Workshops com Amit Goswami

O InconscienteColetivo.net recomenda!

Amit Goswami - um dos cientistas consultados pelo filme Quem Somos Nós? – vai realizar em São Paulo dois workshops e lançar duas novidades: seu novo livro e documentário (já premiado) “O Ativista Quântico“.

Conheça um pouco mais sobre o trabalho de Amit, assistindo a excelente entrevista que ele deu ao programa Roda Viva, clicando aqui.

Para mais informações, veja abaixo:

Caso você não consiga visualizar este e-mail, clique aqui.
Amit no Brasil Amit Goswami no Brasil em Agosto
AMIT GOSWAMI, um dos cientistas do filme Quem somos nós?, e autor do best-seller

A Física da Alma, estará em São Paulo em agosto de 2010.

Goswami nos convida a uma mudança revolucionária em nossa visão de mundo de acordo com os princípios transformadores da física quântica.

Não perca esta oportunidade de estar frente a frente com uma das grandes referências mundiais nos estudos que unem ciência e espiritualidade.

Workshops
Goswami reinterpreta os principais métodos da medicina convencional e da alternativa, propondo um modelo totalmente novo e integrativo a partir do qual a probabilidade de cura é muito maior. A partir dos conceitos da física quântica, Goswami mostra como podemos usufruir dessa ciência revolucionária para nosso desenvolvimento criativo e para uma mudança de mentalidade da sociedade como um todo.
Inscreva-se

Amit Goswami no Brasil!

Recebi hoje, da editora Aleph, a excelente notícia de que o físico nuclear Amit Goswami estará no Brasil em Agosto, realizando dois workshops!

O evento é realmente imperdível, então eu não podia deixar de avisar os leitores aqui do Inconsciente Coletivo!

Os workshops acontecerão em São Paulo – SP, em um final de semana: dias 28 e 29/08. Para mais informações basta conferir o release abaixo, ou acessar o site: http://www.amitgoswami.com.br .

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Amit no Brasil Amit Goswami no Brasil em Agosto
AMIT GOSWAMI, um dos cientistas do filme Quem somos nós?, e autor do best-seller

A Física da Alma, estará em São Paulo em agosto de 2010.

Goswami nos convida a uma mudança revolucionária em nossa visão de mundo de acordo com os princípios transformadores da física quântica.

Não perca esta oportunidade de estar frente a frente com uma das grandes referências mundiais nos estudos que unem ciência e espiritualidade.

Workshops
Goswami reinterpreta os principais métodos da medicina convencional e da alternativa, propondo um modelo totalmente novo e integrativo a partir do qual a probabilidade de cura é muito maior. A partir dos conceitos da física quântica, Goswami mostra como podemos usufruir dessa ciência revolucionária para nosso desenvolvimento criativo e para uma mudança de mentalidade da sociedade como um todo.
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(Fóssil considerado maior descoberta de 2009 é contestado)

A “revolução” durou pouco…

Aproveitei e coloquei as duas notícias sobre o assunto, que encontrei no Terra e no Estadão. O post ficou comprido, mas grifei os “pontos altos” da discórdia, para simplificar as coisas…  ;-)

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O esqueleto fóssil conhecido como Ardi, que alguns observadores apontaram como descoberta científica “revolucionária” de 2009, vem agora despertando críticas de estudiosos que contestam as alegações de que a espécie teria vivido em bosques densos e não em planícies gramadas, as quais há muito são consideradas como habitat preferencial dos primeiros seres pré-humanos e talvez respondam pela transição para o caminhar ereto.

Mais um cientista surgiu para contestar publicamente a classificação do Ardi como membro da linhagem humana, depois do ponto de divergência para com os macacos africanos. A anatomia primitiva do esqueleto, alega esse pesquisador, sugere uma espécie que antedata o ancestral comum entre as árvores genealógicas dos chimpanzés e dos seres humanos.

Duas dessas críticas foram publicadas pela revista Science, acompanhadas por respostas da equipe que reportou em outubro passado a primeira descrição e interpretação detalhada do esqueleto do Ardipithecus ramidus, ou Ardi, datado de 4,4 milhões de anos no passado. O espécime, uma fêmea adulta, provavelmente tinha 1,22 metro de altura e é mais de um milhão de anos mais velho que Lucy, o famoso esqueleto da espécie Australopithecus afarensis.

Uma equipe internacional de pesquisadores liderada por Tim White, da Universidade da Califórnia em Berkeley, descobriu os fósseis em 1992. Foram necessários 17 anos de trabalho para que o esqueleto fosse reconstruído e analisado, em companhia de espécimes relacionados, e também para o estudo do habitat em que a espécie viveu, hoje parte do território da Etiópia. Um relatório abrangente descreveu o estudo como “a descoberta científica revolucionária” do ano passado.

Talvez fosse inevitável que uma descoberta de tamanha magnitude atraísse críticas, como White mesmo reconheceu esta semana, em mensagem de e-mail. “Era inevitável que o trabalho resultasse em certo conflito de opiniões”, disse. “Desse ponto de vista, portanto, é algo que temos de ver como parte normal da ciência”.

O Ardipithecus ramidus, ou Ardi, é uma fêmea adulta de 1,22 metro de altura datado de 4,4 milhões de anos

O Ardipithecus ramidus, ou Ardi, é uma fêmea adulta de 1,22 metro de altura datado de 4,4 milhões de anos

A questão do habitat do Ardi foi proposta por Thure Cerling, geoquímico da Universidade do Utah, e por sete outros geólogos e antropólogos. Eles afirmam que usaram os dados da equipe de White para traços de terra e sílica de plantas antigas e constataram que os resultados não sustentavam a interpretação de que Ardi tivesse vivido em bosques densos.

Em lugar disso, disse o grupo de Cerling, “nossa constatação é a de que o contexto ambiental do Ar. Ramidus, em Aramis, deve ter sido representado pela chamada savana arborizada ou arbustiva, com cobertura superior de folhagem de ordem inferior a 25%”.

Os críticos do trabalho de White afirmam que uma paisagem na qual pelo menos 60% da área apresente cobertura superior por árvores ou arbustos é requerida para que a descrição “mata cerrada” possa ser utilizada. Em outras palavras, as descobertas não contrariavam, ao contrário do que alega a equipe de White, a chamada “hipótese savana”, associada ao desenvolvimento do caminhar bípede, ereto – bipedalismo – como traço de definição para separar os seres humanos e os macacos, no passado distante.

Os membros do grupo de Cerling afirmam que não pretendem defender a primazia da hipótese convencional, mas simplesmente apontar que os dados sobre o Ardi na verdade mais a sustentam que a contradizem.

Na resposta, a equipe de White afirma que os críticos estão ignorando “a totalidade das provas fósseis, geológicas e geoquímicas” apresentadas em seus estudos originais. A equipe apontou que de fato foi identificada a presença de vegetação gramínea no sítio, mas o número abundante de fósseis lá localizados provém de mamíferos adaptados à vida nos bosques, e que isso bastava para estabelecer o Ardi como “morador de um habitat denso”, e não da savana aberta.

Francis Brown, geólogo também da Universidade de Utah e pesquisador experiente quanto às origens primordiais do ser humano, um dos co-autores do estudo conduzido pelo grupo de Cerling, declarou em entrevista recente que “estamos tentando simplesmente esclarecer o registro histórico. Em nossa opinião, o Ardi não deve ter vivido em um ambiente de savana gramada aberta, e tampouco em um ambiente boscoso e fechado”.

Outro cientista, Esteban Sarmiento, da Fundação da Evolução Humana, em East Brunswick, Nova Jersey, contestou a identificação do Ar. Ramidus como hominídeo – uma espécie da linhagem humana que surgiu de um ancestral comum com o ramo evolutivo que conduziu aos modernos chimpanzés.

Mas não existe sustentação suficiente para essa alegação“, afirmou Sarmiento, zoólogo especializado no estudo de vertebrados, em artigo para a revista Science. Ele mencionou os aspectos primitivos do esqueleto do Ardi e estudos moleculares anatômicos que, de acordo com a sua interpretação, sugeriam que o Ar. ramidus “antedata a divergência entre seres humanos e macacos africanos”.

Em sua refutação, White e seus colegas apontam para o fato de que Sarmiento baseou seu argumento em estimativas biomoleculares quanto à data de divergência entre hominídeos e homens que se estendem de três milhões a cinco milhões de anos no passado. As datas em questão não são confiáveis, afirmou o grupo, e outros estudos com fósseis levaram a estimativa de data para a divergência a recuar para seis milhões de anos no passado. White afirmou em seu e-mail que Sarmiento não havia “reconhecido como significativos os traços múltiplos e independentes do crânio, detenção e esqueleto do Ardipithecus”, o que, acrescenta, “alinha uniformemente esse primata a todos os hominídeos posteriores, entre os quais Lucy, e à exclusão de qualquer outro primata, vivo ou fóssil”.

Alguns antropólogos expressaram dúvidas, ainda não publicadas, quanto à classificação de Ardi como parte da linhagem humana. Richard Klein, antropólogo da Universidade Stanford e outro dos co-autores do estudo de Cerling, disse em entrevista que “francamente não creio que o Ardi fosse hominídeo, ou bípede”.

Daniel Lieberman, paleoantropologista da Universidade Harvard que não está nem entre os autores nem entre os críticos da observação, disse estar convencido de que “Ardi é um hominídeo”. Mas, acrescentou, “todo mundo tem dúvidas sobre que tipo de hominídeo seria, e o que isso tem a dizer sobre o último ancestral comum dos seres humanos e chimpanzés”.

Fonte: Terra/ The New York Times.

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Cientistas questionam posição de ‘Ardi’ na evolução humana

Debate reavalia interpretação de fóssil que foi a ‘descoberta do ano’ de 2009

Reconstituição da possível aparência de Ardi

Reconstituição da possível aparência de Ardi

No ano passado, um esqueleto fossilizado chamado “Ardi” abalou o campo da evolução humana. Agora, alguns cientistas levantam dúvidas sobre o que essa criatura da Etiópia realmente era, e em que tipo de paisagem vivia.

Novas críticas questionam se Ardi realmente pertence ao ramo humano da árvore evolutiva, e se ele realmente vivia em florestas. A segunda questão tem implicações para as teorias sobre o tipo de ambiente que desencadeou a evolução humana.

O novo trabalho aparece na revista Science, que em 2009 declarou a apresentação original do fóssil de 4,4 milhões de anos a principal descoberta do ano.

Ardi, abreviação de Ardipithecus ramidus, é um milhão de anos mais velho que o fóssil Lucy. Ano passado, foi saudado como uma janela para os primórdios da evolução humana.

Pesquisadores tinham concluído que Ardi andava ereto e não sobre os nós dos dedos das mãos, como os chimpanzés, e que vivia em florestas, não em campos gramados. Ela não se parece muito com os chimpanzés atuais, nossos parentes mais próximos ainda vivos, embora estivesse ainda mais perto que Lucy do ancestral comum entre humanos e chimpanzés.

Esses questionamentos são comuns; grandes descobertas científicas costumam ser saudadas dessa maneira. Até que mais cientistas possam estudar o fóssil, um amplo consenso sobre seu papel na evolução humana pode continuar indefinido.

A descoberta em 2003 dos pequenos “hobbits” na Indonésia, por exemplo, desencadeou um longo debate sobre eles seriam uma espécie à parte da humanidade ou não.

Tim White, um dos cientistas que descreveram Ardi no ano passado, disse que não se surpreende com o debate atual. “Era totalmente esperado”, disse ele. “Sempre que se tem algo tão diferente quanto Ardi, provavelmente haverá isso”.

Esteban Sarmiento, da Fundação de Evolução Humana, escreve na nova análise que não está convencido de que Ardi pertence ao ramo da árvore da vida que conduz à espécie humana.

Em vez disso, argumenta, ele pode ter vindo mais cedo, antes que o ramo humano se separasse dos ancestrais de gorilas e chimpanzés.

As características anatômicas  específicas de dentes, o crânio e outras partes citadas pelos descobridores simplesmente não são indício suficiente de participação no ramo humano, diz ele. Algumas, como certas peculiaridades do pulso e da conexão da mandíbula indicam que Ardi surgiu antes que os humanos se separassem dos macacos africanos.

Em uma réplica por escrito na Science e em entrevista, White discorda de Sarmiento. “A evidência é muito clara de que no Ardipithecus há características encontradas apenas nos hominídeos posteriores e em humanos”, disse ele. Se Ardi ainda fosse um ancestral dos chimpanzés, várias características teriam tido de” evoluir de volta” para uma forma mais simiesca, o que White considera “altamente improvável”.

Outros especialistas, no entanto, disseram em entrevistas que acham que é muito cedo para dizer onde Ardi se encaixa.

Will Harcourt-Smith, do Museu Americano de História Natural e do Lehman College, disse que não poderia afirmar se Sarmiento está certo ou errado. “Estamos no início” da análise de Ardi, disse ele.

“Até que haja uma descrição mais completa do esqueleto,  é preciso ser cauteloso ao interpretar a análise inicial de um jeito ou de outro”. Mas ele disse discordar da avaliação de que Ardi seria velho demais para fazer parte do ramo humano.

Fonte: Estadão

(Pesquisa descobre como a acupuntura ameniza a dor)

Acupuntura é ótimo, não é “mero” efeito placebo (nunca entendi o tom pejorativo que normalmente é utilizado para se referir ao placebo… afinal, se existe um modo do corpo se curar apenas pela crença na cura, isso é um milhão de vezes melhor do que se curar por cirurgias ou bombas químicas – os tais “remédios”! ai ai… vá entender né!) mas esse artigo, apesar de confirmar o efeito físico da acupuntura,  me incomodou um pouco… reparem que é cogitada a  possibilidade de se usar medicamentos (existentes ou a serem criados) para “potencializar” os efeitos da acupuntura… Credo, o stablishment farmacêutico-científico realmente não dá ponto sem nó!

(…)

E pensar que há poucos anos atrás a acupuntura era considerada “charlatanismo”…

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Apesar de milhões de pessoas utilizarem a acupuntura para amenizar a dor, a ciência nunca soube claramente como o tratamento milenar funcionava no corpo. Contudo, um estudo em camundongos indica que a inserção de uma agulha de acupuntura ativa supressores da dor locais. Além disso, os pesquisadores afirmam que o tratamento potencializa esses supressores. A pesquisa pode levar à criação ou ao uso de medicamentos já existentes que aumentem a efetividade da acupuntura. As informações são da Science.

De acordo com a reportagem, os pesquisadores acreditavam, até o estudo, em duas hipóteses para como o tratamento alivia a dor: de que as agulhas estimulavam os nervos – o que levava o cérebro a liberar endorfina no corpo – e de que o tratamento funcionava como um placebo – no qual o próprio paciente inconscientemente, ao acreditar no efeito das agulhas, liberava endorfina. Contudo, a pesquisa encontrou uma nova explicação.

Acupuntura

Segundo Maiken Nedergaard, neurocientista da Universidade do Centro Médico Rochester, no Estado americano de Nova York, os pesquisadores desconfiavam das duas hipóteses pelo fato de as agulhas não causarem dor, mesmo em locais machucados, quando penetravam a pele. Nedergaard suspeitava que quando o acupunturista inseria e rodava as agulhas, ele causava a liberação de adenosina – uma substância que alivia a dor localmente.

Durante o estudo, o neurocientista e sua equipe primeiro anestesiaram levemente alguns camundongos e inseriram uma agulha em um ponto de acupuntura, na perna do animal. Após retirar e analisar a ponta do objeto, eles notaram que o camundongo havia produzido adenosina 24 vezes mais que o normal.

Acupuntura

Depois, eles notaram que a ação das agulhas aliviava dois tipos de dor: a crônica no pé (como inflamação causada por artrite) e por dano no nervo (geralmente ligada a danos na medula, diabetes e outros). Em um animal com um desses problemas, os pesquisadores notaram que ele costumava recolher rapidamente a perna quando tocada com o dedo e quando aquecida com um pedaço de metal. Com o uso da agulha de acupuntura, e também, separadamente, com a aplicação de adenosina na área, os pesquisadores notaram (por suas reações) que o animal sentia menos dor. Além disso, eles notaram que os dois tratamentos diminuíam a atividade em uma área do cérebro responsável pela dor.

Os cientistas ainda tentaram potencializar a adenosina em conjunto com o uso das agulhas. Para isso eles utilizaram uma droga e notaram que ela triplicava a duração do efeito contra a dor (de uma hora para três horas). Contudo, o medicamento utilizado é o deoxycoformycin, um anticancerígeno muito tóxico para o uso clínico. Apesar disso, Nedergaard afirma que a descoberta é uma “prova de que você pode aumentar o efeito da acupuntura”.

Fonte: Terra

(Vigiado 24 horas: indiano que diz não comer ainda é mistério)

É esse mesmo iogue que foi mostrado no documentário do “Novo Buda” do Discovery Channel então! :-)

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Cientistas indianos expressaram assombro após as análises efetuadas durante duas semanas em um homem de 83 anos, que afirma ter passado mais de 70 anos sem ingerir alimentos ou beber água. O iogue de barba longa Prahlad Jani resistiu sem beber ou comer, mas sobretudo sem urinar ou defecar, durante este período de observação que terminou na quinta-feira, segundo os cientistas.

“Seguimos sem entender como sobrevive sem urinar ou defecar. Este fenômeno é um mistério”, disse Sudhir Shah, um neurologista da equipe de 30 médicos que observaram o iogue em um hospital de Ahmedabad (oeste).

Prahlad Jani era vigiado 24 horas por dia por câmeras pelo Organismo de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Defesa (DRDO). Depois, o iogue regressou à sua terra natal próximo a Ambaji, em Gujarat (norte), onde retomou suas atividades de meditação. O idoso garante que uma deusa o abençoou quando tinha 8 anos e permitiu que vivesse sem alimentos.

Durante as duas semanas de observação, “o único contato de Jani com líquidos era quando fazia gargarejos ou se lavava”, indicou em um comunicado o doutor G. Ilavazahagan, diretor do Instituto Nacional de Defesa especializado em fisiologia.

Prahlad Jani, 83 anos, afirma ter passado mais de 70 anos sem ingerir alimentos ou beber água

Prahlad Jani, 83 anos, afirma ter passado mais de 70 anos sem ingerir alimentos ou beber água

“Se Jani não tira sua energia dos alimentos ou da água, deve fazê-lo de outras fontes que o cercam, e o sol é uma delas”, disse o doutor Sudhi Shah. “Nós, profissionais do setor médico, não podemos excluir hipóteses como a de uma fonte de energia diferente das calorias”, disse.

O iogue se submeteu a uma ressonância magnética. Seu cérebro e sua atividade cardíaca foram medidos com eletrodos e foram feitas análises de sangue.

O resultado detalhado será publicado nos próximos meses e os cientistas esperam poder aproveitá-los para aumentar a resistência dos militares ou ajudar as vítimas de catástrofes naturais.

Fonte: AFP/Terra

(Indiano que diz viver há 70 anos sem comida está sob estudo)

Realmente não é nada inédito no Oriente.

Quando o Discovery Channel lançou o documentário do “Novo Buda”, me espantei quando vi que a maioria das pessoas se impressionou mais com o menino que meditava sem comer ou beber por (é o que dizem) 9 meses, do que pelo outro yogue que o documentário igualmente mostrou, e que estava vivendo em um quarto lacrado numa universidade indiana, filmado 24h, 7 dias por semana, há pelo menos 20 dias e que não ingeriu um grão de arroz nem uma gota de água (inclusive a água do banho, que vinha numa bacia, era controlada, já que o homem poderia absorvê-la pela pele…). Os médicos da universidade estavam perplexos. E eu também, muito mais do que com o feito do “novo buda”.

Agora me pergunto se não é o mesmo indivíduo. Preciso rever o documentário!

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Médicos e cientistas na cidade indiana de Ahmedabad estão observando um homem que diz ter vivido sem comida e sem água ao longo dos últimos 70 anos. Prahlad Jani é um líder religioso da tradição Jainista. Ele está sendo observado por médicos, que afirmam que nas 108 horas que já se passaram, ele ainda não comeu nem bebeu nada.

O caso chamou atenção até mesmo do Exército indiano, que o colocou sobre observação por 24 horas ao longo das próximas duas semanas. A ideia é que se os médicos descobrirem o segredo do líder religioso, isso pode ser bem usado no futuro.

Prahlad Jani diz que sobrevive graças à meditação e ao poder da sua mente. Apesar de este tipo de caso não ser totalmente inédito na Índia, ele tornou-se um dos mais célebres dos últimos tempos, por estar sendo estudado mais a fundo pelos cientistas.

Prahlad Jani é um líder religioso da tradição Jainista e diz ter vivido sem comida e sem água ao longo dos últimos 70 anos

Prahlad Jani é um líder religioso da tradição Jainista e diz ter vivido sem comida e sem água ao longo dos últimos 70 anos

Fonte: BBC Brasil/Terra

Expulsos: A liberdade científica é um Mito

“A Ciência avança um funeral de cada vez”.

(Max Planck, considerado o pai da Física Quântica)

“Uma verdade científica não triunfa porque convenceu seus oponentes e os fez ver a luz, mas sim porque os seus oponentes eventualmente morrem, e uma nova geração cresce que é familiar a ela.”

(idem)

“Seu problema com essas ideias, Richard (Dawkins), é que você não é cientista. Você é biólogo.”

(John Barrow, físico, ao discutir com Dawkins a respeito da abordagem que esse fazia sobre uma racionalidade como base do Universo)

“Pessoas que dizem a você, por exemplo, que a Ciência explica tudo o que você precisa saber sobre o mundo, ou que a Ciência diz que a Religião está toda errada, ou que a Ciência diz que não existe Deus; essas pessoas não estão lhe dizendo coisas científicas. Elas estão dizendo coisas metafísicas, e elas têm que defender seus pontos de vista, por razões metafísicas.

(Dr. John Polkinghorne, professor de física matemática, Universidade de Cambridge)

“O historiador da ciência pode sentir-se tentado a exclamar que quando os paradigmas mudam, o mundo em si muda com eles.

(Thomas Kuhn, físico norte-americano e historiador da ciência)

“Meus amigos, uma falsa ciência gera ateus, mas a verdadeira ciência leva os homens a se curvar diante da divindade…”

(Voltaire)

“Posso não concordar com uma só palavra do que dizeis, mas defenderei até a morte vosso direito de dizê-lo.”

(idem)

Deus é uma metáfora. Uma metáfora que transcende toda e qualquer categoria de pensamento humano, incluindo a do ser e não-ser.”

(Joseph Campbell, mitólogo norte-americano)

Não é a primeira vez que falo disso aqui no blog. Mas quem ainda pensa que Ciência se faz estudando critica e imparcialmente as evidências, e que os cientistas vão até onde os argumentos e as evidências os levam, não importando aonde irão chegar, está muito iludido. Ciência é política. E quem não está de acordo com o “paradigma”, com o senso comum científico, está fora.

Eu já falei de evolução darwiniana em outros posts: Evolução Criativa das Espécies, Os 10 Maiores Problemas da Evolução, além de várias outras notícias sobre controvérsias a respeito de achados fósseis, que contradizem o darwinismo ou que não são capazes de convencer todos os cientistas (Cientistas: ‘elo perdido’ dos primatas pode ser só um lêmureOs macacos vieram do homem? entre outras).

O que eu penso é que quando algo é verdadeiramente evidente, deve ser então evidente para todo mundo. Não só para alguns. E o Darwinismo só é “evidente” para alguns.

O que todo mundo às vezes parece esquecer é que não existe uma explicação (científica e aceita) para a origem da vida. Simplesmente não temos nem ideia de como a vida (complexa) apareceu. Como algo inorgânico de repente passou a ser vivo. E isso certamente não quer dizer que nós nunca teremos uma explicação satisfatória. Mas é realmente estranho quando teorias alternativas para a questão são chamadas de religião ou de pseudociência não porque existem provas ou evidências científicas irrefutáveis em contrário, mas simplesmente “porque não“. Posso ser louca em dizer isso, mas para mim a questão não só da origem da vida mas da própria evolução ainda está  em aberto. Temos apenas teorias, não certezas. E “porque não” não é resposta…

A teoria da evolução como proposta por Darwin e ampliada e atualizada pelos neodarwinistas simplesmente não dá conta de explicar como a vida surgiu, como pode haver um aumento nas informações genéticas (que Darwin presumiu que se daria por Seleção Natural e que já se demonstrou o contrário, a seleção natural DIMINUI as informações…), como algo tão complexo como uma célula pode ter surgido “por acaso” entre uma série de outras perguntas constrangedoras que continuam aí, sem resposta satisfatória.

A “Origem das Espécies” (origem!! origem!!!) foi publicada por Darwin em 1859. A ideia que, não só Darwin, mas todos os cientistas daquela época faziam de célula, nem se compara com a noção que temos hoje. Na verdade, para nós ficou tudo pior e mais complicado. A nossa tecnologia nos permitiu ter uma ideia de célula que não podíamos nem imaginar há 100 anos atrás. E, o que me parece, é que tentam pegar a ideia de Darwin e adaptá-la às novas descobertas. Mas, isso não é Ciência. Em Ciência (ideal pelo menos) primeiro vem os fatos, as evidências, depois a explicação – não importando qual seja. As ideias de Darwin podem ter servido como explicação completa e satisfatória durante um tempo, mas o mundo não parou no século XIX. Assim como aconteceu com Newton e a física, entre outros.

Mas, a realidade é um acordo.

As coisas são como são porque a maioria das pessoas concorda com isso.

Muito profundo Thomas Kuhn ao dizer que quando muda o paradigma, o mundo muda com ele.

Quando se pensava num mundo de acordo com a física de Newton, todas as perguntas tinham “respostas newtonianas”. Afinal, esse era o acordo. Até que apareceu Einstein. Até que surgiu a Física Quântica. Até que alguns indivíduos morrem e as novas ideias tenham alguma chance… Entendem o que quero dizer?

As respostas que temos hoje são fruto do acordo vigente no mundo atual. Da mesma forma que antigamente nos empurravam bíblia, deus, mandamentos etc. goela abaixo, e respondiam todas as perguntas a partir desse acordo, hoje nos empurram Darwin, macacos, e interpretações mais errôneas ainda de mitos religiosos, e respondem as perguntas a partir desse “novo” acordo.

E por falar em mitos religiosos…O que mais me choca nesse movimento do “novo ateísmo”, que tem como Papa o biólogo Richard Dawkins (autor de “Deus, um delírio”), é que não apenas ele, mas outros autores do tal movimento, pensa que está combatendo a crença em “Deus”, quando na verdade a única coisa que ele faz é combater uma INTERPRETAÇÃO (equivocada, porém popular: a interpretação promovida pelas religiões) de Deus… (rs) . É como se a única visão de Deus que existisse fosse a da Bíblia!!! É evidente que não posso tirar a razão dele em criticar essa interpretação, eu também critico um monte aqui no blog. O problema, a meu ver, é que ele não está habilitado, ou melhor, capacitado a fazer uma crítica razoável, já que ele demonstra não compreender que a visão de Deus exotérica cristã e judaica (que é similar a outras visões exotéricas de divindade – entenda melhor isso lendo o post Crentes e Ateus: unidos pelo equívoco), por exemplo, é apenas UMA INTERPRETAÇÃO. E não é nem a melhor!!! Estudar um pouco mais de mitologia e religião comparadas faria muito bem a ele… Mas, certamente Dawkins é mais um daqueles “cientistas” que se pensa muito auto-suficiente e que acha que pode meter o dedo em tudo… alguém lembra aí daquele “mico” que o pai da Química Moderna, Lavoisier, pagou durante um debate sobre a existência dos meteoritos, ao dizer: “Pedras não caem do céu porque não existem pedras no céu.” ??? Então. A verdade é filha do tempo, não da autoridade…

Mas, deixe-me explicar porque estou dizendo tudo isso. Recentemente encontrei um documentário entitulado “Expulsos: nenhuma inteligência  permitida“, produzido e apresentado pelo autor e ator Ben Stein (que fez o professor entediante no filme “Curtindo a vida adoidado”, lembra?) em que ele tenta entender porque é tão problemática a teoria do Design Inteligente. Porque brigam tanto por causa disso? Porque tanta controvérsia? Bem, as entrevistas e depoimentos falam por si, e a grande conclusão a que podemos chegar ao final é de que a liberdade científica, na prática é um grande mito (mito no sentido de ficção). Você só é livre enquanto estiver dentro do acordo…sabe?

O documentário, pelo que dizem, está “banido” (o site oficial está fora do ar…). Se é verdade ou não, não sei, mas não me espantaria nem um pouco se fosse… Ben Stein mostra o lado dos cientistas do Design Inteligente, que não são criacionistas, alguns nem cristãos e muitos sequer são religiosos. São acadêmicos, altamente credenciados que só por cogitarem a hipótese de uma inteligência guiando o universo, foram expulsos de seus trabalhos e ridicularizados. É óbvio que essa teoria atrai religiosos e teístas, mas isso não é motivo para descartá-la como “religião”. As evidências deveriam nortear as teorias, e não o contrário. E se algum tipo de inteligência explica melhor do que  simples “acaso”, qual o problema nisso???

Entenda porque Design Inteligente não é a mesma coisa que Criacionismo, que nem todos os que apóiam a ideia de uma inteligência guiando o universo são religiosos, que a ideia de “Inteligência” por trás do Design não casa necessariamente com a ideia de “Deus” que a grande maioria das pessoas acredita, que Jesus não tem nada a ver com coisa alguma, nem que nada aconteceu em 6 dias, entre outros esclarecimentos preciosos!

O documentário tem 1h37m e é altamente recomendável. As legendas em pt-br são de jbossco, a quem agradeço (mesmo sem conhecê-lo) pelo trabalho. E faço minhas as palavras de Ben Stein, ao final:

“Eu dei o primeiro passo vindo a público com esse assunto. Mas se o ‘muro’ precisa cair, todos temos que fazer a nossa parte. Alguns de vocês pagarão um alto preço por falar. Podem até mesmo perder seus empregos. Garanto que receberão e-mails cheios de ódio. Mas se não nos envolvermos, será que restará alguém para continuar a batalha? Alguém?”

Faça sua parte, mostre esse documentário para outras pessoas! ;-)

E, como aperitivo do documentário, uma cena da entrevista de Richard Dawkins, em que esse se perde na ideia de como a vida surgiu, e aposta na ideia de que a vida em nosso planeta é fruto de engenharia alien. Sim, é verdade! Ele não tem problemas com a ideia de um desenhista, só com o TIPO de desenhista…

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Para quem achou engraçado, tem outro vídeo estranho dele na internet. Os defensores de Dawkins dizem que o vídeo é uma “fraude”, que ele não demorou tanto tempo assim para responder. Mas, se demorou, nem que fosse menos tempo, demorou. E para alguém que se mostra tão “certo” de tudo o que diz, é estranho ver a hesitação…a resposta ficou realmente estranha. Confira:

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Mas, vamos ao que interessa, “Expulsos”:


Expulsos! – Darwinismo x Design Inteligente

Ou, assista o documentário dividido em 10 Partes:

Parte 1:
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Expulsos! – Darwin x DI – 1/10


Parte 2:

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Expulsos! – Darwin x DI – 2/10


Parte 3:

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Expulsos! – Darwin x DI – 3/10


Parte 4:

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Expulsos! – Darwin x DI – 4/10


Parte 5:

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Expulsos! – Darwin x DI – 5/10


Parte 6:

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Expulsos! – Darwin x DI – 6/10


Parte 7:

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Expulsos! – Darwin x DI – 7/10


Parte 8:

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Expulsos! – Darwin x DI – 8/10


Parte 9:

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Expulsos! – Darwin x DI – 9/10


Parte 10:

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Expulsos! – Darwin x DI – 10/10


(Estudos consideram meditação transcendental cura para depressão)

A meditação transcendental pode ser uma forma efetiva de reduzir a depressão, indicam dois estudos apresentados hoje na reunião anual da Sociedade de Medicina do Comportamento, celebrada em Seattle (Estados Unidos). As pesquisas, realizadas na Universidade Charles Drew, de Los Angeles, e a Universidade do Havaí, incluíram participantes negros e nativos do Havaí maiores de 55 anos com risco de sofrer doenças cardiovasculares.

A depressão é considerada um importante fator de risco neste tipo de doença, de acordo com os cientistas. Os participantes de ambos os estudos que praticavam a meditação transcendental mostraram uma redução importante dos sintomas de depressão na comparação realizada com os grupos de controle.

Meditação

Os estudos, financiados pelos Institutos Nacionais da Saúde, constataram que a maior queda foi registrada entre os participantes que tinham sintomas de depressão clínica. “Esses resultados são encorajadores e comprovam os testes de eficácia da meditação transcendental como ajuda terapêutica para o tratamento da depressão clínica”, assinalou Héctor Myers, autor de um dos estudos e diretor de Treinamento Clínico do Departamento de Psicologia da Universidade de Los Angeles.

Nos Estados Unidos, calcula-se que cerca de 18 milhões de pessoas de idade avançada sofram algum tipo de depressão. Gary Kaplan, professor de Neurologia da Escola de Medicina da Universidade de Nova York, destaca a importância de se reduzir a depressão em pacientes de idade de risco de problemas cardíacos. Segundo ele, “qualquer técnica que não envolva uma medicação adicional nessa parte da população é bem-vinda”.

Fonte: EFE/Terra

(Nasa encontra vida a 200 m sob camada de gelo da Antártida)

Ai ai… nem digo mais nada… ;-)

Quem se interessar (e como não se interessar por isso???!!!) tem o vídeo, no próprio site oficial da NASA, da descoberta:

http://www.nasa.gov/topics/earth/features/antarctic-shrimp.html

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A Nasa, agência espacial americana, detectou a existência de dois seres vivos a quase 200 m sob a camada de gelo da Antártida, em plena escuridão, uma descoberta que altera as teorias sobre as condições nas quais pode se desenvolver a vida. Em comunicado divulgado nesta terça-feira, a agência americana assegura ter encontrado um Lyssianasid amphipod, um crustáceo semelhante a um camarão e de aproximadamente 8 cm. Além disso, a entidade encontrou o que parecia ser o tentáculo de uma água-viva, de cerca de 30 cm.

Uma equipe da Nasa introduziu uma pequena câmara de vídeo através da espessa camada de gelo e a fez descer na profundidade marinha, onde reina a escuridão. A cerca de 190 m, a equipe detectou e fotografou o crustáceo que, apesar de seu pequeno tamanho, rompe os princípios estabelecidos até hoje sobre as condições extremas nas quais pode haver vida. Até agora, os cientistas acreditavam que apenas alguns poucos micróbios eram capazes de viver nessas condições.

O crustáceo Lyssianasid amphipod é semelhante a um camarão e mede cerca de 8 cm

O crustáceo Lyssianasid amphipod é semelhante a um camarão e mede cerca de 8 cm

A descoberta da Nasa pode motivar expedições na busca de vida a locais até agora descartados no espaço, como planetas ou luas congeladas. “Estávamos trabalhando com o pressuposto de que não íamos encontrar nada”, disse o cientista da Nasa Robert Bindschadler, que apresentará o vídeo da descoberta na reunião de amanhã da American Geophysical Union.

“É um camarão que você gostaria de ter no prato”, brincou. O cientista ressaltou que o Lyssianasid amphipod não é exatamente um camarão, mas um primo distante desta espécie.

Fonte: EFE/Terra

(Emoções positivas protegem contra doenças do coração)

É bem interessante a notícia sobre o estudo abaixo, muito porque ela mostra como a maioria dos cientistas e pesquisadores ainda reluta em aceitar a óbvia relação Mente x Corpo. Mesmo com os resultados apontando para a influência que uma atitude mental positiva tem sobre a saúde do corpo (no caso da pesquisa, do coração), os autores do estudo somente “especulam” o porquê disso… Mas já é um início… do mesmo modo que estão observando a influência das cores no humor das pessoas, coisa que antes era considerada mera “crendice” sem muito embasamento.

Mas a verdade é que o corpo é o palco da mente, ele apenas torna visível o que se passa no inconsciente… não há como fugir disso!

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Estar de bem com a vida, levando sempre um sorriso no rosto, torna a pessoa mais agradável. E ainda a deixa menos propensa a desenvolver doenças cardíacas em relação a quem vive de cara fechada, de acordo com um estudo divulgado no European Heart Journal.

Por dez anos, Karina Davidson e seus colegas do Centro Médico da Universidade de Columbia (EUA) acompanharam 1.739 adultos saudáveis (862 homens e 877 mulheres). Enfermeiros treinados avaliaram o risco de os participantes desenvolverem patologias do coração e os sintomas de depressão, hostilidade e ansiedade, além do grau de expressão de emoções positivas.

Os pesquisadores descobriram que sentimento positivo elevado significa 22% menos chance de ter enfermidades relacionadas ao coração a cada ponto de uma escala de cinco. “Os participantes com nenhum sentimento positivo estavam com um risco 22% maior de doença isquêmica do coração (ataque cardíaco ou angina) do que aqueles com um pouco de sentimento positivo, que estavam em risco 22% maior do que aqueles com sentimento positivo moderado”, disse Karina ao site Science Daily. “Também verificamos que, se alguém foi geralmente positivo e teve alguns sintomas positivos no momento da pesquisa, isso não afetou o seu risco global menor de doenças cardíacas.”

Pessoas com sentimentos positivos tem 22% menos chance de ter doenças relacionadas ao coração

Pessoas com sentimentos positivos tem 22% menos chance de ter doenças relacionadas ao coração

A equipe especula quais poderiam ser os possíveis mecanismos que levariam a essa proteção. Entre as possíveis explicações estão que as pessoas com astral positivo tendem a ter períodos mais longos de descanso e relaxamento, e podem se recuperar mais rapidamente de estresses, sem perder tempo em remoê-los.

Apesar da necessidade de novos testes para chegar a uma conclusão concreta, Karina recomenda investir em atos simples que proporcionem momentos de prazer. Se gosta de caminhar ou ouvir música, que tal reservar alguns minutos do dia para essas atividades? Caso aprecie beber um bom vinho (com moderação, é claro), por que não saboreá-lo? “Precisamos de rigorosos ensaios clínicos nessa área. Se os ensaios de apoio sustentarem nossos achados, esses resultados serão extremamente importantes para descrever especificamente o que os clínicos e/ou doentes podem fazer para melhorar a saúde.”

Fonte: Terra

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