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Por que tão sério?

Por que tão sério?

No post de hoje, trago o novo documentário do canal History Channel, falando sobre a psicologia por trás do personagem Batman e de seus vilões.

O que faz Batman ser um herói tão fácil do público se identificar, é o fato de que ele é plenamente possível. Ele não veio de outro planeta, não é fruto de uma mutação genética, não tem superpoderes. Batman é um homem normal, um homem que tinha todos os motivos para sequer se importar com os problemas do mundo, mas que decide usar sua inteligência e dinheiro, em busca de justiça.

Quem é o verdadeiro homem? Batman ou Bruce Wayne?  Qual a identidade, a personalidade real? Não seria o bilionário playboy o verdadeiro disfarce de Bruce Wayne?

“Os inimigos definem o herói.  Quanto maior a ameaça, maior o herói.”

(Dan Di Dio)

Batman Begins

Batman Begins

Se Batman não tem nenhum superpoder, como pode ser considerado um herói? Na verdade o que distingüe e singulariza o personagem Bruce Wayne, e conseqüentemente seu alter-ego justiceiro, são duas qualidades que não são compartilhadas pela maioria das pessoas: auto-controle e auto-disciplina. O que faz Bruce ser um herói de verdade é o fato de não se permitir perder o controle frente aos piores desafios, o não se deixar levar por sentimentos de ódio e vingança. Por pior que seja o inimigo, Batman não o mata. Ele cria maneiras de capturar os criminosos e levá-los frente à justiça, permitindo que sejam formalmente acusados, processados e punidos pelos seus crimes. A auto-disciplina rigorosa do personagem também permite que ele pareça ser sobre-humano. Bruce vai mais longe do que qualquer homem ou mulher comum e enfrenta seus medos. Literalmente. A cena em “Batman Begins” que melhor demonstra o auto-controle e auto-disciplina do bilionário, é quando Bruce volta ao poço onde havia caído quando criança, e enfrenta os morcegos, que haviam se tornado uma fobia intensa desde sua infância, encarando-os de frente e ficando de pé, enquanto voam ao seu redor. Quantas pessoas conhecemos (e nisso devemos nos incluir) que são capazes de exporem suas fragilidades, seus piores medos e de enfrentá-los olhando-os de frente, sem hesitar, tudo em nome de um ideal ou objetivo maior, seja pessoal ou coletivo?

O documentário traz também uma análise sobre as principais doenças mentais e psicoses que podem ser encontradas nos vilões de Batman. A maldade encontrada nos inimigos do herói poderia ser um reflexo de seu próprio lado sombrio, demonstrando o que acontece a um ser humano quando se deixa levar por baixos ideais. A própria fantasia de Batman, a roupa de morcego, possui uma simbologia que reside já no inconsciente coletivo popular invocando algo obscuro ou maligno. O morcego, normalmente é associado à figuras demoníacas ou como uma representação animal de tudo aquilo que é desconhecido, estranho, e portanto ligado a coisas ruins. Batman luta contra o mal, vestido como um vilão!

Harvet Dent, e a moeda de "duas caras"

Harvet Dent, e a moeda de "duas caras"

“Ou você morre como herói, ou vive o bastante para se tornar um vilão.”

(Harvey Dent, o “Duas Caras”)

“A noite é mais escura um pouco antes do amanhecer.”

(Harvey Dent)

O personagem de Harvey Dent, o bom moço que no fim se torna um vilão de Batman é chocante, pois simboliza o homem responsável, justo e correto que, em virtude de uma tragédia pessoal, perde o controle de si mesmo, e se deixa levar pela vingança, uma idéia que também assombra Bruce Wayne. O mais interessante no inimigo Duas Caras, é o fato de que ele possui uma personalidade dividida, que só pode ser decidida na sorte. É pertubador, pois ao jogar a moeda para decidir o destino de alguém ou algo, Duas Caras tira de si a responsabilidade de seus próprios atos. Incrivelmente irônico, para um personagem que antes tomava para si essas mesmas responsabilidades.

Coringa

Coringa

Porém, o personagem mais pertubador não só do último filme de Batman, “O Cavaleiro das Trevas“, mas de toda a mitologia do herói é o vilão Coringa, estupendamente representado pelo falecido ator Heath Ledger. O Coringa representa tudo aquilo que não pode ser controlado, que não pode ser comprado, que não pode ser convencido. Ele é a personificação do mais puro caos, em sua pior forma: a destruição, seja ela de idéias, sonhos, ou apenas construções materiais. Ele não tem motivos racionais, não busca fama, não busca poder, não busca dinheiro ou controle. Ele apenas quer ver o mundo pegar fogo. Ele quer provar que nada é como parece, e que não existe algo como “pessoas inocentes” ou “ideais puros”. A moralidade é uma máscara muito fácil de ser destruída. O Coringa não é apenas perigoso pela destruição e caos que pode proporcionar, mas pelo simples fato que ele ameaça tudo aquilo que Batman representa: justiça, esperança, compaixão. Ele é o único personagem que pode mostrar ao Batman àquilo que ele não quer encarar: o seu próprio lado sombrio e perigoso. É por isso que os dois personagens são tão parecidos. São inteligentes, bons no que fazem, e não há nada de lógico por trás de todos os seus esforços. Observe que Batman também não procura fama, dinheiro, poder ou controle. Ele também não pode ser convencido. É por isso que ambos são tão perigosos, no caso do herói, a sua periculosidade é apenas potencial.

É por isso que Batman é um personagem tão fascinante, e ao mesmo tempo tão comum, a ponto de ser realmente possível a existência de um herói como ele. O que o diferencia de seus inimigos é apenas um apego a um ideal mais elevado.

E não é assim em nossas vidas?

“Não há nada a temer, a não ser seu próprio medo.”

(Dr. Jonathan Crane - “Espantalho”)

O documentário possui quase 45min, e está completo, abaixo: (como o google havia retirado o vídeo do ar, reenviei para o youtube, dessa vez dividido em 5 partes)

Parte 1:

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Parte 2:

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Parte 3:

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Parte 4:

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Parte 5:

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Quem nunca parou para pensar quando e como tudo o que conhecemos começou? Até o momento, todas as teorias levantadas para explicar o nascimento do Universo (da vida então nem se fala) provocam mais perguntas do que as respondem.

Depois  que a Física Quântica nos mostrou que somos todos 99,9999% feitos de luz, que os átomos que nos compõem já foram de estrelas (sim, é como diz aquela música do Moby: “We are all made of stars” - nós somos todos feitos de estrelas), agora nos resta saber como tudo isso foi possível, e como aconteceu.

Neste excelente documentário do canal History Channel, estudiosos e pesquisadores tentam responder as questões que mais intrigam a ciência sobre o universo:

No começo eram as trevas… e então: BANG! Nasceu um sistema que se expande infinitamente, feito de tempo, espaço e matéria.

Agora vá mais longe do que jamais imaginou: além dos limites de nossa existência, em um lugar chamado O Universo.

O sol teria uma companheira mortal que ameaça a vida em nosso planeta?

É possível viajar no tempo? - É uma das maiores questões.

Para onde foi a Anti-Matéria? - A mente busca explicações.

Como a água em Marte desapareceu?

E o que havia antes do Big Bang?  - Esse é o maior mistério de toda a Ciência.

O documentário está dividido em 5 partes:

Parte 1:

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Parte 2:

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Parte 3:

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Parte 4:

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Parte 5:

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Conheça uma das resistências mais famosas da história neste documentário impressionante: a luta dos 300 guerreiros espartanos contra aproximadamente 300.000 soldados persas! A Batalha das Termópilas, como ficou conhecida, mostra porque o exército espartano foi um dos mais temidos da Antigüidade. Eles eram uma espécie de tropa de elite, e só saíam do campo de batalha mortos. O treinamento austero e rígido que era aplicado aos meninos desde a infância, fez com que Esparta tivesse os guerreiros mais incríveis da História.

O documentário está dividido em 9 partes:

Parte 1:

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Parte 2:

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Parte 3:

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Parte 4:

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Parte 5:

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Parte 6:

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Parte 7:

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Parte 8:

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Parte 9:

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Outra grande produção da consagrada e premiada série de documentários do History Channel (em outro post trouxe o episódio sobre a Civilização Egípcia), neste documentário descobrimos um pouco mais sobre a misteriosa (e poderosa) civilização maia. O que aconteceu, de verdade, com este povo? Por que abandonaram suas cidades? Como construíram suas pirâmides? Descubra porque os maias continuam a intrigar os cientistas… (se quiser saber sobre a famosa Profecia Maia, clique aqui).

O documentário está dividido em 5 partes:

Parte 1:

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Parte 2:

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Parte 3:

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Parte 4:

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Parte 5:

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Há um bom tempo atrás comprei numa banca de supermercado, dois DVDs que posteriormente se mostraram serem verdadeiros achados. Um deles é um documentário que, apesar de intitulado como “A Busca por Atlântida”, é muito mais do que isso. Nele é explicado, de uma maneira didática e mente aberta, aquelas hipóteses que os arqueólogos e antropólogos ortodoxos tanto evitam cogitar: a possibilidade de uma nação extremamente avançada ter existido na pré-história da humanidade, e de essa nação ter ensinado muito do que sabia e até ter passado alguma tecnologia para outros povos. Nesse documentário, Colin Wilson (autor de “O Atlas dos Lugares Sagrados“, que é altamente recomendável a todos que se interessam em saber mais ou até em planejar uma viagem, para os lugares mais misteriosos do mundo) é o apresentador dessa história incrível. Há também a presença do escritor Robert Bauval (um dos pesquisadores que afirma que a Esfinge e as Pirâmides são muito mais antigas do que se imaginava), além de outros estudiosos. O documentário é muito bom e não se limita a falar de Atlântida: fala dos egípcios, dos maias, dos incas, sumérios e tenta explicar como todos esses povos puderam ter tido as mesmas idéias arquitetônicas por exemplo (poxa, será só coincidência todo mundo ter pensado em contruir pirâmides e ainda alinhá-las de maneira astronômica significativa?) etc.

O documentário possui 50 min, está dividido em 6 partes. A filmagem parece ser antiga, o que pode ser cansativo para alguns. Mesmo assim, vale muito a pena!

Parte 1:

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Parte 2:

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Parte 3:

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Parte 4:

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Parte 5:

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Parte 6:

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Para quem se interessou e quer comprá-lo, o meu DVD veio como parte integrante de uma revista de mistérios (que por sinal nunca mais encontrei pra comprar por aqui!), chamada “Mistério”. Na capa do DVD é dito que o documentário em questão faz parte da série “Mitos da Humanidade: Dilúvio”. Acredito que seja possível encontrá-lo ainda em sebos ou em lojas virtuais.

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