(Chinesa de 101 anos desenvolve “chifre” na testa)

O que eu mais gosto nesse tipo de notícia é que ela dá o que pensar.

Nesse caso em específico, penso que se hoje, em pleno 2010, esse tipo de história ainda provoca medo nas pessoas, imagine algo do tipo acontecendo há alguns séculos atrás. Imaginemos agora, como as pessoas reagiriam, de que modo interpretariam o aparecimento de um  “chifre” num outro ser humano e de que modo o retratariam, se escrevessem (ou pintassem ou simplesmente falassem) sobre ele.

Pensou?

Então…

Será que eu posso dizer que muitas das coisas que ficamos sabendo como “milagres”, “mitos”, “lendas fantásticas”, nada mais são do que o modo como seres humanos, frutos de suas limitações de época e conhecimento (e aqui não quero dizer que a nossa geração atual esteja no “auge”, apenas que está mais avançada em relação às anteriores), arranjaram para explicar aquilo que não compreendiam?

Muitos ” mitos” tiveram uma origem possível na má compreensão de doenças e de distúrbios e transtornos singulares, por exemplo. Foi assim com o “lobisomem” (relacionado a Hipertricose  congênita, também conhecida como “Síndrome de Lobisomem”) e com o “vampiro” (relacionado principalmente a Porfiria).

Jesus Manuel Aceves - o homem "lobo"

Jesus Manuel Aceves - o homem "lobo"

Agora imaginem o que essa senhora vai ouvir quando o outro chifre (que já está ameaçando do lado direito) resolver realmente aparecer…

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Uma mulher de 101 anos que vive em uma aldeia da província central chinesa de Henan está causando temor e despertando curiosidade de seus vizinhos depois que passou a desenvolver, na parte esquerda de sua testa, um “chifre” de cor negra e quase seis centímetros de comprimento, segundo informa o Diário do Povo.

A idosa, chamada Zhang Ruifang, vive no pequeno povoado de Linlou. A protuberância apareceu no ano passado, e desde então vem crescendo, chegando aos seis centímetros atuais. O chifre parece o de uma cabra, como destaca o jornal.

O chifre, formado por queratina (substância encontrada nos pelos e as unhas humanas) não causa dor ou problemas à idosa, embora alguns vizinhos tenham dito que o fenômeno “dá medo”.

A idosa desenvolveu, na parte esquerda da testa, um "chifre" de cor negra e quase seis cm de comprimento

A idosa desenvolveu, na parte esquerda da testa, um "chifre" de cor negra e quase seis cm de comprimento

Zhang, que não se importa com esses temores, sai todos os dias para passear e realiza alguns trabalhos domésticos. Ela vive com a família de um de seus sete filhos.

As imagens da chinesa ganharam destaque em muitos veículos de imprensa de todo o mundo, especialmente na imprensa britânica, onde foi destacado que este tipo de protuberância é um tumor benigno que costuma aparecer com frequência em pessoas de idade avançada, embora muito raramente alcance tamanho tão grande.

Uma protuberância similar está aparecendo no lado direito da testa da mulher, também de cor negra, embora por enquanto tenha tamanho muito menor, e o aspecto de uma simples pinta.

Fonte: EFE/Terra

(Animal misterioso filmado nos EUA resgata lenda do Pé-grande)

Saiu no Terra. Ainda não entendi porque alguém achou que o tal animal é o “Pé Grande”.  Além das filmagens terem sido feitas de uma distância relativamente grande, o animal parece estar de costas. Está mais para um macaco comum ou outro animal que, do ângulo que foi filmado, lembra um macaco. Para quem quiser conferir o vídeo original, está abaixo  da notícia.

Há um tempo atrás postei um documentário do History Channel que investiga a lenda do “Pé Grande”. Quem quiser assistir, basta clicar aqui.

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Um animal misterioso filmado nos bosques nevados do Estado do Maine, nos Estados Unidos, intrigou o mundo após um vídeo ter sido divulgado na internet. Apesar de um grande número de pessoas acreditarem que o animal seja um macaco ou um urso, muitas estão convencidas de que pode ser o lendário Pé-grande, criatura na forma de um grande macaco que habitaria as regiões selvagens e remotas da América do Norte. As informações são do jornal britânico The Sun.

A criatura peluda foi flagrada por um cinegrafista à espreita entre as copas das árvores. No vídeo, um assobio pode ser ouvido com o objetivo de chamar a atenção do animal, mas ele se mantém silencioso e imóvel.

O vídeo foi postado há cinco dias no site YouTube e já foi visto por mais de 50 mil pessoas. Há anos, o Estado do Maine é famoso por avistamentos de criaturas misteriosas que levam as pessoas a acreditar na existência do Pé-grande.

Animal peludo foi flagrado por cinegrafista à espreita entre as copas das árvores em um bosque do Estado do Maine

Animal peludo foi flagrado por cinegrafista à espreita entre as copas das árvores em um bosque do Estado do Maine

Fonte: Terra

Vídeo Original:

YouTube Preview Image

(Caso mais antigo de lepra é descoberto em Israel)

Estranha a conclusão dos pesquisadores citados na notícia. Eu não me apressaria em concluir tão rápido que, pelo fato de encontrarem um sudário de textura bem diferente da do Sudário de Turim, junto a um esqueleto do século I, logo o Sudário de Turim seja uma farsa…  Em outros sites internacionais os jornalistas se empolgaram ainda mais, é como se esse achado “provasse” a falsidade da já citada e famosa relíquia católica. Mas… não é possível que houvesse outros tipos de fiação naquela época? Achamos um tecido (UM) diferente daquele que já conhecíamos, e logo se conclui que o outro (o atribuído a Jesus) só pode ser uma fraude?

Sinceramente… Não sou uma expert em História, longe disso (e se algum especialista e/ou historiador ler esse comentário e achar que o que eu estou dizendo também é bobagem, por favor me avise). Mas até hoje, pessoas de baixa renda, por exemplo, quando morrem, têm caixões, túmulos etc., diferentes das pessoas de renda alta. São sepultadas de modo diferente. Assim era também o costume na maioria das antigas civilizações (vide Egito). A minha lógica é bem simples. Por que um leproso seria sepultado com um tecido mais trabalhado? Naquela época, inclusive, pessoas com lepra eram afastadas das cidades. Ter lepra era pior do que ser um assassino. É mesmo tão estranho assim um leproso ser enterrado envolto em um tecido mais simples? Será que, nesse caso, não seriam necessárias mais evidências (mais sudários daquela mesma época) para chegar a uma conclusão como a que os cientistas envolvidos na pesquisa supostamente já chegaram? Ou será que todos os detalhes importantes da descoberta (os que levam realmente a concluir que o sudário de Turim deve ser falso) foram omitidos na notícia?

Enfim. O corpo sequer foi enterrado como a tradição da época mandava. Eu não me empolgaria tanto…

Sobre o Sudário de Turim, falei do último documentário que acompanhou a pesquisa realizada em 2004 no post Santo Sudário:  o mistério… . Segundo essa pesquisa, o mistério que cerca esse famoso pano ainda está longe de poder se considerado “solucionado”…

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Vestígios da lepra foram identificados no DNA de um homem sepultado em uma tumba de Jerusalém datada do Século I, o que faz do esqueleto a prova mais antiga desta doença, informou nesta quarta-feira a Universidade Hebraica, em Israel.
Com o esqueleto também foi encontrado o mais antigo fragmento de sudário já identificado em Jerusalém, datado da época de Jesus Cristo, destaca a Universidade. Segundo o historiador Orit Shamir, especialista de tecidos antigos, o sudário encontrado agora tem uma técnica de fiação muito simples, bem diferente da textura complexa do sudário de Turim, que muitos pensam ter envolvido o corpo de Jesus após seu martírio.
“Se considerarmos que este é um sudário comum aos utilizados na época de Jesus, é possível concluir que o sudário de Turim não foi fabricado em Jerusalém na época de Jesus”, destaca a Universidade Hebraica.
O corpo, que data da primeira metade do Século I, foi descoberto em uma tumba próxima à Cidade Velha de Jerusalém, na mesma zona onde Judas teria se suicidado, segundo a tradição cristã. Outra curiosidade é que o corpo foi enterrado apenas uma vez, e não duas, como era a tradição na época.
Segundo Mark Spigelman, especialista em biologia molecular, além da lepra o homem sofria de tuberculose, a causa direta de sua morte.

Vestígios da lepra foram identificados no DNA de um homem sepultado em uma tumba de Jerusalém datada do Século I, o que faz do esqueleto a prova mais antiga desta doença, informou nesta quarta-feira a Universidade Hebraica, em Israel.

Com o esqueleto também foi encontrado o mais antigo fragmento de sudário já identificado em Jerusalém, datado da época de Jesus Cristo, destaca a Universidade. Segundo o historiador Orit Shamir, especialista de tecidos antigos, o sudário encontrado agora tem uma técnica de fiação muito simples, bem diferente da textura complexa do sudário de Turim, que muitos pensam ter envolvido o corpo de Jesus após seu martírio.

Se considerarmos que este é um sudário comum aos utilizados na época de Jesus, é possível concluir que o sudário de Turim não foi fabricado em Jerusalém na época de Jesus“, destaca a Universidade Hebraica.

O corpo, que data da primeira metade do Século I, foi descoberto em uma tumba próxima à Cidade Velha de Jerusalém, na mesma zona onde Judas teria se suicidado, segundo a tradição cristã. Outra curiosidade é que o corpo foi enterrado apenas uma vez, e não duas, como era a tradição na época.

Segundo Mark Spigelman, especialista em biologia molecular, além da lepra o homem sofria de tuberculose, a causa direta de sua morte.

Fonte: Terra/AFP

(Fim dos tempos não acontecerá em 2012, diz Nasa)

Do New York Times, grifei algumas das partes que considerei mais importantes do texto, para quem não quiser ler tudo…

(como eu sou legal!)

;-)

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Na semana passada, a Agência Espacial Americana (Nasa) anunciou que o mundo não ia acabar – pelo menos não em curto prazo. No ano passado, o Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern), declarou a mesma coisa, o que se pode imaginar, seja uma boa notícia para aqueles dentre nós que costumam se assustar com qualquer coisa. Quando é que duas instituições científicas desse grau de competência já haviam garantido à humanidade que tudo ficaria bem?
Por outro lado, a notícia é um tanto deprimente para aqueles que estavam planejando deixar de lado os pagamentos da prestação da casa própria para gastar tudo em uma última farra. Os pronunciamentos do Cern tinham por objetivo atenuar a preocupação quanto à possibilidade de que seu novo acelerador de partículas, o Large Hadron Collider (LHC), viesse a criar um buraco negro capaz de devorar o planeta.
Já os anúncios da Nasa, feitos em forma de uma série de posts em seu site e de um vídeo postado no YouTube, eram resposta à preocupação quanto à possibilidade de que o mundo acabe em 21 de dezembro de 2012, quando um ciclo de 5.125 anos conhecido como “Contagem Longa”, no calendário maia, supostamente deve chegar ao fim.
Os rumores sobre o fim do mundo atingiram o ponto de fervura esta semana com o lançamento de ‘2012′, novo filme de Roland Emmerich, que no passado já havia infligido previsões catastróficas ao planeta, em forma de ataque alienígena e era glacial, nos longas ‘Independence Day’ e ‘O Dia Depois de Amanhã’.
Em seu novo trabalho, um alinhamento entre o Sol e o centro da galáxia, em 21 de dezembro de 2012, faz com que o Sol enlouqueça e cause ferozes tempestades em sua superfície, que lançam ao espaço partículas subatômicas difíceis de detectar conhecidas como neutrinos. De alguma forma, os neutrinos se transmutam em outras partículas, o que resulta em aquecimento do núcleo planetário da Terra.
A crosta terrestre perde sua estrutura e começa a enfraquecer e deslizar. Los Angeles desliza para dentro do oceano; o vulcão Yellowstone entra em erupção, o que recobre a América do Norte de cinzas negras. Maremotos gigantescos varrem o Himalaia, onde os governos do planeta haviam construído secretamente uma frota de navios que permitirão a 400 mil pessoas seletas sobreviver à calamidade.
Mas essa é apenas uma das versões de apocalipse em circulação. Em outras variações, um planeta chamado Nbiru colide com a Terra, ou o campo magnético de nosso planeta se inverte. Existem centenas de livros dedicados a 2012, bem como milhões de sites, a depender de que combinação entre ‘2012′ e ‘juízo final’ você digite no Google.
E tudo isso é pura bobagem, dizem os astrônomos
“A maior parte do que é alegado quanto a 2012 depende de uma imensa credulidade, de sandices pseudocientíficas, de uma completa ignorância quanto à astronomia e de um nível de paranoia digno de um filme sobre zumbis”, escreveu Ed Krupp, diretor do Observatório Griffith, em Los Angeles e especialista em astronomia do passado, em artigo para a edição de novembro da revista Sky & Telescope.
Em termos pessoais, as histórias sobre o fim do mundo me apaixonam desde que comecei a consumir ficção científica, em meio a uma infância de desajuste. Apavorar o público vem sendo a principal ferramenta desse segmento desde que Orson Welles transformou “A Guerra dos Mundos” em um programa de rádio que narrava uma falsa invasão marciana a Nova Jersey, em 1938.
Mas a tendência passou dos limites, sugeriu David Morrison, astrônomo do Centro de Pesquisa Ames, da Nasa, em Moffett Field, Califórnia, o responsável pelo vídeo que a organização veiculou no YouTube e principal representante da organização quanto às profecias apocalípticas dos maias. “Fico zangado com a maneira pela qual as pessoas estão sendo manipuladas e submetidas a medos, com o objetivo único de propiciar lucros a terceiros”, disse Morrison. “Não existe direito ético a assustar crianças a fim de gerar lucro”.
Morrison diz que tem recebido em média 20 cartas e mensagens de e-mail diárias, algumas de lugares distantes como a Índia, enviadas por interlocutores apavorados. Em uma mensagem de e-mail, ele me enviou uma amostra que incluía um e-mail de uma mulher que imaginava se o melhor não seria se matar, bem como à sua filha e seu bebê ainda não nascido. Outra pessoa perguntava se não seria melhor sacrificar já o seu cachorro, para evitar que o animal viesse a sofrer em 2012.
Tudo isso me lembrou das cartas que recebi no ano passado sobre o suposto buraco negro do Cern, outro problema que existia mais como ficção científica do que como fato científico. No entanto, aparentemente não existe nada tão capaz de tornar a morte presente quanto os abstratos reinos da física e da astronomia. Em situações como essas, quando a Terra ou o universo estão tentando descartar a pessoa e seus entes queridos deste plano mortal, questões cósmicas claramente se tornam pessoais.
Morrison diz que não atribui a culpa por isso ao filme, e sim aos muitos outros vulgarizadores da predição maia, bem como à aparente incapacidade de muita gente para distinguir realidade de ficção “tendência bastante perceptível em diversas outras áreas de nossa vida nacional. Ele ressalva, quanto a isso que “meu doutorado é em astronomia, não psicologia”.
Em uma troca de e-mails, Krupp afirmou que “estamos sempre incertos quanto ao futuro e sempre consumimos representações dele. Sempre nos deixamos atrair pelo romance do passado distante e pela escala exótica do cosmos. Quando as duas coisas se combinam, ficamos hipnotizados”.
Um porta-voz da Nasa, Dwayne Brown, afirmou que a agência não comenta sobre filmes, e que isso é tarefa para críticos de cinema. Mas quando o assunto é ciência, disse Brown, “consideramos que seria prudente oferecer uma base de recursos”.
Se você deseja se preocupar, afirmam os cientistas, deveria pensar sobre a mudança no clima mundial, asteróides em trajetórias imprevisíveis ou guerra nuclear. Mas caso seu interesse seja a especulação sobre passadas profecias, eis alguns fatos que Morrison e outros estudiosos acreditam você deva conhecer.
Para começar, concordam os astrônomos, não existe nada de especial em um alinhamento celeste entre o Sol e o centro da galáxia. Isso acontece a cada mês de dezembro, e as consequências físicas não vão além do consumo excessivo de perus de Natal. E, de qualquer forma, o Sol e o centro galáctico não coincidirão exatamente nem mesmo em 2012.
Se existisse outro planeta em rota de colisão com o nosso, todo mundo já o teria avistado, a essa altura. E quanto às ferozes tempestades solares, o próximo ponto máximo de atividade solar não acontecerá antes de 2013, e mesmo assim não será muito intenso, de acordo com os astrônomos.
O apocalipse geológico é uma aposta mais plausível. Já aconteceram grandes terremotos na Califórnia, e é provável que voltem a acontecer. Esses abalos poderiam destruir Los Angeles, tal como o filme mostra, e Yellowstone poderia entrar em erupção mais uma vez, e com força cataclísmica, mais cedo ou mais tarde. Os seres humanos e aquilo que constroem são de fato ocupantes temporários e frágeis do planeta. Mas, no caso em questão, “mais cedo ou mais tarde” quer dizer um prazo de centenas de anos, e haveria alertas consideráveis antes do evento.
Os maias, cuja astronomia e capacidade de medição do tempo eram avançadas o suficiente para permitir que previssem a posição do planeta Vênus 500 anos no futuro, mereciam tratamento melhor.
O tempo maia era cíclico, e especialistas como Krupp e Anthony Aveni, astrônomo e antropólogo da Universidade Colgate, dizem não haver provas de que os maias imaginassem que algo de especial aconteceria quando o hodômetro zerasse de novo em 2012, depois da Contagem Longa.
Existem referências, nas inscrições maias, a datas tanto anteriores quanto posteriores à atual Contagem Longa, eles afirmam, da mesma maneira que o seu próximo aniversário e o dia 15 de abril ficam depois do dia de Ano-Novo, no calendário do ano que vem. Por isso, é melhor manter em dia o pagamento das prestações da casa própria.

Na semana passada, a Agência Espacial Americana (Nasa) anunciou que o mundo não ia acabar – pelo menos não em curto prazo. No ano passado, o Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern), declarou a mesma coisa, o que se pode imaginar, seja uma boa notícia para aqueles dentre nós que costumam se assustar com qualquer coisa. Quando é que duas instituições científicas desse grau de competência já haviam garantido à humanidade que tudo ficaria bem?

Por outro lado, a notícia é um tanto deprimente para aqueles que estavam planejando deixar de lado os pagamentos da prestação da casa própria para gastar tudo em uma última farra. Os pronunciamentos do Cern tinham por objetivo atenuar a preocupação quanto à possibilidade de que seu novo acelerador de partículas, o Large Hadron Collider (LHC), viesse a criar um buraco negro capaz de devorar o planeta.

Já os anúncios da Nasa, feitos em forma de uma série de posts em seu site e de um vídeo postado no YouTube, eram resposta à preocupação quanto à possibilidade de que o mundo acabe em 21 de dezembro de 2012, quando um ciclo de 5.125 anos conhecido como “Contagem Longa”, no calendário maia, supostamente deve chegar ao fim.

Os rumores sobre o fim do mundo atingiram o ponto de fervura esta semana com o lançamento de ‘2012′, novo filme de Roland Emmerich, que no passado já havia infligido previsões catastróficas ao planeta, em forma de ataque alienígena e era glacial, nos longas ‘Independence Day’ e ‘O Dia Depois de Amanhã’.

O filme "2012" retrata o fim do mundo apontado pelo calendário maia

O filme "2012" retrata o fim do mundo apontado pelo calendário maia

Em seu novo trabalho, um alinhamento entre o Sol e o centro da galáxia, em 21 de dezembro de 2012, faz com que o Sol enlouqueça e cause ferozes tempestades em sua superfície, que lançam ao espaço partículas subatômicas difíceis de detectar conhecidas como neutrinos. De alguma forma, os neutrinos se transmutam em outras partículas, o que resulta em aquecimento do núcleo planetário da Terra.

A crosta terrestre perde sua estrutura e começa a enfraquecer e deslizar. Los Angeles desliza para dentro do oceano; o vulcão Yellowstone entra em erupção, o que recobre a América do Norte de cinzas negras. Maremotos gigantescos varrem o Himalaia, onde os governos do planeta haviam construído secretamente uma frota de navios que permitirão a 400 mil pessoas seletas sobreviver à calamidade.

Mas essa é apenas uma das versões de apocalipse em circulação. Em outras variações, um planeta chamado Nbiru colide com a Terra, ou o campo magnético de nosso planeta se inverte. Existem centenas de livros dedicados a 2012, bem como milhões de sites, a depender de que combinação entre ‘2012′ e ‘juízo final’ você digite no Google.

E tudo isso é pura bobagem, dizem os astrônomos

“A maior parte do que é alegado quanto a 2012 depende de uma imensa credulidade, de sandices pseudocientíficas, de uma completa ignorância quanto à astronomia e de um nível de paranoia digno de um filme sobre zumbis”, escreveu Ed Krupp, diretor do Observatório Griffith, em Los Angeles e especialista em astronomia do passado, em artigo para a edição de novembro da revista Sky & Telescope.

Em termos pessoais, as histórias sobre o fim do mundo me apaixonam desde que comecei a consumir ficção científica, em meio a uma infância de desajuste. Apavorar o público vem sendo a principal ferramenta desse segmento desde que Orson Welles transformou “A Guerra dos Mundos” em um programa de rádio que narrava uma falsa invasão marciana a Nova Jersey, em 1938.

Mas a tendência passou dos limites, sugeriu David Morrison, astrônomo do Centro de Pesquisa Ames, da Nasa, em Moffett Field, Califórnia, o responsável pelo vídeo que a organização veiculou no YouTube e principal representante da organização quanto às profecias apocalípticas dos maias. “Fico zangado com a maneira pela qual as pessoas estão sendo manipuladas e submetidas a medos, com o objetivo único de propiciar lucros a terceiros”, disse Morrison. “Não existe direito ético a assustar crianças a fim de gerar lucro”.

Morrison diz que tem recebido em média 20 cartas e mensagens de e-mail diárias, algumas de lugares distantes como a Índia, enviadas por interlocutores apavorados. Em uma mensagem de e-mail, ele me enviou uma amostra que incluía um e-mail de uma mulher que imaginava se o melhor não seria se matar, bem como à sua filha e seu bebê ainda não nascido. Outra pessoa perguntava se não seria melhor sacrificar já o seu cachorro, para evitar que o animal viesse a sofrer em 2012.

Tudo isso me lembrou das cartas que recebi no ano passado sobre o suposto buraco negro do Cern, outro problema que existia mais como ficção científica do que como fato científico. No entanto, aparentemente não existe nada tão capaz de tornar a morte presente quanto os abstratos reinos da física e da astronomia. Em situações como essas, quando a Terra ou o universo estão tentando descartar a pessoa e seus entes queridos deste plano mortal, questões cósmicas claramente se tornam pessoais.

Morrison diz que não atribui a culpa por isso ao filme, e sim aos muitos outros vulgarizadores da predição maia, bem como à aparente incapacidade de muita gente para distinguir realidade de ficção “tendência bastante perceptível em diversas outras áreas de nossa vida nacional. Ele ressalva, quanto a isso que “meu doutorado é em astronomia, não psicologia”.

Em uma troca de e-mails, Krupp afirmou que “estamos sempre incertos quanto ao futuro e sempre consumimos representações dele. Sempre nos deixamos atrair pelo romance do passado distante e pela escala exótica do cosmos. Quando as duas coisas se combinam, ficamos hipnotizados”.

Um porta-voz da Nasa, Dwayne Brown, afirmou que a agência não comenta sobre filmes, e que isso é tarefa para críticos de cinema. Mas quando o assunto é ciência, disse Brown, “consideramos que seria prudente oferecer uma base de recursos”.

Se você deseja se preocupar, afirmam os cientistas, deveria pensar sobre a mudança no clima mundial, asteróides em trajetórias imprevisíveis ou guerra nuclear. Mas caso seu interesse seja a especulação sobre passadas profecias, eis alguns fatos que Morrison e outros estudiosos acreditam você deva conhecer.

Para começar, concordam os astrônomos, não existe nada de especial em um alinhamento celeste entre o Sol e o centro da galáxia. Isso acontece a cada mês de dezembro, e as consequências físicas não vão além do consumo excessivo de perus de Natal. E, de qualquer forma, o Sol e o centro galáctico não coincidirão exatamente nem mesmo em 2012.

Se existisse outro planeta em rota de colisão com o nosso, todo mundo já o teria avistado, a essa altura. E quanto às ferozes tempestades solares, o próximo ponto máximo de atividade solar não acontecerá antes de 2013, e mesmo assim não será muito intenso, de acordo com os astrônomos.

O apocalipse geológico é uma aposta mais plausível. Já aconteceram grandes terremotos na Califórnia, e é provável que voltem a acontecer. Esses abalos poderiam destruir Los Angeles, tal como o filme mostra, e Yellowstone poderia entrar em erupção mais uma vez, e com força cataclísmica, mais cedo ou mais tarde. Os seres humanos e aquilo que constroem são de fato ocupantes temporários e frágeis do planeta. Mas, no caso em questão, “mais cedo ou mais tarde” quer dizer um prazo de centenas de anos, e haveria alertas consideráveis antes do evento.

Os maias, cuja astronomia e capacidade de medição do tempo eram avançadas o suficiente para permitir que previssem a posição do planeta Vênus 500 anos no futuro, mereciam tratamento melhor.

O tempo maia era cíclico, e especialistas como Krupp e Anthony Aveni, astrônomo e antropólogo da Universidade Colgate, dizem não haver provas de que os maias imaginassem que algo de especial aconteceria quando o hodômetro zerasse de novo em 2012, depois da Contagem Longa.

Existem referências, nas inscrições maias, a datas tanto anteriores quanto posteriores à atual Contagem Longa, eles afirmam, da mesma maneira que o seu próximo aniversário e o dia 15 de abril ficam depois do dia de Ano-Novo, no calendário do ano que vem. Por isso, é melhor manter em dia o pagamento das prestações da casa própria.

Fonte: Terra/NYT

Autor: Dennis Overbye

(Identificadas árvores “mumificadas” da era viking na Noruega)

Árvores “mumificadas” que viviam na era viking foram identificadas em um fiorde no sudoeste da Noruega, anunciaram cientistas. Datados do começo do século 13, os 40 pinheiros escoceses mortos foram encontrados espalhados entre árvores vivas em um local que no passado abrigava uma densa floresta, da qual se extraía madeira para a construção de barcos e igrejas.
As árvores parecem ter morrido de causas naturais, depois de vidas de centenas de anos. Mas de alguma forma as árvores mortas ¿sobreviveram¿ ¿aparentemente jamais apodreceram. As árvores mumificadas diferem da madeira petrificada, uma espécie de fóssil criado quando, no curso de milênios, a madeira é substituída por minerais.
Árvores mumificadas surpreendem cientistas
A descoberta espantou os cientistas, já que a maior parte das árvores mortas decai quando são comidas por minúsculos organismos, de acordo com Terje Thunm, biólogo da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, em Trondheim, e diretor da pesquisa.
“Aqui, na costa oeste da Noruega, onde costuma chover muito e a umidade é constante, foi surpreendente encontrar madeira em tão boa condição”, disse Thun. Com pinheiros preservados de maneira tão única, ele acrescentou, “seria possível tocar a mesma árvore vista pelos ancestrais vikings”.

Árvores “mumificadas” que viviam na era viking foram identificadas em um fiorde no sudoeste da Noruega, anunciaram cientistas. Datados do começo do século 13, os 40 pinheiros escoceses mortos foram encontrados espalhados entre árvores vivas em um local que no passado abrigava uma densa floresta, da qual se extraía madeira para a construção de barcos e igrejas.

As árvores parecem ter morrido de causas naturais, depois de vidas de centenas de anos. Mas de alguma forma as árvores mortas “sobreviveram” -aparentemente jamais apodreceram. As árvores mumificadas diferem da madeira petrificada, uma espécie de fóssil criado quando, no curso de milênios, a madeira é substituída por minerais.

Árvores mumificadas surpreendem cientistas

A descoberta espantou os cientistas, já que a maior parte das árvores mortas decai quando são comidas por minúsculos organismos, de acordo com Terje Thunm, biólogo da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, em Trondheim, e diretor da pesquisa.

“Aqui, na costa oeste da Noruega, onde costuma chover muito e a umidade é constante, foi surpreendente encontrar madeira em tão boa condição”, disse Thun. Com pinheiros preservados de maneira tão única, ele acrescentou, “seria possível tocar a mesma árvore vista pelos ancestrais vikings“.

De alguma forma as árvores mortas "sobreviveram" -aparentemente jamais apodreceram

De alguma forma as árvores mortas "sobreviveram" -aparentemente jamais apodreceram

Árvores incomumente robustas

Thun suspeita que as árvores tenham mantido o frescor por dois motivos. Primeiro, muitas delas se mantiveram eretas ou caíram sobre rochas, evitando exposição ao solo úmido e assim à água e micróbios de solo que aceleram a decomposição.

Além disso, os pinheiros contêm muita resina, que os protege contra bactérias que se alimentam de madeira. Na morte, o pinheiro libera grande volume de resina, o que pode ter ajudado a desacelerar a decomposição. Ainda assim, manter a decomposição sob controle por séculos exibe uma robustez incomum, disse Thun, que descobriu as árvores “mumificadas” por acidente, quando estava pesquisando temperaturas do passado por meio de um estudo dos anéis de madeira das árvores.

Os vikings que viviam ao longo da costa na região que hoje abriga a cidade de Songdal, nos séculos 12 e 13, aparentemente tinham preferência por pinheiros robustos, de acordo com o estudo de Thun. O madeirame das igrejas de maneira medievais características construídas pelos vikings é feito de madeira cujas características são idênticas à das árvores na floresta que abriga as árvores mortas.

Os povos nórdicos provavelmente se deslocavam para as florestas mais distantes da costa a fim de caçar e cortar árvores para suas construções, ele acrescentou.

Fonte: Terra/National Geographic

(Um ano depois, novo desenho aparece em lavoura de trigo em SC)

Sobre o aparecimento de Agroglifos em SC :

Círculos idênticos aparecem em plantações de SC, 11/11/08

Ufólogo: círculos em lavouras são mensagens de ETs, 13/11/08

Novo círculo aparece em lavoura de SC, 16/11/08

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Um novo desenho encontrado em lavouras de Ipuaçu (SC), cidade localizada a cerca de 510 km de Florianópolis, está atraindo a atenção de curiosos e ufólogos. Em forma de flecha simétrica, o desenho conta com 44 m de cumprimento e é regularmente igual em cada um dos seus lados. As pontas da flecha conta com 9,60 m, enquanto o triângulo formado na plantação conta com 4,4 m em cada lado.
O que chama a atenção no novo desenho é a “dobra do trigo”, segundo o jornalista e ufólogo Ivo Dohl, que esteve no local e fotografou o desenho. “É impressionante essa nova formação”, disse. “É de uma simetria perfeita.”
A nova marca foi encontrada na última quinta-feira por uma moradora da região e a área acabou isolada após a grande movimentação de curiosos. Os agroglifos, como são conhecidas as marcas nas lavouras, são atribuídas à extraterrestres por ufólogos. As marcas ficaram conhecidas por aparecer misteriosamente em lavouras da Inglaterra

Um novo desenho encontrado em lavouras de Ipuaçu (SC), cidade localizada a cerca de 510 km de Florianópolis, está atraindo a atenção de curiosos e ufólogos. Em forma de flecha simétrica, o desenho conta com 44 m de comprimento e é regularmente igual em cada um dos seus lados. As pontas da flecha conta com 9,60 m, enquanto o triângulo formado na plantação conta com 4,4 m em cada lado.

O que chama a atenção no novo desenho é a “dobra do trigo”, segundo o jornalista e ufólogo Ivo Dohl, que esteve no local e fotografou o desenho. “É impressionante essa nova formação”, disse. “É de uma simetria perfeita.”

A nova marca foi encontrada na última quinta-feira por uma moradora da região e a área acabou isolada após a grande movimentação de curiosos. Os agroglifos, como são conhecidas as marcas nas lavouras, são atribuídas à extraterrestres por ufólogos. As marcas ficaram conhecidas por aparecer misteriosamente em lavouras da Inglaterra.

Um desenho em formado de flecha assimétrica foi encontrado em lavouras de Ipuaçu (SC)

Um desenho em formado de flecha assimétrica foi encontrado em lavouras de Ipuaçu (SC)

Exatamente há um ano, no início de novembro de 2008, os agroglifos em forma de círculos surgiram em várias fazendas do oeste catarinense. Na época, ufólogos atribuíram as formações à atividades de extraterrestres.

Mais fotos:

Fonte: Terra/FABRÍCIO ESCANDIUZZI

(Temperatura sobe a 400ºC em região da Jordânia)

Só espero que as conclusões da pesquisa que pretendem conduzir também sejam noticiadas, ao contrário do que vem acontecendo com várias outras notícias estranhas que têm aparecido em grandes portais, cujas explicações parecem nunca vir à tona…do mesmo modo repentino que surgem na mídia, assim desaparecem. Vamos aguardar…

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Fenômeno ocorreu na terça-feira (6) na província de Balqa.
Animais ‘foram completamente queimados e desapareceram.’

As autoridades jordanianas investigam a partir desta quarta-feira (7) o que motivou um repentino aumento da temperatura até 400ºC em um local próximo a Amã, informaram fontes oficiais.

O fenômeno ocorreu nesta terça-feira em uma área de quase dois mil metros quadrados na província de Balqa, 15 quilômetros ao oeste de Amã, segundo o governador dessa província, Abdul Khalil Sleimat.

“O fenômeno foi descoberto por acaso quando ovelhas entraram no terreno enquanto estavam pastando”, disse o governador.

Sleimat contou que, de acordo com os pastores que cuidavam das ovelhas, os animais “foram completamente queimados e desapareceram”.

As autoridades isolaram a área e retiraram os moradores do local, acrescentou o governador.

O Governo jordaniano deixou a investigação do fenômeno a cargo de um painel formado por diversos departamentos e instituições acadêmicas.

O chefe da associação jordaniana de geólogos, Bahjat Adwan, descartou a presença de qualquer atividade sísmica ou vulcânica na área.

O diretor do Conselho de Recursos Naturais da Jordânia, Maher Hijazin, informou que certos materiais orgânicos podem ter se juntado e reagido sob a superfície, gerando o inusitado aumento de temperatura.

Hijazin também destacou que há uma rede de água e esgoto que lança seus resíduos na região.

Fonte: G1/EFE

(Jovens encontram criatura bizarra em cidade do Panamá)

Uma estranha criatura encontrada por adolescentes em um lago causou polêmica entre a população de uma cidade do Panamá, informaram jornais locais nesta quinta-feira. Segundo as publicações, muita pessoas acreditam que o ser seja extraterrestre, enquanto outros pensam tratar-se apenas de um animal.

Quatro adolescentes com idades entre 14 e 16 anos encontraram a criatura no último sábado quando se divertiam perto do lago em Cerro Azul. Um dos jovens relatou, de acordo com o site de notícias local Telemetro.com, que o ser saiu de uma gruta em direção aos adolescentes. Assustados com a aparência bizarra do animal, os garotos atiraram pedras na criatura até matá-la e a jogaram na água.

A criatura desconhecida morta por adolescentes perto de um lago em Cerro Azul

A criatura desconhecida morta por adolescentes perto de um lago em Cerro Azul

Depois de retirada da água, algumas pessoas disseram que a criatura poderia se tratar de uma preguiça, animal bastante comum nas selvas tropicais.

Com informações do Terra Argentina

Fonte: Terra

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21/09/09

No Youtube encontrei um vídeo, que mostra outras imagens da “criatura”. Por essas imagens, principalmente olhando as “patas”, realmente há semelhança do animal com uma “preguiça”:

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(Unesco pode transformar marcas milenares no AC em patrimônio mundial)

Uma parte da nossa história ainda desconhecida… os grifos são meus.

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Círculos, quadrados e octógonos gigantes no chão têm mais de mil anos. Estruturas, que só podem ser vistas de avião, são chamadas de geoglifos.

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, ligado ao Ministério da Cultura, pediu à Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) para transformar as marcas milenares no chão do Acre, chamadas de geoglifos, em patrimônio da humanidade.

Para o paleontólogo, Alceu Ranzi isso pode ajudar a preservar as marcas. “Nós vamos ter maior capacidade e financiamento para o desenvolvimento de pesquisas nessa área e principalmente teremos mais condições de conhecer o passado de ocupação da Amazônia. Nós teremos mais possibilidades para preservá-la”, avalia.

Os geoglifos só podem ser vistos de avião. A maioria são círculos e quadrados. O maior tem 350 metros de cada lado. Uma casa foi construída dentro de um grande círculo. A mais impressionante é uma figura de oito lados praticamente iguais.

Segundo os pesquisadores, as valetas serviam para defender povoados permanentes onde morava muita gente. “Um dos cálculos que se tem é que talvez há mil anos eles habitaram toda essa região. Na época, talvez tivéssemos tantos habitantes há mil anos no Acre do que temos hoje”, afirma o paleontólogo Alceu Ranzi.

Formas geométricas foram desenhadas há pelo menos mil anos. (Foto: Governo do Acre/Divulgação)

Formas geométricas foram desenhadas há pelo menos mil anos. (Foto: Governo do Acre/Divulgação)

Nas escavações, os arqueólogos encontraram cerâmica e machados de pedra. Como no Acre não existe rocha desse tipo, os arqueólogos acreditam que os construtores dos geoglifos negociavam com povos da Cordilheira dos Andes, como os Incas, mestres na arte de entalhar pedra.

Geoglifos do Acre
O que são Formas geométricas, na maior parte círculos e quadrados, desenhadas no chão.
Que tamanho têm As linhas têm cerca de 12 metros de largura e quatro de profundidade. Os desenhos chegam a ultrapassar 100 m de diâmetro.
Onde estão No Acre, entre Xapuri e Boca do Acre.
Quantos são Até hoje, já foram descobertos cerca de 200, mas estima-se que haja dez vezes mais que isso.
Que idade têm Pelo menos 1000 anos.
Para que serviam Ainda não se sabe. Cientistas imaginam que eles poderiam servir para abrigar aldeias, plantações ou centros cerimoniais

Quando o primeiro geoglifo foi descoberto, não se sabia que as valas formavam um desenho, e que havia tantos ali. Hoje, com a ajuda de aviões e imagens de satélite, já foram identificados cerca de 200.

Com a chegada dos mapas virtuais, que utilizam imagens de satélite em alta resolução, os desenhos ficaram evidentes, e até os próprios cientistas puderam encontrar mais estruturas desse tipo.

Turismo

A maior parte dos geoglifos descobertos está espalhada por pastos e plantações particulares. Segundo Ranzi, o Ministério Público do Acre está preparando uma resolução para que os agropecuaristas ajudem a proteger os desenhos, evitando criar gado ou passar tratores por cima das valas.

Muitos geoglifos são cortados por estradas. (Foto: Governo do Acre/Divulgação)

Muitos geoglifos são cortados por estradas. (Foto: Governo do Acre/Divulgação)

Fonte: G1

(Americano sofre rara doença que faz chorar lágrimas de sangue)

Uma história muito estranha, e também um tanto mal contada. Dá-se a entender que o “fenômeno” começou a pouco tempo, mas não se entra em maiores detalhes. O fato de Calvino ser um adolescente de 15 anos é bastante significativo. Abaixo coloquei o vídeo de uma reportagem, em inglês, em que o rapaz e a mãe comentam o caso. No vídeo a mãe conta o desespero ao ver o sangue nos olhos do filho pela primeira vez, e que ligou para o 911. Calvino explica que achava que estava “possuído”,  e que muitos de seus amigos dizem a mesma coisa.

Acho que as especulações deste caso podem ser desde a fraude (lembram daquela menina que chorava “vidro”? era o pai quem colocava os caquinhos no olho dela) à stigmata, passando, é claro, por doenças raras, tão raras que, como um médico diz no artigo abaixo, não é possível nem diagnosticá-las…

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Vamos ficar de olho (com o perdão do trocadilho…rs)!  ;-)

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Calvino Inman

Parece uma história tirada de Cassino Royale (2006), o filme de James Bond onde o vilão chora lágrimas de sangue, mas para um jovem do Estado do Tennessee, nos Estados Unidos, é uma rara condição médica que lhe causa tormentos.

O caso de Calvino Inman, de 15 anos, se espalhou por toda a Internet através de um site de vídeos e foi tema de cobertura em diversos canais de televisão americanos.

“Quase todos meus amigos disseram que estou possuído. Já me acostumei, mas ao princípio isso feria meus sentimentos”, disse Calvino em entrevista a um canal da cadeia ABC no Tennessee.

O jovem, da localidade de Rockwood, assegura que as lágrimas brotam sem querer, em algumas ocasiões três vezes ao dia, e que às vezes “também ardem”.

Sua mãe, Tammy Mynatt, se manifesta aflita pela condição de seu filho, que foi submetido a vários tipos de exames médicos sem nenhum resultado anormal e sem que os especialistas possam explicar a origem de essa rara doença, cuja frequência é de um em um milhão.

O oftalmologista Rex Hamilton disse à rede ABC que Calvino poderia estar padecendo de haemolacria, uma estranha condição na qual os olhos produzem lágrimas misturadas com sangue.

“Mas isso só descreve a produção de lágrimas de sangue, não explica sua causa…é uma condição que se dá em um a cada um milhão”, assinalou o especialista.

Sem diagnóstico nem tratamentos, Mynatt recorreu aos meios de comunicação com a esperança que alguém possa ajudar o menino.

Fonte: Terra/EFE

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