(Arqueólogos apresentam selo de 3 mil anos encontrado no Egito)

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Um fragmento de um selo descoberto ao norte da cidade do Cairo, no Egito, foi apresentado nesta segunda-feira pelo Conselho Superior de Antiguidades do país. A peça foi descoberta por uma delegação de arqueólogos austríacos que trabalhavam na região. As informações são da agência EFE.
Segundo os pesquisadores, o selo está escrito em acadiano e foi feito durante o reino da Babilônia, há cerca de 3.750 anos. A língua acádia foi uma das línguas usadas no período na região da antiga Mesopotâmia.

Um fragmento de um selo descoberto ao norte da cidade do Cairo, no Egito, foi apresentado nesta segunda-feira pelo Conselho Superior de Antiguidades do país. A peça foi descoberta por uma delegação de arqueólogos austríacos que trabalhavam na região. As informações são da agência EFE.

Segundo os pesquisadores, o selo está escrito em acadiano e foi feito durante o reino da Babilônia, há cerca de 3.750 anos. A língua acádia foi uma das línguas usadas no período na região da antiga Mesopotâmia.

O selo está escrito em acadiano e foi feito durante o reino da Babilônia, há cerca de 3.750 anos

O selo está escrito em acadiano e foi feito durante o reino da Babilônia, há cerca de 3.750 anos

Fonte: Terra

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3 Comentários to "(Arqueólogos apresentam selo de 3 mil anos encontrado no Egito)"

  • Lisandro HubrisNo Gravatar Says:

    Cálculos demográficos mostram que, da pré-história aos dias atuais, já teriam nascido mais de 107 bilhões de humanos; e mesmo não contando os que ainda irão nascer, a verborragia bíblica de que “Só 144 mil serão escolhidos”, prova que o “sacrifício” de Jesus NÃO PRESTOU; e que após o “juízo final” a maioria das almas irá mesmo é para o “Fogo eterno”.

    Como “Jesus Cristo” foi um “transgressor” que depois de executado pulou dos Relatórios policiais para as versões religiosas, Lucas 22:35-38.
    No PDF “Jesus foi assassinado”, veja porque seria melhor procurar outro “Salvador”.
    O PDF tem ferramentas para AMPLIAR as cerca de 300 belíssimas imagens sobre um “Deus” sem vontade própria, que foi assassinado mesmo implorando para não ser sacrificado.

    http://pt.calameo.com/read/00034268051d0e4d0af03

  • Lisandro HubrisNo Gravatar Says:

    Enquanto o ateu seria um alfa curioso, de cérebro RACIONAL, que se adapta com facilidade as mudanças, acredita no futuro e resolve sozinho os seus problemas existenciais…
    O homem religioso seria um submisso de cérebro místico, emocional, musical, medroso, que encara as novidades com desconfianças, se agarra ao passado, enxergar o futuro de maneira pessimista, fingir que a vida seria eterna e precisa de amigos imaginários.

    Nos PDFs “A Bíblia Desmistificada” e “Jesus foi assassinado, ou morreu devido à crucificação?” – Os livro/PDF mais profanos, que até hoje foram escritos…

    http://www.calameo.com/books/00034268051d0e4d0af03
    Usando textos próprios e mais de 600 imagens belíssimas, o autor demonstra que embora o cristianismo tenha sido “útil” aos nossos ancestrais, as mitologias cristãs seriam apenas mais outra crença falsa e fora do “prazo de validade”.
    Abraços

    Como todo PDF, o meu também tem uma ferramenta para buscar palavras, para AMPLIAR as letras e as imagens, e é possível fazer cópias GRÁTIS…

    Sabe por que no Brasil ainda existe muitos MÍSTICOS e poucos LÚCIDOS?
    a/Já que os benefícios produzidos pela Evolução só beneficiam alguns e demoram em se alastrar.
    b/ A Evolução NÂO extermina o antigo, mas apenas possibilita que os mais bem adaptados superem os desafios provocados pelas mudanças que se tornaram inevitáveis…
    c/ A Evolução atua mais em alguns do que no Povão.
    d/ E a psicologia descobriu que nos momentos de medo, sofrimento, angustia, ansiedade ou incerteza, os místicos ficam mais radicais ou idealistas, em relação as suas convicções religiosas.
    Ainda é “normal” que muitos místicos tenham fé sem racionalizar, e só uma pequena parte dos mais lúcidos sejam ateus,

  • Lisandro HubrisNo Gravatar Says:

    Jesus foi assassinado ou morreu por crucificação?

    Embora se tenha inventado que, TENDO CUMPRIDO SUA MISSÃO TERRESTRE JESUS CRISTO FOI POUPADO POR UMA “INTERVENÇÃO DIVINA” DE TER QUE FICAR MUITO TEMPO NA CRUZ, as versões sobre Jesus o Cristo são apenas uma lenda, forjada com diversos arquétipos anteriores, que foi embelezada, ganhou vida própria e é usada pelos que precisam acreditar na existência de algum mitológico “Deus vivo”.

    Já que caso algum condenado fosse pendurado na cruz, mas retirado a tempo, ele sobreviveria, até porque a cruz não causava ferimentos fatais imediatos, e sim, uma morte lenta e sofrida, por asfixia, sede, insolação e desidratação.
    E sabendo-se para morrer o condenado necessitava ficar na cruz por dois ou três dias, mas Jesus ficou menos de 04 horas, fica evidente que quem matou Jesus foi o Soldado Longinus.

    Como Jesus não teve suas pernas quebradas, manteve-se apoiado sobre o calço colocado no Stipes (ou seja, na parte vertical da Cruz), ficou pregado na Cruz por menos de 04 horas, e outros sobreviviam por até 72 horas, mesmo não tendo nenhum tipo de apoio.
    Usando como prova a própria versão bíblica de que, o procurador romano e feroz repressor das rebeliões Pôncio Pilatos, ao receber a notícia de que Jesus havia morrido, tendo se admirado e não acreditado que um homem jovem e com a estatura do nazareno morresse em tão pouco tempo, ordenou ao centurião Longinus que confirmasse a veracidade do boato sobre a morte de Jesus.
    E o rude soldado vendo o estacado inerte na Cruz e sem apresentar qualquer tipo de reação, aproveitou a ordem de Pilatos para golpear o franco esquerdo de Jesus.

    E estando correta a versão de que, Do ferimento feito pelo centurião Longinus teria esguichado sangue no soldado que o perfurou…
    Fica comprovado que quem assassinou Jesus foi o soldado Longinus.

    O fóssil humano que os cristãos destruíram

    Embora a estacação tenha sido muito usada pelos romanos até o ano de 311, quando o Imperador Constantino aboliu essa forma horripilante de suplício, que foi inventada na Persa, (atual Irã), na época do Rei Dario I e do Alexandre o GRANDE. Até hoje só foi encontrado os restos mortais de um único estacado, que foi achado em junho de 1968, (pelo arqueólogo Sharon Golban), em uma caverna funerária de Giv’at ha-Mivtar, que fica no Nordeste de Jerusalém, a Oeste da estrada Nablus, e cuja data foi confirmada com auxilio involuntário do Padre Matt Gutiérrez

    No interior de um túmulo que data do Século I, foi encontrada vestígios da plaquinha INRI, e o esqueleto de um estacado que foi chamado de, “Jonathan” ou Yehohanan (João), filho de Hagkol.
    A descoberta cientifica em questão é a maior calamidade que o cristianismo já enfrentou, pois desestabiliza a Igreja Católica, arruína a credibilidade que a Igreja levou séculos para construir e comprova que Jesus não Ressuscitou.

    O estacado, (rotulado de Yehohanan Bem Hagkol), apresenta vários detalhes relatados pela Bíblia, como por exemplo, ser judeus, ser do sexo masculino, ter cerca de 30 anos, ter sido estacado na mesma época, na mesma Cidade e da mesma forma que Jesus foi estacado, não ter tido suas pernas quebradas, ser o ÚNICO fóssil de alguém que foi estacado da forma relatada pelos Evangelhos, apresentar vestígios de que teria usado uma “Corroa de espinhos” e também ter tido o seu franco direito transpassado por uma “lança romana”.

    E na caverna foram encontrados utensílios que reforçam a tese de que o esqueleto seria o do humano Jesus que foi crucificado e que a Igreja usou para criar a lenda do Deus Jesus.

    Mas na tentativa de não perder a mãe de todas as batalhas, o Vaticano apresou-se em negar que o esqueleto achado em Jerusalém fosse o de Jesus Cristo, tentou impedir que a descoberta fosse divulgada e incentivou que o fóssil fosse destruído.
    Pois caso ficasse provado que o esqueleto em questão é o de Jesus Cristo, isso seria o fim do cristianismo. Ficaria definitivamente comprovado que Jesus não ressuscitou.
    E o “FrankCristo” montado pela Igreja, com o amontoamento de diversos acontecimentos e arquétipos, seria finalmente destruído.
    Até porque, a lenda de “Jesus Cristo” é um dramalhão, onde diversas mitologias se somaram com a vida do sofrido e esquizofrênico filho adultero do Soldado romano Pantera, e desse dramalhão brotou uma nova lenda religiosa e um novo “Deus”.

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