(Inglaterra: verão seco expõe sítios arqueológicos em lavouras)

Centenas de sítios arqueológicos antigos foram descobertos em imagens aéreas na Grã-Bretanha, graças ao verão seco que atingiu o país neste ano. De acordo com dados levantados pela instituição English Heritage, de conservação do patrimônio histórico da Inglaterra, as imagens mostram marcas de construções antigas que estão soterradas.

Entre os lugares descobertos pelos arqueólogos estão ruínas romanas próximas à cidade de Bradford Abbas, na região de Dorset, no sudoeste da Inglaterra. O local foi revelado em imagens feitas em junho. Nas fotos, é possível ver um muro circular que teria servido de proteção aos soldados romanos durante manobras militares no primeiro século d.C.

Na cidade de Tadcaster, em North Yorkshire, no norte da Inglaterra, os arqueólogos identificaram um forte romano de mais de 2 mil anos de idade. Além disso, uma muralha reforçada foi construída no ano de 290 d.C.

Em East Riding of Yorkshire, no norte da Inglaterra, 60 novos sítios foram descobertos em apenas um dia
Em East Riding of Yorkshire, no norte da Inglaterra, 60 novos sítios foram descobertos em apenas um dia

“As marcas em lavouras são sempre mais visíveis em clima seco, mas os últimos verões foram decepcionantes”, disse o analista Dave MacLeod, do English Heritage.

“Neste ano, nós tiramos proveito das condições climáticas. Nós tentamos nos concentrar nas regiões em que há poucas descobertas arqueológicas.”

Acampamento Romano, em Dorset
Acampamento Romano, em Dorset

Visão aérea de um forte romano de 2.000 anos atrás encontrado em Newton Kyme, em North Yorkshire.
Visão aérea de um forte romano de 2.000 anos atrás encontrado em Newton Kyme, em North Yorkshire.

A English Heritage afirma que alguns sítios arqueológicos que não eram visíveis desde a seca de 1976 ressurgiram neste ano.

Fonte: Terra/BBC Brasil

(Tutancâmon era filho de faraó com irmã, diz estudo)

Desde que a tumba de Tutancâmon foi descoberta, em 1922, pelo arqueólogo Howard Carter e sua equipe, muito mistério envolve a vida e a morte do jovem faraó que governou o Egito dos 9 a aos 19 anos, no século XIV a.C. Até pouco tempo atrás, os arqueólogos não sabiam quem eram os pais de Tutancâmon nem a causa de sua morte prematura. Agora, uma equipe de geneticistas, liderada pelo arqueólogo Zahi Hawass, conseguiu solucionar uma parte significativa do quebra-cabeça.

Por meio do estudo do DNA de Tutancâmon e de dez outras múmias que os arqueólogos suspeitavam ser membros da sua família direta, incluindo dois fetos mumificados encontrados na tumba do faraó, foi determinada com certeza praticamente absoluta (uma probabilidade de 99,99%) a identidade dos pais do mais jovem rei do Egito.

Tutancâmon foi fruto de um casamento incestuoso entre o rei Akhenaton e a irmã deste, conhecida como a Jovem Senhora (múmia KV35YL). A descoberta põe fim às especulações de que Nefertiti, a poderosa rainha egípcia de beleza legendária e uma das mulheres de Akhenaton, tenha sido sua mãe.

Resultado de uma união entre irmãos, este faraó frequentemente estudado tinha pé torto, lábio parcialmente leporino e certamente sofreu uma necrose no pé esquerdo, no qual um dos dedos não tinha osso, o que provavelmente lhe causava muita dor. Tutancâmon fez de sua meia irmã sua mulher

Resultado de uma união entre irmãos, este faraó frequentemente estudado tinha pé torto, lábio parcialmente leporino e certamente sofreu uma necrose no pé esquerdo, no qual um dos dedos não tinha osso, o que provavelmente lhe causava muita dor. Tutancâmon fez de sua meia irmã sua mulher

“Isso explica porque Tutancâmon era um indivíduo tão frágil e mais suscetível a infecções, o que pode ter causado sua morte”, diz Jamie Shreeve, editor de ciência da revista National Geographic, que acompanhou de perto o trabalho da equipe dentro da tumba do Rei Menino, em outubro do ano passado.

O incesto entre os membros da realeza era comum no antigo Egito, pois trazia vantagens políticas e mais poder aos faraós. Filhos de irmãos estão mais predispostos a defeitos congênitos. Tutancâmon tinha pé torto e lábio parcialmente leporino. Uma enorme quantidade de bengalas e pedaços de bengalas foi encontrada na tumba do faraó. A análise da múmia de Tutancâmon também indica que ele tenha sofrido de necrose no pé esquerdo, cujo um dos dedos não tinha osso. De todos os faraós, ele é o único ilustrado sentado ao atirar com arco e flecha.

“Este não era um rei que segurava um bastão como símbolo de poder. Ele era um jovem que precisava de uma bengala para caminhar”, afirma Hawass.

É possível que a causa de sua morte tenha sido a malária, uma doença comum naquela região e época. Com base na presença de diversas cepas do parasita Plasmodium falciparum, foi comprovado que Tutancâmon foi infectado pela forma mais grave de malária diversas vezes no decorrer de sua vida. No entanto, há cientistas que acreditam que, como a doença era tão comum no Egito, o faraó pode ter desenvolvido uma imunidade parcial à malária. Por outro lado, a doença pode ter debilitado o seu sistema imunológico e ter levado a complicações em uma fratura encontrada em sua perna – provavelmente causada por uma queda – e avaliada pela equipe, em 2005.

“Podemos descartar a teoria de que Tutancâmon tenha sido assassinado com um golpe na cabeça”, afirma Shreeve. Durante o exame da múmia do faraó, foi determinado que o buraco na sua cabeça foi resultado do processo de mumificação.

Apesar do estudo das outras múmias ainda não estar concluído, com base nos dados até agora examinados, há evidência suficiente para acreditar que a mulher de Tutancâmon, Ankhesenamun, fosse sua meia-irmã, filha de Akhenaton e Nefertiti. Portanto, o jovem faraó era filho e genro de Akhenaton. Também é bastante provável que os dois fetos sejam de filhas do casal. Tutancâmon e Ankhesenamun não tiveram outros filhos.

“De certa forma, os egípcios atingiram seu objetivo de serem transportados para uma vida após a morte. Sua preservação é extraordinária”, diz Shreeve. A meta dos arqueólogos agora é descobrir mais sobre o DNA de Ramsey I e localizar Nefertiti, que, até hoje, não foi encontrada.

O artigo completo com mais fotos será publicado na edição de 31 de agosto da National Geographic. Ele também pode ser acessado, em inglês, pelo link http://ngm.nationalgeographic.com/2010/09/tut-dna/hawass-text.

Fonte: Terra/National Geographic

(Descoberto lago artificial maia em meio à floresta no México)

Fundo do reservatório de água parece coberto de lascas de cerâmica, usadas para vedação, como uma psicina

Pesquisadores alemães e mexicanos encontraram um lago artificial, no sítio arqueológico da antiga cidade de maia de Uxul, cujo fundo é revestido por placas de cerâmica, como as piscinas modernas são revestidas de azulejo. De acordo com o pesquisador Nicolaus Seefeld, o fundo do lago, com dois metros de profundidade, está recoberto de lascas de cerâmica “praticamente sem lacunas”.

Embora o uso de lagos artificiais, ou” aguadas”, como reservatórios de água potável pelos maias já fosse conhecido, a tecnologia usada em Uxul surpreendeu os arqueólogos.

“Ainda não sabemos se o revestimento se estende por toda a aguada”, completou ele, em nota, explicando que a escavação teve início no centro do lago.

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Escavação comçeou no centro do antigo reservatório

De acordo com texto divulgado pela Universidade de Bonn, se todo o reservatório estiver realmente recoberto por ladrilhos, a descoberta será “uma pequena sensação”, pela quantidade de cerâmica envolvida.

As duas aguadas já descobertas em Uxul eram maiores que piscinas olímpicas, e talvez não tivessem sido as únicas. A cidade tinha uma população de pelo menos 2.000 pessoas, e precisava acumular água para durar pelos três meses anuais de seca.

No Período Clássico da cultura maia, de 250 a 900 d.C., Uxul estava localizada numa área densamente povoada, entre as grandes cidades de El Mirador e Calakmul. Por ali passavam rotas comerciais que iam do centro do México à Guatemala.

Fonte: Estadão

(Arqueólogos descobrem padaria de 3660 anos no Egito)

Um local que aparenta ter sido uma padaria na antiguidade foi encontrado por equipe de arqueólogos egípcios e americanos da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, durante escavação em deserto do Egito, segundo informações do site da Discovery News.

A descoberta data do perído entre 1650 a.C. e 1550 a.C Segundo John Coleman Darnell, líder da equipe de arqueólogos, em entrevista ao site, o local no qual a padaria foi encontrada era um centro administrativo na região que liga o Vale do Nilo com Darfur, no Sudão. Anteriormente, já haviam sido encontradas estruturas similares a prédios administrativos no Vale do Nilo.

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Zahi Hawass, egípcio líder do Conselho Supremo de Antiguidades do país, disse à Discovery que a produção de pão era a principal ocupação para a maioria dos habitantes daquela região, o que explica o achado. Os restos encontrados sugerem que a quantidade de pão produzido era, provavelmente, para servir a um exército.

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Fonte: Terra

(Arqueólogos búlgaros dizem ter encontrado ossos de S. João Batista)

Muito improvável que sejam realmente os restos de São João Batista. Parece que o arqueólogo responsável pela “descoberta”  se precipitou ao tirar conclusões.

Concordo com o historiador Dr. Christopher Rollston (leia a crítica dele aqui – em inglês), faltam (muitos) dados para alegar qualquer coisa a respeito do relicário. Dados como:

1- Uma tradição antiga de confiança, de preferência a partir do final do século primeiro ou bem no início do segundo século dC, afirmando que os ossos de João Batista haviam sido transferidos para uma ilha no Mar Negro.

2 – Uma inscrição no relicário que indicasse algo como “Os ossos de João Batista” (ie, nome e título … algo como “John” não seria suficiente).

3 – Uma data paleográfica para a própria  inscrição que fosse do final do primeiro século ou muito no início do segundo século (afinal, sem dúvida nenhuma, ninguém nos séculos posteriores seria capaz de localizar com precisão o local do enterro de João Batista na Palestina e pode ser que, mesmo no final do século primeiro, ninguém teria sido capaz de ter feito isso!).

4 – Datação dos ossos pelo carbono 14  que resultou em uma data do século 1 dC.

Mas fica registrada aqui a notícia como uma curiosidade e até que mais pesquisas sejam feitas, é só pura especulação.

- Leia também a notícia na CNN.com e veja mais fotos, clicando aqui (em inglês).

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Relicário com fragmentos de ossos do santo, que batizou Jesus Cristo, foi encontrado em mosteiro na costa da cidade de Sozopol

No fim de julho, uma pequeno relicário de alabastro com alguns pedaços de ossos encontrada numa ilhota do Mar Negro, na costa búlgara, agitou a comunidade científica do país do leste europeu. Baseados apenas em provas circunstanciais e inscrições, arqueólogos do país afirmam que se trata dos ossos de uma das figuras mais importantes do Cristianismo: São João Batista.

De acordo com a Bíblia, o santo reconheceu Jesus Cristo como o Messias e o batizou nas águas do rio Jordão. Foi decapitado a mando de Herodes, governador da Palestina, no ano 36. O santo é bastante reverenciado na Igreja Ortodoxa, predominante na Bulgária.

Imagem de São João Batista na ingreja de São Estevão, em Nesebar, Bulgária
Imagem de São João Batista na ingreja de São Estevão, em Nesebar, Bulgária

Um dente e fragmentos de osso do crânio e braço foram encontrados dentro do relicário pela equipe do arqueólogo Kazimir Popkonstantin em um altar de um templo do século 5 localizado na ilha de Sveti Ivan, perto da cidade costeira de Sozopol. No local, havia uma inscrição que atribuía as relíquias ao santo e mencionava o dia de seu nascimento, 24 de junho. Na ilha (cujo nome traduzido do búlgaro significa São João) houve posteriormente uma igreja dedicada a São João, datada do século 11. Essas são as provas, no momento, que garantem a procedência dos ossos. Eventualmente, testes de carbono 14 deverão ser feitos para estabelecer a idade das relíquias.

Definitivamente, a ilha búlgara não está sozinha em reclamar parte do esqueleto de São João Batista para si: na Grande Mesquita de Damasco, na Síria e a catedral de Amiens, na França, reclamam para si a cabeça do santo, e seu suposto braço direito está em um museu em Istambul.

Polêmica

Kazimir Popkonstantinov, segurando o suposto relicário.
Kazimir Popkonstantinov, segurando o suposto relicário.

A pressa em considerar os artefatos como genuínos causou tensão entre membros do governo búlgaro e a comunidade científica do país. Ao comentar a reação de arqueólogos não envolvidos com a descoberta, que afirmavam que seria necessário fazer alguns testes para assegurar a idade dos ossos antes declará-los autênticos, o ministro da Diáspora Búlgara Bozhidar Dimitrov se exaltou e usou de palavras de baixo calão para se referir aos “dissidentes”.

Segundo a agência de notícias local Novinite, o fato gerou uma crise política que quase causou sua expulsão do Partido Socialista búlgaro. Dimitrov emitiu uma declaração pública de desculpas a um dos arqueólogos envolvidos, Nikolay Ovcharov. Os ossos estão agora em uma igreja em Sozopol, que espera se tornar um centro de turismo religioso na região.

Fonte: Último Segundo

(Pessoas tendem a assumir estereótipos, diz estudo)

Estereótipos negativos causam forte impacto emocional em quem sofreu com comentários no passado, inclusive em situações não relacionadas à provocação inicial, diz estudo divulgado recentemente. A pesquisa, realizada pela Universidade de Toronto, no Canadá, aponta que pessoas agem de forma pior em situações nas quais se sentem estereotipadas. “Nós queríamos descobrir o que acontece depois da estereotipização. Ser estereotipado causa problemas além do momento em que a provocação surge?”, disse Michael Inzlicht, que comandou o estudo.

Foi observado o impacto das experiências negativas relacionadas à estereotipização em situações nas quais era necessário controlar pensamentos e emoções. “As pessoas acabam tendo problemas em tomar decisões corretas, racionais. E, também, acabam tendo a tendência de descontar os sentimentos negativos comendo alimentos nada saudáveis”, comentou Inzlicht.

Nas instruções da pesquisa, os cientistas deixavam propositalmente no ar dúvidas sobre estereótipos femininos, deixando subentendido que elas teriam mais dificuldades com Matemática

Nas instruções da pesquisa, os cientistas deixavam propositalmente no ar dúvidas sobre estereótipos femininos, deixando subentendido que elas teriam mais dificuldades com Matemática

Parte da pesquisa foi realizada com mulheres. As participantes foram instruídas a realizar um teste de Matemática que diria se elas eram “razoáveis ou boas” na matéria, segundo os cientistas as informavam. As instruções “deixavam no ar dúvidas sobre estereótipos femininos, que teriam dificuldades com Matemática”, comenta Inzlicht. Outro grupo, de controle, foi instruído de forma a se sentirem calmas durante a realização. Ao fim do teste, as mulheres do primeiro grupo demonstravam fome e irritação.

Após essa parte, foram convidadas a provar e descrever sabores de sorvete. As mulheres do primeiro grupo comeram mais do que as do grupo de controle. “Demonstraram mais agressividade e foram piores nos testes do que as do grupo de controle”, disse Inzlicht.

Foi concluído que o ser humano possui um limite de controle de emoções. Ao ultrapassar esse limite, começam a surgir pensamentos negativos, lembranças de estereótipos, nervosismo e distração, entre outras sensações que tendem a prejudicar a realização de toda ação que acontece sob pressão.

Os pesquisadores esperam que o estudo ajude as pessoas a controlar as emoções e evitem a aceitar e levar consigo um estereótipo. “Se as pessoas tentarem não levar para o lado pessoal qualquer comentário, não sentirão os efeitos que a pesquisa demonstra“, concluiu Inzlicht.

Fonte: Terra

Workshops com Amit Goswami

O InconscienteColetivo.net recomenda!

Amit Goswami - um dos cientistas consultados pelo filme Quem Somos Nós? – vai realizar em São Paulo dois workshops e lançar duas novidades: seu novo livro e documentário (já premiado) “O Ativista Quântico“.

Conheça um pouco mais sobre o trabalho de Amit, assistindo a excelente entrevista que ele deu ao programa Roda Viva, clicando aqui.

Para mais informações, veja abaixo:

Caso você não consiga visualizar este e-mail, clique aqui.
Amit no Brasil Amit Goswami no Brasil em Agosto
AMIT GOSWAMI, um dos cientistas do filme Quem somos nós?, e autor do best-seller

A Física da Alma, estará em São Paulo em agosto de 2010.

Goswami nos convida a uma mudança revolucionária em nossa visão de mundo de acordo com os princípios transformadores da física quântica.

Não perca esta oportunidade de estar frente a frente com uma das grandes referências mundiais nos estudos que unem ciência e espiritualidade.

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Goswami reinterpreta os principais métodos da medicina convencional e da alternativa, propondo um modelo totalmente novo e integrativo a partir do qual a probabilidade de cura é muito maior. A partir dos conceitos da física quântica, Goswami mostra como podemos usufruir dessa ciência revolucionária para nosso desenvolvimento criativo e para uma mudança de mentalidade da sociedade como um todo.
Inscreva-se

(Descoberta moeda de ouro de 2.200 anos em Israel)

A moeda é a mais valiosa já achada no país, com seis vezes o peso da maioria das outras da mesma área

Arqueólogos informam ter encontrado a mais pesada e valiosa moeda de ouro já descoberta no atual território de Israel.

A moeda de 2.200 anos pesa 28 gramas e foi descoberta no sítio de Tel Kadesh, próximo à fronteira do Líbano, de acordo com nota divulgada nesta quarta-feira, 11, pela autoridade de antiguidades.

O informe diz que a moeda tem seis vezes o peso da maioria das outras da mesma área.

O chefe do departamento de numismática da autoridade de antiguidades, Donald Ariel, disse que a moeda data da época do Império Selêucida, embora tenha sido cunhada pelos egípcios.

Ariel disse que a efígie da moeda mostra Cleópatra I, mulher do faraó Ptolomeu V. É a segunda moeda ptolomaica já encontrada em Israel.

Imagem de Cleópatra I, efígie da moeda de ouro de 28 gramas descoberta em Israel. Tara Todras/AP

Imagem de Cleópatra I, efígie da moeda de ouro de 28 gramas descoberta em Israel. Tara Todras/AP

A coroa da moeda de 28 gramas de ouro e 2.200 anos encontrada em Israel. Tara Todras/AP

A coroa da moeda de 28 gramas de ouro e 2.200 anos encontrada em Israel. Tara Todras/AP

Fonte: Estadão/AP

(Arquivos sugerem que Churchill teria encoberto suposta aparição de óvni)

Para acessar os Arquivos Britânicos sobre OVNIS, clique aqui. Em inglês.

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Documentos liberados mostram também outros relatos de aparições de objetos não identificados em território britânico.

O registro da suposta observação de um óvni por tripulantes de um avião militar britânico durante a Segunda Guerra Mundial foi mantido em segredo por determinação do então primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Winston Churchill, que acreditava que o relato poderia causar pânico na população.

A história foi revelada por documentos do Ministério da Defesa da Grã-Bretanha divulgados nesta quinta-feira pelos Arquivos Nacionais do país.

Segundo os relatos, Churchill determinou que o registro sobre a suposta aparição do objeto voador não identificado permanecesse secreto por 50 anos.

“Churchill acreditava que a divulgação do ocorrido poderia criar pânico em massa e abalar as crenças religiosas”, afirmou Nick Pope, um ex-investigador do Ministério da Defesa britânico especializado em óvnis.

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Os arquivos também mostram que, nos anos 1950, o governo britânico levava a questão de maneira tão séria que chegou a reunir chefes dos serviços de inteligência para discutir relatos sobre a presença de óvnis em seu espaço aéreo.

Segundo Pope, a maior parte da documentação referente às supostas aparições de objetos não identificados no período foi destruída.

Sabe-se, porém, que o governo britânico chegou a pedir relatórios semanais sobre os registros de aparições ao comitê de especialistas em inteligência encarregados de investigações nas áreas de segurança, defesa e assuntos internacionais.

Outros relatos

A documentação divulgada nesta quinta-feira é a mais recente série de arquivos liberada ao público como parte de uma parceria de três anos entre o Ministério da Defesa e os Arquivos Nacionais da Grã-Bretanha.

Os documentos incluem um trecho do chamado Livro Vermelho – relato semanal realizado por serviços de inteligência – que diz que não foram encontradas explicações para quatro aparições de objetos não identificados registradas por radares da aeronáutica britânica.

Entre as mais de 5 mil páginas dos arquivos, está também o relato de um piloto que diz que seu Boeing 737 quase colidiu com um objeto não identificado quando se preparava para pousar no aeroporto de Manchester em 1995.

Entre outros registros, há ainda o caso da equipe de resgate acionada para investigar um óvni que supostamente teria colidido nas montanhas de Berwyn, no País de Gales, em 1974.

O arquivo inclui também o filme em que um suposto “homem do espaço” é flagrado durante os registros de testes para o lançamento de um míssil, em 1964.

‘Arquivo X’

Os relatos sobre a aparição dos óvnis atingiram o auge em 1996 – ano em que a série Arquivo X, sobre aparições de extraterrestres, tinha grande popularidade na TV britânica.

Naquele ano, os arquivos registram 600 supostas aparições de objetos não identificados, em comparação com a média anual de 240 registrada nos cinco anos anteriores.

A documentação também mostra que o setor responsável pelo registro das aparições no Ministério da Defesa recebeu, em 1996, 343 cartas do público e 22 questionamentos de parlamentares referentes a aparições de óvnis.

Segundo o consultor especializado em óvnis dos Arquivos Nacionais, David Clarke os documentos vieram a público por atrair grande interesse da população.

“Os óvnis são o terceiro assunto mais mencionado nos pedidos para acesso a documentos do Ministério da Defesa”, diz ele.

O material está disponível no site dos Arquivos Nacionais britânicos (The National Archives).

Fonte: Estadão/BBC Brasil

(Rochas podem conter restos fossilizados de vida em Marte)

Cientistas do Instituto de Pesquisa de Inteligência Extraterrestre (Seti, na sigla em inglês) identificaram rochas que poderiam ter sido formas de vida marcianas há muito tempo atrás. As informações são da Agência Espacial Americana, Nasa.

A equipe de cientistas estava analisando a área conhecida como Nili Fossae quando fez a descoberta. O trabalho dos cientistas revelou que a área é muito similar a uma região da Austrália, onde algumas das mais antigas evidências do início vida na Terra foram encontradas preservadas em forma mineral.

Os pesquisadores do Instituto americano acreditam que o mesmo processo hidrotermal que acontece na Terra quando os fósseis são preservados poderia ter acontecido nesse local do planeta vermelho. As rochas possuem mais de 4 bilhões de anos.

A região de Nili Fossae deve ser visitada por uma sonda na Nasa, que pousará em Marte em 2011 e, só então, com uma melhor análise do material, a descoberta de fósseis marcianos poderá ser confirmada.

Cientistas identificam rochas que podem conter restos fossilizados de vida em Marte

Cientistas identificam rochas que podem conter restos fossilizados de vida em Marte

Fonte: Terra

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