundo até que nós as observemos. É mais ou menos o mesmo em nosso universo físico: as coisas realmente não existem até que sejam observadas. Eu acho que um argumento muito forte pode ser feito de que o mundo físico pode muito bem ser uma criação da mente também.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;"><strong>Radin:</strong></span> Não necessariamente da mente pessoal, mas de algo maior que isso?</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Tucker:</strong></span> Bem, essa é uma pergunta. <span style="color: #ff00ff;"><strong>A idéia de William James é que a consciência flui através de nossas mentes individuais, que o nosso cérebro não cria a consciência que flui através dele.</strong></span> Então, é como se cada um de nós servisse de portal para seres de consciência. E todos nós viemos de uma fonte? Não há nenhuma maneira de saber disso com certeza. Agora outra: Sob a superfície, nós estaremos todos conectados mesmo que parecemos estar separados? Envolver-me neste trabalho fez-me curioso sobre um monte de coisas. Dez anos atrás, eu não sabia quase nada sobre física quântica, agora eu sei o suficiente para ter uma opinião. Além disso, quanto mais você olhar para os vários aspectos da parapsicologia &#8211; experiências de quase-morte, casos de reencarnação, médiuns, místicos, aparições &#8211; com certeza parece que a consciência pode sobreviver sem um recipiente físico, isto é, o corpo e o cérebro.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;"><strong>Radin:</strong></span> Quando foi que casos de vidas passadas com marcas correspondentes a uma vida passada apareceram, e estes ocorrem em crianças também?</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Tucker:</strong></span> Eles ocorrem em crianças, como marcas de nascença ou defeitos de nascimento que correspondem a feridas, geralmente a ferida fatal, do corpo da pessoa anterior. Como um médico com um interesse particular em medicina psicossomática, Ian ficou bastante intrigado por esta conexão entre o mental e o físico. Então, quando ele começou a ouvir sobre esses casos lá nos anos sessenta, ele ficou muito interessado neles. <span style="color: #ff00ff;"><strong>Ele levou cerca de vinte anos para finalmente escrever sobre isso, mas eventualmente publicou uma obra de 2000 páginas tratando da biologia da encarnação para mais de 200 desses casos. Muitos deles não são os usuais defeitos ou a marca de nascença que muitas pessoas têm, mas casos bastante horríveis de membros amputados, os dedos deformados, e coisas assim.</strong></span> Há também casos distintos, por exemplo, onde a pessoa anterior foi baleada e morta e depois a criança nasce tanto com a pequena ferida arredondada de entrada no lugar certo como também uma ferida de saída maior, de forma irregular, no lugar certo. Tais marcas de nascença distintivas ou defeitos de nascimento correspondem às declarações que uma criança faz sobre a pessoa anterior. Quando podia, Ian iria buscar relatórios de autópsia para confirmar um acerto, e quando estes não estavam disponíveis, já que muitas vezes não estavam, ele iria buscar relatos de testemunhas oculares para determinar o quão bem as marcas correspondem às feridas que a pessoa anterior sofreu.</p>
<table width="95%" border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#B3D0FD"><img class="aligncenter" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2011/11/reincarnation2.chest_.gif" alt="Marcas de nascença" width="541" height="197" /></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: justify;" bgcolor="#B3D0FD" width="49%">[Esquerda:] Máculas hipocrômicas no peito de um jovem indiano que, quando criança, disse que se lembrava da vida de um homem, Maha Ram, que foi morto por uma espingarda que disparou à queima-roupa. [Direita:] Os círculos mostram os ferimentos principais de espingarda em Maha Ram, extraídos do relatório da autópsia do falecido. &#8212; Do arquivo do dr. Ian Stevenson &#8211;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;"><strong>Radin:</strong></span> Se formos tomar esses casos pelo seu valor aparente, como nós iremos mesmo começar a interpretar o que a conexão mente-corpo significa? Isso faz com que o corpo seja extremamente fluido em termos de como será construído.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Tucker:</strong></span> Quando comecei a participar deste trabalho, eu tinha dificuldade para engolir essa idéia. Mas a maneira que eu penso nela agora é que sabemos a partir de outros trabalhos que as imagens mentais podem ter efeitos específicos no corpo &#8211; por exemplo, em estigmas ou em alguns casos de hipnose. Há um caso famoso que você provavelmente está ciente de  que um cara reviveu um evento traumático, onde seus braços tinham sido amarrados, e ao reviver o evento, ele desenvolveu o que parecia ser marcas de cordas em seus braços. Então, há momentos em que você obtém esses efeitos muito específicos do corpo a partir de imagens mentais. <span style="color: #ff00ff;"><strong>Bem, se uma consciência que experimenta ser baleada sobrevive, pode levar essa imagem mental com ela para um feto em desenvolvimento, e  o feto em desenvolvimento pode ser um corpo físico particularmente suscetível que pode ser afetado pela imagem mental. Assim, quando a criança nasce, os sinais de nascença vêm com ela</strong></span>.</p>
<table width="95%" border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#B3D0FD"><img class="aligncenter" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2011/11/reincarnation3.ear_.jpg" alt="Defeito de nascença" width="258" height="279" /></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: justify;" bgcolor="#B3D0FD" width="49%">Orelha severamente malformada (microtia) em um menino turco que disse que se lembrava da vida de um homem que foi ferido mortalmente no lado direito da cabeça por uma espingarda descarregada a curta distância.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;"><strong>Radin:</strong></span> É este  o caso também de crianças que relatam vidas passadas que retém um talento que a pessoa anterior tinha &#8211; alguma habilidade indentificável na música ou dança, por exemplo?</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Tucker:</strong></span> Isto tende a ser uma questão mais subjetiva. Há a questão, é claro, de onde as crianças prodígio obtém suas habilidades. Mas eu não estou ciente de nenhum caso de prodígios tipo Mozart que também tem memórias de vidas passadas. Em nossos casos, as crianças não são prodígios, emboram tendem a aprender as coisas mais rapidamente do que as outras, como um instrumento musical ou outro idioma. Infelizmente, às vezes não há ninguém por perto que possa dizer se é um idioma real &#8211; na Birmânia, por exemplo, não haveria ninguém que pudesse falar japonês que saberia que uma criança está realmente falando isso. Mas tem havido alguns casos bem documentados de crianças falando em uma língua desconhecida. <span style="color: #ff00ff;"><strong>De qualquer forma, essas habilidades podem surgir, mas não em plena força. É como se você não jogar basquete por 40 anos e recomeçar a jogar novamente; você atira melhor do que nunca atirou, mas irá requerer um monte de prática para ficar bom nisso novamente.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;"><strong>Radin:</strong></span> Então, dado que estamos chegando ano que vem aos 50 anos desde que Ian iniciou sua pesquisa, o que está no horizonte além de continuar a recolher mais casos interessantes?</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Tucker:</strong></span> Uma coisa que eu tenho tentado fazer, e recentemente tenho tido mais sucesso com isso, é coletar casos americanos, porque penso que é muito fácil para as pessoas descartarem os casos asiáticos como fenômeno cultural. Eu penso que os casos americanos sejam mais difíceis de se ignorar.</p>
<p style="text-align: justify;">A outra coisa em que estamos trabalhando é em um banco de dados de computador. Para cada um de nossos casos, nós os codificamos em 200 variáveis e então os colocamos na base de dados. Infelizmente, 200 variáveis levam muito tempo para serem codificadas. Então, este é um estudo de vários anos, e nós temos cerca de 1.800 deles no banco de dados, de um total de 2.500 que foram estudados.Com este tipo de banco de dados, é possível identificar padrões que você não pode realmente ver em um caso individual. Por exemplo, uma coisa que nós observamos é a crítica de que os pais super-entusiásticos criam os casos. Nós examinamos a codificação para a reação inicial dos pais de um caso para ver quão bem ele corresponde ao quão forte é o caso, e vimos que não corresponde de modo algum. Uma vez que temos toda a coleção, nós podemos executar estatísticas sobre basicamente qualquer área desses casos que nos intriga.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>(Irlanda: idoso carbonizado foi vítima de combustão espontânea)</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Sep 2011 18:17:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mistérios]]></category>
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		<category><![CDATA[Parapsicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[incêndio]]></category>
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		<description><![CDATA[Um dos fenômenos mais intrigantes estudados pela Parapsicologia, na minha opinião, vira notícia essa semana. Já havia comentando brevemente o...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos fenômenos mais intrigantes estudados pela Parapsicologia, na minha opinião, vira notícia essa semana. Já havia comentando brevemente o assunto num <a title="Post Especial de Aniversário de 1 ano do blog e..." href="http://inconscientecoletivo.net/post-especial-aniversario-de-1-ano-do-blog-e/" target="_blank">post mais antigo</a>. Para quem  nunca ouviu falar da <strong>Combustão Humana Espontânea</strong>, transcrevo aqui uma descrição bem geral desse fenômeno, que retirei do livro &#8220;<a title="Dicionário do Mundo Misterioso" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/172685/dicionario+do+mundo+misterioso/?franq=269293" target="_blank">Dicionário do Mundo Misterioso</a>&#8220;, de Gilberto Schoereder. Mais abaixo, coloquei um vídeo que também explica de modo bem básico o mistério. Porque é, de fato, um mistério &#8211; já foram propostas inúmeras teorias, e até o momento não conseguimos sair do reino das especulações (algumas tão absurdas quanto o próprio fenômeno que tentam explicar&#8230;).</p>
<p>Os grifos são meus!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><strong>COMBUSTÂO HUMANA ESPONTÂNEA</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2011/09/shc.jpg"><img class="size-full wp-image-4916 aligncenter" style="border: 0pt none;" title="Combustão Humana Espontânea (SHC)" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2011/09/shc.jpg" alt="" width="320" height="160" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Um dos mais indecifráveis fenômenos estudados pela parapsicologia, e conhecido internacionalmente pelas siglas SHC (Spontaneous Human Combustion). A combustão humana espontânea, como o nome indica, consiste numa auto-inflamação de um ser humano, às vezes queimando completamente o corpo, outras vezes restringindo-se a pontos específicos do corpo. O fenômeno também foi conhecido como pirocinesia ou pirogenese. <strong><span style="color: #ff6600;">Não parece haver qualquer critério quanto ao tipo de pessoas que podem ser atingidas pelo fenômeno, assim como nenhum estudo ainda conseguiu chegar às possíveis causas. Em alguns casos fatais, o corpo da vítima foi completamente destruído por um fogo de origem desconhecida, chegando até mesmo a transformar os ossos em pó, uma operação que, em condições normais, só pode ser executada a temperaturas altíssimas &#8211; cerca de 1.500 graus &#8211; e durante um longo período de tempo.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Existem casos registrados do  fenômeno em que as <strong>vítimas foram destruídas em poucos minutos</strong>. Outra característica para a qual não se tem explicação é o fato de <strong>os corpos serem queimados sem que danifiquem objetos que se encontram próximos a vítima</strong>. Foram registrados casos ocorridos em recintos fechados em que apenas o corpo queimou, ficando o restante do aposento absolutamente intocado.<strong> Não existem explicações naturais para o fenômeno</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Para complicar a possibilidade de se estabelecer uma relação entre as vítimas, <strong><span style="color: #ff6600;">sabe-se que a combustão humana espontânea ocorre com maior frequência durante os períodos em que a atividade magnética do Sol está em seu ponto mais elevado</span></strong>, o que levou alguns dos estudos para o campo das estruturas magnéticas do corpo. Os casos de &#8220;combustão localizada&#8221; também são muitos, e uma das características consiste no fato de que <span style="color: #ff6600;"><strong>as vítimas por vezes sequer percebem que estão queimando, como se houvesse uma insensibilização da área. As pequenas chamas que surgem no corpo das pessoas são azuis, o que, segundo especialistas, indica uma origem interna e não externa</strong></span> como alguns pesquisadores acreditaram durante muito tempo. <strong>Essa chama pode se prender  aos objetos que entram em contato com ela, podendo até mesmo passar de uma pessoa para outra, se houver o contato</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo alguns estudiosos, esses casos de combustão humana espontânea poderiam e deveriam ser estudados por outras áreas da ciência, mas geralmente não se dá muita atenção ao fenômeno, especialmente devido à absoluta ausência de explicações viáveis. Alguns parapsicólogos ainda estão em dúvida quanto ao fato de o fenômeno pertencer ou não ao campo de pesquisa da parapsicologia.</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://inconscientecoletivo.net/irlanda-idoso-carbonizado-foi-vitima-de-combustao-espontanea/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>+++</p>
<h3>Um médico legista da Irlanda afirmou que um homem que morreu queimado dentro de casa foi vítima de uma combustão espontânea &#8211; possivelmente o primeiro caso deste tipo na Irlanda.</h3>
<p>Michael Faherty, 76 anos, morreu em sua casa em Galway no dia 22 de dezembro de 2010. O corpo carbonizado foi encontrado com a cabeça virada para a lareira.</p>
<p>Contra as suspeitas, o legista de West Galway, Ciaran McLoughlin, disse em uma audiência na Justiça do país, que o incêndio não foi a causa do fogo que matou Faherty. McLoughlin disse também que não há indícios de incêndio criminoso.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">O fogo ficou restrito à sala de Faherty e os únicos danos ocorreram no corpo da vítima &#8211; que ficou totalmente queimado -, no teto logo acima de onde ele estava e o chão onde o corpo estava.</span></strong></p>
<p><strong>Parecer raro</strong></p>
<p>O legista afirmou que foi a primeira vez em 25 anos de carreira que deu um parecer de combustão espontânea.</p>
<p>McLoughlin disse ter consultado livros sobre o assunto e feito pesquisas para esclarecer a causa da morte.</p>
<p>O especialista forense afirmou ter encontrado informações sobre combustão espontânea em um livro, e notou que estes casos quase sempre ocorrem perto de uma lareira ou de uma chaminé.</p>
<p>&#8220;<span style="color: #ff6600;"><strong>O incêndio foi totalmente investigado e minha conclusão é de que se encaixa na categoria de combustão humana espontânea, para o qual não há uma explicação adequada</strong></span>&#8220;, afirmou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Terra/BBC Brasil</em></p>
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		<title>(Ritual sobre brasas faz corações baterem em sincronia)</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2011 12:44:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência Alternativa]]></category>
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		<description><![CDATA[Estudo mostrou que parentes e amigos daqueles que caminhavam sobre as brasas tiveram batimentos quase idênticos ao do caminhante Até...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Estudo mostrou que parentes e amigos  daqueles que caminhavam sobre  as brasas tiveram batimentos quase idênticos ao do caminhante</h3>
<p>Até onde os moradores da pequena vila espanhola de San Pedro Manrique conseguem se lembrar, o povo dali caminha sobre o fogo.</p>
<p>Eles o fazem todo 23 de junho, à meia-noite, celebrando o solstício  de verão ao cruzar um tapete de 7 metros de brasas de carvalho – que,  após horas queimando, adquiriram um vermelho incandescente. O evento é  repleto de pompa e simbolismo: procissões com estátuas religiosas,  trombetas soando antes de cada caminhada sobre o fogo, e três virgens  (atualmente, três mulheres solteiras).</p>
<p>Assim, quando cientistas quiseram medir o efeito fisiológico de andar  sobre brasas para ver se havia escoras biológicas de rituais populares,  eles encontraram alguns obstáculos.</p>
<p>“Falamos em medir a pressão arterial, os níveis de cortisona, a  tolerância à dor”, contou Ivana Konvalinka, doutoranda em bioengenharia  da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, que liderou a equipe. “Falamos  até mesmo da ocitocina”, hormônio vinculado ao prazer.</p>
<p>Mas com a dificuldade de se obter tais leituras, eles se conformaram  com os batimentos cardíacos – prendendo monitores nos “caminhantes” e  espectadores, para ver se os batimentos do público aumentariam como o  das pessoas caminhando descalças sobre brasas.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4714" class="wp-caption aligncenter" style="width: 597px"><a href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2011/05/ritualbrasas.jpg"><img class="size-full wp-image-4714  " title="Pesquisadores investigaram o que há em rituais públicos, como a caminhada sobre brasas, que aumentam a coesão de um grupo" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2011/05/ritualbrasas.jpg" alt="Pesquisadores investigaram o que há em rituais públicos, como a caminhada sobre brasas, que aumentam a coesão de um grupo" width="587" height="367" /></a><p class="wp-caption-text">Pesquisadores investigaram o que há em rituais públicos, como a caminhada sobre brasas, que aumentam a coesão de um grupo</p></div>
<p>Porém, até mesmo persuadir as pessoas a usar monitores cardíacos não  foi fácil. Antes de chegar, a equipe de pesquisa com antropólogos,  psicólogos e especialistas em religiões havia recebido a permissão do  prefeito de San Pedro Manrique. Depois ele hesitou, segundo Konvalinka.</p>
<p>“Ele nos disse que, se conseguíssemos recrutar pessoas, então tudo  bem”, afirmou ela, “mas ele não aprovava e disse às pessoas que não  participassem”.</p>
<p>Algumas pessoas desistiram ou se recusaram, incluindo aquelas que os  caminhantes do fogo carregavam nas costas – grupo que os pesquisadores  haviam pensado em monitorar. Mas outros abordaram os pesquisadores de  última hora. <strong>Finalmente, eles monitoraram 12 caminhantes e 17  espectadores que estavam apenas visitando. </strong>O prefeito também pediu que  os monitores fossem escondidos, ficando invisíveis à multidão que  preencheu o anfiteatro especial da cidade para o evento, construído para  3 mil pessoas – cinco vezes o número de moradores locais.</p>
<p>Os pesquisadores queriam investigar o que atrai as pessoas a rituais  públicos como a caminhada sobre brasas. “Existe a ideia de que os  rituais aumentam a coesão do grupo, mas o que cria esse grupo?”  questionou Konvalinka. “Supusemos a existência de algum tipo de medição  autônoma do sistema nervoso que pudesse capturar os efeitos emocionais  do ritual”.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Os resultados surpreenderam a todos. Os batimentos de parentes e  amigos dos caminhantes sobre as brasas seguiram um padrão quase idêntico  aos batimentos dos próprios caminhantes, subindo e descendo quase em  sincronia – o que não ocorreu com os batimentos dos espectadores  visitantes. Os batimentos de parentes se mantiveram sincronizados ao  longo do evento, que durou 30 minutos, com 28 participantes realizando  travessias de 5 segundos. Os batimentos cardíacos de parentes e amigos   se igualaram aos dos participantes o tempo todo – antes, durante e após  as travessias. Mesmo pessoas ligadas a outros caminhantes demonstraram  padrões similares.</strong></span></p>
<p>Especialistas não envolvidos no estudo disseram que, apesar do número  reduzido de participantes, <strong>os resultados eram intrigantes. Eles agregam  a pesquisas mostrando os batimentos de fãs de esportes de equipe quando  seus times marcam e estudos demonstrando que pessoas em cadeiras de  balanço ou batucando os dedos eventualmente sincronizam seus movimentos.</strong></p>
<p>“É apenas um estudo, mas é muito bom”, disse Michael Richardson,  professor-assistente de psicologia da Universidade de Cincinnati. “<span style="color: #ff6600;"><strong>Ela  mostra que a conexão a outras pessoas não ocorre apenas na mente. Há  esses momentos comportamentais fisiológicos, dos quais não estamos  cientes, ocorrendo continuamente com outras pessoas. Existe uma sólida  fundação de pesquisas laboratoriais que é completamente consistente com  suas descobertas. É sempre difícil conduzir esses estudos no mundo real.  Este é o primeiro caso de sucesso em escala relativamente grande, numa  situação natural”.</strong></span></p>
<p>Richard Sosis, professor de antropologia da Universidade de  Connecticut, afirmou que o estudo era “bastante empolgante”,  contradizendo a “suposição de que os rituais produzem coesão e  solidariedade apenas quando há compartilhamento de vocalizações,  movimentos e ritmos” – atividades como cantar, dançar ou marchar em  conjunto. Com o caminhar sobre brasas, os espectadores apenas  observavam, sem compartilhar qualquer atividade ou ritmo com os  participantes. E diferentes tipos de espectadores mostraram resultados  distintos, com os locais em sincronia, mas não os visitantes.</p>
<p>Segundo Sosis, coeditor de uma nova publicação, “Religion, Brains and  Behavior”, <strong>pode haver paralelos com rituais mais comuns, como  casamentos, batismos ou bar mitzvahs. Ele citou um experimento em que  Paul Zak, neuroeconomista, compareceu a um casamento e mediu os níveis  de ocitocina da noiva, do noivo e de alguns parentes e amigos,  descobrindo que muitos deles experimentaram picos de ocitocina – como se  possuíssem um vínculo com o casal.</strong></p>
<p>David Willey, físico da Universidade de Pittsburgh, em Johnstown,  pratica a caminhada sobre brasas. Ele argumenta que a prática geralmente  não queima, pois as brasas não transmitem calor suficiente em seu breve  contato com os pés. <strong>A sincronização dos batimentos cardíacos faz  sentido, disse ele, comentando seus encontros de caminhar sobre o fogo –  onde “existe um acentuado sentimento de grupo”.</strong></p>
<p>Pesquisadores podem encontrar sincronizações similares em outros  rituais provocativos, como “dobrar barras de aço com o pescoço, caminhar  sobre cacos de vidro e bungee jump”, declarou. “Eles podem vir ao meu  quintal, se quiserem”.</p>
<p>Konvalinka declarou que a equipe pretende conduzir outro estudo sobre  o caminhar em brasas, desta vez nas Ilhas Maurício. Mas também poderão  retornar a San Pedro Manrique. “No final das contas”, disse ele, “acho  que o prefeito não ligou de estarmos lá”.</p>
<p><em>Fonte: Último Segundo/The NYT</em></p>
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		<title>E a verdade&#8230;desaparece!</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jan 2011 19:03:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parapsicologia]]></category>
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		<description><![CDATA[E a &#8220;polêmica&#8221; chega ao Brasil&#8230; O paper do Dr. Bem está dando o que falar nos EUA. Com  61...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-shadow: none;">E a &#8220;polêmica&#8221; chega ao Brasil&#8230;</p>
<p style="text-shadow: none;">O <em style="text-shadow: none;">paper</em> do Dr. Bem está dando o que falar nos EUA. Com  61 páginas, o trabalho entitulado: &#8220;<a style="text-shadow: none;" title="Feeling the Future" href="http://dbem.ws/FeelingFuture.pdf" target="_blank">F<em style="text-shadow: none;">eeling the Future: Experimental Evidence for Anomalous Retroactive Influences on Cognition and Affect</em></a>&#8221; (ou em tradução livre minha: &#8220;Sentindo o Futuro: Evidência Experimental para Influências Retroactivas Anômalas na Cognição e Afeto&#8221;) conclui, a partir de uma série de nove estudos envolvendo mais de 1.000 pessoas que os eventos no futuro podem influenciar os eventos do passado (fenômeno  chamado de &#8220;retrocausação&#8221;).</p>
<p style="text-shadow: none;">Mas não pretendo defender nem criticar a pesquisa do Dr. Bem, até porque, acho que tem gente muito mais preparada para tal já fazendo isso. O que quero promover nesse post é novamente uma reflexão sobre o problema dos paradigmas, da ilusão pegajosa de &#8220;conhecimento real&#8221; que nos fazem acreditar que temos a respeito de qualquer coisa,  e de como as nossas crenças se interpõem ao <em style="text-shadow: none;">saber</em>, e consequentemente afetam a nossa realidade&#8230;</p>
<p style="text-shadow: none;">No mesmo momento que tive acesso ao paper do supracitado doutor, tive acesso também a um excelente artigo publicado no <em style="text-shadow: none;">The New Yorker</em> e produzido por um escritor norte-americano que escreve sobre psicologia, neurociência e temas científicos. O nome dele é Jonah Lehrer, e o artigo tem como título: &#8220;<a style="text-shadow: none;" title="The Truth wears-off" href="http://www.newyorker.com/reporting/2010/12/13/101213fa_fact_lehrer" target="_blank"><strong style="text-shadow: none;">A verdade desaparece: Há algo de errado com o método científico?</strong></a>&#8221; Nem preciso dizer que o artigo de Jonah cai como uma luva nessa &#8220;polêmica&#8221; do Dr. Bem, assim como em qualquer outra &#8220;descoberta&#8221; científica ou &#8220;prova&#8221; científica, independente de ser de parapsicologia ou não. Basicamente, Jonah nos conta a respeito de alguns problemas constragedores de replicabilidade (o teste da replicabilidade é a base da pesquisa moderna: sabendo que os cientistas estão sujeitos a se deixarem levar pelos resultados que<em style="text-shadow: none;"> desejam</em> ou que esperam, e desse modo, influenciarem os resultados que obtêm, o teste de replicabilidade tem como objetivo corrigir esse problema. Assim, cientistas diferentes, de laboratórios diferentes, replicam o experimento e publicam seus resultados. Se a maioria conclui a mesma coisa, ótimo, temos uma &#8220;prova&#8221;, se não, a pesquisa deve ser revisada ou quem sabe até descartada). Então. O tal problema da replicabilidade é conhecido como &#8220;efeito declínio&#8221;: é quando acontece uma queda progressiva nos resultados positivos de um experimento que inicialmente tinha sido um &#8220;sucesso&#8221;. Ou como nos diz Jonah (traduzido por mim):</p>
<blockquote style="text-shadow: none;">
<p style="text-shadow: none;">&#8220;Mas agora todos os tipos de descobertas bem-estabelecidas e multiplamente confirmadas começaram a parecer cada vez mais incertas. <span style="color: #ff0000;"><strong style="text-shadow: none;">É como se os nossos fatos estivessem perdendo sua veracidade: alegações que foram consagradas em livros didáticos subitamente são improváveis.</strong></span> Esse fenômeno ainda não tem um nome oficial, mas está ocorrendo em uma ampla gama de campos, da psicologia à ecologia. No campo da Medicina, o fenômeno parece estar extremamente espalhado, afetando não apenas os antipsicóticos mas também terapias que variam de stents cardíacos à Vitamina E e antidepressivos: Davis (<em style="text-shadow: none;">John Davis &#8211; professor de psiquiatria da Universidade de Illinois, Chicago</em>) possui uma análise a ser publicada demonstrando que a eficácia dos antidepressivos diminiu tanto quanto três vezes em décadas recentes.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-shadow: none;">O artigo segue nos contando &#8220;causos&#8221; de cientistas que obtiveram resultados (iniciais) excelentes em suas pesquisas, que ficaram famosos em suas áreas, e que depois nem eles mesmos conseguiam replicar o próprio sucesso inicial! Mesmo não conseguindo encontrar erros em suas pesquisas, mesmo fazendo tudo exatamente como deveria ser feito&#8230; A pergunta não havia mudado, mas supreendentemente a <em style="text-shadow: none;">natureza</em> parecia estar fornecendo <em style="text-shadow: none;">respostas diferentes</em>&#8230; Como explicar isso?</p>
<p style="text-shadow: none;">Bem, para não estender demais esse comentário, quero fechá-lo com a tradução dos últimos parágrafos do artigo de Jonah. Quem souber inglês, é um artigo altamente recomendável, porém é um pouco extenso para publicá-lo aqui na íntegra (5 páginas). Quem não souber, não há porque se preocupar: com a parte publicada aqui já dá para ter uma noção do &#8220;drama&#8221;. Vamos lá (tradução minha):</p>
<blockquote style="text-shadow: none;">
<p style="text-shadow: none;">No final dos anos noventa, John Crabbe, um neurocientista da <em style="text-shadow: none;">Oregon Health and Science University</em>, conduziu um experimento que mostrou que eventos desconhecidos do acaso podem enviesar testes de replicabilidade. Ele realizou uma série de experimentos sobre comportamento dos ratos em três laboratórios científicos diferentes: em Albany, New York; Edmonton, Alberta; e Portland, Oregon. Antes de conduzir esses experimentos, ele tentou padronizar todas as variáveis que podia imaginar. As mesmas cepas de camundongos foram usadas em cada laboratório, enviadas no mesmo dia pelo mesmo fornecedor. Os animais foram criados no mesmo tipo de clausura, com o mesmo tipo de cama de serragem. Eles foram expostos ao mesmo tipo de luz incandescente, estavam vivendo com o mesmo número de companheiros de ninhada, e estavam sendo alimentados com o exato mesmo tipo de ração. Quando os ratos eram manuseados, era com o mesmo tipo de luva cirúrgica, e quando eram testados era com o mesmo equipamento, na mesma hora da manhã.</p>
<p style="text-shadow: none;">A premissa desse teste de replicabilidade, é claro, é que cada um dos laboratórios deveria gerar o mesmo padrão de resultados. &#8220;Se qualquer série de experimentos deve passar no teste, essa deve ser a nossa,&#8221; disse Crabbe. &#8220;Mas não foi isso que aconteceu.&#8221;  Em um experimento, Crabbe injetou uma determinada cepa de ratos com cocaína. Em Portland, os ratos que receberam a droga se moveram, em média, 600 centímetros a mais do que normalmente faziam; em Albany eles se moveram setecentos e um centímetro adicional. Mas em Edmonton eles se moveram mais de cinco mil centímetros adicionais. Desvios semelhantes foram observados em um teste de ansiedade. Além disso, essas inconsistências não seguiram nenhum padrão detectável. Em Portland, uma cepa de rato se mostrou mais ansiosa, enquanto que em Albany outra cepa ganhou essa distinção.</p>
<p style="text-shadow: none;">A implicação perturbadora do estudo de Crabbe é que <strong style="text-shadow: none;"><span style="color: #ff0000;">um monte de dados científicos extraordinários não são nada mais do que barulho.</span></strong> A hiperatividade dos ratos drogados de Edmonton não foi um fato novo interessante, foi um caso isolado sem sentido, um <span style="color: #ff0000;"><strong style="text-shadow: none;">subproduto de variáveis invisíveis que não compreendemos</strong></span>. O problema, é claro, é que tais resultados dramáticos são mais prováveis de serem publicados em periódicos de prestígio, já que os dados são estatisticamente significativos e inteiramente inesperados. Subsídios são oferecidos, estudos de seguimento são realizados. O resultado final é um acidente científico que pode levar anos para se desvendar.</p>
<p style="text-shadow: none;">Isto sugere que <span style="color: #ff0000;"><strong style="text-shadow: none;">o efeito declínio é na verdade um declínio de uma ilusão</strong></span>. Enquanto Karl Popper imaginou a falsificação ocorrendo com um único e definitivo experimento &#8211; Galileu refutou a mecânica aristotélica em uma tarde &#8211; o processo se mostra bem mais confuso do que isso. <span style="color: #ff0000;"><strong style="text-shadow: none;">Muitas teorias científicas continuam sendo consideradas verdade mesmo após falharem em numerosos testes experimentais</strong></span>. O &#8220;Ofuscamento verbal&#8221; (uma &#8220;descoberta&#8221; de Jonathan Schooler sobre a memória) pode exibir o efeito declínio, mas permanece amplamente invocado dentro do campo. O mesmo vale para qualquer número de fenômenos, desde o desaparecimento dos benefícios dos antipsicóticos de segunda geração até a fraca taxa de acoplamento exibido por nêutrons em decomposição, que parece ter caído em mais de dez desvios padrão entre 1969 e 2001. Mesmo a lei da gravidade não tem sido sempre perfeita para predizer fenômenos do mundo real. (Em um teste, físicos medindo a gravidade por meio de perfurações profundas no deserto de Nevada encontraram uma discrepância de dois e meio por cento entre as previsões teóricas e os dados reais.) Apesar desses resultados, os antipsicóticos de segunda geração são ainda amplamente prescritos, e o nosso modelo do nêutron não mudou. A lei da gravidade permanece a mesma.</p>
<p style="text-shadow: none;"><span style="color: #ff0000;"><strong style="text-shadow: none;">Tais anomalias demonstram o quão traiçoeiro é o empirismo.</strong></span> Apesar de muitas ideias científicas gerarem resultados conflitantes e sofrerem de quedas de efeitos, elas continuam a ser citadas em livros didáticos e dirigirem a prática médica padrão. Por que? <span style="color: #ff0000;"><strong style="text-shadow: none;">Porque essas ideias parecem verdadeiras. Porque elas fazem sentido. Porque nós não suportamos descartá-las.</strong></span> E é por isso que o efeito declínio é tão problemático. Não porque ele revela a falibilidade humana da ciência, em que os dados são alterados e crenças moldam percepções. (Essas deficiências não são surpreendentes, pelo menos para os cientistas.) E não porque revela que muitas das nossas teorias mais interessantes são modas passageiras que em breve serão rejeitadas. (Essa ideia tem estado por aí desde Thomas Kuhn.) <span style="color: #ff0000;"><strong style="text-shadow: none;">O efeito declínio é problemático porque nos lembra o quão difícil é provar qualquer coisa. Nós gostamos de fingir que nossos experimentos definem a verdade para nós. Mas isso, frequentemente, não é o caso. Só porque uma ideia é verdade não quer dizer que ela possa ser provada. E só porque uma ideia pode ser provada não quer dizer que seja verdadeira. Quando os experimentos são feitos, nós ainda temos que escolher no que acreditar.</strong></span></p>
<p style="text-shadow: none;">
</blockquote>
<p style="text-shadow: none;">
<blockquote style="text-shadow: none;">
<p style="text-shadow: none;">
</blockquote>
<p style="text-shadow: none;">
<p style="text-shadow: none;">Pois é&#8230; e é isso!</p>
<p style="text-shadow: none;">+++</p>
<h2 style="text-shadow: none;">Artigo sobre percepção extrassensorial promete causar polêmica</h2>
<h3 style="text-shadow: none;">Professor da Universidade de Cornell publicará este ano um paper que diz comprovar a existência de vidência e previsão de futuro</h3>
<p style="text-shadow: none; text-align: center;">
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-shadow: none;">
<dl id="attachment_4483" class="wp-caption aligncenter" style="width: 532px; text-shadow: none;">
<dt class="wp-caption-dt" style="text-shadow: none;"><a style="text-shadow: none;" href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2011/01/darybem.jpg"><img class="size-full wp-image-4483  " title="Daryl Bem, da Universidade Cornell, vai publicar artigo científico sobre percepção extrassensorial e capacidade de prever eventos futuros" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2011/01/darybem.jpg" alt="Daryl Bem, da Universidade Cornell, vai publicar artigo científico sobre percepção extrassensorial e capacidade de prever eventos futuros" width="522" height="326" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd" style="text-shadow: none;">Daryl Bem, da Universidade Cornell, vai publicar artigo científico sobre percepção extrassensorial e capacidade de prever eventos futuros</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-shadow: none;">Uma das mais respeitadas revistas científicas de psicologia aceitou  publicar um artigo apresentando o que seu autor descreve como uma das  mais fortes provas da existência de percepção extrassensorial (ESP, na  sigla em inglês), a habilidade em conhecer o futuro.</p>
<p style="text-shadow: none;">A decisão pode agradar os que acreditam nos chamados eventos  paranormais, mas já divide a comunidade científica. Cópias antecipadas  do trabalho, a ser publicado este ano no The Journal of Personality and  Social Psychology, têm circulado amplamente entre acadêmicos nas últimas  semanas, gerando um misto de divertimento e desprezo.</p>
<p style="text-shadow: none;">O artigo descreve nove experimentos de laboratório pouco comuns  realizados na última década por seu autor, Daryl J. Bem, professor  emérito da Universidade de Cornell, testando a capacidade de estudantes  universitários perceberem com exatidão eventos ao acaso, como se um  programa de computador irá fotografar do lado esquerdo ou direito da  tela. Os estudos incluíram mais de mil pessoas.</p>
<p style="text-shadow: none;">Alguns cientistas dizem que o estudo merece ser publicado, em nome da  investigação aberta; outros insistem que a sua aceitação só reforça  falhas fundamentais na avaliação e revisão das pesquisas em ciências  sociais.</p>
<p style="text-shadow: none;">&#8220;É loucura, loucura pura. Não posso acreditar que um periódico  importante esteja aceitando este trabalho&#8221;, disse Ray Hyman, professor  emérito de psicologia da Universidade de Oregon e crítico de longa data  da pesquisa ESP. &#8220;Eu acho que é simplesmente um constrangimento para o  campo inteiro da psicologia.&#8221;</p>
<p style="text-shadow: none;">O editor da revista, Charles Judd, psicólogo da Universidade do  Colorado, disse que o artigo passou pelo processo regular de revisão da  revista. &#8220;Quatro revisores fizeram comentários sobre o manuscrito&#8221;,  disse ele, &#8220;e eles são pessoas muito confiáveis.&#8221;</p>
<p style="text-shadow: none;">Todos os quatro decidiram que o artigo cumpriu as normas editoriais da  revista, acrescentou Dr. Judd, embora &#8220;não havia nenhum mecanismo pelo  qual pudéssemos entender os resultados.&#8221;</p>
<p style="text-shadow: none;">Mas muitos especialistas dizem que é exatamente esse o problema.  <strong style="text-shadow: none;">Afirmações que desafiam quase todas as leis da ciência são  extraordinárias por definição e, portanto, exigem provas  extraordinárias. Não levar isso em conta &#8211; como fazem as análises  convencionais das ciências sociais &#8211; torna inúmeras descobertas  parecerem muito mais significativas do que elas realmente são, afirmam  especialistas.</strong></p>
<p style="text-shadow: none;">&#8220;Várias revistas importantes publicam resultados apenas quando estes  parecem apoiar uma hipótese ou inesperada ou que chama a atenção&#8221;,  escreveu por e-mail Eric-Jan Wagenmakers, psicólogo da Universidade de  Amsterdam. &#8220;Mas essa hipótese provavelmente constitui uma afirmação  extraordinária, e deve passar por mais escrutínio antes que seja  permitida a entrada em campo.&#8221;</p>
<p style="text-shadow: none;">Dr. Wagenmakers é co-autor de uma réplica ao trabalho, prevista para aparecer na mesma edição da revista.</p>
<p style="text-shadow: none;">Em entrevista, Daryl Bem, autor do artigo original e um dos  pesquisadores em psicologia mais proeminentes de sua geração, disse que  planejou cada experimento para simular um clássico estudo bem conhecido,  “só que invertidos”.</p>
<p style="text-shadow: none;">Em um experimento clássico de memória, por exemplo, os participantes  estudaram 48 palavras e, em seguida, dividiram um subconjunto de 24  delas em categorias, como alimento ou animal. O ato de categorizar  reforça a memória, e em testes posteriores as pessoas têm uma chance  maior de lembrar as palavras que eles praticaram do que as quais eles  não praticaram.</p>
<p style="text-shadow: none;">Em sua versão, o doutor Bem aplicou um teste de memória para cem  estudantes universitários antes que eles fizessem a categorização &#8211; e  descobriu que eles eram significativamente mais propensos a lembrar as  palavras que praticavam depois. &#8220;Os resultados mostram que a prática de  um conjunto de palavras após o teste de memória, de fato, volta no tempo  para facilitar a lembrança daquelas palavras&#8221;, conclui o artigo.</p>
<p style="text-shadow: none;">Em outro experimento, Bem pediu que indivíduos escolhessem qual das duas  cortinas na tela do computador escondia uma fotografia; a outra cortina  escondia apenas uma tela em branco.</p>
<p style="text-shadow: none;">Um programa de computador postava ao acaso uma imagem por trás de uma  cortina ou de outra &#8211; mas somente depois que o participante tinha feito  sua escolha. Mesmo assim, os participantes derrotaram o acaso, por 53 a  50 por cento, pelo menos quando as fotos postadas eram eróticas. Eles  não foram melhor do que o acaso em fotos negativas ou neutras.</p>
<p style="text-shadow: none;">&#8220;O que mostrei foi que os indivíduos não selecionados podiam sentir as  fotos eróticas,&#8221; disse Bem, &#8220;mas o meu palpite é que se você usar mais  pessoas talentosas, que são boas nisso, elas podiam encontrar qualquer  uma das fotos.&#8221;</p>
<p style="text-shadow: none;">Nas últimas semanas blogueiros de ciência, pesquisadores e variados  céticos têm contestado de maneira contundente os métodos e estatísticas  utilizados por Bem, levantando questões importantes no tratamento dos  números. (Outros questionam suas intenções. &#8220;Ele tem um ótimo senso de  humor&#8221;, disse Hyman, de Oregon. &#8220;Eu não descartaria que esta é uma  brincadeira elaborada.&#8221;)</p>
<p style="text-shadow: none;">O autor do trabalho em geral respondeu na mesma moeda, algumas vezes  acusando os críticos de ou não entender seu trabalho, ou de construir um  forte viés em suas próprias re-avaliações dos dados.</p>
<p style="text-shadow: none;"><span style="color: #ff0000;"><strong style="text-shadow: none;">Em certo sentido, é um padrão historicamente familiar. Por mais de um  século, os pesquisadores realizaram centenas de testes para detectar  ESP, telecinesia e outros fenômenos semelhantes, e quando tais estudos  vieram à tona, os céticos têm sido rápidos em cobri-los de descrédito.</strong></span></p>
<p style="text-shadow: none;"><span style="color: #ff0000;"><strong style="text-shadow: none;">Mas por outro lado, Bem está longe de ser típico. Ele é amplamente  respeitado por seu pensamento claro e original em psicologia social, e  algumas pessoas familiarizadas com o caso dizem que sua reputação pode  ter desempenhado um papel importante na aceitação do artigo.</strong></span></p>
<p style="text-shadow: none;">A revisão por pares é normalmente um processo anônimo, com autores e  revisores desconhecidos um do outro. Mas todos os quatro revisores deste  trabalho foram psicólogos sociais, e todos saberiam de quem era o  trabalho avaliado e teriam sido favoráveis à forma como foi  fundamentado.</p>
<p style="text-shadow: none;">Talvez mais importante, nenhum era estatístico de primeira linha. &#8220;O  problema foi que esse trabalho foi tratado como qualquer outro&#8221;, disse  uma editora da revista, Laura King, psicóloga da Universidade de  Missouri. &#8220;E ele não era.&#8221;</p>
<p style="text-shadow: none;">Muitos estatísticos dizem que as técnicas utilizadas pelas ciências  sociais para analisar dados fazem uma suposição que é falsa e, no final,  auto-enganadora: a de que os pesquisadores não sabem nada sobre a  probabilidade da chamada hipótese nula.</p>
<p style="text-shadow: none;">Neste caso, a hipótese nula seria a de que a ESP não existe. Recusar a  dar peso a essa hipótese não faz sentido, dizem esses especialistas; se a  ESP existe, porque as pessoas não estão ficando ricas predizendo com  segurança o movimento do mercado de ações ou o resultado dos jogos de  futebol?</p>
<p style="text-shadow: none;">Em vez disso, esses estatísticos preferem uma técnica chamada análise  bayesiana, que visa determinar se o resultado de um experimento em  particular &#8220;muda as chances da hipótese ser verdadeira&#8221;, nas palavras de  Jeffrey N. Rouder, psicólogo da Universidade de Missouri, que, com  Richard D. Morey, da Universidade de Groningen, na Holanda, submeteu uma  crítica ao artigo do Dr. Bem para a revista.</p>
<p style="text-shadow: none;">Física e biologia, entre outras disciplinas, esmagadoramente sugerem que  os experimentos de Bem não mudaram essas chances, disse Dr. Rouder.</p>
<p style="text-shadow: none;">Até agora, pelo menos três tentativas de replicar os experimentos  fracassaram. Mas o grupo pretende continuar trabalhando nisso, disse o  professor de Cornell.</p>
<p style="text-shadow: none;">
<p style="text-shadow: none;"><em style="text-shadow: none;">Fonte: Último Segundo/NYT</em></p>
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		</item>
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		<title>(Alunos são socorridos em hospital depois de &#8216;falar com espírito&#8217; no Ceará)</title>
		<link>http://inconscientecoletivo.net/alunos-sao-socorridos-em-hospital-depois-de-falar-com-espirito-no-ceara/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 12:20:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Parapsicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[espírito]]></category>
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		<description><![CDATA[A &#8220;Dança de São Vito&#8221; ataca novamente&#8230; Outras notícias sobre o caso: - &#8220;Paranormalidade em Itatira&#8220; - &#8220;Novos relatos evidenciam...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-shadow: none;">A &#8220;<a style="text-shadow: none;" title="Dança de São Vito" href="http://inconscientecoletivo.net/%e2%80%98praga-da-danca%e2%80%99-matou-centenas-de-habitantes-de-estrasburgo-em-1518/">Dança de São Vito</a>&#8221; ataca novamente&#8230;</p>
<p style="text-shadow: none;">Outras notícias sobre o caso:</p>
<p style="text-shadow: none;">- &#8220;<a style="text-shadow: none;" title="Paranormalidade em Itatira" href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=797396" target="_blank">Paranormalidade em Itatira</a>&#8220;</p>
<p style="text-shadow: none;">- &#8220;<a style="text-shadow: none;" title="Novos relatos evidenciam anormalidades em Itatira" href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=800087" target="_blank">Novos relatos evidenciam anormalidades em Itatira</a>&#8220;</p>
<p style="text-shadow: none;">Um caso moderno similar:</p>
<p style="text-shadow: none;">- &#8220;<a style="text-shadow: none;" title="Um caso raro de histeria coletiva" href="http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL696687-15605,00.html" target="_blank">Um caso raro de histeria coletiva</a>&#8220;</p>
<p style="text-shadow: none;">- &#8220;<a style="text-shadow: none;" title="Por que 600 meninas sofreram de histeria coletiva?" href="http://saude.hsw.uol.com.br/histeria-coletiva.htm" target="_blank">Por que 600 meninas sofreram de histeria coletiva?</a>&#8220;</p>
<p style="text-shadow: none;">Uma pena que normalmente os primeiros a chegar nessas situações sejam líderes religiosos. Frequentemente eles confundem mais do que ajudam. Mas concordo com o psicólogo Julio Peres, da USP: <span style="color: #ff0000;">nem tudo é transtorno psiquiátrico</span>.</p>
<p style="text-shadow: none;">Mais reportagens:</p>
<p style="text-shadow: none;"><p><a href="http://inconscientecoletivo.net/alunos-sao-socorridos-em-hospital-depois-de-falar-com-espirito-no-ceara/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-shadow: none;"><p><a href="http://inconscientecoletivo.net/alunos-sao-socorridos-em-hospital-depois-de-falar-com-espirito-no-ceara/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-shadow: none;">+++</p>
<h3 style="text-shadow: none;">Caso pode ter ocorrido com jovens no  interior do Ceará.<br style="text-shadow: none;" />Segundo especialista,  sentimentos são exprimidos por meio de surto.</h3>
<p style="text-shadow: none;">Um fenômeno espiritual ou um surto psicótico? Alunos de uma escola do  Ceará dizem que viram o espírito de um colega morto e até conversaram  com ele. Os jovens entraram em uma espécie de transe e foram levados à  emergência de um hospital.</p>
<p style="text-shadow: none;">As cenas de uma estudante sendo socorrida foram registradas em uma  escola rural em Itatira (CE).</p>
<p style="text-shadow: none;"><p><a href="http://inconscientecoletivo.net/alunos-sao-socorridos-em-hospital-depois-de-falar-com-espirito-no-ceara/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-shadow: none;">Desde o começo do mês, alunos de 12 a 19 anos dizem que entram em  transe durante as aulas. Eles se debatem, desmaiam e dizem que acabaram  de ver o espírito de um ex-aluno, que morreu há sete anos.</p>
<p style="text-shadow: none;"><a style="text-shadow: none;" href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2010/06/saovito.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3797" title="Graziela Alves Silva voltou a sentir os fenômenos estranhos. Desta vez foi fora da escola de Cachoeira BR. Ela precisou ser amparada por populares ANTÔNIO CARLOS ALVES" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2010/06/saovito.jpg" alt="Graziela Alves Silva voltou a sentir os fenômenos estranhos. Desta vez foi fora da escola de Cachoeira BR. Ela precisou ser amparada por populares ANTÔNIO CARLOS ALVES" width="600" height="450" /></a></p>
<p style="text-shadow: none;">Em um só dia, 25 alunas foram levadas a um hospital, em Canindé. O  médico Pedro Thiago da Frota diz que elas chegaram apresentando  histeria, gritando, se debatendo e com comportamento agressivo.</p>
<p style="text-shadow: none;">Alunos e professores se recusam a voltar para a escola. As aulas foram  suspensas.</p>
<p style="text-shadow: none;">O padre Hélio Correia, que também é parapsicólogo, fez uma palestra  para explicar aos alunos o que está acontecendo. Para ele, o fenômeno é  uma histeria coletiva. &#8220;De repente, uma surtou e isso contagiou as  demais garotas&#8221;, comentou.</p>
<p style="text-shadow: none;">O psiquiatra Adalberto Barreto diz que a histeria coletiva tem uma  explicação científica. &#8220;Esses fenômenos acontecem em contextos em que há  muita tensão, sofrimento não-verbalizado&#8221;, afirmou.</p>
<p style="text-shadow: none;"><em style="text-shadow: none;">Fonte: G1</em></p>
<p style="text-shadow: none;">+++</p>
<h2 style="text-shadow: none;">Histeria coletiva  surge de vontades recalcadas, diz psicóloga</h2>
<h3 style="text-shadow: none;">Caso pode ter ocorrido com jovens no  interior do Ceará.<br style="text-shadow: none;" />Segundo especialista,  sentimentos são exprimidos por meio de surto.</h3>
<p style="text-shadow: none;">No início de junho, dezenas de jovens passaram mal em uma escola de  Itabira, no interior do Ceará, <span style="text-shadow: none;">após  uma suposta visão do espírito de um colega morto</span>. Eles entraram em  transe e muitos tiveram que ser levados para o hospital.</p>
<p style="text-shadow: none;"><a style="text-shadow: none;" href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2010/06/saovito2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3798" title="GRAZIELA ALVES DA Silva, de 14 anos, no momento em que estava em transe sendo dominada por populares, durante celebração de missa no Distrito de Cachoeira BR, em Itatira ANTONIO CARLOS ALVES" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2010/06/saovito2.jpg" alt="GRAZIELA ALVES DA Silva, de 14 anos, no momento em que estava em transe sendo dominada por populares, durante celebração de missa no Distrito de Cachoeira BR, em Itatira ANTONIO CARLOS ALVES" width="600" height="450" /></a></p>
<p style="text-shadow: none;">Segundo o psiquiatra Adalberto Barreto, da Universidade Federal do  Ceará, e o padre Hélio Correia de Freitas, que é parapsicólogo e  acompanhou o caso no local, os estudantes podem ter sofrido um ataque de  histeria coletiva.</p>
<p style="text-shadow: none;">A psicóloga Kátia Gandolpho Cunsolo, ouvida pelo <strong style="text-shadow: none;">G1</strong>, confirma que o caso tem  características típicas desse tipo de problema. Ela explica que a  histeria coletiva é uma espécie de explosão de sentimentos, de vontades  reprimidas que é disparada em várias pessoas ao mesmo tempo.</p>
<p style="text-shadow: none;">&#8220;O material recalcado vem disfarçado sob a forma de um sintoma  corpóreo. É uma espécie de teatro corporal&#8221;, explica Kátia, que se  especializou em psicanálise – a corrente da Psicologia que se baseia nos  estudos do médico Sigmund Freud.</p>
<p style="text-shadow: none;">Os sentimentos recalcados, segundo a psicóloga, ficam guardados no  inconsciente porque não foram exprimidos. &#8220;Uma ideia que não foi  verbalizada, que não foi simbolizada. Um medo, uma tristeza, uma  angústia. Esse medo não tem nome e escapa pela via do corpo.&#8221;</p>
<p style="text-shadow: none;"><strong style="text-shadow: none;">Casos históricos</strong></p>
<p style="text-shadow: none;">Várias ocorrências de histeria coletiva foram registradas ao longo da  história. Ainda 1518, em Estrasburgo, hoje no território da França, c<span style="text-shadow: none;">entenas  de pessoas começaram a dançar de forma descontrolada</span>. A epidemia,  batizada de &#8220;Praga da dança&#8221;, acabou matando muitos de exaustão.</p>
<p style="text-shadow: none;">Outro caso mundialmente conhecido ocorreu em um colégio de freiras no  México em 2007. Lá, cerca de <span style="text-shadow: none;">600  alunas começaram a apresentar dificuldades para andar</span>. Depois de  muitos exames físicos, a conclusão foi de que as regras rígidas da  escola acabaram desencadeando a histeria coletiva.</p>
<p style="text-shadow: none;">Segundo Kátia, esses casos são cada vez menos comuns, pois as pessoas  já não têm tantos sentimentos reprimidos. &#8220;Hoje existe uma possibilidade  maior de nomeação dos afetos, e as pessoas têm mais liberdade de  expressão.&#8221;</p>
<p style="text-shadow: none;"><strong style="text-shadow: none;">Problemas espirituais</strong></p>
<p style="text-shadow: none;">Para o psicólogo clínico Julio Peres, doutor em neurociências pela USP,  é necessário levar em consideração a possibilidade de os jovens do  Ceará terem sofrido um problema ligado à sua espiritualidade, e não um  transtorno psiquiátrico.</p>
<p style="text-shadow: none;">&#8220;É possível que tenha havido uma experiência espiritual. O DSM IV  [manual de diagnóstico de saúde mental utilizado em vários países do  mundo] reconhece a existência de problemas espirituais e religiosos&#8221;,  afirma.</p>
<p style="text-shadow: none;"><em style="text-shadow: none;">Fonte: G1</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Os fantasmas mais assustadores já capturados em vídeo&#8230;</title>
		<link>http://inconscientecoletivo.net/os-fantasmas-mais-assustadores-ja-capturados-em-video/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 02:20:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O documentário em questão, de onde foi emprestado o título desse post,  é de 1999, e foi lançado nos EUA em outubro de 2000 (no Halloween). Gerou muita polêmica quando estreou na televisão, e continua gerando pela internet.</p>
<p>Basicamente o que vemos nele são os vídeos originais de pessoas que alegam ter filmado dois tipos de &#8220;atividade paranormal&#8221;: uma conhecida como <em>poltergeist</em>, e outra conhecida como assombração (<em>hauting</em>). Apesar de o senso comum se referir a esses fenômenos como sendo sinônimos, na verdade eles são essencialmente diferentes. A diferença mais básica entre um e outro é que um <em>poltergeist</em> tem como &#8220;epicentro&#8221; (foco) uma pessoa, geralmente um menino ou uma menina na puberdade. É esse adolescente que de alguma forma provoca o fenômeno. Já a assombração está ligada a um local, não a uma pessoa (viva). Também não é possível &#8220;interagir&#8221; com os &#8220;fantasmas&#8221; de um local considerado assombrado, já que eles se comportam como se estivessem seguindo algum roteiro. Alguns casos mencionados no documentário são muito mais famosos do que outros (como o fantasma de Greencastle), entretanto <strong>nenhum dos casos teve sua autenticidade comprovada</strong>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2846" title="Cena do filme &quot;Poltergeist&quot;, de Steven Spielberg" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/09/poltergeist.jpg" alt="Cena do filme &quot;Poltergeist&quot;, de Steven Spielberg" width="440" height="270" /></p>
<p>Muita gente acha que é tudo algum tipo de fraude ou encenação. Acredito que o grande defeito do documentário seja exatamente a falta de mais especialistas (sérios) comentando os vídeos. Por que algumas das gravações  e fotos apresentadas realmente intrigam, se forem genuínas. Mas vivendo na época em que vivemos, com todo o acesso facilitado a tecnologias e técnicas de manipulação de imagens, entre outras coisas, como separar o joio do trigo?</p>
<p>Enfim. Os produtores do documentário deixam para o telespectador a decisão de acreditar ou não nos depoimentos e vídeos apresentados. Só advirto que as opiniões mostradas ali são um tanto tendenciosas. <em>Poltergeist</em>, por exemplo, é um fenômeno real, porém afirmar que sejam &#8220;espíritos&#8221; ou &#8220;fantasmas&#8221; é apenas uma questão de interpretação. É uma teoria, mais difundida pelos adeptos do Espiritismo.</p>
<p>Sobre o fenômeno Poltergeist, a <a title="Enciclopédia do Sobrenatural" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/25006/enciclopedia+do+sobrenatural/?franq=269293" target="_blank">Enciclopédia do Sobrenatural</a>, editada por Richard Cavendish, com colaborações de outros estudiosos do assunto, como J.B. Rhine (o &#8220;pai&#8221; da Parapsicologia científica), possui um verbete bem completo sobre o tema. Transcrevo abaixo algumas das informações reunidas ali:</p>
<blockquote><p>A palavra <em>poltergeist</em> é alemã e significa espírito (<em>Geist</em>) ruidoso ou chocalhante (<em>poltern</em>). Alguns dos primeiros casos registrados são de fato alemães. Por exemplo, em 858, perto da cidade de Bingen sobre o Reno, comunicaram-se quedas de pedras, ruídos altos e pancadas. Acreditava-se que os fenômenos eram causados por espíritos. Qualquer que fosse a causa, era imune ao exorcismo. Sabe-se de outro caso, em 1184, na residência de um certo William Nott, no País de Gales, quando mais uma vez se julgou que os espíritos estavam à solta, atirando torrões de terra e rasgando roupas. Em 1962, Richard Chambelain, Secretário da então Província de New Hampshire, examinou uma série de inexplicáveis quedas de pedras atribuídas a um &#8220;diabo apedrejador&#8221;.</p>
<p>As perturbações do <em>poltergeist </em>ocorrem normalmente na vizinhança de uma determinada pessoa, muitas vezes um menino ou menina na puberdade ou na adolescência. Em geral, esses fenômenos são distinguidos do outro grupo de distúrbios inexplicáveis que se chamam assombrações. Afinal, a palavra assombração (<em>haunt</em>, em inglês) deriva da mesma raiz de &#8220;casa&#8221; (<em>home</em>, em inglês), e refere-se à crença em que o espírito de uma pessoa morta permaneceu em seu habitat terrestre, ou a ele retornou. Em geral, as assombrações não parecem depender de qualquer pessoa viva em particular, mas relacionam-se com uma localização especial, como uma &#8220;casa mal-assombrada&#8221;. Há outras diferenças. Nos incidentes de <em>poltergeist</em>, predominam as perturbações físicas, enquanto as experiências alucinatórias são comuns aos casos de assombração. Essas experiências, que podem incluir a visão de &#8220;fantasmas&#8221; e o ouvir passos, são alucinatórias na medida em que geralmente só algumas pessoas as têm, e outras não.</p>
<p>Nos casos de <em>poltergeist</em>, há muitas vezes movimentos diários e destruição de pratos, quinquilharias, móveis e outros artigos domésticos movíveis, ao passo que tais incidentes são mais raros e menos frequentes no típico caso de assombração, se é que ocorrem. Contudo, as assombrações tendem a durar mais tempo. Não é incomum saber de uma casa que tem sido assombrada há vários anos. Por outro lado, as perturbações do <em>poltergeist</em> são em geral de duração muito mais curta, raras vezes mais que uns dois meses, e muitas vezes menos.</p></blockquote>
<p>Sobre a opinião dos parapsicólogos a respeito do que provoca o <em>poltergeist</em>:</p>
<blockquote><p><strong>Pelo fato de os incidentes de <em>poltergeist</em> normalmente ocorrerem na estreita proximidade de uma pessoa viva, os parapsicólogos tendem a vê-los como manifestações de psicocinese, ou PK (ação da mente sobre a matéria). E por serem recorrentes e surgirem inesperada e espontaneamente, são comumente chamados de casos de &#8220;psicocinese recorrente espontânea&#8221;, ou RSPK (das iniciais dessas palavras em inglês). Parecem ser casos inconscientes de PK, pois a pessoa que parece provocá-los em geral não sabe de seu envolvimento. Algumas pessoas continuam convencidas de que os fenômenos de RSPK se devem à ação de uma entidade desmaterializada, como o espírito de alguém morto, ou de um &#8220;demônio&#8221; que se grudou numa pessoa viva e causa os incidentes por PK. Contudo, como não existe nenhuma prova desses espíritos além dos próprios fenômenos, a maioria dos parapsicólogos é de opinião que os fenômenos de <em>poltergeist</em> são exemplos de PK inconsciente, exercida pela pessoa em torno da qual eles ocorrem.</strong></p></blockquote>
<p>Abaixo, listo e descrevo resumidamente os casos que foram tratados neste especial,  e alguns dos especialistas que foram chamados para comentá-los. Lembrando que as descrições podem conter <em>spoilers</em>&#8230; <img src='http://inconscientecoletivo.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>1 &#8211; O <em>poltergeist</em> de San Pedro, Califórnia</strong>.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_2837" class="wp-caption aligncenter" style="width: 489px"><img class="size-full wp-image-2837 " title="O líquido que gotejava das paredes da casa de Jackie, que depois se verificou ser sangue humano." src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/09/blood-plasma-jackie.jpg" alt="O líquido que gotejava das paredes da casa de Jackie, que depois se verificou ser sangue humano." width="479" height="336" /><p class="wp-caption-text">O líquido que gotejava das paredes da casa de Jackie, que depois se verificou ser plasma de sangue humano.</p></div>
<p>É um dos casos mais conhecidos de <em>poltergeist</em> já registrados nos EUA. Ocorrido em 1989, na casa de Jackie Hernandez (o número 593, na West 11th Street), foi pesquisado pelo parapsicólogo Dr. Barry Taff. As filmagens foram feitas pelo cameraman Barry Conrad. Jeff Wheatcraft, que também fazia parte da equipe de investigação, foi inclusive vítima de um suposto ataque por parte do <em>poltergeist</em>.</p>
<p>Jackie, segundo o Dr. Taff, é a típica vítima desse tipo de fenômeno. Sofria de severas pressões psicológicas, havia sido abusada por homens, tinha um estilo de vida violento, além de sofrer de angústia e depressão. Como a maioria das vítimas de <em>poltergeist</em>, Jackie vivia num ambiente doentio, o que possibilita o argumento de que o ambiente era fértil para o tipo de energia psicocinética violenta experienciado lá.</p>
<p>O <em>poltergeist</em> na casa de Jackie tinha ela como alvo. Dos eventos estranhos relatados por ela (e depois confirmados por outras testemunhas, incluindo o parapsicólogo supracitado) inclui-se: o avistamento de três aparições, um líquido que continuamente gotejava das paredes da casa (e que depois de análises realizadas por um laboratório forense da UCLA, revelou-se ser plasma de sangue humano, com altos índices de iodo e cobre), a televisão se ligava sozinha, alguns equipamentos não funcionavam direito, objetos eram atirados contra ela, além de estranhos barulhos no sótão, que de tão altos, eram possíveis de ser ouvidos por todos que estavam na casa.</p>
<p>&#8212;</p>
<p><em>Barry Taff</em> é um parapsicólogo, que possui doutorado em Psicofisiologia e que trabalhou como pesquisador associado no antigo laboratório de parapsicologia da UCLA de 1969 até 1978. Durante sua carreira de 36 anos, ele investigou mais de 4.000 casos de fantasmas, <em>poltergeists</em> e assombrações. É mais conhecido por ter sido o pesquisador do caso que ficou mundialmente famoso por ter sido adaptado para o cinema, o filme que foi entitulado &#8220;<a title="The Entity - Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Entity" target="_blank">The Entity</a>&#8220;, é de 1981 e no Brasil teve o título traduzido para &#8220;<a title="O enigma do mal - resenha do Boca do Inferno" href="http://www.bocadoinferno.com/romepeige/artigos/enigmadomal.html" target="_blank">O Enigma do Mal</a>&#8220;. É um filme que já cansei de ver na Sessão da Tarde&#8230; É ótimo e assustador. Para variar, parece que uma possível refilmagem pode sair pra 2010&#8230;</p>
<p><strong>2 &#8211; O <em>poltergeist</em> de Ohio</strong></p>
<p>Em 11 de maio de 1993, cansados de se incomodarem com os estranhos barulhos e movimentações misteriosas de objetos pela casa, uma família decide ligar uma filmadora durante uma noite inteira, apontada para a sala de jantar, e tentar descobrir a origem de toda essa perturbação. O que eles filmam, está muito além do que poderiam imaginar.</p>
<p>O pesquisador paranormal que investigou o caso se chama John Orborne. Segundo ele, mesmo após ter assistido ao vídeo inúmeras vezes, não conseguiu encontrar evidências de fraude.</p>
<p><strong>3 &#8211; O <em>poltergeist</em> da casa em reforma</strong></p>
<p>Um homem decide reformar sua casa. Porém, todos os dias os pedreiros reclamam que suas ferramentas foram mexidas, que objetos eram mudados de lugar e que o trabalho que faziam era estragado durante a noite, e que tinham que ficar refazendo os reparos. O proprietário decide colocar uma câmera escondida na casa, numa tentativa de filmar os vândalos, e assim descobrir suas identidades. Mas, o autor das perturbações, como captado pela filmadora, está longe de poder ser considerado um vândalo comum&#8230;</p>
<p>O pesquisador do caso também foi John Osborne.</p>
<p><strong>4 &#8211; O <em>poltergeist</em> de Connecticut</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-2841" title="Ed e Lorraine Warren" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/09/Ed-and-Lorraine.jpg" alt="Ed e Lorraine Warren" width="504" height="318" /><br />
</strong></p>
<p>Uma família é atormentada por meses por algo que acreditam ser um <em>poltergeist</em>. A &#8220;investigação&#8221; do caso é feita pelos &#8220;demonologistas profissionais&#8221;, o casal Ed e Lorraine Warren. Os dois são muito famosos no meio &#8220;paranormal&#8221; porque estão presentes em vários casos de assombração ou poltergeist famosos, como o &#8220;Horror em Amityville&#8221;. Arroz de festa mesmo, os dois estão em todas&#8230; Nem preciso dizer que a opinião deles é altamente parcial, certo? Para eles, esses fenômenos são causados por demônios ou espíritos ruins. Se já não bastasse pensarem e, em alguns momentos, se vestirem de maneira medieval, eles ainda &#8220;combatem&#8221; as tais entidades que encontram também com práticas medievais:  &#8220;exorcismos&#8221; e &#8220;provocações religiosas&#8221; (assistiu &#8220;O Exorcista&#8221;? é mais ou menos daquele jeito&#8230;). Apesar disso, sempre estão presentes em programas de TV (como a série &#8220;Assombrações&#8221; do Discovery Channel) e são assunto de inúmeros livros e artigos. No caso em questão, apresentado neste documentário, os Warren dizem ter filmado as evidências mais contundentes já filmadas de manifestações paranormais hostis. Ali, nós vemos móveis se mexendo e &#8220;espíritos&#8221; se comunicando com Ed. As imagens são interessantes. As conclusões deles, não tanto.</p>
<p><strong>5 &#8211; O videoclipe assombrado</strong></p>
<p>Uma banda de rock<strong> </strong>australiana chamada <em>Wildland</em> resolve gravar um videoclipe nas ruínas de uma antiga cidade mineradora na Austrália. Quando o vídeo estava sendo produzido, depois, no estúdio, descobrem que havia mais alguém no local, assistindo a banda tocar. A equipe garante que não havia ninguém lá além deles, nem por quilômetros ao redor daquelas ruínas&#8230;</p>
<p><strong>6 &#8211; A aparição da Pensilvânia</strong></p>
<p>Uma família ouve barulho de passos todas as noites pela casa. O dono da casa resolve armar uma câmera no corredor e a deixa filmando durante uma noite inteira. O que ela grava, ele diz ser o fantasma de sua mãe.</p>
<p><strong>7 &#8211; A Assombração de Greencastle</strong></p>
<p>Guy Winters e Terry Lambert já estavam cansados de ouvir as lendas sobre a casa mal-assombrada de Greencastle. Um belo dia, ou melhor, uma bela noite&#8230; bem, na verdade a noite era de tempestade&#8230; enfim, eles resolvem ir até o local, com suas câmeras, e tirar algumas fotos e filmar a casa por dentro e por fora. Os dois têm sensações horríveis enquanto estão lá, mas é só quando vão revelar os filmes da máquina fotográfica que eles descobrem o que acreditam ser a prova de que não estavam sozinhos&#8230; As fotos tiradas por Terry ficaram famosas, e acredita-se que são genuínas. Diz-se inclusive que são as melhores fotos já tiradas de um &#8220;fantasma&#8221;.</p>
<p><strong>8 &#8211; A arte imita a vida? As verdadeiras crianças do &#8220;Sexto Sentido&#8221;</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-2844" title="Famosa cena do filme &quot;O Sexto Sentido&quot;" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/09/sixth-sense.jpg" alt="Famosa cena do filme &quot;O Sexto Sentido&quot;" width="500" height="272" /><br />
</strong></p>
<p>Aqui conhecemos a história de Carissa, uma menina de 5 anos que desde bebê acredita-se que seja perseguida por fantasmas. Seus familiares já tiraram várias fotos da menina, e em praticamente todas, sempre aparece uma forma fantasmagórica, inexplicada, para qual estranhamente Carissa sempre está olhando. A menina tem medo de falar do assunto, mas seus pais dizem que ela é constantemente atormentada por essas &#8220;entidades&#8221; que supostamente a cercam. Depois, somos apresentados a Justin, um menino de 6 anos que também diz ver espíritos e que aparece em boa parte de suas fotos acompanhado de formas fantasmagóricas. O caso de Justin é investigado pelo famoso médium James van Praagh, autor de best-sellers e consultor da série &#8220;<a title="Ghost Whisperer" href="http://br.canalsony.com/shows/ghost-whisperer" target="_blank">Ghost Whisperer</a>&#8221; (a personagem Melinda, interpretada por Jennifer Love Hewitt é inspirada em James). Ambos os casos são comparados ao do personagem do menino Cole, interpretado por Haley Joel Osment, no filme &#8220;<a title="O Sexto Sentido" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Sexto_Sentido" target="_blank">Sexto Sentido</a>&#8220;.</p>
<p><strong>9 &#8211; A mulher que atrai Orbs</strong></p>
<p>Nesse caso, conhecemos Linda Davis, uma mulher que diz ver e sentir espíritos. Ela é levada até o porão de uma casa abandonada, que acredita-se ser mal-assombrada, e enquanto está lá, Orbs (esferas de energia, que muitos acreditam ser espíritos) começam a aparecer e são não só testemunhados por outras pessoas, mas também captados em filme.</p>
<p>O investigador desse caso é o renomado psicólogo e parapsicólogo <a title="Andrew Nichols" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Andrew_Nichols" target="_blank">Andrew Nichols</a>, que já estudou mais de 600 casos considerados &#8220;paranormais&#8221;. O Dr. Nichols é cético com relação a maioria das alegações de fenômenos paranomais, dizendo que quase todos os casos possuem explicações mais &#8220;simples&#8221; como predisposição à fantasia, auto-sugestão, stress e sofrimento. Entretanto, ele acredita em PES (percepção extra-sensorial), e advoga a favor da teoria que diz que campos magnéticos em determinados locais, de origem geológica ou provenientes de fontes artificiais (como cabos de alta tensão), podem acionar determinadas experiências de assombração, como ouvir vozes, sentir presenças ou ver fantasmas propriamente ditos. Particularmente concordo com ele.</p>
<p><strong>10 &#8211; O  incrível Orb de Black Forest</strong></p>
<p>Esta é considerada a melhor filmagem de um orb já feita. Tudo começou quando Steve Lee e sua família decidem se mudar para aquela que consideram ser sua casa dos sonhos, em Black Forest, Colorado. Quando voltaram de um passeio nas montanhas e entraram em casa, notaram que os móveis não estavam mais nos lugares que deviam. Eles também ouviam barulhos e sentiam presenças, que não sabiam ser reais ou não. Intrigado e convencido de que estavam sendo vítimas de pessoas (vivas) mal intencionadas, Steve decide espalhar câmeras por toda a sua propriedade, tanto dentro como fora da casa. O que elas filmaram Steve não fazia ideia do que podia ser. Mas definitivamente não eram pessoas&#8230;</p>
<p>O investigador do caso foi o Dr. Michael Coots, psicopatologista forense e consultor da polícia, que concorda com Steve dizendo que a casa é realmente assombrada.</p>
<p><strong>11 &#8211; A casa mais mal-assombrada dos EUA, a Mansão McPike</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-2845" title="A mansão McPike" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/09/mcpike2.jpg" alt="A mansão McPike" width="439" height="268" /><br />
</strong></p>
<p>A abandonada mansão McPike, construída em 1869, está envolta em folclore e lendas. Diz-se que pelo menos 10 espíritos assombram a casa, e que eles se reúnem no porão. A especialista que investiga o caso é a dra. Rene Horath, professora da California University of Pennsylvania. Lá, ela e sua equipe filmam uma névoa bizarra, que acreditam ser algum tipo de manifestação paranormal.</p>
<p>+++</p>
<p>O documentário, que foi traduzido e legendado por mim (já vi outra versão desse vídeo legendado, porém aquelas legendas estão muito ruins), está dividido em 5 partes:</p>
<p><strong>Parte 1:</strong></p>
<p><strong><p><a href="http://inconscientecoletivo.net/os-fantasmas-mais-assustadores-ja-capturados-em-video/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p><br />
</strong></p>
<p><strong>Parte 2:</strong></p>
<p><strong><p><a href="http://inconscientecoletivo.net/os-fantasmas-mais-assustadores-ja-capturados-em-video/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p><br />
</strong></p>
<p><strong>Parte 3:</strong></p>
<p><strong><p><a href="http://inconscientecoletivo.net/os-fantasmas-mais-assustadores-ja-capturados-em-video/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p><br />
</strong></p>
<p><strong>Parte 4:</strong></p>
<p><strong><p><a href="http://inconscientecoletivo.net/os-fantasmas-mais-assustadores-ja-capturados-em-video/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p><br />
</strong></p>
<p><strong>Parte 5:</strong></p>
<p><strong><p><a href="http://inconscientecoletivo.net/os-fantasmas-mais-assustadores-ja-capturados-em-video/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fantasma de Michael Jackson?</title>
		<link>http://inconscientecoletivo.net/fantasma-de-michael-jackson/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 00:05:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mistérios]]></category>
		<category><![CDATA[Parapsicologia]]></category>
		<category><![CDATA[fantasma]]></category>
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		<description><![CDATA[Tá, esse vídeo me arrepiou. Ao vivo, pela CNN, uma sombra aparece indo em direção ao quarto de Michael Jackson,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tá, esse vídeo me arrepiou. <span style="color: #ff0000;"><strong>Ao vivo, pela CNN</strong></span>, uma sombra aparece indo em direção ao quarto de Michael Jackson, na mansão <em>Neverland</em>&#8230; Não acredito que a CNN teria criado isso&#8230; enfim. Confiram:</p>
<p><a href="http://inconscientecoletivo.net/fantasma-de-michael-jackson/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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		<title>(Japão aperfeiçoa sistema que comanda máquinas com a mente)</title>
		<link>http://inconscientecoletivo.net/japao-aperfeicoa-sistema-que-comanda-maquinas-com-a-mente/</link>
		<comments>http://inconscientecoletivo.net/japao-aperfeicoa-sistema-que-comanda-maquinas-com-a-mente/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 18:19:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
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		<description><![CDATA[O avanço permite que a execução das ordens tenha lugar 125 milissegundos após serem pensadas TÓQUIO &#8211; O Centro de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>O avanço permite que a execução das ordens tenha lugar 125 milissegundos após serem pensadas</h3>
<p>TÓQUIO &#8211; O Centro de Colaboração BSI-Toyota desenvolveu um sistema que permite dar ordens a um robô apenas com o pensamento em 125 milissegundos, e que poderá ser aplicado, por exemplo, em cadeiras de rodas, informou a empresa japonesa.</p>
<p>Trata-se da tecnologia de Interface Cérebro-Máquina, conhecida como BMI, que permite dar ordens a máquinas e robôs apenas com pensamentos.</p>
<div id="attachment_2429" class="wp-caption aligncenter" style="width: 292px"><img class="size-full wp-image-2429" title="mente-japao" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/06/mente-japao.jpg" alt="Cientista demonstra cadeira de rodas controlada com sinais do cérebro" width="282" height="290" /><p class="wp-caption-text">Cientista demonstra cadeira de rodas controlada com sinais do cérebro</p></div>
<p>Segundo um comunicado da Toyota, o avanço mais significativo de sua equipe sobre BMI é que permite que a execução das ordens tenha lugar 125 milissegundos após serem pensadas, frente a outras tecnologias similares que requerem vários segundos para uma reação.</p>
<p>O dispositivo foi desenvolvido pelo centro de colaboração BSI-Toyota (BTCC), criado em 2007 entre a instituição independente Riken, Toyota Motor, Toyota Centram R&amp;D Labs, e o centro de pesquisa Genesis.</p>
<p>A taxa de sucesso dessa nova tecnologia é de 95%, uma das mais altas do mundo.</p>
<p>Por enquanto, foi testada em cadeiras de rodas, que podem andar ou girar para direita ou esquerda apenas com o pensamento.</p>
<p>Segundo o comunicado, o dispositivo, que é capaz de se adaptar às características de cada usuário da cadeira de rodas, recebe e executa as ordens tão depressa que quase &#8220;não se percebe nenhum atraso&#8221; entre a ordem e o movimento.</p>
<p>As pesquisas sobre este tipo de tecnologia continuam para conseguir que as máquinas sejam capazes de reconhecer e executar um maior número de ordens e com maior índice de acerto.</p>
<p>Em março deste ano, as companhias japonesas Honda e Shimadzu apresentaram seus últimos avanços neste tipo de tecnologia de BMI com Asimo, o robô humanoide mais avançado do mundo.</p>
<p>O usuário podia transmitir através da mente a Asimo quatro ordens diferentes &#8211; movimentar a mão esquerda, a direita, os dois pés ou a boca &#8211; com um defasagem de mais de um segundo.</p>
<p><em>Fonte: Estadão/EF/AP</em></p>
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		<item>
		<title>(Cientista usa Twitter para questionar paranormalidade)</title>
		<link>http://inconscientecoletivo.net/cientista-usa-twitter-para-questionar-paranormalidade/</link>
		<comments>http://inconscientecoletivo.net/cientista-usa-twitter-para-questionar-paranormalidade/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 16:40:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Parapsicologia]]></category>
		<category><![CDATA[new scientist]]></category>
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		<category><![CDATA[richard wiseman]]></category>
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		<description><![CDATA[Interessante o teste de &#8220;visão remota&#8221; (ou telepatia ou PES) desse professor. Porém para mim a única coisa que a...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Interessante o teste de &#8220;visão remota&#8221; (ou telepatia ou PES) desse professor. Porém para mim a única coisa que a experiência conseguiu provar foi que verdadeiros &#8220;dons paranormais&#8221; não são tão comuns assim, nem tão sujeitos à vontade do (suposto ou não) &#8220;paranormal&#8221;.</p>
<p>+++</p>
<p><strong>Experiência usou site de relacionamentos para testar habilidades psíquicas de seguidores, diz &#8216;New Scientist&#8217;.</strong></p>
<p>- Um psicólogo britânico conduziu uma experiência usando o site de relacionamentos Twitter com objetivo de questionar a existência da paranormalidade.</p>
<p>Durante quatro dias, o professor Richard Wiseman, da Universidade de Hertfordshire, pediu que um vasto número de voluntários e pessoas que acreditavam ter poderes paranormais o &#8220;seguissem&#8221; no Twitter para participar do teste.</p>
<p>Wiseman se dirigia a um local secreto e enviava uma mensagem de Twitter pedindo aos participantes que escrevessem de volta, descrevendo suas sensações e impressões do local em que ele se encontrava.</p>
<p>Em seguida, Wiseman enviava outra mensagem com fotos de cinco locações diferentes &#8211; a que ele se encontrava, além de quatro locações &#8220;falsas&#8221; &#8211; e pedia aos participantes que votassem na que eles consideravam ser a &#8220;verdadeira&#8221;. A que recebesse maior número de votos era considerada a escolha do grupo.</p>
<p>O professor acreditava que, se o grupo tivesse habilidades psíquicas, a maioria votaria na locação correta. Em todas as quatro tentativas, no entanto, o grupo escolheu uma das locações falsas.</p>
<p>&#8220;Na primeira tentativa eu estava olhando para um edifício extremamente moderno, mas a maior parte do grupo (35%) acreditou que eu estava em uma floresta. Em outra tentativa, eu estava sentado embaixo de uma cobertura bastante incomum, mas apenas 15% dos participantes escolheram a locação correta, enquanto 24% (a maior parte) acreditava que eu estava em um cemitério. Isso ocorreu em todas as tentativas&#8221;, afirmou Wiseman.</p>
<p>O objetivo do teste, segundo Wiseman, era testar se o grupo realmente tinha habilidades paranormais, e se os que acreditavam ter essas habilidades se sairiam melhor dos que os outros.</p>
<p>A experiência atraiu mais de mil participantes, com 38% deles indicando acreditar em fenômenos paranormais e 16% afirmando ter alguma habilidade psíquica.</p>
<p>Não houve diferença de resultado entre os participantes que se diziam &#8220;paranormais&#8221; e os céticos.</p>
<p>Quando os participantes ficavam sabendo qual era a locação verdadeira, no entanto, aqueles que acreditavam ser paranormais tinham maior tendência a tentar se convencer de que havia alto nível de correspondência entre o que eles tinham &#8220;visto&#8221; e a locação real.</p>
<p>A diferença entre os grupos foi bastante notável, afirma a New Scientist, com 31% dos que acreditavam ter &#8220;habilidades&#8221; indicando uma correspondência &#8220;considerável&#8221; entre o que eles &#8220;viram&#8221; e a locação verdadeira, em comparação com apenas 12% dos céticos.</p>
<p>&#8220;Este tipo de pensamento criativo pode fazer com que as pessoas vejam relações ilusórias com o mundo real e poderia, por exemplo, ajudá-las a se convencer de que há semelhanças escondidas entre seus sonhos e eventos reais&#8221;, afirmou o professor.</p>
<p>&#8220;Mas talvez, o mais interessante seja mostrar que milhares de pessoas toparam participar de um estudo instantaneamente no Twitter&#8221;, disse Wiseman.</p>
<p><em>Fonte: Estadão/BBC Brasil</em></p>
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		<title>As melhores fotos de fantasmas já tiradas</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Mar 2009 19:33:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estava eu pesquisando por fotos de fantasmas famosas e/ou ainda sem explicação, quando li uma notícia que me deu uma...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-shadow: none;">Estava eu pesquisando por fotos de fantasmas famosas e/ou ainda sem explicação, quando li uma notícia que me deu uma ideia. Um <a style="text-shadow: none;" title="Blog coleta fotos de 'fantasmas' em busca de explicações científicas" href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1051083-5603,00-BLOG+COLETA+FOTOS+DE+FANTASMAS+EM+BUSCA+DE+EXPLICACOES+CIENTIFICAS.html" target="_blank">psicólogo britânico</a> estava recolhendo fotos de fantasmas enviadas por internautas com a intenção de analisá-las e apresentar seus resultados em um festival de ciência britânico. Bem, basicamente a minha ideia é a mesma, com exceção da parte da &#8220;apresentação dos resultados em um festival de ciência britânico&#8221;&#8230; <img src='http://inconscientecoletivo.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' />  Então, o que proponho é o seguinte:</p>
<h3 style="text-shadow: none;"><span style="text-shadow: none; text-decoration: line-through;">- Quem tiver fotos (ou conhece quem as tenha) que acredita ter a aparição de algum &#8220;fantasma&#8221;, espírito, ou alguma presença que simplesmente não possa explicar, envie para <a style="text-shadow: none;" href="mailto:webmaster@inconscientecoletivo.net " target="_blank">webmaster@inconscientecoletivo.net</a></span></h3>
<h3 style="text-shadow: none;"><span style="text-shadow: none; text-decoration: line-through;">- As fotos serão postadas aqui no site e analisadas pelos leitores (e por mim, <em style="text-shadow: none;">of course</em>!)</span></h3>
<h3 style="text-shadow: none;"><span style="text-shadow: none; text-decoration: line-through;">- Todas as contribuições devem ser enviadas com os seguintes dados: nome do autor, onde a foto foi tirada, data e hora (a hora pode ser aproximada) e  modelo de câmera fotográfica.</span></h3>
<p style="text-shadow: none;">Neste post, apresento algumas das melhores fotos de fantasmas já tiradas, selecionadas por mim, desde as preto-e-branco de 120 anos atrás até as mais recentes. Dei preferência a fotos antigas, que possuem menos probabilidade de terem sido forjadas (pelo menos não intencionalmente) e por parecerem mais originais. E, é claro, trago um pouquinho do mistério que cerca a história de cada uma delas!</p>
<h2 style="text-shadow: none;"><strong style="text-shadow: none;">- A &#8220;Dama Marrom&#8221;</strong></h2>
<p style="text-shadow: none;"><a style="text-shadow: none;" href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/brown_lady_lg.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1676" title="brown_lady_lg" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/brown_lady_lg.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="text-shadow: none;">A mais famosa fotografia de fantasma jamais tirada. Já havia falado um pouco sobre ela em outro <a style="text-shadow: none;" title="Top 10 dos Lugares Mais Assombrados" href="http://inconscientecoletivo.net/top-10-dos-lugares-mais-assombrados/" target="_blank">post</a>, (&#8220;O Hall de Raynham&#8221;). É dito que o fantasma é de Lady Dorothy Townshend,  esposa de Charles Townshend, Segundo Visconde de Raynham, residentes de Raynham Hall em Norfolk, Inglaterra, no início dos anos 1700. Diz a lenda que Dorothy, antes de casar com Charles, foi amante de Lord Wharton. Charles, é claro, suspeitou da infidelidade da esposa. Apesar dos registros oficiais afirmarem que ela morreu e foi enterrada em 1726, <strong style="text-shadow: none;">suspeita-se que o funeral foi um embuste e que na verdade Charles trancou sua mulher em um canto remoto da casa até o dia que ela morreu, muitos anos depois</strong>.</p>
<p style="text-shadow: none;">Diz-se que o fantasma da Dama Marrom assombra não só as escadarias, como também outras partes da casa. A foto foi tirada em <strong style="text-shadow: none;">setembro de 1936</strong>, por Captain Provand e Indre Shira, que eram dois fotógrafos contratados pela revista <em style="text-shadow: none;">Country Life</em>. Assim que a fotografia foi revelada, o fantasma da Dama Marrom foi visto pela primeira vez. Mesmo com o fantasma na escada, a revista <em style="text-shadow: none;">Country Life</em> publicou a polêmica foto, em <strong style="text-shadow: none;">16 de dezembro de 1936</strong>.</p>
<p style="text-shadow: none;">Desde então, o fantasma ainda é visto, ocasionalmente.</p>
<h2 style="text-shadow: none;"><strong style="text-shadow: none;">- O fantasma de Lord Combermere</strong></h2>
<p style="text-shadow: none;"><a style="text-shadow: none;" href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/lord-combermere-new.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1677" title="lord-combermere-new" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/lord-combermere-new.jpg" alt="" width="500" height="357" /></a></p>
<p style="text-shadow: none;">Esta foto da Abadia de Combermere foi tirada em 1891por Sybell Corbert.  A figura de um homem pode ser vista na cadeira maior, à esquerda. É possível ver claramente a cabeça, o colarinho e o braço direito. Tal aparição é considerada como sendo do Lord Combermere.</p>
<p style="text-shadow: none;">Lord Combermere foi um comandante da Cavalaria Britânica, nos anos 1800. Destacou-se em diversas campanhas militares. A Abadia de Combermere está localizada em Cheshire, Inglaterra, e fui fundada por monges beneditinos em 1133. O Lorde foi também governador de Barbados, e está conectado a outro mistério envolvendo esta ilha (dedicarei outro post somente a este mistério, em breve).</p>
<p style="text-shadow: none;">Pois bem. Combermere morreu em 1891, quando foi atropelado e morto por uma carruagem puxada por cavalos. <strong style="text-shadow: none;">No momento que Sybell Corbert tirou a foto acima, o funeral do Lorde estava acontecendo a algumas milhas dali.</strong> A exposição da foto, segundo Corbert se lembraria, levou cerca de 1 hora.  Alguns disseram que durante esse tempo algum criado teria entrado no recinto e sentado-se na cadeira, criando então o efeito da imagem transparente que se vê na fotografia. Entretanto esta explicação foi refutada pelos membros da criadagem, já que <strong style="text-shadow: none;">todos estavam no funeral naquele momento</strong>.</p>
<p style="text-shadow: none;">De arrepiar&#8230;</p>
<h2 style="text-shadow: none;"><strong style="text-shadow: none;">- Freddy Jackson</strong></h2>
<p style="text-shadow: none;"><a style="text-shadow: none;" href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/freddy_jackson_lg.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1679" title="freddy_jackson_lg" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/freddy_jackson_lg.jpg" alt="" width="500" height="367" /></a></p>
<p style="text-shadow: none;">Uma das fotos mais famosas e intrigantes de fantasmas.  Foi<strong style="text-shadow: none;"> tirada em 1919</strong> e publicada pela primeira vez em 1975 por Sir Victor Goddard, um oficial aposentado da R.A.F. A fotografia é do grupo que fazia parte do esquadrão de Goddard, que serviu na Primeira Guerra Mundial à bordo do <em style="text-shadow: none;">HMS Daedalus</em>. Como pode ser visto no destaque, a foto mostra uma face fantasmagórica extra no grupo. É dito que seja o rosto de Freddy Jackson, um mecânico aéreo morto dois dias antes por uma hélice de avião. <strong style="text-shadow: none;">O funeral dele aconteceu no dia que esta foto foi tirada.</strong> Os membros do esquadrão reconheceram facilmente ser o rosto de Jackson. Alguns acreditam que ele não tenha se dado conta de que morreu, e que por isso resolveu ir participar da foto do grupo.</p>
<h2 style="text-shadow: none;"><strong style="text-shadow: none;">- O fantasma da Escadaria Tulipa</strong></h2>
<p style="text-shadow: none;"><a style="text-shadow: none;" href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/ghost_on_stairs_lg.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1683" title="ghost_on_stairs_lg" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/ghost_on_stairs_lg.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="text-shadow: none;">Esta famosa foto foi tirada em 1966, pelo Rev. Ralph Hardy, um sacerdote aposentado de White Rock, Colúmbia Britânica.  A intenção dele era apenas fotografar a bela escada espiral, conhecida como &#8220;escadaria tulipa&#8221;, da <a style="text-shadow: none;" title="Queen's House" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Queen%27s_House" target="_blank">Queen&#8217;s House</a>, em Greenwich, Inglaterra. Inesperadamente a foto revelou não apenas a escada, mas também uma estranha presença: uma figura fantasmagórica que parece se inclinar sobre o corrimão, segurando-o com as duas mãos. <strong style="text-shadow: none;">Especialistas, incluindo alguns da Kodak, examinaram o negativo original da fotografia e concluíram que não foi adulterado/falsificado</strong>. É dito que inexplicáveis figuras foram vistas na mesma ocasião, nas proximidades da escada, e também passos inexplicáveis foram ouvidos.</p>
<p style="text-shadow: none;">Apesar de essa ser a foto de fantasma mais famosa do local, <strong style="text-shadow: none;">não foi uma ocorrência única</strong>. Mais pessoas dizem terem visto, ouvido ou presenciado situações inexplicáveis na Queen&#8217;s House. Incluindo o pessoal que trabalha lá. Os eventos estranhos vão desde <strong style="text-shadow: none;">aparições fantasmagóricas, passos inexplicáveis, portas que se fecham (sem que alguém as feche ou haja corrente de vento), choros de criança, à turistas que são beliscados por dedos invisíveis.</strong></p>
<h2 style="text-shadow: none;"><strong style="text-shadow: none;">- O fantasma do banco de trás</strong></h2>
<p style="text-shadow: none;"><a style="text-shadow: none;" href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/back_seat_ghost_lg.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1684" title="back_seat_ghost_lg" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/back_seat_ghost_lg.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="text-shadow: none;">A senhora Mabel Chinnery havia ido visitar o túmulo de sua mãe, um dia, em 1959. Ela havia trago sua câmera fotográfica para fotografar a sepultura e os arredores. Após ter tirado algumas fotos do túmulo, ela tirou uma foto, de bobeira, do marido, que a estava esperando sozinho no carro. Ou melhor, <strong style="text-shadow: none;">ele parecia sozinho</strong>. Quando a fotografia foi revelada, <strong style="text-shadow: none;">o casal ficou mais do que surpreso ao notar uma segunda presença na imagem, uma figura de óculos, sentada no banco de trás do carro</strong>. A senhora Chinnery imediatamente reconheceu o rosto de sua mãe, a pessoa a quem tinham visitado o túmulo, naquele mesmo dia! <strong style="text-shadow: none;">Um expert em fotografia analisou a foto e garantiu que a imagem da mulher não era decorrente de dupla exposição nem de reflexo</strong>. Na verdade, ele apostou a própria reputação em nome da veracidade dessa fotografia.</p>
<h2 style="text-shadow: none;">- O fantasma do cemitério Boothill</h2>
<p style="text-shadow: none;"><a style="text-shadow: none;" href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/boothill_ghost_lg.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1686" title="boothill_ghost_lg" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/boothill_ghost_lg.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="text-shadow: none;">&#8220;<strong style="text-shadow: none;">Esta é a foto que mudou a minha opinião sobre fantasmas</strong>&#8220;, disse Terry Ike Clanton, que mantém o website <a style="text-shadow: none;" onclick="zT(this,'1/XJ')" href="http://www.clantongang.com/">TombstoneArizona.com</a>. Clanton é ator, músico e um <em style="text-shadow: none;">cowboy</em> poeta. Clanton tirou essa foto de seu amigo, no cemitério Boothill. A fotografia foi tirada em preto-e-branco propositalmente, pois queriam um efeito de época, como se a foto tivesse sido tirada no Velho Oeste dos anos 1800. Entretanto, quando a fotografia foi revelada, em uma loja local, <strong style="text-shadow: none;">Clanton ficou assustado com o que viu: entre os túmulos, logo a direita do seu amigo, há uma imagem do que parece ser um homem com um chapéu preto</strong>. Pela altura o homem ou parece não ter pernas, ou estar de joelhos, ou estar <strong style="text-shadow: none;">saindo do chão</strong>.</p>
<p style="text-shadow: none;">Clanton garante que não havia mais ninguém na área quando tirou a foto, e ele acredita que a pequena figura esteja portando <strong style="text-shadow: none;">uma faca</strong>. Clanton chama a atenção para mais um detalhe na imagem. Se repararmos na direção da sombra do amigo, ela está posicionada na direita do &#8220;fantasma&#8221;. A figura fantasmagórica deveria ter uma sombra parecida (se não fosse um &#8220;fantasma&#8221;), e no entanto, não tem&#8230;</p>
<h2 style="text-shadow: none;">- O fantasma do prédio em chamas</h2>
<p style="text-shadow: none;"><a style="text-shadow: none;" href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/fire_girl_lg.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1687" title="fire_girl_lg" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/fire_girl_lg.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="text-shadow: none;">Em 19 de Novembro de 1995, o Wem Town Hall, uma antiga construção, em Shropshire, Inglaterra, queimou por completo. Muitas pessoas se juntaram ao redor do edifício, construído em 1905, para vê-lo ser consumido pelas chamas. Tony O&#8217;Rahilly, um morador local foi um desses curiosos e tirou fotos do espetáculo com lentes de telefoto de 200mm, do outro lado da rua.  Uma dessas fotografias mostra algo que parece ser uma pequena, e parcialmente transparente, <strong style="text-shadow: none;">menina parada na porta</strong>. <strong style="text-shadow: none;">Nem O&#8217; Rahilly, nem nenhuma outra testemunha do incêndio disse ter visto a menina no local naquele momento</strong>.</p>
<p style="text-shadow: none;">O&#8217;Rahilly levou os negativos da foto para serem analisados por um especialista na <em style="text-shadow: none;">Association for the Scientific Study of Anomalous Phenomena</em>, que então repassou o caso para ser estudado pelo Dr. Vernon Harrison, um <em style="text-shadow: none;">expert</em> em fotografia, antigo presidente da <em style="text-shadow: none;">Royal Photographic Society</em>. Harrison examinou cuidadosamente tanto a foto impressa como seu negativo e concluiu que <strong style="text-shadow: none;">não havia adulteração/falsificação. A foto era genuína.</strong></p>
<p style="text-shadow: none;">Mas quem é a menina? O local do edifício (Wem), havia sido, em tempos antigos, um vilarejo pacífico que foi devastado pelo fogo. Em 1677, os registros históricos afirmam, o fogo destruiu muitas das casas de madeira da cidade. Diz a lenda que uma menina, <strong style="text-shadow: none;">Jane Churm, acidentalmente incendiou um teto de palha com uma vela. Muitos acreditam que o fantasma dela assombra essa área, e que ela foi vista em outras ocasiões.</strong></p>
<h2 style="text-shadow: none;">- Os fantasmas do <em style="text-shadow: none;">SS Watertown</em></h2>
<p style="text-shadow: none;"><a style="text-shadow: none;" href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/watertown_ghosts_lg.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1689" title="watertown_ghosts_lg" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/watertown_ghosts_lg.jpg" alt="" width="450" height="359" /></a></p>
<p style="text-shadow: none;">James Courtney e Michael Meehan, eram membros da tripulação do SS Watertown, e estavam limpando o tanque de carga desse navio petroleiro enquanto ele saía do canal do Panamá em direção à cidade de Nova York, em dezembro de 1924. Através de um acidente muito estranho, os dois homens foram dominados por vapores de gás e mortos. <strong style="text-shadow: none;">Conforme o costume da época, os marinheiros foram sepultados no mar</strong>, na costa do México, em 4 de dezembro.</p>
<p style="text-shadow: none;">Mas, essa não seria a última vez que os companheiros dos dois marinheiros os veriam&#8230; No dia seguinte, antes do pôr-do-sol, um imediato reportou ter visto <strong style="text-shadow: none;">as faces de dois homens nas ondas à bombordo do navio</strong>. Eles permaneceram na água por 10 segundos, e então desapareceram. <strong style="text-shadow: none;">Por vários dias depois, as faces fantasmagóricas dos marinheiros foram claramente vistas pelos outros membros da tripulação, na água ao redor do navio.</strong></p>
<p style="text-shadow: none;">Ao chegarem em Nova Orleans, o capitão do navio, Keith Tracy, reportou os estranhos eventos ao seus empregadores, da Cities Service Company, que recomendaram que ele fotografasse as misteriosas faces. E foi o que o capitão fez. Na viagem seguinte, <strong style="text-shadow: none;">assim que os rostos apareceram novamente na água, ele tirou 6 fotos</strong>, e guardou a câmera e o filme no cofre do navio. Quando o filme foi revelado, cinco das fotos não mostraram nada além da espuma da água. Mas <strong style="text-shadow: none;">a sexta mostra os rostos dos marinheiros mortos</strong>. Os negativos foram analisados por uma agência de investigação. <strong style="text-shadow: none;">Após mudanças na tripulação do navio, as faces nunca mais foram vistas&#8230;</strong></p>
<h2 style="text-shadow: none;">- A garota de Bachelor&#8217;s Grove</h2>
<p style="text-shadow: none;"><a style="text-shadow: none;" href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/girl_on_gravestone_lg.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1691" title="girl_on_gravestone_lg" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/girl_on_gravestone_lg.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="text-shadow: none;">Esta foto foi tirada durante uma investigação no cemitério de Bachelor&#8217;s Grove, próximo a Chicago, pela <a style="text-shadow: none;" onclick="zT(this,'1/XJ')" href="http://www.ghostresearch.org/">Ghost Research Society (GRS)</a>. Em 10 de agosto de 1991, vários membros do GRS estavam no cemitério, um pequeno e abandonado cemitério nos limites de Rubio Woods Forest Preserve, próximo ao subúrbio de Midlothian, Illinois. Com a reputação de ser <strong style="text-shadow: none;">um dos cemitérios mais assombrados dos EUA</strong>, o Bachelor&#8217;s Grove já foi o local de <strong style="text-shadow: none;">mais de 100 diferentes testemunhos</strong> de fenômenos estranhos, incluindo visões e barulhos inexplicáveis, e até bolas de luz.</p>
<p style="text-shadow: none;">Mari Huff, uma integrante da GRS, estava tirando fotos preto-e-branco com uma câmera infravermelha onde o grupo havia <strong style="text-shadow: none;">observado algumas anomalias</strong> em seus aparelhos de &#8220;caça-fantasmas&#8221;. <strong style="text-shadow: none;">O cemitério estava completamente vazio</strong>, a não ser pela equipe da GRS. <strong style="text-shadow: none;">Quando as fotos foram reveladas, uma imagem emergiu: uma moça, sozinha, sentada em uma lápide. Algumas partes do seu corpo parecem estar transparentes, e o vestido que usa parece fora de moda.</strong></p>
<h2 style="text-shadow: none;">- O espectro da igreja Newby</h2>
<p style="text-shadow: none;"><a style="text-shadow: none;" href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/hooded_monk_lg.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1693" title="hooded_monk_lg" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/hooded_monk_lg.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="text-shadow: none;"><strong style="text-shadow: none;">Esta fotografia foi tirada em 1963 pelo Reverendo K. F. Lord na igreja de Newby</strong>, em North Yorkshire, Inglaterra. A foto é controversa porque é boa demais. O rosto coberto e a forma como olha diretamente para a câmera faz com que pareça posado &#8211; uma dupla exposição bem feita. Mesmo assim, supostamente, a foto foi analisada por especialistas em fotografia que disseram que a imagem não é fruto de dupla exposição. <strong style="text-shadow: none;">O Reverendo Lord disse que nada podia ser visto a olho nu quando tirou a foto do altar</strong>. Mas, quando o filme foi revelado, uma estranha figura encapuzada estava lá.</p>
<p style="text-shadow: none;">A igreja foi construída em 1870, e desde então, <strong style="text-shadow: none;">nunca havia tido nenhum relato de aparição, assombração ou qualquer outro fenômeno estranho no local</strong>. Algumas pessoas, que analisaram cuidadosamente as proporções dos objetos na foto, <strong style="text-shadow: none;">calcularam que o espectro deveria ter cerca de 2,75m</strong>!!!</p>
<h2 style="text-shadow: none;">- O fantasma do vovô</h2>
<p style="text-shadow: none;"><a style="text-shadow: none;" href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/granny_lg.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1694" title="granny_lg" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/granny_lg.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p style="text-shadow: none;">A foto é de Denise Russel. A senhora no centro da fotografia é a avó dela. Esta senhora viveu até a idade de 94 anos, quando sua mente começou a enfraquecer e ela teve quer ser colocada em um asilo especial. No fim da primeira semana, houve um piquenique para os residentes e seus familiares. A mãe e a irmã de Denise foram.  <strong style="text-shadow: none;">A irmã tirou duas fotos naquele dia, e esta é uma delas</strong>.  Foi tirada num domingo, 17 de agosto de 1997, e a família pensa que o homem atrás da avó na foto é o avô, que faleceu em 14 de agosto de 1984.</p>
<p style="text-shadow: none;"><strong style="text-shadow: none;">Ninguém havia notado o homem da foto até o Natal de 2000</strong>, (a avó já tinha falecido também), enquanto olhavam pelas fotos de família. A irmã de Denise achou que essa era uma ótima foto da avó delas, e resolveu que faria uma outra cópia para a mãe, e ainda ninguém havia notado a anomalia. Quando Denise chegou na casa dos pais para a festa de Natal, naquele dia, sua irmã lhe mostrou a foto novamente e disse: &#8220;com quem você acha que esse homem que está atrás da vovó se parece?&#8221; Ficaram estarrecidas. <strong style="text-shadow: none;">Era o vovô</strong>. Compare com as fotos em preto-e-branco desse senhor em vida:</p>
<p style="text-shadow: none;"><a style="text-shadow: none;" href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/granny2_lg.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1696" title="granny2_lg" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/granny2_lg.jpg" alt="" width="500" height="364" /></a></p>
<h2 style="text-shadow: none;">- O fantasma da festa</h2>
<p style="text-shadow: none;"><a style="text-shadow: none;" href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/lunch-ghost-anim.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-1697" title="lunch-ghost-anim" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/lunch-ghost-anim.gif" alt="" width="500" height="362" /></a></p>
<p style="text-shadow: none;">Observe a animação acima. <strong style="text-shadow: none;">As duas fotos foram tiradas em 1988</strong>, no Hotel Vierjahreszeiten em Maurach, Áustria. Vários turistas haviam se reunido para um jantar de despedida no hotel, e decidiram tirar uma foto do grupo. Um dos participantes, o sr. Todd, armou sua câmera Canon na mesa do lado e apontou-a para o grupo. Ele programou o timer da câmera e correu para a mesa. <strong style="text-shadow: none;">A câmera deu o clique, mas o flash não disparou</strong>. <strong style="text-shadow: none;">Então Todd preparou a câmera para uma segunda foto. Desta vez o flash disparou</strong>.</p>
<p style="text-shadow: none;">O filme foi posteriormente revelado, e ninguém havia notado nada até que um dos participantes do jantar (e da foto!) notou que havia <strong style="text-shadow: none;">uma cabeça extra, meio borrada no meio do grupo</strong>, que apareceu na primeira foto (<strong style="text-shadow: none;">a que o flash não funcionou</strong>). <strong style="text-shadow: none;">Ninguém reconheceu a mulher fantasmagórica</strong>, e ninguém sabe dizer como a imagem dela apareceu na foto. Além de estar um pouco fora de foco, <strong style="text-shadow: none;">a cabeça dela é um pouco desproporcional comparada a dos outros integrantes da fotografia</strong>.</p>
<p style="text-shadow: none;">A foto foi examinada pela Royal Photographic Society, pelo departamento de fotografia da Universidade de Leicester e pela Society for Psychical Research (Sociedade de Pesquisa Psíquica), e <strong style="text-shadow: none;">todos afirmaram que a imagem na foto não é decorrente de dupla exposição</strong>.</p>
<h2 style="text-shadow: none;">- O bebê fantasma do cemitério</h2>
<p style="text-shadow: none;"><a style="text-shadow: none;" href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/best_baby_lg.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1700" title="best_baby_lg" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/best_baby_lg.jpg" alt="" width="500" height="349" /></a></p>
<p style="text-shadow: none;">Uma mulher de nome sra. Andrews visitava o túmulo de sua filha em um cemitério em Queensland, Austrália em 1946 ou 1947. <strong style="text-shadow: none;">A sua filha Joyce havia morrido cerca de um ano antes, em 1945, com a idade de 17 anos</strong>. Quando tirou a foto do túmulo de Joyce, a sra. Andrews não notou nada fora do normal no local. Mas, quando o filme foi revelado, ela ficou atônita ao ver <strong style="text-shadow: none;">a imagem de uma criança sentada alegremente no túmulo de sua filha</strong>. O fantasma da criança parece saber da presença da sra. Andrews, pois olhava diretamente para a câmera.</p>
<p style="text-shadow: none;">Será possível uma dupla exposição? <strong style="text-shadow: none;">A sra. Andrews disse que não havia nenhuma criança ali perto quando tirou a foto, e sequer reconhece essa criança </strong>- ela jamais poderia ter tirado a foto desse bebê. Ela disse que não acreditava que o bebê em questão pudesse ser sua filha quando pequena.</p>
<p style="text-shadow: none;">Investigando o caso, o pesquisado paranormal australiano Tony Healy, visitou o cemitério no fim dos anos 90. <strong style="text-shadow: none;">Perto do túmulo de Joyce havia os túmulos de duas crianças</strong>.</p>
<h2 style="text-shadow: none;">- O fantasma da igreja Sefton</h2>
<p style="text-shadow: none;"><a style="text-shadow: none;" href="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/best_priest_lg.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1701" title="best_priest_lg" src="http://inconscientecoletivo.net/wp-content/uploads/2009/03/best_priest_lg.jpg" alt="" width="358" height="500" /></a></p>
<p style="text-shadow: none;"><strong style="text-shadow: none;">A igreja Sefton é uma estrutura antiga, iniciada no século 12 e finalizada no início do século 16</strong>, localizada em Merseyside, Inglaterra, logo ao norte de Liverpool. Esta fotografia foi tirada dentro da igreja, em setembro de 1999. De acordo com o livro de Brad Steiger, <em style="text-shadow: none;">Real Ghosts, Restless Spirits and Haunted Places, </em>quando esta foto foi tirada, só havia um único fotógrafo, além do que bateu a fotografia, no recinto. <strong style="text-shadow: none;">Nenhum dos dois lembram de ter visto uma outra pessoa ou sequer um fantasma no local</strong>, naquele momento. Pelo fato da figura estar toda de preto, especula-se que a aparição possa ser de um padre ou sacerdote.</p>
<p style="text-shadow: none;">+++</p>
<p style="text-shadow: none;"><span style="text-decoration: line-through;">Pessoal, recebi da Simone uma foto tirada no dia 11/09/09, pelo marido dela, da fachada de um prédio nos EUA. A foto foi tirada com uma câmera digital Nikon Coolpix. Na foto, que coloquei abaixo, circulei em vermelho a imagem que supostamente seria a de um &#8220;fantasma&#8221;. Segundo a Simone, não havia ninguém no hall do prédio no momento em que a foto foi tirada, muito menos um sofá para se sentar. Ela diz ainda que no momento que a foto estava sendo tirada, acontecia uma homenagem às vítimas do 11 de Setembro em Nova York, próximo ao prédio. Para aumentar a imagem, basta clicar na foto.</span></p>
<p style="text-shadow: none;"><span style="text-decoration: line-through;"><em>Opiniões?</em></span></p>
<p style="text-shadow: none;"><span style="text-decoration: line-through;">Outras fotos do local:</span></p>
<p style="text-shadow: none;"><span style="text-decoration: line-through;">O outro lado da rua (para quem pensou em um possível reflexo de um homem que poderia estar sentado em um lugar do outro lado da rua):</span></p>
<p style="text-shadow: none;">
<p style="text-shadow: none;">+++</p>
<p style="text-shadow: none;"><em style="text-shadow: none;">11/03/2010</em></p>
<p style="text-shadow: none;"><span style="text-decoration: line-through;">Pois pois. Já que ninguém descobriu o que aconteceu na foto acima, enviada pela internauta Simone, eu explico!</span></p>
<p style="text-shadow: none;"><span style="text-decoration: line-through;"><strong style="text-shadow: none;">Não é uma foto de fantasma. Longe disso.<br style="text-shadow: none;" /> </strong></span></p>
<p style="text-shadow: none;"><span style="text-decoration: line-through;">O que aconteceu foi que no momento em que a foto da fachada do prédio foi tirada, um caminhão da empresa americana &#8220;<a style="text-shadow: none;" title="La-Z-Boy" href="http://www.la-z-boy.com/" target="_blank">La-Z-Boy</a>&#8221; (que vende poltronas e sofás) estava passando, e o fotógrafo captou (com um <em style="text-shadow: none;">timing</em> que podemos dizer, perfeito!) o instante em que o reflexo da foto que estampava o caminhão &#8211; a de um homem sentado numa poltrona -  refletia na vidraça da porta do edifício!</span></p>
<p style="text-shadow: none;"><span style="text-decoration: line-through;">Observem, abaixo:</span></p>
<p style="text-shadow: none;"><span style="text-decoration: line-through;">A foto foi invertida, para que o que aparece escrito no reflexo pudesse ser melhor visualizado. É possível ver o baú do caminhão e que ele mostra não apenas a foto do homem sentado, mas um anúncio escrito.</span></p>
<p style="text-shadow: none;"><span style="text-decoration: line-through;">Não foi dessa vez!</span></p>
<p style="text-shadow: none;"><span style="text-decoration: line-through;">+++</span></p>
<p style="text-shadow: none;">04/10/10<span style="text-decoration: line-through;"><br />
</span></p>
<p style="text-shadow: none;">A pedido da autora, as fotos foram retiradas.<span style="text-decoration: line-through;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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