Arquivo da Categoria ‘Lei da Atração’

“Os obstáculos são aquelas coisas terríveis que você vê quando desvia os olhos do seu objetivo.”

Henry Ford

A melhor maneira de não se sentir a pessoa mais azarada, mal amada, rejeitada ou burra do mundo é conhecendo as biografias de pessoas que deram certo na vida ou que foram exemplos em suas áreas de atuação. Todo mundo passa ou já passou por momentos e fases em que se sentiu o último dos seres humanos. Porém a diferença entre uma pessoa que fracassa e uma que é bem-sucedida é apenas uma atitude diferente: determinação. E antes de pensar que as pessoas que venceram são aquelas que tinham “menos problemas” ou “problemas menores” na vida, é melhor rever seus conceitos: problema não tem dimensão. O que para uns é o fim do mundo, para outros é a melhor oportunidade para conquistar seus objetivos. A questão aqui é puramente de posicionamento mental e emocional. Num post anterior eu havia trago alguns trechos do excelente livro “Os Princípios do Sucesso“, de Jack Canfield e Jane Switzer, a respeito da rejeição. Hoje, transcrevo um capítulo do livro “Histórias para Aquecer o Coração“, do mesmo autor. Neste capítulo ele traz apenas mais alguns exemplos de pessoas que teriam excelentes desculpas para desistir, e que mesmo assim foram em frente, lidaram com a rejeição, humilhação, julgamentos e preconceitos, e fizeram o que sonhavam.

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Quando quiser desanimar, pense nisso:

Fred Astaire

Fred Astaire

  • Depois do primeiro teste de Fred Astaire para o cinema, o memorando do diretor de testes da MGM, datado de 1933, dizia: “Não sabe atuar! Levemente careca. Dança um pouco!” Fred Astaire colocou esse memorando sobre a lareira da sua casa em Beverly Hills.
Sócrates

Sócrates

  • Sócrates foi chamado de “um corruptor imoral da juventude.”
  • Quando Peter J. Daniels estava na quarta série, sua professora, a senhora Phillips, dizia sempre: “Peter J. Daniel, você não é bom, você é uma maçã estragada e nunca vai chegar a nada.” Peter era completamente analfabeto até os 26 anos. Um amigo se dispôs a ficar acordado uma noite inteira e ler para ele “Pense e enriqueça“. Agora, Peter é um homem de grande sucesso e acaba de publicar seu último livro: “Sra. Phillips, a senhora estava errada!”
Louisa May Alcott

Louisa May Alcott

  • Louisa May Alcott, autora de “Mulherzinhas“, foi aconselhada pela família a procurar colocação como empregada ou costureira.
Ludwig van Beethoven

Ludwig van Beethoven

  • Beethoven era desajeitado com o violino e preferia tocar suas próprias composições em vez de melhorar sua técnica. Seu professor o considerava sem esperança como compositor.
Enrico Caruso

Enrico Caruso

  • Os pais do famoso cantor de ópera Enrico Caruso queriam que ele fosse engenheiro. Seu professor dissera que ele não tinha voz e não era capaz de cantar.
Charles Darwin

Charles Darwin

  • Charles Darwin, pai da Teoria da Evolução, desistiu da carreira médica e ouviu de seu pai: “Você só liga para caça e cachorros.” Em sua biografia, Darwin escreveu: “Eu era considerado por todos os meus mestres e por meu pai um garoto comum, intelectualmente bem abaixo do padrão médio.”
Walt Disney

Walt Disney

  • Walt Disney foi despedido pelo editor de um jornal por falta de idéias. Ele também foi à falência várias vezes antes de construir a Disneylândia.
Thomas Edison

Thomas Edison

  • Os professores de Thomas Edison disseram que ele era burro demais para aprender qualquer coisa.
Albert Einstein

Albert Einstein

  • Albert Einstein só falou aos quatro anos de idade e só leu ao sete. Seu professor o descreveu como “mentalmente lento, não-sociável e sempre perdido em seus sonhos.” Foi expulso da escola e recusado na Escola Politécnica de Zurique.
Louis Pasteur

Louis Pasteur

  • Louis Pasteur foi um aluno apenas medíocre no primeiro ano da faculdade, e entre vinte e dois alunos de química, foi o décimo quinto.
  • Isaac Newton foi péssimo aluno no primeiro grau.
Rodin

Rodin

  • O pai do escultor Rodin disse: “Meu filho é um idiota.” Descrito como o pior aluno da escola, Rodin foi reprovado três vezes na admissão à escola de artes. Seu tio o considerava um caso perdido.
Leon Tolstói

Leon Tolstói

  • Tolstói, autor de “Guerra e Paz“, foi desligado da faculdade e descrito como “incapaz de aprender e sem vontade de fazê-lo.”
  • O dramaturgo Tennessee Williams ficou enraivecido quando sua peça “Eu, Vasha” não foi escolhida num concurso entre alunos da Universidade de Washington, onde estava matriculado na cadeira de inglês.
Henry Ford

Henry Ford

  • Henry Ford fracassou e foi à falência cinco vezes antes de, finalmente, ser bem-sucedido.
Winston Churchill

Winston Churchill

  • Winston Churchill foi reprovado na sexta série. Só se tornou primeiro-ministro da Inglaterra aos sessenta e dois anos, depois de uma vida de derrotas e fracassos.
Richard Bach

Richard Bach

  • Dezoito editoras recusaram a história de dez mil palavras de Richard Bach sobre uma gaivota que planava, “Fernão Capelo Gaivota“, antes que a Macmillan finalmente a publicasse, em 1970. Em 1975, ele já vendera mais de sete milhões de exemplares só nos Estados Unidos.

Texto de Osho, que dispensa apresentações, sobre a arte de ser verdadeiramente feliz: não se desvie daquilo que você é, da sua essência. (em outro post, trouxe um texto relativamente parecido, que vale a pena ser lido também: “A sua felicidade incomoda todo mundo”.) Os grifos são meus…

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“Meu médico insistiu para que eu viesse vê-lo’, disse o paciente ao psiquiatra. ‘Não sei o porquê - pois eu sou feliz no casamento, tenho segurança no meu trabalho, muitos amigos, nenhum problema…’   ‘Hmmmm,’ disse o psiquiatra, procurando por seu caderno de anotações, ‘e há quanto tempo você vem se sentindo assim?’

Felicidade não é algo fácil de se acreditar. Parece que o homem não pode ser feliz. Se você falar sobre sua tristeza, depressão e miséria, todo mundo irá acreditar. Isso parece ser natural. Mas se você falar sobre a sua felicidade, ninguém acreditará em você - isso parece ser não-natural.

Sigmund Freud, depois de quarenta anos de pesquisas a respeito da mente humana, trabalhando com milhares de pessoas, observando milhares de distúrbios mentais, chegou à conclusão de que a felicidade é uma ficção: o homem não pode ser feliz. No máximo, nós podemos fazer coisas um pouco mais confortáveis, e isso é tudo. No máximo, nós podemos tornar a infelicidade um pouco menor, e isso é tudo. Mas, feliz, o homem não pode ser.

Isso parece ser muito pessimista, mas se olharmos para o homem moderno, veremos que é exatamente assim; parece que isso é um fato.

Buda diz que o homem pode ser feliz, tremendamente feliz. Krishna canta canções sobre a felicidade suprema - satchitanand. Jesus fala a respeito do Reino de Deus. Mas como você pode acreditar em tão poucas pessoas, as quais podemos contar nos dedos, contra toda a massa, milhões e milhões de pessoas ao longo dos séculos, que permanecem infelizes, caminhando mais e mais em direção à infelicidade. Toda a vida dessas pessoas é uma história de miséria e nada mais. E depois vem a morte! Como acreditar naquelas poucas pessoas?

Ou elas estão mentindo, ou elas estão enganadas. Ou elas estão mentindo por algum motivo, ou elas são meio malucas, enganadas pelas próprias ilusões. Elas devem estar vivendo para satisfazer um desejo. Elas queriam ser felizes e começaram a acreditar que elas eram felizes. Mais do que um fato, isso parece uma crença, uma crença desesperada, Mas como aconteceu dessas poucas pessoas se tornarem felizes?

Se você deixar o homem de lado, se você não prestar muita atenção ao homem, então Buda, Krishna, Cristo irão parecer que são mais verdadeiros. Se você olhar para as árvores, se você olhar para os pássaros, se você olhar para as estrelas, então verá que tudo está vibrando em tremenda felicidade. Parece que a felicidade é a matéria-prima com a qual a existência é feita. E somente o homem é infeliz.

No fundo, alguma coisa está errada.

Buda não está enganado, nem está mentindo. E eu digo isso a você, não com base na autoridade da tradição; eu digo isso a você com base na minha própria autoridade. O homem pode ser feliz, mais feliz que os pássaros, mais feliz que as árvores, mais feliz que as estrelas, porque o homem tem algo que nenhuma árvore, nenhum pássaro, nenhuma estrela tem. O homem tem consciência.

Mas quando você tem consciência, então duas alternativas são possíveis: ou você pode tornar-se infeliz, ou você pode tornar-se feliz. A escolha é sua. As árvores simplesmente estão felizes porque elas não podem ser infelizes. A felicidade delas não é liberdade; elas têm que ser felizes.  Elas não sabem como ser infelizes, não existe outra alternativa.

Esses pássaros gorjeando nas árvores, eles são felizes. Não porque eles tenham escolhido ser felizes; eles simplesmente são felizes porque eles não conhecem outra maneira de ser. A felicidade deles é inconsciente. Ela é simplesmente natural.

O homem pode ser tremendamente feliz, e tremendamente infeliz. Ele é livre para escolher. Essa liberdade é um risco. Essa liberdade é muito perigosa, porque você se torna responsável. E algo aconteceu com essa liberdade. Alguma coisa está errada. O homem está, de uma certa maneira, de cabeça para baixo.

Você veio até a mim, procurando por meditação. A meditação é necessária somente porque você não escolheu ser feliz. Se você tivesse escolhido ser feliz, não haveria nenhuma necessidade de meditação. A meditação é medicinal: se você está doente, então o medicamento é necessário. Os Budas não precisam de meditação. Uma vez que você começou a escolher a felicidade, uma vez que você decidiu que você tem que ser feliz, então nenhuma meditação é necessária. A meditação começará a acontecer naturalmente, por ela mesma.

A meditação é uma função do estar feliz. A meditação segue o homem feliz como uma sombra: em qualquer lugar que ele for, qualquer coisa que ele estiver fazendo, ele estará meditativo. Ele estará intensamente centrado.

A palavra ‘meditação’ e a palavra ‘medicação’ têm a mesma raiz; e isso é muito significativo. A meditação também é medicinal. Você não carrega vidros de remédios nem receitas médicas se você estiver com saúde. Naturalmente, quando você não está com saúde, você tem que ir ao médico. Ir ao médico não é uma grande coisa para ficar fazendo alarde. A pessoa deve se sentir feliz se o médico não for necessário.

Existem muitas religiões, porque existem muitas pessoas infelizes. Uma pessoa feliz não precisa de religião. Uma pessoa feliz não precisa de templo, nem de igreja, porque para uma pessoa feliz, todo o universo é um templo, toda a existência é uma igreja. Uma pessoa feliz não tem nada parecido com uma atividade religiosa, porque toda a sua vida já é religiosa.

Qualquer coisa que você fizer com felicidade será uma prece; seu trabalho se tornará um culto, a sua própria respiração terá um esplendor, uma graça. Não que você repita constantemente o nome de Deus - somente as pessoas tolas fazem isso - porque Deus não tem nome algum, e por repetir algum suposto nome você simplesmente tornará estúpida a sua mente. Por repetir o Seu nome você não irá a lugar algum. Um homem feliz simplesmente vê Deus em todo lugar. E você precisa de olhos felizes para ver Deus.

Se você quer ser feliz, então comece a fazer escolhas naturais. Há muitas ocasiões em que você terá que ser desobediente - seja!  Haverá muitas ocasiões em que você terá que ser rebelde - seja!  Não há nenhum desrespeito implícito nisso. Seja respeitoso com seus pais. Mas lembre-se de que a sua mais profunda responsabilidade é com o seu próprio ser.

Todo mundo está sendo empurrado e manipulado. Ninguém sabe qual é o seu destino. O que você realmente sempre quis fazer, foi deixado de lado. E como você pode ser feliz? Alguém que poderia ter sido um poeta, tornou-se simplesmente um emprestador de dinheiro. Alguém que poderia ter sido um pintor, tornou-se um médico. Alguém que poderia ter sido um médico, um belo médico, é agora um homem de negócios. Todo mundo está fora do lugar. Todo mundo está fazendo alguma coisa que nunca quis fazer; daí a infelicidade.

A felicidade acontece quando a sua vida se encaixa com o que você é, quando se encaixa tão harmoniosamente que qualquer coisa que você fizer será pura alegria. Então, de repente, você descobrirá que a meditação segue você. Se você ama o trabalho que está fazendo, se você ama a maneira como está vivendo, então você está meditativo. Então nada irá desviar você. Quando você se desvia de certas coisas, isso simplesmente demonstra que você não está realmente interessado naquelas coisas.

Nós temos nos desviado por motivos não naturais: dinheiro, prestígio, poder. Ouvir o pássaro cantar não vai lhe dar dinheiro. Ouvir o pássaro cantar não vai lhe dar poder e prestígio. Observar uma borboleta não irá ajudá-lo economicamente, politicamente, socialmente. Essa coisas não lhe trarão remuneração, mas essas coisas irão fazê-lo feliz.

Uma pessoa verdadeira tem coragem de se voltar para as coisas que a fazem feliz. Se com isso ela permanecer pobre, ela permanecerá pobre; ela não reclamará disso, ela não guardará nenhum rancor. Ela dirá: ‘Eu escolhi o meu caminho, eu escolhi o cantar dos pássaros e as borboletas e as flores. Eu posso não ser rico, tudo bem, mas eu sou rico porque eu sou feliz.’

Esse tipo de homem não necessita de qualquer método para se centrar, por que não é preciso, ele está centrado. Seu centramento está por toda a sua vida. Vinte e quatro horas por dia ele está centrado.
Em qualquer lugar que você vê dinheiro, você já não é mais você mesmo. Em qualquer lugar que você vê poder e prestígio, você já não é mais você mesmo. Em qualquer lugar que você vê respeitabilidade, você já não é mais você mesmo. Imediatamente você esquece tudo - você esquece os valores intrínsecos de sua vida, a sua felicidade, a sua alegria, o seu deleite.

Você sempre escolhe algo do lado de fora, e você barganha com algo do lado de dentro. Você perde o interior e ganha o lado de fora. Mas o que você vai fazer com isso? Mesmo se você tiver todo o mundo aos seus pés, mas se você tiver perdido a si mesmo; mesmo se você tiver conquistado todas as riquezas do mundo, mas se você tiver perdido seu próprio tesouro interior, o que você fará com tudo aquilo? Essa é a miséria.

Se você puder aprender uma coisa comigo, então que essa coisa seja: esteja alerta, consciente a respeito de seus próprios motivos mais internos, a respeito de seu próprio destino mais interno. Nunca perca você mesmo de vista, de outra maneira você será infeliz. E quando você estiver infeliz, as pessoas irão dizer: ‘medite e você se tornará feliz!’ Elas dirão: ‘Esteja centrado e você se tornará feliz; ore e você se tornará feliz; vá ao templo, seja religioso, seja um cristão ou um hindu, e você será feliz’. Tudo isso é tolice.
Seja feliz! e a meditação virá em seguida. Seja feliz, e a religião virá em seguida. Felicidade é a condição básica. As pessoas se tornam religiosas somente quando elas estão infelizes; então a religião delas é falsa. Tente entender porque você está infeliz.

Muitas pessoas vêm a mim e dizem que elas são infelizes, e elas querem que eu lhes dê alguma meditação. Eu digo: primeiro, a coisa básica é compreender porque vocês estão infelizes. E se vocês não removerem todas as causas básicas de sua infelicidade, eu posso lhes dar uma meditação, mas isso não vai ser de grande ajuda, porque as causas básicas permanecem aí.

Um certo homem poderia ter sido um grande e belo dançarino, mas ele está sentado num escritório arquivando fichas. Sem qualquer possibilidade para a dança. O homem poderia ter curtido dançar sob as estrelas, mas ele segue simplesmente acumulando contas bancárias. E ele diz que está infeliz: ‘me dê alguma meditação.’ Eu posso dar a ele, mas o que essa meditação irá fazer? O que se espera que ela possa fazer? Ele vai permanecer o mesmo homem: acumulando dinheiro e sendo competitivo no mercado. A meditação poderá ajudar da seguinte maneira: poderá fazer com que ele fique um pouco mais relaxado para seguir fazendo essas tolices, e de uma maneira ainda melhor.

Então, o meu chamado é somente para aqueles que são realmente ousados, aqueles que desafiam o demônio, aqueles que estão prontos para mudar os seus próprios padrões de vida, aqueles que estão prontos para apostar tudo - porque na verdade você nada tem para apostar: somente a sua infelicidade, a sua miséria. Mas as pessoas se agarram até mesmo a isso.
O que mais você tem para apostar? Só a miséria. E o único prazer que você tem é falar a respeito dela. Observe as pessoas falando a respeito de suas misérias: quão felizes elas se tornam! Elas pagam por isso: elas vão aos psicanalistas para falar a respeito de suas misérias - e elas pagam por isso! Alguém as escuta atentamente, e elas se sentem felizes.

As pessoas seguem falando a respeito de suas misérias, repetidamente. Elas até mesmo exageram, elas enfeitam, elas fazem com que as suas misérias pareçam ainda maiores. Elas fazem com que elas pareçam maiores do que a duração de suas vidas. Por que? Você nada tem para apostar. Mas as pessoas se apegam ao conhecido, ao que é familiar. A miséria é tudo o que elas têm conhecido; isso tem sido a vida delas. Nada têm a perder, mas com tanto medo de perder…

Comigo, a felicidade vem primeiro, a alegria vem primeiro. A atitude celebrativa vem primeiro. Uma filosofia afirmativa de vida vem primeiro. Curta! E se você não puder curtir o seu trabalho, mude. Não espere! Porque todo o tempo que você está esperando, você está esperando por Godot. E Godot nunca vem. A pessoa simplesmente espera, e desperdiça sua própria vida. Por quem e por que você está esperando?
Se você puder ver o ponto, que você está miserável dentro de um certo padrão de vida, e que todas as velhas tradições dizem: Você está errado. Eu gostaria de dizer que o padrão é que está errado. Tente entender a diferença na ênfase: Você não está errado! É só o seu padrão, a maneira de viver que você aprendeu é que está errado. As motivações que você aprendeu e aceitou como suas, não são suas. Elas não irão realizar o seu destino. Elas vão contra a sua essência, elas vão contra o que lhe é elementar.

Lembre-se disso: ninguém mais pode decidir por você. Todos os mandamentos deles, todas as ordens deles, todas as moralidades deles, são simplesmente para matar você. Você tem que decidir ser você mesmo. Você tem que tomar sua vida em suas próprias mãos. De outra maneira a vida vai seguir batendo em sua porta e você nunca estará lá; você estará sempre em algum outro lugar.

Se você tinha que ser um dançarino, a vida virá por aquela porta, porque ela pensa que você é um dançarino. Ela bate na porta, mas você não está lá; você é um bancário. E como a vida vai saber que você se tornou um bancário? Deus vem a você da maneira que ele quer você seja; ele conhece apenas aquele endereço. Mas você nunca é encontrado lá, você está sempre em algum outro lugar, escondendo-se atrás da máscara de alguém que não é você, com os trajes de alguém que não é você e usando o nome de alguém que não é você.
Como você espera que Deus possa encontrá-lo? Ele segue procurando por você. Ele sabe o seu nome, mas você abandonou aquele nome. Ele conhece o seu endereço, mas você nunca morou lá. Você permitiu que o mundo desviasse você.

Por que na cabeça de todo mundo surge essa idéia de que a meditação traz felicidade? De fato, sempre que eles encontram uma pessoa feliz, eles encontram uma mente meditativa, essas duas coisas estão associadas. Sempre que eles encontram uma bela atmosfera meditativa circundando um homem, eles sempre descobrem que ele estava tremendamente feliz; vibrante com a alegria, radiante. Essas coisas se tornaram associadas. E eles pensam que a felicidade vem quando você está meditativo. E é exatamente o oposto: a meditação é que vem quando você está feliz.

Mas ser feliz é difícil e aprender a meditar é fácil. Ser feliz significa uma drástica mudança em sua maneira de viver, uma mudança abrupta, porque não há nenhum tempo a perder. Uma mudança súbita, um repentino estrondo de trovão (a sudden clash of thunder), uma descontinuidade.

Isso é o que eu entendo por sânias: uma descontinuidade com o passado. Um repentino estrondo de trovão, e você morre para o velho e então, revigorado, você recomeça do bê-a-bá. Você nasce de novo. Você começa de novo a sua vida, como você começaria se os padrões não tivessem sido impostos a você pelos seus pais, pela sociedade, pelo Estado; como se ninguém tivesse desviado você. Mas você foi desviado.
Você tem que deixar de lado todos os padrões que foram impostos a você, e você tem que encontrar a sua própria chama interior.

Não se preocupe muito com o dinheiro, porque ele é o maior desvio da felicidade. E a ironia das ironias é que as pessoas pensam que elas serão felizes quando elas tiverem dinheiro. Dinheiro nada tem a ver com felicidade. Se você é feliz e você tem dinheiro, você pode usá-lo para a felicidade. Se você é infeliz e tem dinheiro, você usará aquele dinheiro para mais infelicidades. Porque o dinheiro é simplesmente uma força neutra.

Eu não sou contra o dinheiro, lembre-se. Não me interprete mal. Eu não sou contra o dinheiro, eu não sou contra nada. Dinheiro é um meio. Se você for feliz e você tiver dinheiro, você se tornará mais feliz. Se você for infeliz e tiver dinheiro, você se tornará mais infeliz, por que o que você fará com o seu dinheiro? O dinheiro vai realçar o seu padrão, seja qual ele for. Se você for miserável e tiver poder, o que você fará com o seu poder? Você irá envenenar a si próprio ainda mais com o seu poder, você se tornará mais miserável.

Mas as pessoas seguem atrás do dinheiro como se o dinheiro fosse trazer felicidade. As pessoas seguem procurando por respeitabilidade como se respeitabilidade fosse lhe dar felicidade. As pessoas estão prontas a qualquer momento, para mudar os seus padrões, para mudar os seus caminhos, desde que haja mais dinheiro disponível em algum outro lugar.

Uma vez que o dinheiro esteja ali, então de repente você não é mais você mesmo, você está pronto para mudar.

Esse é o caminho do homem mundano. Eu não digo que pessoas mundanas são aquelas que têm dinheiro. Eu chamo de pessoas mundanas aquelas que mudam os seus motivos por causa do dinheiro. Eu não digo que as pessoas que não tem dinheiro não sejam mundanas. Elas podem ser simplesmente pobres. Eu digo que as pessoas não são mundanas quando elas não mudam seus motivos por causa de dinheiro. Só por ser pobre não equivale a ser espiritual. E só por ser rico não é equivalente a ser um materialista. O padrão materialista de vida é aquele em que o dinheiro predomina acima de tudo. A vida não materialista é aquela em que o dinheiro é simplesmente um meio; a felicidade predomina, a alegria predomina, a sua própria individualidade predomina. Você sabe quem você é, e para onde está indo, e você não está se desviando. Então, de repente, você vê que a sua vida adquiriu uma qualidade meditativa.

Mas em algum ponto do caminho, todo mundo se perdeu. Você foi educado por pessoas que não se realizaram. Você foi educado por pessoas que não tinham saúde. Você pode sentir pena delas. Eu não estou lhe dizendo para ser contra elas. Eu não as estou condenando, lembre-se. Simplesmente sinta compaixão por elas. Os pais, os professores do colégio e da universidade, os chamados líderes da sociedade, eles foram pessoas infelizes. Eles criaram um padrão infeliz em você.

E você ainda não assumiu a sua própria vida. Eles viveram segundo uma interpretação errada, e essa foi a miséria deles. E você também está vivendo segundo uma interpretação errada.

A meditação ocorre naturalmente a uma pessoa feliz. A meditação ocorre naturalmente a uma pessoa alegre. A meditação é muito simples para uma pessoa que pode celebrar, que pode curtir a vida. Mas você tem tentado isso de uma outra maneira, e assim não é possível.

Para mim, parece que a moça não tem qualquer percepção especial ou sentimento que possa levantar esse livro acima do nível de “curiosidade”.

(do bilhete de rejeição do livro “O Diário de Anne Frank”)

Em um post anterior eu havia mencionado o livro de Jack Canfield e Jane Switzer, “Os Princípios do Sucesso“. Neste post trago outros trechos (excelentes) sobre um assunto um tanto delicado: a rejeição. Partindo do princípio de que a esmagadora maioria das pessoas faz tudo o que pode para evitar ser rejeitada, inclusive  deixar de viver a vida que gostaria de viver, Jack Canfield mostra porque a rejeição é uma parte importante e subestimada (no sentido positivo e superestimada no negativo) de nossas vidas. Para refletir… e muito.

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Se quiser ser bem-sucedido, você precisa aprender a lidar com a rejeição - ela é parte natural da vida. Para superar a sensação negativa de não ser escolhido para o time, de não passar no vestibular, de não ser eleito, de não conseguir a promoção que deseja ou de ser despedido, você deve entender que a rejeição é um mito - só existe na sua cabeça.

Pense bem. Se convidar alguém para jantar e a pessoa disser não, lembre-se que nada mudou - você não tinha mesmo companhia para jantar. Ou seja, não há nada a perder quando se pergunta ou se pede alguma coisa. A situação só muda quando você diz a si mesmo algo como: “Mamãe tinha razão. Ninguém jamais vai gostar de mim. Eu sou o esgoto do mundo!”

Em algum lugar lá fora, alguém está esperando por você e suas idéias. Basta continuar tentando até obter um sim. É como o meu sócio Mark Victor Hansen gosta de dizer: “O que você quer, quer você.”

ALGUMAS REJEIÇÕES FAMOSAS

Lembre-se de que, para obter o que se quer, é preciso perguntar e insistir até conseguir o que deseja. Considere os seguintes casos:

  • Quando Alexander Graham Bell ofereceu os direitos de produzir o seu telefone por US$100 mil ao presidente da Western Union, Carl Orton, este respondeu: “Que espécie de uso esta empresa poderia fazer de um brinquedo elétrico?”
Graham Bell mostrando como funcionava o telefone

Graham Bell mostrando como funcionava o telefone

  • Angie Everhart foi recusada pela dona da agência de modelos Ford. Por quê? “Ruivas não vendem.” Everhart tornou-se a primeira ruiva na História a aparecer na capa da revista Glamour e fez uma grande carreira nas passarelas e até no cinema, onde participou de 27 filmes.
Angie Everhart

Angie Everhart

  • O romancista Stephen King chegou a jogar o manuscrito de “Carrie” no lixo, por estar cansado de ouvir os editores dizendo que “não estavam interessados em ficção científica, que só trata de utopias negativas que não vendem.” Sua mulher resgatou o original de “Carrie” e acabou sendo lançado por outra editora, vendeu mais de quatro milhões de exemplares e foi transformado em filme, tornando-se um sucesso financeiro fenomenal.
Stephen King

Stephen King

  • Em 1998, os fundadores da Google, Sergey Brin e Larry Page, fizeram contato com o Yahoo e sugeriram uma fusão. O negócio não foi para a frente, pois os donos do Yahoo sugeriram que eles continuassem trabalhando no seu “projeto de doutorado” e voltassem a fazer contato mais tarde. 10 anos depois, a marca Google é uma das mais valiosas do mundo.
Sergey Brin e Larry Page

Sergey Brin e Larry Page

“É impossível vender histórias de animais nos Estados Unidos.”

(frase de rejeição de um editor ao manuscrito de “A Revolução dos Bichos”, de George Orwell)

Todos que chegaram ao topo tiveram que suportar rejeições. O mais espantoso número de rejeições é, provavelmente, o caso de John Creasey, o mais popular escritor britânico de romances policiais. Foram 743 rejeições antes de conseguir publicar o primeiro de seus 562 livros.

Se John Creasey conseguiu suportar 743 rejeições no caminho para o seu sucesso, você também pode.

John Creasey

John Creasey

“Existem dois tipos de pessoas - as âncoras e os motores. Você deve se afastar das âncoras e juntar-se aos motores, porque eles vão para algum lugar e são muito mais divertidos. As âncoras apenas vão puxá-lo para o fundo.”

Wyland (pintor)

Os Princípios do Sucesso

Os Princípios do Sucesso

Estou lendo o livro “Os Princípios do Sucesso” de Jane Switzer e Jack Canfield e apesar de ainda estar na metade do livro, já o recomendo para todo mundo. Jack Canfield, por ser professor, sabe muito bem como esmiuçar didaticamente o tema de como ser bem-sucedido em todas as áreas da vida. O principal mote deste livro (assim como do “Histórias para Aquecer o Coração“) é: nunca desista dos seus sonhos, por mais loucos, exóticos, distantes e incompreendidos que possam ser (pelo menos na opinião dos outros… :-D ). Neste post trago um pequeno trecho do livro a respeito da importância de ser mais seletivo com relação às pessoas com quem convive. É algo que James A. Ray também fica insistindo em seus livros e palestras, assim como vários outros autores. Afinal, é muito difícil não ser influenciado de alguma maneira pelas pessoas que estão ao seu redor, então é melhor escolher estar por perto de pessoas que tenham algo de bom para influenciar em você, não acha?

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SEJA SELETIVO

Faça uma lista de pessoas com quem convive regularmente - os membros da sua família, de seu grupo religioso, colegas de trabalho, vizinhos, amigos e assim por diante - e coloque um sinal de menos ( - ) ao lado de quem você considera negativo e intoxicante, e um sinal de mais ( + ) ao lado do nome de quem for positivo e educador.

Ao analisar cada pessoa da sua lista, você acabará encontrando um padrão. Talvez você descubra que o seu local de trabalho está infestado de personalidades tóxicas e que sua família o coloca para baixo, além de minar sua auto-estima e sua autoconfiança.

Tenho certeza de que você sabe quem faz o tipo vampiro psicótico. É assim que me refiro a quem suga nossa energia vital. Não perca tempo com essas pessoas. Se isso for impossível, pelo menos reduza drasticamente a convivência com elas, de modo a evitar ao máximo sua influência negativa.

Afaste-se também de quem está sempre reclamando e culpando os outros pelas suas circunstâncias. Idem com quem está sempre julgando os outros, espalhando boatos negativos e comentando como a situação está ruim.

Existem pessoas que só de telefonar para você o colocam sob tensão e estresse. Elas atrapalham o seu dia - são verdadeiras ladras de sonhos; para elas, suas aspirações são sempre impossíveis.

Se você tem amigos que agem assim, está na hora de trocar suas amizades.

Até que você chegue a um ponto no seu desenvolvimento pessoal em que ninguém poderá afetar negativamente a sua vida, evite as pessoas intoxicantes. É sempre melhor ficar sozinho do que perder tempo com más companhias.

Faça um esforço consciente para se cercar de pessoas que acreditem em você, que o encorajem a concretizar seus sonhos e que aplaudam suas vitórias. Rodeie-se de quem acredita em oportunidades, em ideais e em visões otimistas.

O título pode parecer paradoxal, ainda mais por causa do autor: James Arthur Ray. Neste artigo, traduzido por mim, ele explica porque palestras ou palestrantes motivacionais não têm o poder de motivar alguém. Na verdade, penso que é como o que aconteceu com o “fenômeno O Segredo”. Apesar de tanto o livro como o DVD terem sido best-sellers batedores de recordes, todo um alvoroço ter sido criado na mídia, ninguém falar de outra coisa por meses; o que se nota, após a poeira ter baixado é que o “Segredo” entrou num ouvido e saiu no outro. É como se tivesse sido apenas um sonho bom, algo que poderia ser realmente bom se fosse de verdade, sabe? Mas o problema é que todo mundo “acordou” (ou, em outras palavras, perdeu a “motivação”, esqueceu a mensagem) um tempo depois… Observei que a esmagadora maioria das pessoas sequer entendeu o que a Lei da Atração vem a ser e apenas se empolgou com uma possibilidade de que isso poderia ser real, mas não se mantiveram firmes a essa idéia. No final, todo mundo voltou a fazer o que sempre fazia, a levar a mesma vidinha de sempre, achando que “no mundo real as coisas não são tão fáceis assim” ou “seria tão bom se as coisas fossem como no filme”. Bem, para quem pensou assim: “o seu desejo é uma ordem…” A motivação não é algo externo, não vem de fora. Assim como todas as outras qualidades importantes: determinação, responsabilidade, fé (não num sentido religioso), esforço etc. Mas vejamos o que James fala sobre isso:

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Palestrantes motivacionais não motivam… A motivação vem de dentro e ninguém pode fazê-lo por você ou para você. O que os palestrantes motivacionais podem potencialmente proporcionar é o ímpeto de mover você para ação. E ação (como sempre) é a chave.

Nove em cada dez vezes você irá descobrir que a “motivação” que recebe é na verdade algo que você “recupera”. Em outras palavras, alguém ou alguma coisa desperta uma lembrança de dentro de você - em um desses momentos extremos de clareza o seu pensamento o leva a um lugar de alta ressonância e você se lembra de quem é e do que é capaz.

Quando a onda de motivação passa por você, você é inspirado (em espírito) por um sentimento de poder e propósito. Você é catapultado para uma sensação de consciência elevada - o mundo, oportunidades, e potencialidades se expandem de maneira ilimitada ao seu redor. O que antes parecia impossível para a sua mente lógica/racional repentinamente parece completamente possível. Na verdade, não é somente possível… é certo!

Sim, nós todos já ouvimos os repetitivos clichês e chavões do gênero mas você não teve também aquele momento…embora sempre tão breve… em que (sendo lembrado de um poder além do seu intelecto limitado e habilidades físicas finitas), você sabia sem sombra de dúvida que poderia conseguir o aparentemente impossível?

Você já deve ter percebido que um terço da palavra motivação tem sua origem em “movimento”. Nos dizem freqüentemente que “conhecimento é poder”. … Este é um clichê cheio de besteira. Conhecimento não é poder… conhecimento nada mais é do que informação organizada; e por isso somente “poder potencial”. O verdadeiro poder somente é acessado e direcionado quando o conhecimento é posto em ação.

Para se conectar com o seu centro interior, onde a verdadeira motivação reside, você precisa retirar do caminho as suas próprias crenças auto-limitadoras e permitir que a sua habilidade Infinita flua ali. E isto nunca irá vir de uma fonte exterior, apesar de que pode ser despertado depois de uma exposição a uma fonte externa.

Todos os grandes sábios, professores e santos ensinaram em um único caminho-forma-modelo de que o poder para vencer na vida surge de maneira um tanto simples de duas coisas - você precisa estar constantemente:

- Estudando, compreendendo e se imergindo em coisas que o fortaleçam.

- Evitando as coisas que o enfraqueçam.

Então, apesar de ter deixado em mau tom o sempre popular “palestrante motivacional” no início desse texto, esses ubíquos guerreiros do lembrar-se e do relembrar-se carregam mesmo algum grau de poder e potencial de transformação. Plugando a sua mente em idéias e técnicas de uma natureza ampla em um mundo inundado de correntes de negatividade, pode ajudá-lo a permanecer plugado naquela fonte de poder que reside dentro de você.

Citando um axioma freqüentemente utilizado por palestrantes motivacionais, “não é o que você sabe que irá criar uma mudança na sua vida… é o que você faz com o que sabe.” Como resultado, a informação positiva e otimista a que você expõe a sua mente e corpo precisa ser colocada em ação - de maneira massiva, imediata e consistente!

Para ser verdadeiramente “motivado”, você precisa se conectar com o seu próprio centro de poder - ou, em outras palavras, com sua essência Divina interior. Como afirmado anteriormente, “se conectar” pode ser facilitado pelo se cercar e se expor de pensamentos de poder, e o mais importante: o poder potencial precisa ser colocado em movimento… movimento da sua cabeça para o seu coração e por fim, para os seus pés.

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