(Único filme em que Anne Frank aparece é divulgado)

As cenas são de 1941 e mostram a menina na janela da casa onde vivia antes da ocupação nazista

AMSTERDÃ  - O canal oficial de Anne Frank no YouTube, lançado recentemente, divulgou a única filmagem em que a garota aparece. O filme em preto e branco é de julho de 1941 e mostra Anne na janela da casa em que vivia em Amsterdã. Nas imagens, a menina observa um casal de vizinhos, que estava prestes a casar. O diário que a garota judia escreveu durante a Segunda Guerra foi incluído na lista de “Memórias do Mundo” da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), que inclui arquivos e documentos de valor excepcional, conforme o órgão anunciou recentemente.  O livro se tornou um dos livros mais lidos do mundo e narra a vida cotidiana na Holanda durante a Segunda Guerra Mundial, mostrando a repercussão da ocupação nazista.

Imagem de Amostra do You Tube

Antes de serem disponibilizadas na internet, as cenas só podiam ser assistidas pelos visitantes da Casa Anne Frank, na capital holandesa. O museu fica no edifício onde a família de Anne e outras quatro pessoas judias permaneceram escondidas nos anos da ocupação nazista, durante a Segunda Guerra Mundial.

Anne Frank tornou-se famosa postumamente pelos diários que deixou enquanto se escondia dos nazistas com sua família judia em Amsterdã durante a 2ª Guerra Mundial. Eles acabaram presos em 1944. Ela morreu aos 15 anos em um campo de concentração. Das oito pessoas que viviam no esconderijo, apenas o pai de Anne, Otto H. Frank, sobreviveu ao holocausto.

Anne Frank

Anne e sua família foram forçados a trabalhar em um campo de concentração holandês, Westerbork, desmantelando pilhas num abrigo para reciclagem.

O diário de Anne Frank, que primeiro foi publicado em 1947 e agora traduzido em mais de 70 línguas, continua como um dos livros mais vendidos do mundo.

Fonte: Estadão

O Livro da Gratidão

“Como todas as coisas contribuíram para o seu crescimento, você deveria incluir todas as coisas em seu agradecimento.”

(Wallace Wattles, 1860-1911)

“Reflita sobre as suas atuais bênçãos – das quais todo homem tem muitas -, não sobre suas infelicidades passadas, das quais todo homem tem algumas.”

(Charles Dickens, 1812-1870)

Recentemente a autora do über bestsellerO Segredo“, Rhonda Byrne,  lançou no mercado um novo livro, na onda do primeiro é claro, chamado “O Segredo – O livro da Gratidão“. Na verdade, não sei se “livro” é a palavra ideal para definí-lo, está mais para um caderno ou uma agenda temática, com encadernação de luxo.

O Livro da Gratidão

Mas a ideia do livro é simples. Apenas as primeiras oito páginas já estão escritas, com informações sobre a importância da gratidão para que a Lei da Atração trabalhe de acordo com o que você gostaria. A autora dá dicas de como se “sentir grato” por tudo aquilo que já tem de bom, para assim atrair mais disso (afinal, semelhante atrai semelhante). Esse é um ponto que a esmagadora maioria não só dos autores de crescimento pessoal e auto-ajuda enfatizam bastante, mas que grandes místicos e mestres também dizem ser essencial. Seja verdadeiramente grato por tudo que  tem.  O restante do livro são páginas para você preencher, e são de dois tipos: uma página dedicada a “Gratidão agora”, ou seja, para tudo aquilo que você já tem de bom e muitas vezes (para não dizer quase sempre!) esquece de agradecer, e uma página dedicada a “Intenções de Gratidão”, onde você anota tudo aquilo que ainda gostaria de melhorar.

Todas as páginas possuem alguma mensagem de gratidão, com a intenção de inspirar e sintonizar o leitor com o ato de agradecer por tudo. Apesar da ideia do livro ser muito boa, você não precisa necessariamente dele para fazer isso. Qualquer caderno, agenda ou bloco de notas já dá conta do recado. Principalmente se você não costuma se sentir grato, escrever num papel algumas coisas pelas quais gostaria de agradecer, todo dia um pouco, pode acabar se tornando um hábito. Eventualmente, você nem precisará mais escrever… ;-) Mas, para quem gostou do livro “O Segredo“, é bem provável que irá gostar de utilizar o Livro da Gratidão também. A encadernação, o acabamento do livro são caprichados; foi mantida aquela aparência de uma encadernação antiga, quase medieval e muito bonita, e o fecho é magnético.

O livro possui inclusive um hot site: http://www.euagradeco.com.br/ . O site é simples, e é voltado não só para divulgar o livro, mas também a ideia do agradecer, dessa vez utilizando o Twitter. Para quem quiser participar com algum agradecimento, o endereço é o acima. :-)

Esse caminho tem coração?

“Há muitas coisas que um guerreiro pode fazer, em determinado momento, que não poderia ter feito anos antes. Essas coisas não mudaram; o que mudou foi a idéia do guerreiro sobre si mesmo.”

(Carlos Castañeda, em “Porta para o Infinito“)

“Existe dois meios de enfrentar o fato de estarmos vivos. Um é render-se a ele, seja concordando com suas exigências, seja lutando contra elas. Outra é moldando nossa situação particular de vida para que ela se adapte a nossas próprias configurações.”

(idem, em “A Arte do Sonhar“)

Muitos já devem ter notado que criei um novo widget aqui no Inconsciente chamado “Influências do Blog”. Pois bem, a ideia de acrescentar essa coluninha é a de não só promover, mas de identificar os autores e pensadores que mais me influenciam ou influenciaram. Um deles é o antropólogo e escritor Carlos Castañeda. Para os interessados na Nova Ciência (aqui no blog coloco como “Ciência Alternativa”) e Misticismo, os livros desse autor são praticamente leitura obrigatória. Porém, para as ideias de Castañeda serem devidamente compreendidas, os livros precisam ser lidos na seguinte ordem:

Basicamente, os livros tratam dos ensinamentos do sábio índio brujo Don Juan, aprendidos por Castañeda quando este ainda era um estudante de Antropologia. O autor certamente aprendeu muito mais sobre a vida e o Universo com os índios mexicanos “semi-analfabetos” do que nos bancos da faculdade. Uma prova de que sabedoria não está necessariamente ligada a intelectualidade ou “cultura”.

donjuan

Neste post, deixo como inspiração um trecho retirado do livro “A Erva-do-Diabo” em que Don Juan explica a Castañeda da importância de encontrar um caminho de vida que seja o verdadeiro para você. Somente para você. Independente de quantas vezes seja preciso experimentá-lo ou mudar de ideia. Esqueça o que os outros acham que você deveria de fazer ou ser. É para você que sua vida deve ter significado. Nas palavras do sábio índio:

“… Tudo é um entre um milhão de caminhos. Portanto, você deve sempre manter em mente que um caminho não é mais do que um caminho; se achar que não deve seguí-lo, não deve permanecer nele, sob nenhuma circunstância. Para ter uma clareza dessas, é preciso levar uma vida disciplinada. Só então você saberá que qualquer caminho não passa de um caminho, e não há afronta, para si nem para os outros, em largá-lo se é isso que o seu coração lhe manda fazer.

Mas sua decisão de continuar no caminho ou largá-lo deve ser isenta de medo e de ambição. Eu lhe aviso. Olhe bem para cada caminho, e com propósito. Experimente-o tantas vezes quanto achar necessário. Depois, pergunte-se, e só a si, uma coisa. Essa pergunta é uma que só os muito velhos fazem. Dir-lhe-ei qual é: esse caminho tem coração?

Todos os caminhos são os mesmos; não conduzem a lugar algum. São caminhos que atravessam o mato, ou que entram no mato. Em minha vida posso dizer que já passei por caminhos compridos, mas não estou em lugar algum. A pergunta de meu benfeitor agora tem um significado. Esse caminho tem um coração? Se tiver, o caminho é bom; se não tiver, não presta. Ambos os caminhos não conduzem a parte alguma; mas um tem coração e o outro não. Um torna a viagem alegre; enquanto você o seguir, será um com ele. O outro o fará maldizer a sua vida. Um o torna forte, o outro o enfraquece.”

Então. O caminho que você escolheu para sua vida, tem um coração? O seu coração?

“Nós não nos damos conta de que podemos cortar qualquer coisa de nossas vidas, a qualquer momento, num piscar de olhos”.

(Carlos Castañeda em “Viagem a Ixtlan“)

(Escritor aponta 84 exercícios para ativar o cérebro e o talento)

O livro parece ser bem interessante! Vamos ver quando chega no Brasil… só a tradução do artigo, que é do site Último Segundo, que está um pouco estranha. Basicamente o livro trata de recomendações, baseadas na sabedoria extraída de experiências de vida do autor. Algumas dessas recomendações constam no artigo, e as grifei abaixo. Interessante notar o receio do autor em ter seu livro categorizado como “auto-ajuda”. Nos últimos tempos, têm aparecido algumas notícias de estudos dizendo que “auto-ajuda” não ajuda, que “pensar positivo” piora a auto-estima das pessoas que já estão deprimidas. Claro. É melhor continuar pensando negativo… Uma pena que nem todos entendam que  só otimismo, só pensamento positivo não faz milagre. É preciso atitude positiva. E atitude denota ação. Mas essa parte  (a mais importante por sinal) os “estudos científicos”  sobre auto-ajuda não abordam… por que será?

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Catalina Guerrero. Redação Central, 9 jul (EFE).- O cérebro, esse órgão branco e gelatinoso de apenas 1,3 quilo, é uma máquina fascinante, cheia de possibilidades, mas precisa de exercício.

O melhor de todos é pensar, algo teoricamente ao alcance de todos e que é, além disso, grátis.

É o que diz o publicitário Joaquin Lorente em seu livro “Piensa, es gratis” (Pense, é de graça), com uma capa amarela, cor tabu para os artistas, mas que não amedronta o autor.

“O que não pode haver é o medo intelectual. O pior do medo é o que te derrota antes da luta. É preciso tentar sempre”, disse.

Para vencer esse medo, mas, sobretudo, para potencializar o talento, Lorente propõe 84 princípios, anunciados como slogans, iniciando com “Começamos a pensar que devemos pensar?”.

O autor foi assessor pessoal dos ex-presidentes do Governo espanhol Felipe González e do catalão Jordi Pujol, e condensa a aprendizagem de sua bem-sucedida experiência de vida nesta obra, depois de “Tudo o que sei da publicidade” sobre seu saber profissional e em “Cidadãos da Terra.com”, que mostra sua visão sobre a futura evolução da democracia.

Seus 84 fundamentos de idéia práticas têm o objetivo de estimular as pessoas a alcançarem o sucesso através da inteligência, do trabalho bem feito, da dignidade.

Escrito em tom direto, cheio de imagens e com frases de efeito, como “só o concreto fura, penetra no cérebro”, seu livro não é um manual de autoajuda, mas de “autoconvicção”.

“Não se pode esperar que os outros o construam”, afirma, com veemência, em entrevista à Agência Efe. “Temos que começar a acreditar um pouco mais em nós mesmos. Não pode haver um cata-vento, é preciso uma âncora, pés no chão”.

Vários de seus princípios são baseados nesta idéia, como “Se você quer conhecer seu melhor professor de energia, olhe para o espelho“, “Se você não sabe o que busca, nunca saberá para onde vai“, “Sem personalidade você é uma mosca”, “Você é a direção que tomam seus pensamentos” e “Preste atenção na qualidade de sua energia. A positiva faz avançar; a negativa freia e faz retroceder”.

Suas reflexões partem da premissa de que, já desde a fecundação, a vida é puro acaso e que “a sorte é o acaso aproveitado”. Para que as coisas aconteçam, é preciso adotar uma atitude receptiva e ativa, de acordo com o escritor.

O triângulo do êxito, assegura Lorente, é “uma ideia, bastante olfato e muita coragem”, enquanto o do fracasso são “muitas ideias, bastante olfato e zero coragem”.

“O ato de pensar em liberdade, sem separação nem limitação, é o que faz realmente as pessoas serem grandes, assim como organizações e países”, diz.

Para não perder de vista a meta, é necessário projetar-se no futuro, e para isso recomenda escrever em um papel seu objetivo de vida pessoal, social e profissional.

“Há muita gente que não pensa, simplesmente vai vivendo. Os anos se passam e um dia a pessoa se dá conta de que está em um lugar para onde não queria ir, em uma relação que não lhe interessa e em um trabalho que não gosta”.

“Minha posição – conclui – é que se você não consegue pensar por si mesmo, os outros pensaram”, e deixa aberta uma porta à esperança, pois “você sempre pode mudar de caminho“.

E, para os supersticiosos, um último conselho – por causa do amarelo da capa do livro: “Não se deve ter superstições, mas prevenções. As prevenções não vêm de cores, nem de números, nem de gatos, nem escadas; as prevenções vêm de gente que não está bem consigo mesma, de pessoas ruins”.

Fonte: Ig/Último Segundo

A Lei da Atração, o Dinheiro e… Você!

“Quando a sorte sorri para uma pessoa de grande fortuna, ela geralmente escolhe aquela que a fez através de algum serviço útil – não os que herdaram ou conseguiram-na à custa do prejuízo alheio. A sorte, definitivamente, dá as costas a riquezas conseguidas por meios ilícitos, e freqüentemente faz com que se evapore misteriosamente.”

Napoleon Hill

“Apenas aqueles que ousam ter grandes fracassos conseguem alcançar grandes sucessos.”

Robert F. Kennedy

“Qualquer homem, literalmente, vale o que pensa.”

James Allen

“Bom senso é o conjunto de todos os preconceitos que adquirimos em nossos primeiros dezoito anos de vida.”

Albert Einstein

“Se você acha que a instrução é cara, experimente a ignorância.”

Benjamim Franklin

“Pessoas ricas possuem grandes bibliotecas. Pessoas pobres, grande televisões.”

(percepção aguda do óbvio ululante)

O post de hoje é sobre dinheiro. Por que dinheiro não é só importante para pagar contas. O dinheiro financia a sua evolução pessoal e espiritual. Se pensa que não, como que você faz para adquirir conhecimento? Livros, cursos, aulas, palestras? Como você faz para abrir a sua mente, conhecer outros povos e outras culturas? Enfim. Acho que deu para sacar do que estou falando, certo?

Pois bem! Como o dinheiro também é muito importante, na vida (o quanto é você quem decide), resolvi transcrever alguns trechos de um dos melhores livros que já li sobre “saúde financeira” aplicando a lei da atração: “Os Segredos da Mente Milionária“, de T. Harv Eker. Este livro traz uma das melhores explicações que eu já li sobre o funcionamento da lei da atração. Apesar de simples, vejo que muita gente não compreendeu o que é realmente essa lei, e como ela de fato funciona. E essa falta de compreensão tem gerado desânimo e um ceticismo nem um pouco saudável (pra não dizer injusto) em muitas pessoas.

Mas, antes de seguir em frente com os ensinamentos de Harv, gostaria de deixar alguns pontos bem esclarecidos:

1- Quando se fala em “pessoa rica” ou em “enriquecer”, queremos dizer: aquele(a) que enriqueceu por méritos próprios e justos. Não que herdou, ganhou, roubou etc. Esse tipo de pessoa pode até ter conseguido dinheiro fácil. Mas tudo aquilo que vêm fácil, vai embora fácil. Lembre-se disso.

2- O dinheiro é uma força, uma energia neutra. Não pense que se você está se sentindo infeliz sendo pobre, você vai se sentir feliz quando estiver rico ou com mais dinheiro. ISSO NÃO ACONTECE. O dinheiro apenas reforça o padrão, as emoções que você já possui. No início pode ser bom. Mas eventualmente você voltará ao seu estado emocional antigo. Se você está feliz mesmo não tendo todo o dinheiro que gostaria, então quando tiver, o dinheiro apenas irá reforçar esse sentimento ainda mais. É a mais pura ilusão pensar que dinheiro traz felicidade. O dinheiro pode apenas financiar aquilo que te faz feliz. Mas uma pessoa vazia, pode ter todo o dinheiro do mundo que continuará vazia. Dinheiro não faz milagres, somente quem pode fazer é a pessoa com o dinheiro. Por isso, torne-se primeiro uma pessoa  melhor, e então o dinheiro será mais uma das alegrias da sua vida. Veja bem: mais uma.

3 – Cuidado com a maneira com que você investe seu dinheiro. Quando você financia coisas negativas, que possuem uma energia inerentemente baixa, você atrai mais situações/pessoas negativas para a sua vida. Alguns exemplos de dinheiro desperdiçado de forma mórbida: compra e tráfico de drogas, pornografia, prostituição, falsificação, pirataria etc. Você sabe quando está gastando seu tempo ou dinheiro em algo que não te engrandece como ser humano. No fundo, todos sabemos. Para entender melhor, veja também o post “As 54 leis do Fracasso“.

Tendo esses pontos bem compreendidos e claros em mente, acho que podemos passar ao Harv! ;-)

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Você já ouviu falar de pessoas que “desabrocham” financeiramente? Já notou que alguns indivíduos ganham rios de dinheiro e depois perdem tudo, ou começam aproveitando uma excelente oportunidade e, em seguida, deixam o bolo desandar?  Agora você sabe qual é a verdadeira causa desse problema. Por fora, parece má sorte, uma oscilação na economia, um sócio desonesto, seja lá o que for. Por dentro, porém, a questão é outra. É por esse motivo que, se uma pessoa ganha muito dinheiro sem estar interiormente preparada para isso, o mais provável é que a sua riqueza tenha vida curta e ela acabe sem nada.

A maioria das pessoas simplesmente não tem capacidade interna para conquistar e conservar grandes quantidades de dinheiro e para enfrentar os crescentes desafios que a fortuna e o sucesso trazem. É sobretudo por causa disso que elas não enriquecem.

Um bom exemplo são os que ganham em loterias. As pesquisas mostram continuamente que, seja qual for o tamanho do prêmio, a maior parte desses felizardos acaba voltando ao seu estado financeiro original, isto é, a ter a quantidade de dinheiro com a qual conseguem lidar com mais facilidade.

No caso de quem enriquece com o seu próprio esforço ocorre exatamente o contrário. Repare que, quando um milionário desse tipo perde a fortuna, geralmente ele a refaz em pouco tempo. Nesse aspecto, Donald Trump é um ótimo exemplo. Ele tinha bilhões de dólares e perdeu cada centavo. Dois anos depois, recuperou tudo e até conseguiu mais.

Como se explica esse fenômeno? É simples. Pessoas assim podem perder todo o dinheiro que possuem, mas jamais perdem o ingrediente mais importante do seu sucesso: a mente milionária. No caso de Trump, a sua mente bilionária, é claro.

Isso acontece porque o “termostato” financeiro desse empresário está regulado para produzir bilhões, e não milhões. Algumas pessoas têm um termostato financeiro programado para gerar milhares, e não milhões; outras têm um termostato ajustado para criar algumas centenas. Finalmente, existem aquelas cujo termostato financeiro está condicionado a funcionar abaixo de zero – elas estão congelando e nem sabem por quê.

O motivo é simples. As pessoas, na sua maioria, agem de forma inconsciente. Quase dormem no ponto – trabalham e pensam num plano superficial da vida, baseadas somente no que vêem. Elas vivem estritamente no mundo visível.

As raízes geram os frutos

Imagine uma árvore. Suponha que seja a árvore da sua vida. Nela há frutos. Na vida, os nossos frutos são os nossos resultados. Nós olhamos para eles e não gostamos do que vemos – achamos que os frutos que produzimos são poucos, muito pequenos ou que o seu sabor deixa a desejar.

O que tendemos a fazer, então? A maioria de nós dedica ainda mais atenção aos resultados. Mas de onde eles vêm? São as sementes e as raízes que os geram.

É o que está embaixo da terra que cria o que está em cima dela. É o invisível que produz o visível. E o que significa isso? Isso quer dizer que, se você quer mudar os seus frutos, primeiro tem que trocar as raízes – quando deseja alterar o que está visível, antes deve modificar o que está invisível.

Algumas pessoas dizem que é necessário ver para crer. A pergunta que tenho para elas é: “Por que você paga a conta de luz?” Mesmo não vendo a eletricidade, você com certeza percebe e utiliza o poder que ela tem. Se não estiver muito certo acerca da sua existência, experimente colocar o dedo na tomada. Garanto que a sua dúvida desaparecerá imediatamente.

Aprendi com a experiência que as coisas que não vemos são muito mais poderosas do que as que vemos. Talvez você não concorde com essa afirmação, mas tenho certeza de que você sofrerá se não aplicar esse princípio na sua vida. Por quê? Porque estará indo contra as leis da natureza que dizem que o que está embaixo do solo gera o que está acima dele, o que é invisível cria o que é visível.

Você já ouviu alguém dizendo que a falta de dinheiro é um enorme problema? Na verdade, ela nunca é um problema, e sim um sintoma do que está acontecendo embaixo da terra.

A falta de dinheiro é o efeito. Mas onde está a causa? Ela se resume ao seguinte: a única maneira de mudar o seu mundo “exterior” é modificar o seu mundo “interior”.

Quaisquer que sejam os seus resultados – abundantes ou escassos, bons ou maus, positivos ou negativos -, lembre-se sempre de que o seu mundo exterior é apenas um reflexo do seu mundo interior. Se as coisas não vão bem na sua vida exterior, é porque não estão indo bem na sua vida interior. Simples assim.

Pare de se queixar!

Queixar-se é a pior coisa  que alguém pode fazer por sua saúde e riqueza. A pior mesmo. Por quê?

Acredito piamente na lei universal que diz: “Aquilo que focalizamos se expande.” Quando você se queixa, no que está se concentrando: naquilo que está certo ou no que está errado na sua vida? Obviamente, está dando destaque ao que está errado. E, uma vez que aquilo que é focalizado se expande, você só receberá mais do que está indo mal.

Você já reparou como costuma ser difícil a vida das pessoas que vivem se lamentando? Parece que tudo o que pode dar errado lhes acontece. Elas dizem: “É claro que eu reclamo – olha só como minha vida é uma droga.” Agora que você já sabe mais sobre esse assunto, poderá explicar: “Não: é exatamente porque você se queixa que a sua vida é uma droga.”

Isso remete a outro ponto. Você tem que fazer questão absoluta de não ficar na companhia de pessoas que vivem reclamando. Se tiver uma grande necessidade de estar perto de uma delas, não se esqueça de se proteger com um guarda-chuva de aço, do contrário, a coisa ruim que era destinada a ela vair cair em cima de você também.

Eu procuro ficar tão distante quanto possível de quem reclama porque a energia negativa é contagiosa. Muitas pessoas, porém, adoram se aproximar dos resmungões e ouvi-los. Por quê? Por um motivo simples: elas estão esperando a sua vez de se queixar. “E você acha que isso é horrível? Espere só até ouvir o que aconteceu comigo.”

Vou lhe passar um dever de casa e prometo que ele lhe dará uma grande oportunidade de mudar a sua vida. Eu o desafio a não reclamar de nada durante os próximos sete dias. E não apenas em voz alta, na sua cabeça também. Porém você terá que fazer isso nos próximos sete dias inteirinhos. Por quê? Porque durante os primeiros dias talvez você ainda receba alguma coisa ruim “residual” do passado. Por isso, pode demorar um pouco para ela se dissipar.

Desafiei milhares de pessoas a fazer esse pequeno exercício e fiquei admirado com a quantidade de gente que me disse depois que ele transformou as suas vidas. Garanto que a sua vida também se tornará supreendente quando você parar de se concentrar nas coisas negativas – e de atraí-las, portanto. Se você costuma se lamentar, esqueça por enquanto a ideia de atrair o sucesso – para a maioria das pessoas, atingir o “ponto morto” já é um grande começo.

A atitude de culpar os outros, justificar-se e queixar-se tem o mesmo efeito das pílulas. Só serve para reduzir o estresse. Alivia a tensão do fracasso. Pense nisso. Se a pessoa não estivesse sendo malsucedida de algum modo, ela precisaria responsabilizar alguém, arranjar uma justificativa para isso ou reclamar? A resposta óbvia é: não.

De hoje em diante, quando você se vir culpando os outros, se justificando ou se queixando, pare imediatamente. Lembre-se de que você está criando a sua vida e atraindo para ela, a todo momento, o sucesso ou algo negativo. É fundamental que escolha cuidadosamente os seus pensamentos e as suas palavras.

Agora você está pronto para escutar um dos maiores segredos do mundo: não existem vítimas verdadeiramente ricas. Entendeu bem? Afinal, quem ouviria as suas queixas? “Ai, ai, o meu iate está arranhado.” Diante disso, qualquer um responderia: “E daí?”

Por outro lado, ser vítima tem as suas recompensas. O que as pessoas ganham se colocando nesse papel? A resposta é: atenção. Isso é importante? Com toda a certeza. De uma forma ou de outra, atenção é tudo o que a maioria das pessoas almeja. E o que faz com que elas vivam em busca de atenção é o fato de cometerem um grande erro – o mesmo que quase todos nós já cometemos: confundir atenção com amor.

Acredite: é praticamente impossível ser feliz e bem-sucedido quando se está o tempo todo precisando de atenção. Por causa dessa necessidade, quem está sempre querendo agradar para conseguir aprovação costuma ficar à mercê dos outros. A busca por atenção causa mais um problema: a pessoa tende a fazer coisas idiotas para consegui-la. É essencial dissociar a atenção do amor por vários motivos.

Primeiro, a pessoa fará mais sucesso: segundo, será mais feliz; terceiro, poderá encontrar amor verdadeiro na sua vida. Na maior parte dos casos, aqueles que confundem amor com atenção não se amam no sentido genuinamente espiritual da palavra, e sim, em larga medida, a partir do próprio ego, como na frase “eu amo tudo o que você faz por mim.” Conseqüentemente, o relacionamento diz respeito apenas ao próprio indivíduo, não à outra pessoa, ou, pelo menos, às duas.

Dissociando a atenção do amor, a pessoa se liberta para amar o outro pelo que ele é, e não pelo que ele faz para ela.

Como já disse, uma vítima verdadeiramente rica não existe. Assim, para poder continuar nesse papel, quem está em busca de atenção faz questão absoluta de nunca enriquecer de verdade.

É hora de decidir. Você pode ser uma vítima ou alguém rico, jamais as duas coisas ao mesmo tempo. Preste atenção: toda vez que você culpar alguém, se justificar ou se queixar, está se degolando em termos financeiros.

É hora de resgatar o seu poder e reconhecer que você cria tudo o que existe e o que não existe na sua vida. Observe que você produz a sua riqueza, a sua falta de riqueza e todas as possibilidades que estão no meio do caminho.

Vampiros: Em Busca da Verdade

“Abre teus olhos agora, criança. Lê com atenção o que te mostro a cada avançar da pena. Este é o marco memorável do que deixei de ser, de tudo o que deveria ter-me tornado e não consegui. O conhecimento gera responsabilidades e acarreta inúmeros males, dentre eles, o de carregar o fardo da eternidade. Aprender o que eu deveria ser não foi o mais difícil, em absoluto. Terrível foi-me, e ainda me é, saber que não pude deixar a humanidade para trás e que, por causa disso, nunca cheguei de fato a ser o que deveria. E a verdade sempre esteve lá, implícita pelas discussões, oculta pelo brilho maravilhoso das esmeraldas. Mas havia um feudo, inteiro, a construir! Havia um império a erguer, de forma que não restava-me muito tempo para pensar… ou de fato não desejava pensar em nada que não fosse na eternidade que surgia-nos à frente, na grandiosidade de sonhos outros e na esperança de que ele, um dia, seria meu. É precisamente aqui que retomo a narrativa, quando…”

(trecho do livro “Noite Eterna: Sangue sobre Cedro“, de Hariel D. Noone)

Vampiros… de todas as entidades/personagens mitológicas estes são certamente os que (ainda) provocam o maior fascínio nos seres humanos. É verdade que há muita confusão, delírios e superstição rondando o tema. E é por isso que resolvi postar aqui este excelente documentário, que pretende dar respostas históricas para o mito da criatura sugadora de sangue.

Quem ainda não leu o famoso “Drácula“, escrito por Bram Stoker em 1897, não sabe o que está perdendo. É um dos melhores livros que já li. Normalmente não costumo apreciar muito romances de vampiros, mas este é definitivamente um “must read“. E é partindo desse famoso livro, que o documentário em questão pretende esclarecer o mito do vampiro. Antes de prosseguir, gostaria de deixar algo esclarecido também. O filme Drácula de Bram Stoker, com direção de Francis Ford Coppola, apesar de utilizar os mesmos personagens e locações do livro, NADA TEM A VER COM O LIVRO DE BRAM STOKER. O nome do filme deveria ser o “Drácula de Francis Ford Coppola”… Por isso, para quem achou o filme uma bomba, como eu, não se deixe levar por essa péssima impressão, o romance o qual o filme foi (vagamente) inspirado é excelente. E para quem gostou do filme, leia o livro, irá gostar ainda mais da história.

Clique aqui para ver uma foto das notas escritas por Bram Stoker, no rascunho do livro.

Bleargh! - Adoro o Gary Oldman, o Keanu Reeves e o Anthony Hopkins... mas esse filme só assusta é pelo excesso de pretensão!

Bleargh! - Adoro o Gary Oldman, o Keanu Reeves e o Anthony Hopkins... mas esse filme só assusta é pelo excesso de pretensão!

Segundo o Guinness Book (O Livro dos Recordes), o Conde Drácula é o mais famoso vampiro da ficção, com o maior número de aparições, seja em filmes, livros, músicas, arte… tanto direta, como indiretamente.

O insano príncipe valáquio Vlad III Draculea

O insano príncipe valáquio Vlad III Draculea

Recentemente (no Brasil), foi lançado um livro, que é um romance histórico que tenta desvendar o mistério do famoso conde, chamado “O Historiador“, de Elizabeth Kostova. A autora levou 10 anos para escrever o romance. Uma pena que não ficou uma brastemp. (risos) Explico. Apesar da ideia do livro ser ótima, contar a verdadeira história de Vlad Tepes (ou Vlad III Draculea – o personagem real que inspirou a criação do Conde Drácula, por Bram Stoker), e apesar de conter muitos dados e informações históricas super-interessantes sobre o príncipe, o local e a época em que viveu, o mistério de onde foi enterrado e de um suposto tesouro que estava escondido, etc, a ficção por trás dos fatos não ficou tão interessante assim. Em muitos momentos a autora se perde em descrições inúteis, devaneios que nada acrescentam a história. Enche lingüiça mesmo. A ponto de fazer o leitor até esquecer sobre o que estava lendo (aconteceu diversas vezes comigo! risos) Eu recomendo o livro por trazer várias curiosidades reais sobre Vlad, mas não vai muito além disso. Pelo menos na minha opinião.

Mas voltando ao documentário, este trata não só do mito em torno da figura histórica do príncipe romeno Vlad – O Empalador, mas também mostra como o personagem mítico do vampiro persegue e aterroriza a humanidade há muitos séculos. Em alguns países, em locais mais remotos, ainda é comum a prática de enfiar uma estaca no peito dos mortos, cortar a cabeça ou exumar o corpo dos defuntos depois de 2 ou 3 dias, para se certificar de que o falecido não retorne como vampiro.

A condessa húngara Elizabeth Bathory

A condessa húngara Elizabeth Bathory

O documentário traz também outros “vampiros famosos”, como Erzsébet Báthory, ou Elizabeth Bathory, também conhecida como a Condessa de Sangue, Condessa Sangrenta ou Condessa Drácula. A nobre em questão entrou para a história com a terrível fama de “vampira” pois tinha hábitos alimentares e estéticos um tanto peculiares… a condessa acreditava que o sangue de mulheres jovens tinha o poder de rejuvenescer, e por isso, matava suas criadas e bebia e tomava banho com o sangue de seus corpos. A população vizinha começou a desconfiar de que havia um vampiro nas redondezas, pois era rotineiro o aparecimento de corpos exangües atirados nos arredores do castelo. Mas a máscara de Elizabeth só caiu quando um dia se empolgou, e matou uma jovem que também era da nobreza, fazendo com que a família da moça, mais a própria família da condessa desconfiasse e iniciasse uma investigação. A tal investigação resultou na revoltante descoberta dos atos macabros de Elizabeth, e na sua conseqüente condenação ao emparedamento.

O documentário traz também entrevistas com “vampiros modernos”, e  mostra como o mito iniciado com o Drácula, no séc. XIX, continua vivo até hoje. Está dividido em 12 partes:

Parte 1:

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Parte 2:

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Parte 3:

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Parte 4:

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Parte 5:

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Parte 6:

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Parte 7:

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Parte 8:

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Parte 9:

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Parte 10:

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Parte 11:

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Parte 12:

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A vida está do seu lado e do seu outro lado e do seu outro lado…

“…eu não uso mais o antigo mote ‘Penso, logo existo’ prefiro usar ‘Escolho, logo existo‘.”

Amit Goswami (Físico Nuclear)

Continuando o post “Tudo é Energia. Inclusive Você!“, transcrevo aqui um capítulo do livro Prosperidade Harmônica (de James A. Ray) em que ele explica porque a física quântica tem tudo a ver com a lei da atração. Para entender melhor os conceitos apresentados sobre o tempo e a realidade (que James menciona no texto), recomendo dar uma olhada nos documentários: “Você sabe que horas são?” e “Universos Paralelos“.

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Há um conceito na física quântica chamado tempo vertical. Einstein afirmou que o tempo não existe como o conhecemos: “Para nós, físicos sérios, a distinção entre o passado, o presente e o futuro é apenas uma ilusão, mesmo sendo uma ilusão obstinada”. O tempo, o futuro, o passado e o presente coexistem simultaneamente neste momento. Temos a tendência de achar que o tempo é horizontal: o passado está atrás de nós, o futuro está na frente e ele avança dessa maneira seqüencial em eterna expansão. Se o tempo estivesse escrito como uma linha em uma página, da esquerda para a direita, nós diríamos (pelo menos na cultura ocidental) que o passado está à esquerda e o futuro, à direita.

Mas no caso do tempo vertical, veja se você consegue imaginar que está colocando uma linha em uma folha de papel que representa o agora, logo acima escrevendo “agora”, e acima disso outro “agora”, e assim por diante em uma linha vertical. “Agora, agora, agora, agora, agora, agora…” entra em todas essas diferentes dimensões.

Alguns físicos apresentaram a teoria-M (M corresponde a “membrana” ou “mágica”), que diz que há pelo menos 11 dimensões que existem simultaneamente. No contexto do tempo vertical, isso significa que todos os nossos “agoras” subiriam e desceriam através de pelo menos 11 dimensões diferentes.

Uma das leis fundamentais da física afirma que a energia não pode jamais ser criada ou destruída, ela meramente passa de uma forma para outra. Ok, agora continue comigo… primeiro temos o tempo vertical, depois a teoria dos Mundos Múltiplos, de Everett-Wheeler-Graham (Interpretação dos Mundos Múltiplos). Complicado, certo? Basicamente o que essa teoria reenfatiza é que há múltiplos “agoras”, universos ou existências, todos coexistindo ao mesmo tempo. Tudo que já existiu ou pode existir já está aqui. O físico quântico John Wheeler postula que, ao decidir o universo (agora) que escolhemos observar, estamos essencialmente escolhendo a nossa realidade, decidindo “participar” do universo da nossa escolha. De acordo com essa teoria, neste exato momento poderia haver um universo no qual você é um multi-milionário. Neste exato momento, poderia haver um universo no qual você tem um corpo perfeito e o parceiro dos seus sonhos. É você que escolhe (ou não) através do seu ato de intenção e atenção. A energia flui para onde vai a atenção. Ao escolher a sua intenção, e depois firmando a atenção nela, você escolheu (e continua a escolher) participar de seja qual for o universo do qual está participando no momento. Qual deles você está escolhendo? E mais importante ainda, qual deles você irá escolher?

Pense no seguinte: todas essas teorias sugerem que você existe simultaneamente em muitas formas, dimensões e tempos diferentes – você está em toda parte e em nenhum lugar, exatamente como você quer e não quer ser. Sei que isso é estonteante. A teoria das múltiplas realidades foi exemplificada no filme De caso com o acaso, com Gwyneth Paltrow. Em uma das realidades, Helen, interpretada por Gwyneth, pega o metrô no último minuto, conhece um homem chamado James, chega em casa e encontra o namorado traindo-a com a ex-namorada; ela termina com o pilantra e passa a sair com James. Na outra realidade, Helen perde o metrô, é assaltada, hospitalizada e, quando finalmente chega em casa, encontra o namorado sozinho no chuveiro. Sem ter conhecimento da infidelidade do homem, ela permanece presa a um relacionamento infeliz. No filme, as duas realidades avançam então paralelamente, com flashes de uma para a outra. O que eu mais gosto a respeito dessa teoria do universo paralelo é que não estamos criando absolutamente nada. Deus criou tudo. O Campo de Ponto Zero o criou, e nós escolhemos intervir.

O que toda teoria da física quântica tem em comum é você, observador e participante. Com a sua intenção claramente definida aliada à sua constante e inabalável atenção, você escolhe o mundo do qual vai participar.

Entenda que o seu desejo adequadamente compreendido não é ganância, nem mesmo chega perto disso; é o seu Eu Superior que o chama, estimula e desafia a ascender a um nível mais elevado de realização.

Desejo versus Fantasia

Se você examinar a origem latina da palavra desiderato (desejo), verá que ela se desmembra como “de-siderium”, que significa literalmente “das estrelas ou corpos celestes”. Como já discutimos, quando você tem desejo de alguma coisa, quem está falando é o seu Eu Superior, estimulando-o e querendo que você cresça. Entenda que o seu Criador não quer que você tenha supérfluos e outros bens. O seu Criador não quer que você faça certas coisas. O seu Criador quer que você se torne a pessoa necessária para ter e fazer essas coisas. Em outras palavras, o seu Criador quer que você cresça, que tente alcançar as estrelas.

Lembro-me de anos atrás ter ouvido um dos meus mentores dizer: “Tome a decisão de ser um milionário, não pelas cédulas verdes, mas por quem você terá que se tornar para chegar lá.” É isso que estamos fazendo juntos – expandindo quem você é em todas as áreas fundamentais da sua vida para que você possa crescer e se tornar uma pessoa capaz de criar tudo o que deseja. O que o seu eu espiritual realmente deseja não é o alcance da meta, mas sim o crescimento que acompanha o processo.

Garanto que você jamais “receberá” um desejo, um verdadeiro desejo de algo que não é capaz de conseguir. Quando você tem um verdadeiro desejo, o seu Eu Superior está dizendo: Vamos lá, você é capaz disso; é isso  que eu tenho reservado para você. É o seu eu maior, mais grandioso, que está ecoando de trás para diante no tempo. Não é legal? Agora a única pergunta é: você vai atender ao chamado? O grande mitólogo Joseph Campbell declarou: “A principal questão é se você vai ser capaz de dizer um vigoroso sim à sua aventura.” Bem, o que será?

Muitas pessoas me dirão: “Bem, isso não é verdade, James, porque eu tinha o desejo de ser um jogador profissional de basquete e nunca consegui.” Eu respondo: “Não, você tinha era esperança ou uma fantasia, o que é diferente.” Se você realmente tem o desejo de fazer uma coisa, existem apenas duas razões para que não consiga: 1) você não permaneceu com o desejo por um tempo suficiente e desistiu ou 2) você não acredita em si mesmo, e por conseguinte, nem mesmo tentou… ou fez um esforço parcial. Qualquer outra coisa, e não era um verdadeiro desejo.

Vivemos simultaneamente em três níveis: o espiritual, o mental e o físico. Por saber disso, o que você precisa fazer contém três partes: primeiro criar um Protótipo Espiritual, delineando o seu futuro impulso, o seu desejo do futuro. No momento em que você o tiver esboçado, ele existe no mundo espiritual em outra dimensão; simplesmente envie uma onda de oferta. O desejo ainda não está na terceira dimensão, mas isso não importa, mesmo assim é real. Segundo, se você é capaz de redigir especificamente o desejo e descrevê-lo ou de uma forma escrita ou verbal, já o tem no plano mental. Se você não o tivesse nesse plano, não conseguiria descrevê-lo. Agora, pense no seguinte… você já tem o desejo em dois dos três planos que você vive! No minuto em que você consegue visualizá-lo e descrevê-lo especificamente, já percorreu dois terços do caminho. Está entendendo? É exatamente por isso que eu quero que você comece a colocar no papel os seus mais profundos desejos. Quando você os tiver claramente definidos, terá aceitado a onda da oferta do seu desejo. Finalmente (e esta é a parte mais difícil), você precisa pensar, sentir e agir em conformidade com esse protótipo espiritual – não importa o que aconteça.

Temos a tendência de pensar o seguinte: Se eu praticar esta ação, obterei aquele efeito, mas isso não é exato. A sua ação nada mais é do que uma confirmação do seu impulso futuro. Isso não significa que a ação não seja importante; ela é fundamental. Mas não é a ação que está criando os seus resultados… ela está confirmando o universo do qual você escolheu participar. Está entendendo?

Quando recebemos o desejo (o nosso impulso futuro do Eu Superior que já projetou e escolheu o nosso resultado mais elevado), a nossa tarefa é agir de acordo com esse impulso futuro preparando-nos para recebê-lo. Vou me repetir porque isso é importante. A ação é fundamental, mas não é a ação que está efetivamente criando o resultado; ela está apenas confirmando que se encontra no universo certo, no caminho correto em direção ao seu resultado. Assim, como você está pensando, sentindo e agindo em concordância com o seu desejo, é apenas uma questão de esperar que ele se desenvolva através da seqüência de eventos e chegue ao terço final da equação, o mundo físico.

Novo Inconsciente, Erich von Däniken e James Arthur Ray

Pois é, o Inconsciente Coletivo está de cara nova! :-)

Já algum tempo que queria mudar o visual do site, deixá-lo mais atraente, dinâmico, moderno. Com jeito de revista virtual. Acho que consegui superar o visual anterior!

Mas, apesar da estética do blog ter mudado, o conteúdo continua o mesmo, assim como a navegação, as categorias e as notícias. É ainda o velho site, que apenas evoluiu para acompanhar o crescimento do conteúdo e das visitas!

É isso! Quem tiver sugestões/críticas/elogios ou até reportar erros e bugs de navegação (normal acontecer quando se implementa novas configurações), é só escrever para: webmaster@inconscientecoletivo.net .

E vamos às duas outras novidades:

Best-seller de Erich von Däniken será adaptado para o cinema

A notícia é quentinha: os direitos do livro “Eram os Deuses Astronautas” foram adquiridos pela Paradox Entertainment, que, segundo a Variety, irá adaptar o livro para um filme de ficção científica.

A premissa do autor, no livro, é a de que seres extraterrestres visitavam a Terra há milhares de anos, e que podem até terem sido os responsáveis pela nossa evolução.

O livro, já havia rendido um documentário em 1974, de mesmo nome.

O livro Harmonic Wealth já foi traduzido para o português!

Estava eu navegando pelo Submarino, quando de repente me deparo com um título um tanto quanto familiar: “Prosperidade Harmônica“… Já havia falado muito desse livro, de James Arthur Ray, e inclusive jamais pensei que este título (que traduzi livremente aqui para o blog ano passado) seria o título original dele em português!

Quem publicou foi a editora Rocco e ainda não adquiri um exemplar para poder comentar mais. Mas já digo que não gostei muito da capa…

Quem quiser conferir pode clicar aqui.

(Novo retrato de Shakespeare é apresentado em Londres)

Finalmente um (possível) retrato de Shakespeare! O que me faz perguntar… e aquela história de que Shakespeare nunca existiu, que o verdadeiro autor era Francis Bacon?

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Fotógrafos registram suposto retrato de Shakespeare / NYT

Fotógrafos registram suposto retrato de Shakespeare / NYT

LONDRES – Quase 400 anos depois de sua morte, William Shakespeare surgiu com aparência ainda melhor na segunda-feira, graças a um recém-descoberto retrato que um grupo de estudiosos diz ter sido o único pintado durante sua vida.

Stanley Wells, presidente da fundação Shakespeare Birthplace Trust, baseado na cidade natal do escritor, Stratford-on-Avon, descreveu o retrato em uma coletiva de imprensa como um “modelo”. Nele, o Bardo é visto de forma muito mais atraente do que na imagem solene e quase careca disseminada em gravações, bustos e retratos até então aceitos como as melhores imagens do escritor mais famoso da literatura inglesa.

Até então, os estudiosos diziam que a representação mais autêntica de Shakespeare era uma gravação em madeira do artista flamenco Martin Droeshout, que apareceu na primeira coletânea dos trabalhos do escritor em 1623, e um busto de mármore em exposição desde 1620 na igreja de Stratford.

Em seu lugar, os estudiosos mostraram em Londres um retrato pertencente à coleção particular da família anglo-irlandês Cobbes, que o teve por quase 300 anos.

Mas nem todos os estudiosos estão convencidos de que o retrato Cobbe seja de aparência autêntica, ou mesmo que seja Shakespeare, dadas as convenções utilizadas na pintura elisabethana.

David Scott Kastan, especialista no escritor da Universidade de Yale, disse que há motivos para se duvidar que o homem ricamente vestido seja Shakespeare, e não um aristocrata desconhecido.

“Se eu tivesse que apostar, diria que não é Shakespeare”, disse Kastan. Mas mesmo se for, as tradições elisabethanas atestam que não seria sábio acreditar que Shakespeare realmente se parece com a figura retratada na imagem. “Pode ser um retrato de Shakespeare, mas não a sua exata semelhança, porque as convenções para a pintura naquela época geralmente idealizavam o sujeito”, ele disse.

Os especialistas dizem que o retrato veio à tona quando Alec Cobbe, artista restaurador e herdeiro da fortuna de sua família, visitou a Galeria Nacional de Retratos em Londres em 2006 para ver uma exposição, “Searching for Shakespeare” (“Em Busca de Shakespeare”), na qual outro retrato do escritor estava em exposição. Eles disseram que Cobbe concluiu que o retrato era uma cópia de um que se encontra na coleção de arte de sua família desde o século 18, sem que soubessem que se tratava de Shakespeare.

(Reportagem de John F. Burns)

Fonte: Último Segundo/NYT

Osho – O Amor pelos Livros

Osho em sua biblioteca

Osho em sua biblioteca

Vez ou outra eu posto aqui no blog algum texto ou insight de Osho. Mas hoje, resolvi escrever sobre algo que considero como uma curiosidade a respeito dele: o amor que tinha (e que eu compartilho ;-) ) pelos livros!

Segundo sites na internet, a biblioteca pessoal de Osho é considerada a maior do mundo: 150.000 títulos. Todos lidos por ele. Entre 1970 e 1981 ele lia de 10 a 15 livros por dia! A imensa coleção de obras iniciou quando ele era ainda criança, e os títulos eram conseguidos por livreiros de Puna e Mumbai (Índia).

A biblioteca, depois de reformada

Uma parte da biblioteca, depois de reformada

Na internet, encontrei um vídeo do próprio Osho falando sobre sua biblioteca. Ele conta as confusões que o seu crescente número de livros causava em sua casa; problemas que iam desde a óbvia falta de espaço até visitantes e parentes um tanto folgados que não só pegavam livros emprestados sem pedir, como os devolviam (às vezes…) todos riscados.  Ele diz que normalmente fazia esse tipo de pessoa comprar um livro novo…

A biblioteca de Osho era composta por livros dos mais diversos assuntos: religião, filosofia, psicologia, literatura, poesia. Ele era um leitor eclético e voraz. No vídeo, ele conta ainda que as crianças sabiam respeitar mais os livros do que os adultos, e que por isso, tinha várias crianças de sua família como “guardas” de sua biblioteca. Para Osho, um livro era um caso de amor. E acho que o mesmo vale para todos os que realmente apreciam os livros e a leitura.

Osho, escolhendo um título de sua vasta coleção

Osho, escolhendo um título de sua vasta coleção

Infelizmente, não consegui encontrar o vídeo legendado em português, nem o original só em inglês. O único que descobri disponível é um legendado em espanhol. Mas, tanto para quem entende inglês, como para quem arranha no espanhol, é possível compreender o que mostra vídeo sem muitos problemas!

O vídeo possui 15 minutos:

http://video.google.com/videoplay?docid=-2834891596045121482

Alguns dos títulos que Osho mais gostava:

  • Ana Karênina – L. Tolstói
  • Assim Falava Zarathustra – F. Nietzche
  • Tao Te Ching – Lao Tzu
  • O Profeta – Khalil Gibran
  • Folhas de Relva – Walt Withman
  • Dhammapada – Gautama Buda
  • Siddharta – Hermann Hesse
  • Aos Pés do Mestre – J. Krishnamurti
  • Mulla Nasruddin – estórias de Mulla Nasruddin
  • O Espírito Zen – Alan Watts
  • O Ser e o Nada – Jean-Paul Sartre
  • Alice no País das Maravilhas – Lewis Carroll
  • Os Analectos – Confúcio
  • O Manifesto Comunista – Marx e Engels
  • I Ching – desconhecido
  • A Psicanálise e o Inconsciente – D.H. Lawrence
  • Investigações Filosóficas – Ludwig Wittgenstein
  • Poética – Aristóteles
  • Escute Zé Ninguém – Wilhelm Reich
  • Guerra e Paz – L. Tolstói
  • Sede de Viver – Irving Stone
  • O Talmude – autores judeus
  • O Sermão da Montanha – Jesus Cristo
  • Diálogos de Sócrates – Platão
  • Relatos de Belzebu a seu neto (Do Todo e de Tudo) – George Gurdjieff