(Arqueólogos encontram câmara funerária de rainha do Egito)

Uma missão arqueológica francesa descobriu a câmara funerária da rainha Behenu na região histórica de Saqara, 25 quilômetros ao sul do Cairo. Segundo os pesquisadores, a rainha era pertencente à VI dinastia que aconteceu do ano 2374 ao ano 2192 a.C. As informações são da agência EFE.

A câmara funerária foi encontrada durante os trabalhos de limpeza da Pirâmide de Behenu que fica nas proximidades da pirâmide do rei Pepi I, que pode ter sido o marido da rainha.

Arqueólogos franceses encontraram a câmara mortuária, em Saqara, próximo a Cairo

Arqueólogos franceses encontraram a câmara mortuária, em Saqara, próximo a Cairo

Fonte: EFE/Terra

(Local sagrado asteca é achado por acaso sob estacionamento)

Uma nova notícia sobre a descoberta do templo de Ehecatl, encontrado recentemente em Tenochtitlan, no México.

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Um templo dedicado a Ehecatl (Deus do vento), parte da área sagrada da cidade asteca de Tenochtitlan e onde podem ter sido feitos sacrifícios humanos, foi encontrado debaixo de um estacionamento no centro histórico da capital mexicana.

Arqueólogos mexicanos fizeram a descoberta em dezembro passado na extinta cidade pré-hispânica, quando examinavam um prédio que até semanas atrás era o estacionamento de um hotel e onde os proprietários queriam fazer obras de ampliação.

“É uma das descobertas mais importantes dos últimos anos”, disse Raúl Barrera, diretor do Programa de Arqueologia Urbana do Museu do Templo Maior (centro religioso de Tenochtitlán) e chefe das escavações.

Atrás de um antigo portão de madeira verde, em uma movimentada rua da capital mexicana, um trator trabalhava abrindo um buraco no qual uma dezena de especialistas deixaram descoberta a parte traseira da estrutura circular, construída entre 1486 e 1512.

Semanas antes da descoberta, apenas um seleto grupo de pessoas teve acesso aos restos de dois pilares superiores do templo, um deles quase intacto, assim como a base circular no centro da pirâmide, sobre a qual originalmente se erguia uma estrutura em forma cilíndrica.

De acordo com as referências históricas, este templo construído para adorar Ehecatl tinha 14 metros de diâmetro, um teto cônico de palha e uma entrada em forma de boca de serpente, relacionada ao deus Quetzalcoatl (serpente emplumada, na língua nahuatl).

Sem volta

Arqueólogos trabalham nas ruínas de templo asteca milenar descoberto na Cidade do México sob um estacionamento

Arqueólogos trabalham nas ruínas de templo asteca milenar descoberto na Cidade do México sob um estacionamento

No entanto, a parte frontal do templo não poderá voltar à superfície porque se encontra enterrada sob um prédio colonial contíguo que atualmente sedia o centro cultural Espanha, considerado patrimônio histórico.

“A forma circular se relaciona com o redemoinho e, na cosmovisão, é uma alegoria, mas sua forma arredondada permite que o vento circule”, acrescentou Barrera.

“As fontes históricas mencionam que neste edifício eram realizados sacrifícios humanos, mas ainda não foram encontradas ossadas com marcas desta prática ou alguma representação em pintura que o confirme”, afirmou Barrera ao visitar os trabalhos arqueológicos.

No número 16 da Rua da Guatemala, onde foi feita a nova descoberta, se misturam pedras da construção do templo asteca, vestígios de um edifício colonial erguido no século 16, que veio abaixo no grande terremoto de 1985, e materiais da construção que abrigou o estacionamento.

“Os restos do jogo de bola (mesoamericano) também estão sepultados na Rua da Guatemala, muito perto daqui, e ao norte estariam os restos do edifício que foi o Calmecac (a escola dos nobres astecas)”, explicou.

O templo de Ehecatl, relacionado com Tlaloc (Deus da chuva) e a agricultura, bem como o jogo de bola, vinculado à guerra, eram lugares sagrados para os astecas, que fundamentavam sua cultura nestas duas atividades.

O cenário neste pequeno prédio é uma amostra do que acontece em cerca de 250 mil metros quadrados do centro histórico da capital mexicana, onde convivem diferentes épocas da História, uma sobre a outra, com uma dezena de edificações subterrâneas que formavam o centro sagrado de Tenochtitlan.

Fonte: AFP/Terra

(Reunidos fragmentos de texto bíblico separados há séculos)

Texto reconstituído permite acompanhar evolução do relato bíblico do Êxodo ao longo dos milênios

JERUSALÉM - Duas partes de um antigo manuscrito bíblico, separadas por séculos, foram reunidas pela primeira vez numa mostra conjunta nesta sexta-feira, 26, graças a uma descoberta acidental que está ajudando a iluminar um período obscuro na história da Bíblia hebraica.

Os fragmentos, de 1.300 anos, que são alguns dos poucos manuscritos bíblicos hebraicos que sobreviveram à era em que foram escritos, existiram separadamente e com sua relação mútua ignorada até que uma fotografia de um, publicada em sua primeira exibição pública em Israel, chamou a atenção dos estudiosos que acabaram por ligá-os.

Juntos, compõem o Segundo Cântico do Mar, cantado pelos israelitas após a fuga do Egito, enquanto assistiam à destruição dos exércitos do faraó no Mar Vermelho.

Uma mostra no museu nacional de Israel, dedicada ao Cântico do Mar, agora está unindo as duas peças.

Uma página do cântico, conhecida como o Manuscrito Ashkar, estava abrigada numa biblioteca de livros raros na universidade Duke, nos EUA, e foi exibida pela primeira vez em Israel em 2007.

Textos em hebraico separados há séculos ajudam a recosntituir a história da Bíblia

Textos em hebraico separados há séculos ajudam a recosntituir a história da Bíblia

Foi nessa oportunidade que a fotografia do manuscrito apareceu em um jornal e chamou a atenção de dois paleógrafos israelenses, Mordechay Mishor e Edna Engel, que notaram a semelhança com uma outra página em hebraico, o Manuscrito de Londres, que é parte de uma coleção particular.

“A uniformidade das letras, a estrutura do texto e as técnicas usadas pelo escriba… ficou muito claro para mim”, disse Engel.

A relação não seria óbvia para o observador leigo. O Ashkar está escurecido pela exposição aos elementos e o texto está praticamente invisível, enquanto o Londres é legível e se encontra muito melhor preservado.

Mas após estudos com raios ultravioleta, os especialistas confirmaram que os textos não só foram escritos pela mesma mão, mas eram parte de um mesmo rolo de pergaminho.

Estudiosos acreditam que o pergaminho foi escrito por volta do século sétimo, em alguma parte do Oriente Médio, possivelmente no Egito. Não se sabe como essas partes foram separadas, ou o que aconteceu com o restante do material escrito.

O museu em Israel providenciou para que o Londres fosse levado a Jerusalém. A nova mostra descreve como o Cântico do Mar foi composto por meio de vários manuscritos antigos, dos Manuscritos do Mar Morto, que têm 2.000 anos, até o chamado Códice de Alepo, escrito quase mil anos mais tarde.

A reunificação dos fragmentos é um elo importante na corrente, mostrando como a escrita da Bíblia hebraica evoluiu ao longo do chamado período “silencioso” – entre os séculos terceiro e décimo – do qual não resta praticamente nenhum texto bíblico.

O Cântico nos Manuscritos do Mar Morto está escrito como prosa, por exemplo, e no manuscrito reunido, em versos.

Fonte: Estadão/AP

(Muralha pode confirmar descrição bíblica da época de Salomão)

Arqueólogos da Universidade Hebraica de Jerusalém apresentaram partes de uma muralha que teria sido construída por ordem do Rei Salomão. Segundo a arqueóloga Eilat Mazar, diretora de escavações perto da cidade antiga de Jerusalém, os restos da muralha do século X a.C poderiam confirmar a descrição bíblica da época do rei.

De acordo com informações da agência Efe, uma parte da parede, de 70 m de comprimento e seis de altura, foi encontrada em um local chamado de Ofel, entre a chamada Cidade de David e da parte sul do Monte do Templo judaico.

Desenvolvidas nos últimos meses, as escavações fazem parte de um projeto da Universidade Hebraica de Jerusalém, da Autoridade de Antiguidades de Israel e outras instituições, com financiamento americano.

A parcela da muralha revelada tem 70 metros de comprimento e seis m de altura

A parcela da muralha revelada tem 70 metros de comprimento e seis m de altura

Fonte: EFE/Terra

Outras fotos:

(Templo do deus do vento é encontrado no México)

Arqueólogos divulgaram nesta segunda-feira a imagem de restos do templo de Ehécatl-Quetzálcoatl, o deus do vento dos povos pré-hispânicos, encontrados em escavações realizadas atrás da Catedral metropolitana da Cidade do México. As informações são da agência EFE.

O pátio da catedral, que fica no centro histórico da cidade, escondia diversas peças arqueológicas como estátuas dedicadas ao deus Ehécatl em sua manifestação considerada mais temível, a Quetzálcoatl.

O arqueólogo mexicano Raul Barrera posa ao lado de várias peças arqueológicas encontradas no sítio

O arqueólogo mexicano Raul Barrera posa ao lado de várias peças arqueológicas encontradas no sítio

Fonte: Terra/EFE

(Identidade da mãe de Tutancâmon ainda é mistério, diz Egito)

A identidade da mãe do faraó jovem Tutancâmon, que governou Egito entre 1361 e 1352 a.C., continua sendo um mistério, após ter sido descartada a hipótese de Nefertiti ser sua mãe, anunciou nesta quarta-feira no Cairo o arqueólogo egípcio Zahi Hawas. “A mãe do rei Tutancâmon é filha de Amenhotep III, e por isso não pode ser Nefertiti. Temos de descobrir o nome da mãe de Tutancâmon”, disse Hawas em entrevista coletiva no Museu Egípcio.

Sentado em frente a três múmias que passaram por testes de DNA nos últimos dois anos, Hawas revelou alguns segredos sobre a família do faraó jovem, que morreu aos 19 anos, e que foram divulgados ontem em artigo publicado na revista científica “Jama”. Os analistas que participaram do estudo genético da múmia de Tutancâmon e de vários de seus familiares, chegaram à conclusão que seu pai foi o rei Akenatón, cuja esposa principal foi Nefertiti.

Pelas análises de DNA realizadas na múmia do jovem governante egípcio, Tutancâmon é descendente de uma das cinco filhas que Amenhotep III teve com a rainha Tiye, por isso que Nefertiti, que não era filha de Amenhotep, não pode ser sua mãe. O secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades afirmou que Tutancâmon, cujo túmulo foi descoberto em 1922 por Howard Carter em Luxor, não foi assassinado, como acreditavam alguns arqueólogos.

Para Hawas, o jovem faraó sofria de malária, não podia caminhar por problemas ósseos e sofreu uma queda antes de morrer. Causas que contribuíram para a sua morte. “Agora revelamos ao mundo como morreu Tutancâmon”, acrescentou Hawas.

As múmias de Tutancâmon e sua mãe (ao fundo), com identidade ainda desconhecida, foram exibidas em conferência de imprensa

As múmias de Tutancâmon e sua mãe (ao fundo), com identidade ainda desconhecida, foram exibidas em conferência de imprensa

Fonte: EFE/Terra

(Estudo diz ter desvendado morte misteriosa de Tutankamón)

O jovem e lendário faraó Tutankamón, que teria morrido misteriosamente há mais de 3 mil anos, faleceu, na verdade, de malária combinada com uma infecção óssea, segundo um estudo divulgado nesta terça-feira nos Estados Unidos. Tutankamón morreu tão jovem – aos 19 anos, em 1324 a.C., com apenas nove anos de trono, sem deixar herdeiros – o que levou especialistas a especularem sobre a hipótese de doenças hereditárias na família real da XVIII dinastia, explica Zahi Hawass, responsável pelas antiguidades egípcias no museu do Cairo e principal autor do estudo.

Os pesquisadores se apoiaram em vários métodos, entre eles a radiologia e as análises do DNA para o trabalho, realizado em 16 múmias, com onze delas, incluindo a de Tutankamón, sendo, aparentemente, membros da família real. O estudo, realizado entre 2007 e 2009, buscava determinar os vínculos de parentesco e de sangue, e a existência de características patológicas hereditárias em Tutankamón. Os mesmos permitiram identificar o pai do faraó, marido da lendária rainha Nefertiti.

O egiptólogo Zahi Hawass e a múmia de Tutankamón

“Estes resultados permitem pensar que uma circulação sanguínea insuficiente dos tecidos ósseos, que debilitou e destruiu parte da ossatura, combinada com malária, foi a causa mais provável da morte de Tutankamón”, ocorrida após uma fratura, explica Zahi Hawass, com trabalhos divulgados no jornal da Associação Médica americana (Jama) na edição de 17 de fevereiro.

O diagnóstico pôde ser estabelecido sobretudo graças aos exames genéticos, que revelaram uma série de más-formações na família Tutankamón, como a doença de Kohler, que destrói células ósseas. As análises de DNA também puseram em evidência a presença de três genes vinculados ao parasita Plasmodium falciparum, responsável pela malária em quantro múmias estudadas, entre elas a de Tutankamón.

Tutankamón e seus ancestrais eram pouco conhecidos até a descoberta, em 1992, de sua tumba pelo britânico Howard Carter, que continha um grande tesouro, incluindo uma máscara mortuária em ouro maciço. O estudo parece abrir as portas a um novo enfoque de investigação em genealogia molecular e paleogenômica do período faraônico, opinam os cientistas.

Fonte: AFP/Terra

(Escavações em Jerusalém descobrem via pública de 1,5 mil anos)

Escavações na Cidade Antiga de Jerusalém confirmaram a existência de uma importante via pública construída há 1,5 mil anos que aparece descrita no conhecido mosaico de Madaba, um mapa da cidade santa. A descoberta ocorreu durante as obras de restauração na cidade antiga realizada pela Autoridade de Desenvolvimento de Jerusalém, informou em comunicado a Autoridade para Antiguidades de Israel, organismo encarregado pela proteção do patrimônio.

O Mapa de Madaba, um mosaico antigo encontrado na igreja homônima na Jordânia que data do século VI e VII, mostra Jerusalém do período bizantino, onde é possível apreciar a cidade rodeada por muralhas. No mapa aparece uma porta no oeste da cidade que levava a uma única via pública.

O diretor das escavações, Ofer Sion, acredita que essa rua é a via principal descrita no mosaico de Madaba. Ao longo dos anos, os arqueólogos descobriram vários vestígios de prédios importantes de Jerusalém que aparecem descritos nesse mosaico, em que autor destacou as igrejas da cidade. Um dos santuários cristãos sobrevivente é a Igreja do Santo Sepulcro.

Restos de uma casa foram encontrados na antiga cidade de Jerusalém

Restos de uma casa foram encontrados na antiga cidade de Jerusalém

Até o momento não se tinha conhecimento da rua principal descoberta recentemente, que os arqueólogos acreditam ter se tratado de uma via comercial do período em que a cidade passou do paganismo ao cristianismo. “De fato, após retirar várias camadas arqueológicas, a uma profundidade de 4,5 m abaixo do nível da rua de hoje em dia, para nossa surpresa, descobrimos os grandes ladrilhos que pavimentavam a via”, afirma.

Ainda foram encontrados grandes paralelepípedos de pedra com mais de um metro de comprimento e rachados pela passagem dos anos, além de uma cimentação, uma calçada e uma fila de colunas cuja origem ainda está sob investigação. Sion acredita que a via tem o mesmo traçado que uma das vias principais de comércio da cidade antiga na atualidade, que os turistas conhecem como a rua das lojas.

“É incrível ver que a rua David, que hoje tem tanta vida, preservou a rota da buliçosa rua de 1,5 mil anos atrás”, afirma. Nas escavações foram descobertos inúmeros objetos de ourivesaria, vasilhas, moedas e cinco pequenos pesos de bronze que os comerciantes utilizavam para pesar metais preciosos.

Fonte: EFE/Terra

(Tumba descoberta pode ajudar a explicar fim do império maia)

Sepulcro encontrado no sul do México mistura artefatos maias e da cultura que os sucedeu, os toltecas

TONINA, México - Arqueólogos mexicanos descobriram uma tumba de 1.100 anos, do período de decadência da civilização maia, e que, esperam, poderá ajudar a entender o que aconteceu com essa cultura.

O arqueólogo Juan Yadeun disse que a tumba, e cerâmicas de uma outra cultura encontradas dentro dela, podem revelar quem ocupava a área maia de Tonina, no Estado de Chiapas, depois que o período clássico dos maias começou a desaparecer.

Especialistas mencionam guerras civis entre os maias, ou degradação ambiental, como possíveis causas da queda da cultura, começando a partir do ano 820 da Era Comum.

Mas Yadeun, que supervisiona o sítio arqueológico de Tonina para o Instituto Mexicano de Antropologia e História, disse que os artefatos da cultuar tolteca encontrados na tumba podem indicar outra explicação. Ele disse que a tumba data de entre 840 e 900.

O interior da tumba mexicana recém-descoberta, com objeto de cerâmica e pilha de ossos

O interior da tumba mexicana recém-descoberta, com objeto de cerâmica e pilha de ossos

“Está claro que essa é uma nova onda de ocupação, de pessoas que construíram esta tumba no estilo tolteca”, disse Yadeun. “Isto é muito interessante, porque veremos, pelos ossos, quem essas pessoas são, depois do império maia”.

Os toltecas eram originários das terras altas do México central, e aparentemente expandiram sua influência para as áreas de poderio maia, no sul. Acretia-se que dominaram o centro do México a partir da cidade de Tula – ao norte ad atual Cidade do México – entre os séculos 10 e 12, antes que os astecas atingissem proeminência.

Arqueólogos que não estão envolvidos na escavação pediram cautela antes que se tirem conclusões a partir de um só achado, destacando que o império maia cobria uma grande área.

Fonte: AP/Estadão

(Arqueólogos encontram fonte de aqueduto da Roma Antiga)

Uma equipe de arqueólogos localizou a fonte de um aqueduto romano construído pelo imperador Trajano há quase 2 mil anos. As câmaras coletoras estavam sob uma igreja a noroeste de Roma.

O aqueduto, com cerca de 40 km de extensão, foi inaugurado no ano 109 e era um dos onze que abasteciam Roma – uma cidade que crescia rapidamente e tinha um milhão de habitantes na época.

O aqueduto, com cerca de 40 km de extensão, foi inaugurado no ano 109 e era um dos onze que abasteciam Roma

O aqueduto, com cerca de 40 km de extensão, foi inaugurado no ano 109 e era um dos onze que abasteciam Roma

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Fonte: BBC Brasil/Terra

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