“Eu sou assim mesmo…”

Recebi por email, em inglês, um texto que fala sobre caráter. O autor é Michael Josephson, fundador de um Instituto nos EUA que se destina à educação e ao treinamento de caráter em jovens e adultos. O texto em questão, traduzido por mim, fala um pouco sobre aquela lorota que muitas pessoas utilizam como defesa para não ter que reconhecer seus próprios defeitos e para mudá-los: “Eu sou assim mesmo…

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Quando ouvimos isso, geralmente é alguém nos dizendo: “Sai do meu pé”, ou “Aceite-me como sou”. Freqüentemente é uma reação à crítica. Pode ser por causa de atrasos crônicos, negligências, promessas quebradas, agressão física ou verbal, ou infidelidade. Independente do que for, a pessoa nos pede para deixar pra lá.

No fim, isto é uma manobra para fazer com que abaixemos as nossas expectativas baseada na dúbia idéia de que determinados mau hábitos são uma parte intrínseca do caráter, e por isso, fora de nosso controle. Esperam que acreditemos que é idiota e fútil querer que uma pessoa mude.

Existem, é claro, muitas coisas que estão além do nosso controle: baixa estatura, ossos grandes, pouco cabelo. Felizmente, com o caráter é diferente. Ele está completamente sob nosso controle. O pobre e o rico, o lento e o esperto, o comum e o bonito; todos têm a mesma oportunidade de se tornar pessoas de caráter.

Claro, caráter pode ser influenciado pela hereditariedade e o ambiente, mas é determinado pela escolha. Nenhuma propensão, circunstância  ou experiência é tão poderosa que pudesse fixar para sempre o nosso caráter. Ele nunca está finalizado.  É constantemente modelado e esculpido pelas escolhas que fazemos para nutrir ou ignorar os nossos mais nobres instintos e a se render a ou superar os impulsos negativos e tentações corrompidas.

No que diz respeito ao que demandamos de nós mesmos ou dos outros, nunca devemos abaixar nossos padrões. O caráter é uma prática de escolha.  Fraquezas e hábitos ruins não são desculpas para não melhorar.

Caráter conta.

O “Novo Buda”… será?

Ram Bonjam

Ram Bonjam

Desde a volta do garoto Ram Bonjam, ou Palden Dorje (seu nome budista), muita polêmica tem surgido à respeito de sua verdadeira “iluminação” (para alguns é divindade). Li diversas notícias à respeito do reaparecimento dele, e o que mais me estarreceu foram os depoimentos dos “devotos”, “seguidores” e “discípulos”. Algumas pessoas que foram ver o menino disseram para os jornais que acreditam que ele é mais do que um “Buda”, ele é o próprio Deus.

Bem, acho que nem preciso dizer o quanto tudo isso é incrivelmente precipitado. Não que não possa existir a possibilidade de um novo “buda”. O próprio Buddha, Siddharta Gautama dizia que todos nós temos o potencial da iluminação dentro de nós, tanto por isso que ele não queria que as pessoas o venerassem ou adorassem, muito menos que transformassem em dogma tudo o que ele ensinou.

Estranhamente, por tudo que já li e vi à respeito de Ram Bonjam, o que me parece é que ele está tentando imitar a história de iluminação de Gautama. Particularmente, acho louvável, mais do que admirável, alguém que busca a Iluminação (Nirvana – Estado Búdico). Porém, passo a ficar um pouco desconfiada quando a pessoa que entra nesse caminho o faz com promessas de “salvar a humanidade”. Pois foi isso o que Ram Bonjam fez, segundo o que a a própria família dele disse. A idéia dele era sair para meditar, por 6 anos (algumas fontes dizem que Gautama meditou por 5, outras por 6 anos até atingir o Nirvana). Ram Bonjam foi então para debaixo de uma árvore (hmmm… alguém aqui notou alguma semelhança com a Árvore Bo, onde Siddharta meditou?) e ficou lá por 10 meses, supostamente sem comer e beber (a equipe do Discovery Channel confirmou que ele não saía para nada, pelo menos nos 10 dias que estiveram lá). Então sumiu em 11 de março de 2006, reapareceu para alguns seguidores umas semanas depois, e sumiu novamente, para reaparecer em novembro de 2008. Pelos meus cálculos ele não chegou a meditar direto por 3 anos. E a história inicial dos 6 anos de meditação?

Enfim. Bonjam reapareceu e houve toda uma comoção da população local. Ele já dá bênçãos e é chamado de o “Novo Buda”. Entretanto, NENHUMA autoridade budista reconheceu (mesmo que ainda) o tal proclamado nirvana do menino (que está com 17 anos, ao contrário dos 18 que está sendo divulgado). Outro fato estranhíssimo, pelo menos para mim, à respeito de Bonjam, é a história de que ele é a “reencarnação do Senhor Buddha”, ou seja, de Gautama. Se eu bem compreendo a filosofia budista, à partir do momento que um ser humano atinge a Iluminação, também chamada de Nirvana ou Estado Búdico, a pessoa NÃO volta a reencarnar. Na verdade é essa a idéia que motiva as pessoas a quererem a Iluminação. É o sair do Samsara (ciclo de nascimentos e renascimentos sem fim neste mundo de sofrimento). Então, como que o menino pode ser a reencarnação de Gautama??? Para mim isso não faz o menor sentido, a menos que Siddharta não tenha atingido o Nirvana!!

Acho que nessa história, o mais provável é que ele não seja reencarnação de Gautama (nem de Buda algum!), e que tenha ainda muito caminho pela frente para se tornar um verdadeiro Iluminado.

Na internet há muitos vídeos de notícias e trechos de documentários sobre a história de Bonjam. Selecionei dois, com algumas imagens interessantes, e contado um pouco de como tudo começou (infelizmente, só encontrei vídeos em inglês):

Ram Bahadur Bomjan in 2006 (conta um pouco sobre a vida dele e mostra sua família e onde morava)

Imagem de Amostra do You Tube

‘Buddha Boy” Re-Emerges (cenas feitas pela CBS mostrando Bonjam “abençoando” seus seguidores e devotos. A mim, ele não parece “sereno”, como se esperaria de um Buda, na verdade, pelo seu olhar, ele parece um tanto perdido…)

Imagem de Amostra do You Tube

P.S.: sobre o nome dele… Estou usando “Ram Bonjam” pois acredito que seja o correto. Mas na internet você encontra outras grafias também, como Banjam, Bonjom e até Banjom… Taí mais um mistério sobre ele! ;-)

O Paradoxo do Nosso Tempo

George Carlin

George Carlin ("Jesus está vindo, pareça ocupado!!!")

“O homem mais sábio que já conheci me ensinou uma coisa que jamais esqueci. E embora eu nunca tenha esquecido, nunca a memorizei também. Então, o que me sobrou foi a memória de ter aprendido algo muito sábio a qual não consigo me lembrar.”

Recebi por e-mail este texto, de autoria atribuída ao excelente comediante norte-americano, George Carlin.  Entretanto, para quem conhece o comediante, logo de cara se vê que o texto jamais poderia ser dele. O verdadeiro autor de “O Paradoxo de Nosso Tempo” é um tal Dr. Moorehead, autor e pastor de uma igreja nos EUA (segundo o site Truth or Fiction), que teria escrito o texto em 1990.  George Carlin  é um dos pioneiros e um dos mais famosos comediantes de crítica social, porém, possui uma visão um pouco mais diferente (e um tanto sarcástica!) da vida. Não obstante, este texto resume exatamente o que a nossa “era do conhecimento” verdadeiramente é. Para rir e para pensar!

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Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e oramos raramente, esquecemos até que Deus existe.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.

Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho.

Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos. Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.

Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na era do ‘fast-food’ e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas ‘mágicas’. Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na despensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar ‘delete’.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer ‘eu te amo’ à sua companheira (o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame… Ame muito.

Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!

Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.

(Estudo: bactéria dá pista sobre vida fora da Terra)

Notícia retirada do site Terra, de 10/10/08 à respeito de uma bactéria que dá pistas de como poderia haver vida em outros planetas, mesmo sem oxigênio…

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Cientistas americanos descobriram na África do Sul um minúsculo organismo que vive inteiramente isolado, sem oxigênio e na escuridão total das profundezas da Terra. Acredita-se que a descoberta da bactéria, descrita na edição desta sexta-feira da revista científica Science, tenha identificado a criatura mais solitária do planeta e forneça pistas sobre como seria possível haver vida em outros planetas.

A bactéria foi batizada de candidatus desulforudis audaxviator, em referência a uma citação em latim contida no livro Viagem ao Centro da Terra, de Jules Verne. A referência encontrada pelo personagem-herói, um “viajante audaz” (audax viator), termina inspirando-o a empreender a jornada.

A d. audaxviator foi encontrada imersa em água em uma mina de ouro na África do Sul por uma equipe do Laboratório Nacional de Berkeley, da Califórnia (Estados Unidos). Cientistas dizem que a bactéria é “completamente auto-suficiente” – é composta dos elementos que a circundam, incluindo carbono e nitrogênio, retira energia do hidrogênio e do sulfato e se reproduz dividindo a si mesma.

“Isso é algo que sempre especulamos. Mas encontrar isso aqui na Terra é a confirmação da idéia de que se pode, na verdade, condensar os elementos originais de todo um ecossistema em um único genoma”, afirmou um dos pesquisadores, Dylan Chivian.

Primórdios

Os cientistas afirmam que a bactéria compõe 99,9% dos organismos que habitam a falha na qual foi encontrada – ou seja, vive completamente isolada de outras criaturas, em um ambiente quente, escuro e com oxigênio rarefeito.

Chivian diz que a descoberta pode dar pistas sobre como eventuais organismos vivos poderiam sobreviver em planetas que, diferente da Terra, não contêm grande oferta de oxigênio. “Em seus primórdios, a Terra e outros planetas não possuíam muito oxigênio, e a vida evoluiu para encontrar maneiras de obter energia”, afirmou Chivian.

“Se um dia descobrirmos a vida em outros planetas, pode muito bem ocorrer de (os organismos) viverem sem oxigênio, extraindo sua energia de elementos químicos como o sulfato.”

Novidades… em breve!

Aguardem…

Estou reformulando todo o blog, por isso não postei mais praticamente nada! Em breve, o Inconsciente Coletivo estará com endereço novo e cara nova!

E os comentários e traduções tão pedidos sobre o novo livro de James Arthur Ray (excelente e altamente recomendável!) estarão nessa nova versão… além de muitas outras novidades e… exclusividades! ;-)

é só mais uns diazinhos…

Amor e Perda – A História de Steve Jobs

Recebi esse texto hoje, que conta a história de sucesso, fracasso e o “renascimento das cinzas” de Steve Jobs, fundador e criador da Apple/Macintosh. Muitas vezes encaramos um grande problema como uma conspiração do mundo contra nós. Pensamos que o problema é uma grande injustiça, algo que não merecemos. Mas, como diz o ditado, “a verdade é filha do tempo, não da autoridade”, e com o tempo, percebemos que aquele problema enorme, aparentemente sem solução, era exatamente o que precisávamos sofrer para abrir a nossa mente para uma nova realidade, uma nova percepção da própria vida. Traduzido por mim, mas com a autoria de Steve Jobs:

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Amor e Perda

Eu era sortudo. Encontrei o que amava fazer já cedo na vida. Woz e eu começamos a Apple na garagem dos meus pais, quando eu tinha 20 anos. Nós trabalhamos arduamente, e em 10 anos a Apple cresceu de apenas nós dois em uma garagem para uma companhia de 2 bilhões de dólares com mais de 4.000 funcionários. Nós tínhamos acabado de lançar a nossa melhor criação – o Macintosh – um ano antes, e eu tinha acabado de completar 30 anos. E então eu fui demitido. Como você pode ser demitido da companhia que você começou?

Bem, conforme a Apple crescia, nós contratamos alguém que eu achava que era bem talentoso para comandar a companhia comigo, e no primeiro ano ou mais, as coisas foram bem. Mas então as nossas visões de futuro começaram a divergir, e no fim tivemos uma desavença. Quando isso aconteceu, a nossa banca de diretores ficou do lado dele. Então, aos 30, eu estava fora. E fora de uma maneira bem pública. O que tinha sido o foco de toda a minha vida adulta havia acabado, e isso foi devastador.

Por alguns meses, eu realmente não sabia o que fazer. Sentia que havia decepcionado a próxima geração de empreendedores – que havia deixado a batuta cair quando ela me foi passada. Encontrei-me com David Packard e Bob Noyce e tentei me desculpar por ter errado feio. Foi um fracasso muito público e pensei em abandonar tudo. Mas alguma coisa lentamente começou a despertar em mim – eu ainda amava o que fazia. Os acontecimentos com a Apple não haviam mudado isso. Eu havia sido rejeitado, mas ainda estava apaixonado. E então eu decidi recomeçar.

Eu não percebi isso na época, mas ter sido demitido da Apple foi a melhor coisa que poderia ter acontecido comigo. O peso de ser bem-sucedido foi substituído pela leveza de ser um iniciante novamente, com menos certezas à respeito de tudo. Isso me libertou para entrar em um dos períodos mais criativos da minha vida.

Durante os 5 anos seguintes, iniciei uma companhia chamada NeXT e outra chamada Pixar, e me apaixonei por uma mulher incrível, que se tornou minha esposa. A Pixar foi em frente e criou o primeiro filme de animação computadorizada do mundo, “Toy Story”, e hoje é o estúdio de animação mais bem-sucedido do mundo. Em uma reviravolta extraordinária, a Apple comprou a NeXT.

Eu voltei para a Apple, e a tecnologia que desenvolvemos na NeXT está no coração do atual renascimento da Apple. E Laurence e eu temos uma família maravilhosa juntos.

Tenho certeza que nada disso teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple. Foi um remédio amargo, mas eu acho que o paciente aqui precisava. Algumas vezes a vida atinge você com um tijolo na cabeça. Não perca a fé. Eu estou convencido que a única coisa que me manteve indo em frente foi o amor pelo que fazia. Você precisa encontrar o que ama. E isso é verdade não só para o seu trabalho, mas para os seus relacionamentos também.

O seu trabalho irá preencher uma grande parte da sua vida, e a única maneira de se sentir verdadeiramente satisfeito é fazer aquilo que você acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um ótimo trabalho, é amando o que faz. Se você ainda não encontrou, continue procurando.

Não se acomode. Assim é com todos os assuntos do coração, você reconhecerá quando encontrar. E, da mesma forma que em qualquer grande relacionamento, vai ficando melhor e melhor conforme os anos passam. Portanto, continue procurando até encontrar. Não se acomode.

21 Regras para uma ótima Vida

Já vi mensagens parecidas com esta circulando em formato .ppt (de PowerPoint), mas acredito que esta seja a versão original. Traduzi do inglês. Se somente essas 21 regras são suficientes para tornar a vida ótima, não sei. Mas elas definitivamente guiam para um viver mais sábio e ponderado.

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21 Regras para uma vida ótima

Um – Dê para as pessoas mais do que elas esperam, e faça isso com alegria.

Dois – Case com um homem ou mulher que você adore conversar. Conforme envelhecerem, as suas habilidades de conversação serão tão importantes quanto qualquer outra.

Três – Não acredite em tudo o que dizem, não gaste tudo o que tem e não durma o quanto quer.

Quatro – Quando dizer “eu te amo”, realmente seja sincero.

Cinco – Quando dizer “me perdoe” olhe a pessoa nos olhos.

Seis – Fique noivo pelo menos durante seis meses antes de casar.

Sete - Acredite em amor à primeira vista.

Oito - Nunca ria do sonho de alguém. Pessoas que não têm sonhos não têm muito.

Nove – Ame, profunda e apaixonadamente. Você pode se magoar mas esta é a única maneira de viver a vida inteiramente.

Dez – Em discussões, brigue de maneira justa e não xingue.

Onze – Não julgue as pessoas pelos seus parentes.

Doze – Fale devagar mas pense rápido.

Treze – Quando alguém lhe pergunta algo que não queira responder, sorria e pergunte “porque você quer saber?”.

Quatorze – Lembre-se que um grande amor e grandes realizações envolvem grandes riscos.

Quinze – Diga “saúde” quando alguém espirra.

Dezesseis – Quando você perder, não perca a lição.

Dezessete – Lembre-se dos três “Rs”: Respeito por si próprio, Respeito pelos outros e Responsabilidade por todas as suas ações.

Dezoito – Não deixe que uma pequena disputa prejudique uma grande amizade.

Dezenove – Quando se der conta de que cometeu um erro, tome providências imediatas para corrigí-lo.

Vinte – Sorria ao atender o telefone, a pessoa que ligou irá percebê-lo pela sua voz.

Vinte e Um – Passe algum tempo sozinho.

Poema de Madre Teresa de Calcutá

Inspirador… (retirado do excelente livro “Você: A Alma do Negócio”, de Roberto Shinyashiki – recomendado a todos que possuem uma visão negativa de trabalho ou da própria carreira ou se sentem desesperançados com relação a mudar de vida. Já sentiu que estava fazendo algo que não é você? Que trabalha só para ter dinheiro e nem esse dinheiro consegue deixá-lo feliz ou seguro? Escolheu uma carreira da moda só por status e se arrepende? Ou decidiu calar a própria vontade (e vocação) e resolveu continuar o negócio da família ou ter o emprego que o pai e a mãe sempre quiseram para você? Taí… você precisa ler esse livro!)

“Muitas vezes as pessoas

são egocêntricas, ilógicas e insensatas.

Perdoe-as assim mesmo.


Se você é gentil,

as pessoas podem acusá-lo de interesseiro.

Seja gentil assim mesmo.


Se você é um vencedor,

terá alguns falsos amigos e alguns inimigos verdadeiros.

Vença assim mesmo.


Se você é honesto e franco,

as pessoas podem enganá-lo.

Seja honesto e franco assim mesmo.


O que você levou anos para construir,

alguém pode destruir de uma hora para outra.

Construa assim mesmo.


Se você tem paz e é feliz,

as pessoas podem sentir inveja.

Seja feliz assim mesmo.


O bem que você faz hoje,

pode ser esquecido amanhã.

Faça o bem assim mesmo.


Dê ao mundo o melhor de você,

mas isso pode não ser o bastante.

Dê o melhor de você assim mesmo.


Veja você que, no final das contas,

é tudo entre você e Deus.

Nunca foi entre você e os outros.”

Homenagem à Artur da Távola

Uma imensa perda para o Brasil… Em homenagem a ele, posto aqui um dos seus textos (o meu preferido, para ser exata…):

Artur da Távola

A ALMA DOS DIFERENTES
Artur da Távola

“.. Ah, o diferente, esse ser especial!

Diferente não é quem pretenda ser. Esse é um imitador do que ainda não foi imitado, nunca um ser diferente.

Diferente é quem foi dotado de alguns mais e de alguns menos em hora, momento e lugar errados para os outros. Que riem de inveja de não serem assim. E de medo de não agüentar, caso um dia venham, a ser. O diferente é um ser sempre mais próximo da perfeição.

O diferente nunca é um chato. Mas é sempre confundido por pessoas menos sensíveis e avisadas. Supondo encontrar um chato onde está um diferente, talentos são rechaçados; vitórias, adiadas; esperanças, mortas. Um diferente medroso, este sim, acaba transformando-se num chato. Chato é um diferente que não vingou.

Os diferentes muito inteligentes percebem porque os outros não os entendem. Os diferentes raivosos acabam tendo razão sozinhos, contra o mundo inteiro. Diferente que se preza entende o porque de quem o agride. Se o diferente se mediocrizar, mergulhará no complexo de inferioridade.

O diferente paga sempre o preço de estar – mesmo sem querer – alterando algo, ameaçando rebanhos, carneiros e pastores. O diferente suporta e digere a ira do irremediavelmente igual: a inveja do comum; o ódio do mediano. O verdadeiro diferente sabe que nunca tem razão, mas que está sempre certo.

O diferente começa a sofrer cedo, já no primário, onde os demais de mãos dadas, e até mesmo alguns adultos por omissão, se unem para transformar o que é peculiaridade e potencial em aleijão e caricatura. O que é percepção aguçada em : “Puxa, fulano, como você é complicado”. O que é o embrião de um estilo próprio em : “Você não está vendo como todo mundo faz? ”

O diferente carrega desde cedo apelidos e marcações os quais acaba incorporando. Só os diferentes mais fortes do que o mundo se transformaram (e se transformam) nos seus grandes modificadores.

Diferente é o que vê mais longe do que o consenso. O que sente antes mesmo dos demais começarem a perceber. Diferente é o que se emociona enquanto todos em torno agridem e gargalham. É o que engorda mais um pouco; chora onde outros xingam; estuda onde outros burram. Quer onde outros cansam. Espera de onde já não vem. Sonha entre realistas. Concretiza entre sonhadores. Fala de leite em reunião de bêbados. Cria onde o hábito rotiniza. Sofre onde os outros ganham.

Diferente é o que fica doendo onde a alegria impera. Aceita empregos que ninguém supõe. Perde horas em coisas que só ele sabe importantes. Engorda onde não deve. Diz sempre na hora de calar. Cala nas horas erradas. Não desiste de lutar pela harmonia. Fala de amor no meio da guerra. Deixa o adversário fazer o gol, porque gosta mais de jogar do que de ganhar. Ele aprendeu a superar riso, deboche, escárnio, e consciência dolorosa de que a média é má porque é igual.

Os diferentes aí estão: enfermos, paralíticos, machucados, engordados, magros demais, inteligentes em excesso, bons demais para aquele cargo, excepcionais, narigudos, barrigudos, joelhudos, de pé grande, de roupas erradas, cheios de espinhas, de mumunha, de malícia ou de baba. Aí estão, doendo e doendo, mas procurando ser, conseguindo ser, sendo muito mais.

A alma dos diferentes é feita de uma luz além. Sua estrela tem moradas deslumbrantes que eles guardam para os pouco capazes de os sentir e entender. Nessas moradas estão tesouros da ternura humana. De que só os diferentes são capazes.

Não mexa com o amor de um diferente. A menos que você seja suficientemente forte para suportá-lo depois.”

LIVROS RECOMENDADOS:

Diário Doido Tempo

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A Mulher é Amar

A Mulher é Amar

Site brasileiro dedicado a Edgar Allan Poe

(…)”And the Raven, never flitting, still is sitting, still is sitting
On the pallid bust of Pallas just above my chamber door;
And his eyes have all the seeming of a demon that is dreaming,
And the lamp-light o’er him streaming throws his shadow on the floor,
And my soul from out that shadow that lies floating on the floor
Shall be lifted – nevermore!”

(“The Raven” – EDGAR ALLAN POE – 1845)

Neste post gostaria de recomendar o link de um site dedicado ao extraordinário escritor (o primeiro site em Língua Portuguesa!), Edgar Allan Poe:

http://www.poebrasil.com.br/

Edgar A. Poe

Para os apreciadores da obra do escritor, uma excelente notícia! O site possui seções com os poemas e contos, biografia, notícias, galeria (para imagens/wallpapers/pinturas/desenhos etc) e o que é o mais interessante: uma seção chamada “Você é o Autor” para que os leitores mandem seus textos e os tenham exibidos no site.